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segunda-feira, julho 14, 2014

Campanha para o Senado deverá custar mais de R$ 1 bilhão

Em São Paulo, despesas podem chegar a R$ 113,5 milhões, o maior valor.
Quatro candidatos (de SP, DF, PR e MT) preveem gastar até R$ 30 milhões.


Thiago Reis Do G1, em São Paulo 

A campanha eleitoral para o Senado deverá custar mais de R$ 1 bilhão, segundo as estimativas de despesas entregues pelos candidatos à Justiça Eleitoral.

Levantamento do G1 nos 26 estados e no DF mostra que os 178 candidatos preveem O valor é pouco superior ao que pretendem gastar os 11 candidatos à Presidência (R$ 916 milhões) – Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos estimam gastar, juntos, quatro vezes o valor que os oito adversários somados.


Para a campanha aos governos dos estados, a cifra estimada é de R$ 2,43 bilhões – equivalente ao orçamento de um município como Niterói.

A campanha para o Senado em São Paulo deverá ser a que mais consumirá dinheiro. Os dez postulantes ao cargo estimam gastar R$ 113,5 milhões. 

Mato Grosso aparece logo atrás. Os seis candidatos somados preveem um gasto total de R$ 70 milhões.



CUSTO DAS CAMPANHAS A SENADOR POR ESTADO
Unidade da federação
Candidatos
Gasto total previsto
São Paulo
10
R$ 113.530.000,00
Mato Grosso
6
R$ 70.000.000,00
Bahia
5
R$ 52.500.000,00
Goiás
7
R$ 52.200.000,00
Distrito Federal
8
R$ 50.810.000,00
Rio de Janeiro
8
R$ 50.760.000,00
Paraná
8
R$ 48.810.000,00
Alagoas
8
R$ 44.000.000,00
Minas Gerais
8
R$ 42.725.000,00
Tocantins
5
R$ 39.600.000,00
Paraíba
7
R$ 39.418.000,00
Santa Catarina
7
R$ 38.525.000,00
Rondônia
5
R$ 37.500.000,00
Roraima
6
R$ 35.820.000,00
Amapá
10
R$ 34.730.000,00
Maranhão
6
R$ 34.100.000,00
Pará
11
R$ 31.920.000,00
Rio Grande do Norte
5
R$ 30.420.000,00
Mato Grosso do Sul
6
R$ 28.266.167,16
Piauí
6
R$ 28.180.000,00
Amazonas
6
R$ 26.680.000,00
Ceará
4
R$ 25.860.000,00
Rio Grande do Sul
7
R$ 22.050.000,00
Pernambuco
5
R$ 17.480.000,00
Espírito Santo
5
R$ 14.500.000,00
Sergipe
5
R$ 14.230.000,00
Acre
4
R$ 10.800.000,00
TOTAL
178
 
R$ 1.035.384.167,16

Já o Acre deve ter a campanha mais “barata”. 

A estimativa feita pelos quatro candidatos é de um custo de R$ 10,8 milhões. Sergipe tem a segunda previsão mais em conta: R$ 14,2 milhões. 

São cinco candidatos tentando se eleger no estado do Nordeste.

Campeões de gastos

Quatro candidatos detêm a previsão de despesa mais alta declarada à Justiça Eleitoral: José Serra (PSDB), em São Paulo, Magela (PT), no Distrito Federal, Marcelo Almeida (PMDB), no Paraná, e Rui Prado (PSD), em Mato Grosso.

 Eles preveem gastar R$ 30 milhões para vencer o pleito.
Gilberto Kassab (PSD), em São Paulo, e Geddel Vieira Lima (PMDB), na Bahia, também devem desembolsar um valor alto.

 Os dois estipularam um teto de R$ 28 milhões.

Regras para gastos

A Lei das Eleições prevê que, em todas as disputas, o Congresso deve aprovar até 10 de junho uma outra lei que defina os limites de gastos das campanhas por cada candidato. 

Como isso não ocorreu, cada partido fixou internamente o teto das despesas.

Entre os custos previstos na campanha estão propaganda, principalmente na TV, transporte com automóveis ou jatinhos, por exemplo, e pagamento de cabos eleitorais.
Assim como nas eleições anteriores, neste ano os candidatos poderão receber doações de empresas privadas para aplicar nas campanhas.

No ano passado, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal considerou ilegal que empresas doem a políticos, mas o julgamento não foi concluído. 

Se a maioria se mantiver e o julgamento terminar, a proibição só deverá valer a partir de 2016.
 
AS DEZ CAMPANHAS PARA O SENADO MAIS CARAS DO PAÍS                                               
Candidato
UF
Gasto estimado
Marcelo Almeida (PMDB)
PR
R$ 30.000.000,00
Magela (PT)
DF
R$ 30.000.000,00
José Serra (PSDB)
SP
R$ 30.000.000,00
Rui Prado (PSD)
MT
R$ 30.000.000,00
Gilberto Kassab (PSD)
SP
R$ 28.000.000,00
Geddel Vieira Lima (PMDB)
BA
R$ 28.000.000,00
Romário (PSB)
RJ
R$ 20.000.000,00
Antônio Anastasia (PSDB)
MG
R$ 20.000.000,00
Gastão Vieira (PMDB)
MA
R$ 20.000.000,00
Eduardo Magalhães (PSDB)
AL
R$ 20.000.000,00


Cesar Maia e mais 34 têm candidatura contestada pelo MP eleitoral no Rio

PRE impugnou candidatura do ex-prefeito ao Senado por improbidade.
Cesar vai recorrer ao STJ; candidatos podem continuar com a propaganda.

Lilian Quaino Do G1 Rio
César Maia tem os direitos políticos suspensos/GNews (Foto: Reprodução Globo News) 
Cesar Maia: candidatura impugnada
(Foto: Reprodução Globo News)

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Rio de Janeiro contestou junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) a candidatura ao Senado do ex-prefeito Cesar Maia (DEM), por improbidade, com base na Lei da Ficha Limpa

A procuradoria informou nesta segunda-feira (14) que entrou com ação de impugnação do registro de candidatura devido à condenação de Cesar Maia “pela prática de atos dolosos de improbidade administrativa”.  

O candidato informou que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo a procuradoria, na ação, o Ministério Público cita a construção da Igreja de São Jorge, em Santa Cruz, com recursos do Município. 

Em 2012, o juiz Ricardo Coimbra da Silva Starling Barcellos, da 13ª Vara de Fazenda Pública, condenou o ex-prefeito por improbidade administrativa, suspendendo seus direitos políticos por cinco anos e impedindo-o de exercer cargos públicos. 

O juiz considerou ilegal a construção, com dinheiro da prefeitura, da Igreja São Jorge.

Cesar Maia informou que sofreu a condenação em segunda instância, por dois votos a um, pelo fato alegado de a construção da capelinha de São Jorge ferir o caráter laico do Estado, "portanto, sem relação com o processo eleitoral e sem nada tem a ver com ficha limpa". disse.

Em seu Twitter, ele comentou: "O MP tem todo o direito de questionar candidaturas.

 No caso, é uma Capelinha de São Jorge e o argumento é que o Estado é laico." 

Segundo Cesar Maia, "independente de a publicação ter sido fora de prazo, é positivo o questionamento, pois permite se conhecer a natureza do fato: uma capelinha num bairro de Santa Cruz tem esse caráter? Tanto se aplica em atos e eventos."

Ele citou ainda jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que diz que a inelegibilidade exige junto com o ato doloso, a lesão ao erário e o enriquecimento ilícito, conforme texto do relator do processo e atualmente presidente do TSE, Dias Toffoli:

“Sem a presença conjugada dos dois requisitos, quais sejam, condenação por lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito não incidirá a inelegibilidade.”


Deputados
 
Além do ex-prefeito, com base na Lei da Ficha Limpa, a procuradoria impugnou outras 20 candidaturas a deputado estadual e 14 a deputado federal. Veja a lista


Todas as impugnações são passíveis de recursos junto ao TRE e enquanto o recurso é julgado os candidatos podem continuar fazendo propaganda. 

As impugnações foram feitas pelo procurador regional eleitoral Paulo Roberto Bérenger e pela procuradora regional eleitoral substituta Adriana Farias.

Segundo explicou, em sua análise das candidaturas, a procuradoria avaliou condições de inelegibilidade como a condenação criminal por órgão colegiado - os  fichas sujas - e a suspensão de direitos políticos em condenação por improbidade administrativa.

O gabinete eleitoral fez pesquisas sobre cada candidato no Tribunal de Contas da União, no Tribunal de Contas do Estado, no Tribunal de Justiça, no Tribunal Regional Federal, no Tribunal Superior Eleitoral, no Sisconta, no Portal do Conselho Nacional de Justiça, e no Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa.


TRE tem 49 impugnações
O TRE-Rj informou que tem 49 impugnações registradas no sistema, 35 delas do MPE, e outras 14 pedidas por candidatos ou partidos. 


As 49 impugnações são contra 41 candidatos. 

Até o dia 21 de agosto todos os processos de registro de candidatura devem estar julgados, inclusive os que foram alvo de questionamento pelo Ministério Público. 

No momento, o TRE está na fase de notificar os candidatos impugnados para que apresentem defesa no prazo de sete dias a partir da notificação, informou o tribunal.

Vídeo mostra agressão a jornalista durante protesto na Tijuca, no Rio

Ato ocorreu perto do Maracanã na hora da final da Copa do Mundo.
Sindicato dos Jornalistas diz que 15 profissionais foram agredidos.

Janaína Carvalho Do G1 Rio
Vídeo mostra agressão sofrida por cinegrafista canadense (Foto: Reprodução Internet)Vídeo mostra agressão sofrida por cinegrafista canadense (Foto: Reprodução Internet)
 
Um vídeo publicado na internet mostra um cinegrafista canadense sendo agredido por policiais militares durante o protesto neste domingo (13) na Praça Saens Peña, na Tijuca, Zona Norte do Rio, perto do Maracanã, onde ocorria a final da Copa do Mundo no Maracanã. 

Nas imagens, Jason O'Hara aparece caído no chão em uma das esquinas da praça, quando um PM se aproxima e chuta o rosto do canadense, que usava máscara e capacete para se proteger durante a manifestação.

Além de Jason, segundo o Sindicato dos Jornalistas, outros 14 profissionais da imprensa foram agredidos durante o ato. 

O protesto era pacífico até o momento em que os manifestantes tentaram sair da praça em direção ao estádio. 

A PM fez um cerco no local, impedindo a passagem das pessoas e atirou bombas de efeito moral para dispersar a multidão, dando início ao tumulto.  

Fotógrafo registrou momento em que disse ter sido agredido por policial. (Foto: Mauro Pimentel / Portal Terra)Fotógrafo registrou momento em que disse ter sido agredido por policial (Foto: Mauro Pimentel / Portal Terra)
 
No vídeo, o cinegrafista canadense afirma que, além de ser agredido, ele também teve a câmera roubada. “Agora, estou sem GoPro [marca de um modelo de câmera]. 

Fui roubado por um policial”, diz Jason O'Hara.

'Só vi o cassetete no meu rosto', diz fotógrafo

O fotógrafo do Portal Terra, Mauro Pimentel, 28 anos, também diz ter sido alvo de agressões por parte da PM quando fazia uma reportagem sobre a manifestação. 


Em entrevista ao G1, ele contou como foi a ação da polícia.

“Eles gritaram: 'Para trás, para trás', começaram a bater e jogaram o spray de pimenta

Só que eu estava de máscara e continuei fotografando. Foi quando um cara [PM] me deu um chute na perna esquerda. 

Outro policial me segurou e me empurrou para trás. Só vi o cassetete no meu rosto. 

O filtro quebrou e a máscara trincou, mas segurou bem a pancada. 

Se estivesse sem aquela máscara fechada e o capacete estaria, no mínimo, com o nariz quebrado”, afirmou Mauro, que conseguiu fotografar o rosto do policial que o teria agredido.

O fotógrafo afirmou ainda que estava identificado como jornalista.

 “Estava de crachá e com capacete preto escrito 'imprensa' e com a logo do Terra.

 Não tinha como fazer confusão”, garantiu o profissional, destacando que a atuação da PM foi diferente neste domingo. “Estou cobrindo as manifestações desde meados do ano passado.

 Já vi policiais praticando agressões e outros pedindo para agir de forma diferente. 

Ontem não. 

Todos estavam hostis desde o início”, contou.

Em nota, a Polícia Militar alegou que dados da Inteligência mostravam que um grupo tinha a intenção de se dirigir à entrada do Maracanã, colocando em risco a segurança de milhares de torcedores. 

A corporação ainda afirmou que todas as denúncias e imagens recebidas relativas a excessos cometidos por policiais militares serão encaminhadas à Corregedoria e apuradas.

Sindicato vai recorrer a ONGs de direitos humanos
 
Após o protesto, o Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro publicou ato de repúdio à violência da polícia. “Além dos casos de agressões, houve também o cerceamento ao trabalho dos jornalistas e comunicadores em meio à repressão aos atos de protesto realizados na Tijuca. 


Os profissionais de imprensa foram impedidos de deixar a Praça Saens Peña durante duas horas, junto de cerca de 200 manifestantes. 

Esse grupo teve de enfrentar, sem possibilidade de refúgio, agressões físicas e o efeito das bombas de gás lacrimogêneo", diz o comunicado.

Com os novos casos de violência policial contra jornalistas e comunicadores registrados neste domingo, o Sindicato dos Jornalistas afirma que 92 profissionais e comunicadores foram vítimas de agressões e cerceamento desde maio do ano passado. 


O sindicato vai encaminhar uma nova versão atualizada desse relatório às autoridades da Justiça e da Segurança Pública nos níveis estadual e municipal, assim como às autoridades e ONGs de direitos humanos nacionais e internacionais.

Ventania transforma espuma do Rio Tietê 'em neve' no trecho de Salto

Internauta registrou o momento que chamou de 'espetáculo da natureza'.
Espuma é resultado da poluição dos produtos químicos lançados no rio.

Daniel Fukunaga Internauta, Salto, SP


Um internauta registrou um momento inusitado no trecho do Rio Tietê que corta o município de Salto (SP) neste domingo (13). 

Por conta de uma ventania, a espuma que invade o rio - resultado da poluição e dos produtos químicos lançados no rio a todo o momento - se espalhou no ar e deixou a impressão de que estava nevando no local. 

Daniel Fukunaga registrou o momento e enviou as imagens ao G1 por meio da ferramenta colaborativa VC no G1. "A cena foi considerada um espetáculo da natureza

Visualmente bonito, chamou a atenção das crianças e adultos que estavam no local", conta.


Apesar da beleza da cena, o internauta não esqueceu-se que a "neve" só foi possível por conta da poluição do manancial. 

Por conta disso, ele chegou a se preocupar com o contato com a espuma."A sujeira e o mau cheiro do rio não agradaram. 

Ao contrário de divertir com as espumas, tivemos que fugir delas, já que tivemos medo do que poderiam causar de ruim em contato com a pele", relembra Fukunaga.

Nota da redação: Segundo especialistas, o odor que a espuma exala é prejudicial à saúde.

 Ela não passa de poluentes concentrados no esgoto industrial e doméstico, que é jogado no rio sem tratamento, desde a capital, e vai se acumulando ao longo do seu percurso, recebendo dejetos de outros municípios. 

Com a diminuição das chuvas e a queda do nível do rio registrados neste ano, a poluição fica ainda mais concentrada.

Flocos de espuma com cara de nevasca em Salto (Foto: Daniel Fukunaga/VC no G1)Flocos de espuma deixaram o esgoto com cara de nevasca em Salto (Foto: Daniel Fukunaga/VC no G1)

Seca histórica no rio Tietê muda a paisagem de Salto, em SP

Cachoeira desaparece e surpreende turistas. Estiagem transforma trecho do Tietê em riacho praticamente de esgoto.



A falta de chuva no estado de São Paulo provocou uma seca histórica no rio Tietê - e mudou drasticamente a paisagem de muitas cidades, como Salto, no interior.

A reação dos turistas é de espanto. "Eu vim ver a cachoeira. 

Realmente, ela não está aqui, viu? 

Desapareceu", diz Marcio Conrado. É difícil acreditar, mas existia uma grande cachoeira que não costumava secar nem no período da estiagem. 

Neste trecho, o rio Tietê já baixou mais de oito metros.

 Mas é do alto que se tem um impacto melhor da seca no rio. 

Agora, em vez da água, são as pedras que dominam a paisagem.

O leito do rio em Salto ficou praticamente todo à mostra. 

Pedras que não eram vistas há mais de 70 anos.

 Situação bem diferente da registrada no mês de março, quando o rio ainda estava cheio. 

Mas com a estiagem dos últimos meses, o grande Tietê virou um riacho praticamente de esgoto.
    
"Aqui sobra menos de 10% do volume natural. Os municípios têm uma coleta ineficiente, um tratamento de esgoto baixíssimo. 


E, hoje, a gente tem praticamente esgoto correndo na calha do rio, com o leito do rio praticamente seco", explicou Malu Ribeiro, da SOS Mata Atlântica.

A seca revelou também a sujeira do maior rio paulista. Resíduos de todo o tipo: capacetes, calçados, milhares de garrafas pet. 

Para os moradores, tristeza. “Salto é uma cidade turística. 

Agora, além dessa espuma, tem este odor que exala deste material poluente e espanta as pessoas que gostariam de visitar a cidade", comentou o ambientalista Francisco Moschini.

Vídeo mostra ação de quadrilha de mulheres em lojas de Teresina

Grupo de Caxias era liderado por mulher de 70 anos, que foi presa no sábado.

Suspeitas furtavam roupas de marca de lojas de departamentos da capital.

Catarina Costa Do G1 PI

Uma das lojas vítima da quadrilha de mulheres presa no sábado (12), que furtava roupas de departamentos do Centro de Teresina, divulgou imagens do circuito interno mostrando como o bando agia.

 No vídeo de dois minutos e meio aparecem três das seis suspeitas roubando produtos de marca do varejo e colocando em uma sacola grande, carregada pela líder do grupo de 70 anos (Assista vídeo acima).

Segundo o gerente da loja, que não quis se identificar, o bando já havia furtado outra filial em maio e após notarem a presença das suspeitas no departamento no sábado, acionaram a polícia. "Trancamos as portas e os policiais conseguiram prender duas criminosas na calçada. 

A terceira chegou a ficar dentro da loja junto com os clientes, mas ao ver a movimentação da polícia trocou de blusa e soltou até o cabelo, saindo despercebida", relatou.

Suspeitas de integrar quadrilha foram presas no Centro de Teresina (Foto: Murilo Lucena) 
 
Suspeitas de integrar quadrilha foram presas no
Centro de Teresina (Foto: Murilo Lucena)
Ele informou também que nos dois furtos a loja teve um prejuízo de R$ 40 mil, mesmo valor investido em câmeras de segurança. "Nós achávamos que investindo em equipamentos estaríamos livre destas ações", declarou o gerente.

Para a major Joseline de Oliveira, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, duas quadrilhas são as responsáveis pelos recentes furtos em lojas de departamento no Centro de Teresina. 

"A primeira é formada apenas por mulheres e é de Caxias, no Maranhão, e a outra com apenas quatro pessoas vem do Pará. 

No sábado conseguimos prender três suspeitas e um homem, sendo que o casal faz parte do grupo da região Norte", contou.

A quadrilha que aparece nas imagens, segundo a major Joseline, agia utilizando sempre sacolas grandes para carregar o material roubado e uma pessoa de idade fazia parte do bando para não levantar suspeitas.

 Já o grupo do Pará usava uma bolsa contendo uma capa que não aciona os detectores. "Elas tinham em comum a escolha por grandes lojas da cidade para furtar roupas de marca

 Ainda no sábado realizamos diligências até Caxias, na tentativa de prender o restante do primeiro bando, mas não conseguimos", informou.

De acordo com a comandante, o fato dos grupos criminosos serem de outro estado dificulta a captura dos integrantes. 

Ela revelou ainda que os suspeitos agem com frequência em Teresina porque a maioria das lojas não possui detectores e passavam geralmente uma semana na cidade, retornando meses depois para não serem reconhecidos.

Todos os suspeitos presos foram encaminhados para a Central de Flagrantes e serão encaminhados nesta segunda-feira (14) para o sistema prisional, onde responderão por furto qualificado e formação de quadrilha.

 Enquanto o caso passa a ser investigado pela Polícia Civil.

Ex-professora é flagrada agredindo aluno e confusão é filmada em MG

Polícia Civil de Ituiutaba deve ouvir envolvidos ainda nesta semana.
Ex-professora, que também é advogada, diz que foi vítima de armação.

Alex Rocha Do G1 Triângulo Mineiro
 
A Polícia Civil de Ituiutaba deve ouvir ainda nesta semana uma ex-professora e alunos que se envolveram em uma confusão na Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). 

De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, na última quinta-feira (10) a ex-professora da instituição, que também é advogada, participava de uma reunião da comissão de formatura do filho quando, após discussão verbal, agrediu fisicamente um aluno. 

Em seguida ocorreu uma confusão generalizada, que foi filmada por estudantes que estavam no local.


A advogada e ex-professora Nívea Fernandes afirmou, por telefone, que ela e o filho foram vítimas de uma armação que envolvia problemas particulares do presidente da comissão de formatura. 

Segundo ela, tudo começou porque o desligamento do filho da comissão não foi informado. 

Já a assessoria de comunicação da instituição informou que aguarda um relatório da reitora do campus sobre o fato para só então se posicionar sobre o caso.

Conforme a delegada Ludmila Carneiro, consta no boletim de ocorrência que a ex-professora supostamente agrediu um aluno com um tapa no rosto depois de uma discussão e que a partir disso houve uma confusão geral envolvendo estudantes que tentavam controlar a situação.


Os militares foram acionados e todos foram conduzidos para a delegacia.

 Ainda segundo a delegada, os envolvidos serão ouvidos e a apuração seguirá com a intervenção da Justiça.

 "Foi instaurado um Termo Circunstanciado de 
Ocorrência (TCO), que prevê que os envolvidos não podem ser presos em flagrante, mas que se comprometem a comparecer para depoimento. 

Além disso, será encaminhado um relatório para que o Ministério Público e o juiz tomem as devidas providências", concluiu.

A advogada e ex-professora também disse que vai recorrer judicialmente sobre todos os danos morais e agressões sofridas. “Aquilo foi uma armadilha montada pela comissão de formatura. 


Eu fui convidada para participar da reunião. 

Há três anos o presidente da comissão persegue psicologicamente meu filho por problemas particulares.

 Fomos lá para saber o motivo de o meu filho ser desligado da comissão sem ter sido comunicado por ninguém. 

Já havia conversado com o presidente e pedi que fizesse a notificação por escrito, mas ele disse que não tinha conhecimento do desligamento. 

Aí pedi que passasse o comunicado por escrito para o meu filho. 

Passaram-se 15 dias e nada foi feito. 

Aí na reunião ele começou dizendo que o desligamento do meu filho era um consenso. 

Eu disse que ele estava mentindo, e ele riu e me mandou sentar. 

Como mãe, eu fui defender o meu filho.

Agora vou representar contra todas as pessoas que me agrediram e também advogados e pessoas que fizeram comentários contra a minha sanidade”, concluiu.

O G1 também tentou obter contato do presidente da comissão de formatura, porém as ligações na instituição não foram mais atendias, por isso o nome do mesmo também foi preservado.

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