14/01/2019 às 20:13
Alberto
Torregiani em 1979 tinha apenas 15 anos quando viu o pai, o joalheiro
Pierluigi Torregiani ser assassinado a mando do terrorista Cesare
Battisti.
No episódio, levou um tiro e ficou paraplégico.
Desde então, vive a angústia de ver Battisti solto, sem pagar pelos seus crimes.
Tornou-se o principal representante das vítimas e familiares das vítimas da organização extremista de esquerda Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), da qual Battisti participava.
Hoje, diante do desfecho do caso, disse em entrevista à Revista Época:
Feliz, Torregiani afirma que, se for convidado, quer vir ao Brasil para agradecer pessoalmente o presidente Jair Bolsonaro.
Certamente, será convidado.
da RedaçãoNo episódio, levou um tiro e ficou paraplégico.
Desde então, vive a angústia de ver Battisti solto, sem pagar pelos seus crimes.
Tornou-se o principal representante das vítimas e familiares das vítimas da organização extremista de esquerda Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), da qual Battisti participava.
Hoje, diante do desfecho do caso, disse em entrevista à Revista Época:
“Admito que não foi nada fácil ‘engolir’ o fato de ver Battisti livre.
Foram anos difíceis com altos e baixos.
Vivi momentos de euforia quando se falava em uma provável extradição.
E depois… frustração.
Mas com certeza, esta segunda-feira, dia 14 de janeiro, passa a ser uma data importante na minha vida.
E admito; cheguei a pensar que todo o processo levaria dias ou até meses.
E aí, em menos de 48 horas tudo foi resolvido.
Ainda estou metabolizando.”
Feliz, Torregiani afirma que, se for convidado, quer vir ao Brasil para agradecer pessoalmente o presidente Jair Bolsonaro.
“Agora seria uma excelente oportunidade para visitar o país.
E se o presidente Jair Bolsonaro me convidasse, eu iria com grande prazer para agradecê-lo pessoalmente e também ao povo brasileiro.”
Certamente, será convidado.

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