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| Feirinha do Rio Verde onde eu fazia a feira da semana. |
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| Eu e o professor Raitony comemorando o Dia do Professor na década de 80. |
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| Minhas três filhas, Ellen, Aline e Micheline ainda menores de idade |
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| Minha filha caçula Micheline no quintal da nossa casa na antiga "Rua Curió". |
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| Primeiro Supermercado de Parauapebas da família Nunes. |
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| Não precisa dizer que estrada é essa. |
Eu faço parte dessa história de Parauapebas como um de seus pioneiros, chegando aqui em 1984, sendo o primeiro professor de nível superior em área humanística no Colégio General Euclydes Figueiredo.
Mas os "pseudos historiadores" desta cidade fazem de tudo
para RISCAR meu nome desta história, pelo fato da minha participação no combate
a corrupção que se instalou no município, na pessoa do seu primeiro prefeito em
parceria com os primeiros legisladores, resultando inclusive no primeiro CRIME
POLÍTICO do único vereador daquela Casa de Leis que acabara de se instalar, que
não aceitou fazer parte dos roubos ao cofre público municipal, VEREADOR JOÃO
PRUDÊNCIO DE BRITO.
Desde esse episódio até hoje, meu nome é descartado de assumir qualquer
espaço nos novos governos que passam a comandar os destinos deste promissor
município, e muito menos, meu nome é citado em qualquer evento, reunião, em
revistas, jornais, convites para integrar programações oficiais do
executivo.
Privilégio esses, para quem chegou depois do "Prato pronto" e
não tem a história que nós temos e outros pioneiros também.
Não estou dando indiretas e nem mensagem de carapuça, não sou esse tipo
de homem e nem é meu estilo de dizer a verdade para ninguém, apenas estou
externando meu desabafo.
E o mais interessante de tudo isso, é que todas as pessoas que assumem
altos cargos nos novos governos, começam ostentar poder, aparecendo em outdoor
na cidade, participam de todos os eventos da cidade, fazem questão de viver
desfilando com seus belos e novos carrões como sinal de "progresso"
repentino, Deus sabe lá como.
Depois que muda de governo e perdem seus cargos que lhes facultam tanta
ostentação e mordomias, somem da cidade, desaparecem, viram arcanfor.
E o Valter Desiderio Barreto continua na cidade, andando a pé pra todos
os lados, ainda que já possuindo seu passe livre do idoso, para locomoção
em transportes coletivos municipal e interestadual.
Esses "almofadinhas" só voltam a aparecer na cidade, na
aproximação das próximas eleições quando sonham com a vitória de seu candidato,
para voltarem novamente a "mamarem nas tetas" do novo governo.
Agora podem me descerem a porrada, e vamos ver quem tem
"garrafa" pra vender.
Valter Desiderio Barreto - Pioneiro em Parauapebas desde 1984.






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