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segunda-feira, julho 21, 2014

Equipe do Fantástico é ameaçada e assaltada durante investigação

Eduardo Faustini e Luiz Cláudio Azevedo investigavam esquema de laranjas que movimenta R$ 30 milhões em Anapurus e Mata Roma, no Maranhão.

No início da tarde da quinta-feira (17), no interior do Maranhão, os repórteres Eduardo Faustini e Luiz Cláudio Azevedo investigavam denúncias de desvio de dinheiro público em duas cidades: Anapurus e Mata Roma, que ficam a cerca de três horas e meia de carro da capital, São Luís.

A equipe parou para almoçar em uma churrascaria, na estrada que liga os dois municípios. 

Depois do almoço, já no carro, os repórteres foram surpreendidos por um outro carro, que saiu da estrada e bloqueou a equipe. 

Três homens saltaram e apareceram mais quatro a pé.

O bando cercou os repórteres. Dois bandidos entraram no banco de trás. 

Os repórteres explicaram que são jornalistas da TV Globo e estavam trabalhando em uma reportagem para o Fantástico e saíram do carro, para evitar o que parecia um sequestro. 

Foi quando um dos homens tomou a câmera da equipe. 

Os ladrões fugiram em dois veículos, levando a câmera.

No início da noite, testemunhas já tinham identificado alguns dos envolvidos. “Eles são envolvidos com política. 

Trabalham na prefeitura. São lá de dentro”, afirmou uma delas.

Ainda na quinta-feira (18), a polícia identificou e prendeu o PM Raimundo Silva Monteles. 

Ele é sobrinho da prefeita de Anapurus, Tina Monteles.
“Ele confirmou que participou da ação. 

Diz que foi convidado para acompanhar dois ou três funcionários da prefeitura de Anapurus para se deslocar para determinado local”, afirma Zanoni Porto, comandante-geral da PM do Maranhão.

Durante todo o fim de semana, a polícia fez buscas nas cidades de Anapurus e Mata Roma, à procura dos suspeitos e do equipamento que foi roubado. 

As investigações continuam, e, pelas características do crime, a polícia acredita que não tenha sido somente um roubo, mas uma tentativa de interromper o trabalho dos jornalistas.

Em nota, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão se diz preocupada com ações criminosas que buscam impedir a livre atuação da imprensa na investigação de fatos de interesse público. 

A associação pede a apuração no caso e punição dos autores, para que a liberdade de imprensa e o acesso dos cidadãos à informação sejam assegurados.

Também em nota, a Abraji, Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, afirma que identificar e punir todos os responsáveis é indispensável, para que a impunidade não estimule a repetição de casos semelhantes. 

E o Instituto Internacional de Segurança da Imprensa, sediado em Londres pede que os agressores dos jornalistas sejam levados à Justiça.

A polícia pediu a prisão de mais três pessoas: o secretário de Finanças de Arapurus, Jairo Lisboa de Sousa; o ex-candidato a vereador Manoel Francisco Monteles Neto; e Agnaldo Henrique Alves.

Em nota, a Prefeitura de Anapurus lamenta o ocorrido e pede às autoridades que esclareçam as circunstâncias do caso.

“Com relação aos parentes, a cidade de Anapurus, quase todo mundo é parente de todo mundo. 

Com relação a isso não tem nenhum problema. Com relação a servidores do município envolvidos, serão responsabilizados”, diz Márcio Wendles, advogado da prefeita de Anapurus-MA.

“Quando você atenta contra uma equipe de jornalistas, você tá atentando realmente à democracia e vamos ser duros”, destaca Marcos Afonso, secretário de Segurança do Maranhão.

A denúncia sobre um esquema de laranjas que movimenta R$ 30 milhões, dinheiro público, em cidades pobres do interior do Maranhão foi o que levou os jornalistas da TV Globo a serem ameaçados e assaltados. 

São contratos municipais nas mãos de empresas suspeitas, muitas delas não têm sede, e nem capacidade de prestar o serviço. 

Mais uma vez, quem paga a conta é o cidadão comum. E o sofrimento começa na mais básica das necessidades.

“Quando eu acordo de manhã, venho para essa ponta de mato aqui fazer necessidade, xixi. 

Tudo pra cá”, conta a lavradora Maria Santana.
A vizinha dela teve mais sorte, aparentemente. 

Dona Maria mostra o banheiro construído pela Prefeitura há menos de dois anos. 

A pia é de plástico. “Um parafuso aqui, outro aqui. Isso aqui, qualquer coisinha quebra tudo. Nada presta aqui”, ela diz.

Mata Roma e Anapurus são cidades pequenas, cada uma com pouco menos de 16 mil habitantes. Moradores da Zona Rural sofrem com a falta de saneamento básico.

A lavradora Cristiane Teixeira nunca usou um banheiro. “Tenho 21 anos, nasci aqui e nunca usei. Nunca tomei banho de banheiro”.

Dorival Mendes Nascimento, lavrador, mora há 40 anos na região e nunca teve água em um chuveiro: “Tem que tirar água do meu poço, e agora chegou esse poço”.

Mas, para os moradores, o poço ainda não chegou de vez. “Eles apareceram para fazer esse poço, final de maio, agora de 2014. 

Só fizeram furar”, diz Cristiane Teixeira dos Santos, lavradora.

Nos dois municípios, essas obras são feitas com dinheiro público. Empresas negociaram nas duas cidades contratos que, somados, chegam a R$ 30 milhões.

Em Mata Roma, a construtora Santa Margarida recebeu, só em 2012, mais de R$ 2,2 milhões para abastecimento e saneamento. 

A proprietária é Rejânia Maria Pinheiro dos Santos. 

Ela se recusou a falar com o Fantástico.

Em uma rede social, Rejânia aparece em uma foto abraçando José Ári, irmão de criação dela. No papel, José Ári é dono de outra construtora, a São Lourenço, que presta serviço ao mesmo município. 

Também no papel, a São Lourenço é capaz de fazer perfuração e construção de poços de água.

Mas veja o que José Ári responde quando o repórter Eduardo Faustini pergunta pela empresa.

José Ári: Que empresa?
Faustini: A sua empresa, que você presta serviço.
José: Eu?
Faustini: É.
José: Eu não. Não é eu, não.
Faustini: Você não tem empresa?
José: Não.
Em seguida, ele dá outra explicação: “Eu saí há uns três meses”.

Técnicos da Controladoria-Geral da União fiscalizaram as obras feitas com dinheiro público no município. 

Segundo o relatório da CGU, a construtora São Lourenço, de José Ári, não está apta a executar obras ou serviço de engenharia.
Outro esquema é no aluguel de veículos para a mesma prefeitura. Segundo a CGU, as locadoras Matarromense e Abiviagens receberam, em apenas um ano, R$ 537 mil pelo serviço de transporte escolar.

No papel, Valdecy Garreto Silva é o dono da Matarromense, uma das maiores locadoras da região. 

A empresa também tem contratos em Anapurus.
Faustini: O senhor é o único dono dessa empresa?
Valdecy: Não, é um irmão meu que... Eu tenho um irmão meu. É só no meu nome, ela, mas ele que resolve tudo aí.
Faustini: Quanto o senhor ganha nessa empresa?
Valdecy: Eu não sei nada.
Josivan, irmão de Valdecy, foi vereador em Mata Roma e tem mais empresas de locação de veículos. 

Na rua que consta como endereço no registro da Matarromense, não existe empresa nenhuma, e nem casa com a numeração fornecida à junta comercial. Josivan não foi encontrado pelo Fantástico.

A outra locadora que atende à Prefeitura de Mata Roma se chama Abiviagens. Segundo a CGU, os pagamentos à empresa, de R$ 537 mil, não poderiam ter sido feitos devido a várias irregularidades. 

Na sede da Abiviagens, encontramos Elânia Araújo de Almeida. 

Ela é funcionária da Prefeitura de Mata Roma desde 2006. 

Mesmo assim, foi sócia do marido, Abimael Reis, quando a Abiviagens já tinha conseguido o contrato municipal.

Faustini: Você é sócia da empresa.
Elânia: Não.
Faustini: No contrato, você não está?
Elânia: Não, eu saí.
Faustini: Você passou as suas cotas pra quem?
Elânia: Foi... É outra pessoa. Parece que a filha dele.
Procurado pelo Fantástico, Abimael Reis não quis falar.

São muitos os laranjas nessa história. 

Mas encontramos ainda mais irregularidades.

Em Anapurus, onde a população se queixa da falta de saneamento básico, o mestre de obras que fiscaliza a construção dos banheiros diz que recebe o salário em dinheiro vivo, diretamente das mãos do secretário de Infraestrutura, Júlio Neto. “Eu recebo pelo Júlio Neto. 

É dinheiro “em peça” mesmo. 

O patrão passa o dinheiro pra mim, pago meus trabalhadores. E é assim”, ele conta.

O secretário de Infraestrutura de Anaparus – MA, Júlio Neto, nega a irregularidade nos pagamentos: “Ele recebe da construtora, viu? Agora, eu vou fiscalizar. 

Eu tenho que fazer a minha parte como secretário”.

Ainda em Anapurus, a empresa Premier tem R$ 3 milhões em contratos para construção e manutenção de estradas e ruas. 

No papel, o dono é Javé Ferreira da Costa Lima. 

Só que ele é operário concursado da empresa de águas do estado.

Faustini: Só um minuto. Eu quero falar sobre a sua empresa. Por que você não pode falar?
Javé: Não quero falar.
Faustini: Só um instante.
Javé: Dá licença!
Faustini: eu preciso falar contigo
Javé: Não tenho nada para falar
Faustini: Eu quero falar sobre a sua empresa que presta serviço para a Prefeitura de Mata Roma.

Procurada pelo Fantástico, a prefeita de Mata Roma, Carmen Neto, não foi encontrada nem retornou recado que nossa equipe deixou na Câmara de Vereadores.
Já o advogado da prefeita Tina Monteles, de Anapurus, diz que ela não cometeu irregularidades: “Nós temos todos os processos licitatórios na maior transparência. Todas as obras estão lá”, afirma.

AS PROFECIAS ESTÃO SE CUMPRINDO




Cada dia que se passa
O fim dos tempos se aproxima
No mundo só vemos desgraça
E a maldade predomina.
Cada um vive pra si
Desprezando seu irmão
Especializam-se em fingir
Não tem amor no coração.
Corrupção em nosso país
Virou cultura, é normal
Quem disso vive e é feliz
Está no Congresso Nacional.
São os ladrões “legalizados”
Que com seu voto chegaram lá
São Senadores e Deputados
Que criam leis pra nos ferrar.
Religiões no mundo agora
São ferramentas de mercenários
Em cada esquina de hora em hora
Surge mais uma que fisga otários.
As profecias estão se cumprindo
Do jeito que Jesus falou
Falsos profetas estão surgindo
Na capital e no interior.
Convido-lhe a conhecer
As verdades das Escrituras
Só depende de você
Ser uma “Nova criatura”.

"Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas antigas já passaram, eis que tudo se fez novo!". 2 Coríntios 5: 17.
Autor:
Valter Desiderio Barreto, em 20 de julho de 2014.

Flagrante de desperdício de água no Centro de Abastecimento de Parauapebas - CAP


Nem bem foi inaugurado um dos maiores centros de abastecimento do Brasil em Parauapebas, CAP, para atender os feirantes do município com o objetivo de prestar um serviço de qualidade aos seus clientes em dia de feira, que já se pode constatar a falta de cuidado com o bem público por parte de alguns feirantes que adquiriram box para desenvolverem suas atividades comerciais, como forma de garantir sua sobrevivência e de sua família. 

Ontem pela manhã, eu e meu amigo Josenê e minha esposa Gina, fomos ao Centro de Abastecimento de Parauapebas, fazer compras de hortifrutigranjeiros, e nos deparamos com duas cenas que nos causaram revolta. 

No momento que o mundo todo está fazendo campanha contra o desperdício de água, São Paulo está vivendo uma crise sem precedentes na sua história sobre a escassez de água potável para abastecer as casas daquela que é a 4ª cidade mais populosa do mundo, que está sendo obrigada a fazer racionamento de água em mais de 60% dos bairros ali existentes, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas - SAEEP, autarquia ligada a Prefeitura Municipal de Parauapebas, através do seu Departamento de Meio Ambiente, tem desenvolvido campanhas de combate ao desperdício de água no município através das escolas públicas e privadas, como também outros setores da sociedade organizada e instituições de ensino superior, flagramos duas cenas de desperdício de água em dois box. 

Em um dos box, a torneira se encontrava semi-aberta jorrando água em uma pia cujo aspecto é de que ali se tratou peixes, porque suas escamas estão à mostra. 

Em outro box, uma mulher lavando as paredes do mesmo com um balde e a torneira aberta desperdiçando grande quantidade de água. 

Já está na hora da população de Parauapebas entender que a obrigação de se conservar e proteger o patrimônio público não é só do gestor municipal não, é de todos nós, porque a parte dele, ele está fazendo, e, diga-se de passagem, o que o prefeito Valmir Queiroz Mariano já investiu em benefício para toda a população parauapebense em pouco mais de um ano de governo, já ultrapassou, e muito, o que os quatro incompetentes prefeitos fizeram em 25 anos de emancipação política de administrativa deste imponente e promissor município.

Quero deixar nesta oportunidade a minha sugestão, mesmo que a ignorem por qualquer motivo.

Que o prefeito Valmir, solicite dos seus servidores que atuam nos setores de Meio Ambiente do seu governo, tanto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, como também o Departamento de Meio Ambiente do SAAEP, incluindo também o setor da Secretaria Municipal de Saúde, para ministrarem cursos ou palestras para todos os feirantes que foram contemplados com Box, barracas ou até mesmo algum espaço para comercializarem seus produtos no CAP, sobre higiene no setor de trabalho, desperdício de água, e manutenção de limpeza diária no recinto.

E essa conscientização deve ser de forma sistemática e não esporádica, porque, infelizmente, nosso povo esquece muito rápido aquilo que aprende.  

Aqueles que não se submeterem a disciplina para uma convivência harmoniosa com a administração pública municipal, e com seus colegas de trabalho, devem desocupar o espaço daquele moderno estabelecimento comercial que foi construído para proporcionar um salutar ambiente de trabalho para seus usuários, como também garantir a qualidade de atendimento aos munícipes que ali chegam para realizarem suas compras, e o mesmo seja destinado a quem estará apto para assumi-lo.


Vejam as fotos abaixo, e confiram a falta de senso de responsabilidade dos usuários dos dois Box.


Texto e fotos:



Jornalista Valter Desiderio Barreto.


Flagrante de desperdício de água e falta de higiene.



Outro flagrante de desperdício de água que não deve acontecer.
























domingo, julho 20, 2014

Conor McGregor atropela Diego Brandão e leva o público a loucura no UFC Irlanda

UFC Fight Night 46 aconteceu nesse sábado (19), em Dublin


Conor McGregor atropela Diego Brandão e leva o público a loucura no UFC Irlanda

O Irlandês conquistou a terceira vitória consecutiva no UFC 


O UFC Fight Night 46, que aconteceu nesse sábado (19), em Dublin, foi uma verdadeira festa para o MMA irlandês, com cinco vitórias para os atletas da casa e nenhuma derrota. 

Essa foi a segunda edição do Ultimate na Irlanda, que aportou em Dublin em 2009, com o UFC 93.

Quem comandou a “seleção irlandesa” empurrado pela calorosa torcida presente na O2 Arena, foi o peso-pena (até 66 kg) Conor McGregor, que deu uma surra no brasileiro Diego Brandão e conquistou o nocaute técnico ainda no primeiro round.

A Luta

Lutando em casa, Conor McGregor entrou cheio de confiança e logo no começo da peleja, mostrou que estava disposto a tudo para vencer. 

O irlandês estendeu a mão, fingindo que iria cumprimentar Diego Brandão, mas quando o cearense ergueu as luvas, McGregor lhe desferiu um chute rodado no corpo.

O cearense, conhecido por morrer no gás, parece ter vindo sem uma estratégia definida, tampouco preparado para uma luta de cinco rounds. 

Diego veio para o tudo ou nada em pé e, após ter suas quedas neutralizadas, ainda no primeiro round, já demonstrava cansaço. 

Quando conseguiu derrubar, o brasileiro caiu por baixo e o irlandês passou a dominar as ações martelando por cima e se defendendo das finalizações de Brandão.

Após acertar alguns golpes na cintura do cearense, McGregor percebeu que o adversário sentiu e jogou um direto, levando Diego a knockdown. 

No chão, o irlandês fez a festa da torcida  terminando o combate através do ground and Pound, aos 4:05 minutos do primeiro round. 

Ainda dentro do octógono, o peso-pena comemorou a terceira vitória consecutiva no UFC, enaltecendo a sua calorosa torcida.

“Eu disse que acabaria com ele no primeiro round e fiz. 

Não existe nenhum cara que me venceria hoje aqui diante do meu público”, disse o irlandês.

Pastor Davi Passamani abriu novo local de culto em fevereiro após renunciar cargo em igreja depois de investigações de crimes sexuais Polícia Civil disse que prisão preventiva foi necessária porque pastor cometeu crimes usando cargo religioso.

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