Banners


Create your own banner at mybannermaker.com!

segunda-feira, julho 14, 2014

Conheça as mais belas praias do mundo



Praias geralmente são bonitas, mas estas em particular são as mais lindas de todas. Para listar algumas das maravilhas desta praia na Ilha de Ofu, no Pacífico Sul, observe a água cor turquesa e a areia branquíssima
 
  O por-do-sol em uma praia secreta em Maui, no Havaí
  
 Vista aérea da praia de Whitehaven, em Queensland, na Austrália
 
 Sol se põe sobre a praia em Langkawi, um conjunto de cerca de 100 ilhas na costa da Malásia
 
 Caiaques coloridos são vistos em uma praia de areia muito branca na ilha caribenha de Antigua.
 
 Vista sobre uma barreira de recifes em volta de Monte O' Temanu em Bora Bora, no Taiti.
 
 Praia de La Calanque de Figuerolles, na França

 
 Por-do-sol sobre uma praia de areias brancas na ilha de Sanibel, na Flórida
 
 Torres de Petit Piton sobre uma praia em Soufriàre, em Saint Lucia
 
 Um belíssimo por-do-sol na praia de Polihale em Kauai, no Havaí
 
 A praia de Jambiani na costa lesta da Tanzânia.
 
 Barco de regatas vermelho colore a paisagem na praia de Keawakapu em Maui, no Havaí.
 
 Coqueiro deixa a paisagem ainda mais bonita em Pinney's Beach, na ilha caribenha de Nevis, com a ilha de St. Kitts ao fundo
 
  A baía de Salt Whistle, nas ilhas Mayreau, é uma das mais famosas praias das ilhas Granadinas

 El Castillo, também conhecida como o Templo de Kukulkan, em Quintana Roo, no México.
 
 Nada mal fazer uma passeio a cavalo em Phinney's Beach, no Caribe
 
 Belíssimo nascer do sol na praia Montezuma, na Costa Rica.
 
 A praia Norte em Quintana Roo, no México

 A praia de Anse Source d'Argent, na ilha de San Digue, na República das Seicheles
 
 A luz da tarde bate sobre a clássica paisagem de Big Sur, no Parque Estadual Julia Pfeiffer Burns, na Califórnia
 
 A ilha Tapuaetai, ou One Foot Island, é uma das 22 ilhas do atol de Aitutaki, em Cook Islands.
 
 Quem não gostaria de aproveitar a sombra destes quiosques no The Sands Resorts, em Turks e Caicos
 
  Mergulhadora aproveita a paisagem da praia Baths, nas Ilhas Virgens Britânicas
 

 A praia de Nauset, em Cape Cod, Massachusetts
 
 Pinguins aparecem na praia Boulders, na Cidade do Cabo, na África do Sul
 
 Praia de Paleokastritsa, nas ilhas Corfu, na Grécia
 
 Cavalos passeiam na praia Pink Sands, na ilha Harbour, em Bahamas
 
 Uma vista panorâmica da praia de Rhossili em uma manhã ensolarada, na Inglaterra
 
 Esta é a baía de Maya que tem uma lagoa incrível, em Krabi, na Tailândia. O local ficou famoso com o filme 'A praia', com Leonardo DiCaprio
 
 Península Nicoya, na Costa Rica
 
 Este é o anoitecer em Great Beach, na Califórnia
 
 A convidativa água azul-celeste da praia de Kaanapali em Maui, no Havaí
 
 Mulher caminha por dunas próximo à ilha de Hatteras, na Carolina do Norte
 

Os jardins mais bonitos do mundo


Plantas não precisam ser necessariamente verdes. Aqui, folhagens coloridas de outono do Jardim Bog são refletidas em um lago no Jardim Botânico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra




  Menina caminha próximo à instalação Ogre, parte da exposição ‘Mundos Imaginários: Plantas maiores que a vida’ no Jardim Atlanta Botanical, em Atlanta, na Geórgia. A exposição é conhecida como mosaicultura – a arte de criar esculturas gigantes com plantas sobre armaduras de aço. Esta escultura foi criada pelo International Mosaiculture de Montreal 

Flores coloridas no Jardim ornamental do Getty Center, parte do Musue J Paul Getty, localizado em Brentwood, em Los Angeles

 Templo Remy de La Fosse nos Jardins Herrenhausen, na Alemanha

O espetacular jardim Sunken visto de cima em Brentwood Bay, na Colúmbia Baritânica


Portão de madeira aberto permite ver um jardim bem colorido durante o outono no Templo Ryoanji, um patrimônio mundial localizado a noroeste de Kyoto, no Japão

Mecânicos’ trabalham em um carro de Fórmula 1 feito no jardim na sede da Williams, em Osfordshire, na Inglaterra
 Cerejeiras iluminadas durante a noite no Castelo Nijo em Kyoto, no Japão

 Garden of Cosmic Speculation, desenhado pelo crítico de arquitetura Charles Jencks, é um Jardim incrível na Casa Portrack, na Escócia

 Flores de várias e formatos nos jardins Keukenhof, na Holanda

 A imaculada paisagem do Palácio de Versalhes na França
 
 Os jardins de Marqueyssac, localizado na região de Dordogne, na França

 Jardim do Amor no Palácio de Villandry, na França
 
Flores se misturam e formam uma linda paisagem colorida nos jardins Exbury em New Forest, na Inglaterra

 Jardim barroco na Casa de Mateus, em Meteus, Portugal

Jardim Knot no Castelo Sudeleu, em Gloucestershire, na Inglaterra
  Pessoas passeiam por entre lindas árvores e flores pelos jardins Keukenhof, em Lisse, na Holanda
 
Escultura feita em arbusto é visto ao lado de flores lilás no jardim Long Wall na Casa Cliveden, em Buckinghamshire, na Inglaterra
 
Fonte Butchart Gardens e árvores com a 'cor' do outono em Brentwood Bay, em Vancouver

Cothay Manor em Somerset, na Inglaterra 
 
Jardim bastante elaborado em torno de um castelo em Les Jardins de Marqueyssac em Vezac, em Dordogne, na França

Jardim japonês no Jardim Botânico Brooklyn, em Nova York.

Arcos no Jardim des Pres-Fichaux em Bourges, na França

Jardim italiano em formato de labirinto no Palácio de Blenheim, em Woodstock, na Inglaterra

 
Duquesa do Reino de Wessex visita o jardim ‘Very Victorian Fantasy’ no Palácio de Hampton Court, ao sudoeste de Londres












Parque público Eduardo VII em Lisboa, Portugal

 












Construído no estilo Barroco pelo arcebispo Wolf Dietrich Raitneau em 1606, o Palácio Mirabell é um prédio histórico em Salzburg, na Áustria. Muitas cenas do filme ‘a Noviça Rebelde’ foram gravadas neste lugar

Les Jardins du Manoir d'Eyrignac, em Salignac, na França
 
 Dia típico de outono com os degraus feitos de pedra repletos de folhas no Templo Ruoanji, em Kyoto, no Japão

Pessoas aproveitam um dia ensolarado nos jardins da Casa Cliveden, em Buckinghamshire, na Inglaterra


domingo, julho 13, 2014

Táxis aéreos clandestinos voam livremente sem fiscalização

Equipe do Fantástico chegou a embarcar num desses aviões piratas para mostrar como eles voam livremente.

Pirataria nos céus do Brasil.

Táxis aéreos clandestinos voam livremente (TV Globo)
O Fantástico denuncia o perigo dos táxis aéreos fora da lei.

Eles são irregulares, clandestinos, mas estão por toda parte.

 Nossa equipe chegou a embarcar num desses aviões piratas para mostrar como eles voam livremente, sem fiscalização.

Um risco pra todos nós: seja aqui no chão ou a bordo de uma dessas aeronaves.

Para saber como funciona o esquema clandestino de táxi aéreo, nossas equipes foram a grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro e também a comunidades isoladas, espalhadas pelo país.

Qual o perigo que um avião desses traz para quem está no chão ou no céu? 

O que diz a lei?

“Você precisa ter, além de uma estrutura física adequada, um centro técnico de manutenção.


 Sem isso, entende-se que você não tem como dar uma prestação de serviço de forma segura”, afirma Georges de Moura Ferreira, professor de direito aeronáutico.

Um alicate derrubou uma aeronave, depois de uma manutenção mal feita.

“Como há casos que a gente tem conhecimento até de que foi feito por mecânico de automóvel. São riscos a que estamos expostos”, alerta Enio Paes de Oliveira, diretor da Associação Brasileira de Táxis Aéreos.

No Aeroporto de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, procuramos um táxi aéreo para fazer um passeio.

 “Eu faço para você por R$ 1.100”, avisa o piloto.

Ele é piloto e diz que R$ 1.100 é o preço que ele cobra de um voo de helicóptero, com duração de meia hora. 

Ele entra em um hangar e mostra o helicóptero.

Fantástico: A aeronave é sua?

Piloto: É da empresa.



Piloto: Você quer com ou sem emoção?


Repórter: O que é com emoção?


Piloto: Sensação que vai cair, que vai morrer. Já andou de montanha-russa?


Repórter: Já.


Piloto: Então, exatamente.


Pagamos, embarcamos e logo pedimos para descer, alegando medo.

No cadastro da Anac, a Agência Nacional de Aviação Civil, consta que o helicóptero faz apenas serviço aéreo privado.

 Ou seja, é particular: só o dono e quem ele autoriza podem voar. 

Não é táxi aéreo. 

Portanto, não pode cobrar para transportar passageiros.

Quando o Fantástico pediu explicações...


Repórter: Vocês fazem táxi aéreo?

Piloto: Não. As aeronaves que a gente tem aqui são particulares. 


Voo somente para os proprietários.

 Eu não voo táxi aéreo

. Eu voo aeronave particular somente.

“Uma empresa de táxi aéreo tem que atender exatamente aos mesmos requisitos de uma empresa de linha aérea. 

Nós precisamos ter um programa de treinamento para cada piloto, para cada tipo de aeronave”, explica Georges Ferreira.

Segundo a Anac, em 2013, houve 159 acidentes aéreos no Brasil: 64 com aviões particulares, pouco mais de 40%. 

A causa mais comum é pane no motor.

No dia 11 de janeiro de 2013, no aeroporto de Rio Branco, no Acre, um avião monomotor, modelo minuano, da empresa "Decolando com você", que não é autorizada a fazer taxi aéreo, passa por uma manutenção.

Foi feita por dois mecânicos que não possuem habilitação da Anac. Foi isso que atestou o Cenipa, órgão da Aeronáutica que apura os acidentes. 

É lei: só pessoal credenciado pode fazer manutenção.

Na aeronave, vão o piloto e sete pessoas que pagaram pelo voo. Hoje, a passagem custa R$ 150. 

O destino era Envira, no Amazonas, a cerca de 400 quilômetros da capital do Acre.

O avião decola e o motor começa a falhar. 


O piloto volta para a pista, mas só consegue parar depois da cabeceira e de cabeça para baixo

Os passageiros tiveram ferimentos leves.

O Cenipa concluiu: os mecânicos esqueceram um alicate dentro do motor. 

A ferramenta bateu na válvula dosadora de combustível e reduziu a potência.

“A primeira providência adotada pelo Ministério Público Federal foi ajuizar uma ação cautelar para suspender imediatamente o funcionamento dessa empresa”, afirma o procurador da República Rafael Rocha.

Esta semana, o Fantástico ligou para a "Decolando com você", que continua funcionando.

Por telefone, o repórter Jeferson Dourado tentou falar com Ivon Moreira, que se apresenta como dono da empresa, mas: “A gente não tem interesse em levar reportagem, não. 

Até porque não teve vítima fatal nenhuma”, respondeu ele.

Com tantas irregularidades, com tantos riscos, como estes aviões conseguem operar, ilegalmente, como táxis aéreos? 

Uma das respostas pode estar no voo que partiu de Cumbica. 

O Fantástico foi até o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos para registrar uma irregularidade.

Na quarta-feira (9), dia da semifinal entre Argentina e Holanda, na arena Corinthians, nossa equipe passou pela segurança e chegou ao pátio de embarque sem nenhum tipo de fiscalização.

Contratamos um táxi aéreo clandestino para poder denunciar como são comuns esses voos piratas.

 O valor é de R$ 5,7 mil para ir até Ribeirão Preto, no interior do estado.

 A equipe do Fantástico não se apresentou como jornalistas.

Um dia antes do embarque, fomos até Campinas, sede da "Extreme taxi aéreo". 

Para a Anac, ela deveria estar inoperante, mas um casal nos atende.

 O marido é o piloto e dono da empresa.

 A mulher dele recebe R$ 5,7 mil pela viagem entre Guarulhos e Ribeirão Preto.

O piloto Carlos liga para alguém no Aeroporto de Guarulhos: "Estou precisando fazer um atendimento amanhã, às 7h da manhã para o pátio 12".

O avião dele não é cadastrado como taxi aéreo. 

É de uso particular. 

 Para enganar a fiscalização, ele não diz que vai transportar clientes, e sim, amigos: “Um amigo meu que está chegando do Rio. 

Eu vou pegar ele aí em Guarulhos e levar ele para o interior de São Paulo”, avisa.

Em Cumbica, às 7h de quarta-feira passada, depois do susto na decolagem, quando o motor demorou para pegar. 

“Ele faz bolha de ar nos caninhos. É duro de pegar aqui, mas pega”, avisou o piloto.

Em uma hora, chegamos a Ribeirão Preto. 

Na volta, o avião segue só com o piloto.

Depois do voo, estivemos na empresa. 

O piloto reconheceu que vendeu um voo de táxi aéreo clandestino, e que cometeu um erro, mas não quis gravar entrevista.

A Anac determinou que o avião não voe mais, até que tudo seja apurado.

A administração do Aeroporto de Guarulhos disse que cumpre todas as normas exigidas pelos órgãos que regulamentam o setor.

Outro caso grave aconteceu em Manaus, na véspera do jogo Inglaterra e Itália, na Arena da Amazônia, no dia 13 de junho.
 
Segundo a Anac, um taxi aéreo clandestino com três passageiros ia de Barcelos, no interior do Amazonas, para o aeroporto de Flores, em Manaus. 

Mas a aeronave ficou com pouco combustível e teve que fazer um pouso de emergência no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, também na capital amazonense.

Foi assim que a Anac descobriu que, além de o voo ser ilegal, o piloto Klender Hideo Ida estava com a habilitação vencida e que usou o nome de outro piloto para comandar a aeronave. 

O avião foi apreendido e o caso encaminhado à Polícia Federal.

Tentamos falar com o piloto Klender, deixamos recados, mas ele não retornou.

As regras são ainda mais rigorosas para um tipo de taxi aéreo muito usado no Norte e no Centro-Oeste. 

Chamado de aeromédico, transporta doentes para municípios com hospitais maiores e tem que estar pronto para atender emergências também durante o voo.

Em março de 2013, com problemas respiratórios, Renato, de 1 ano e 6 meses, precisou ser transferido de Barra do Garças, Mato Grosso, para Goiânia.

Os pais dizem que contrataram a empresa “Jetmed Táxi Aéreo” por R$ 5,5 mil.

“O combinado foi a UTI aérea, a enfermeira e o médico. Eu tinha um carro velho, na época. Eu vendi meu carro”, conta Vandecleiton de Paula e Silva.

Quando o pai viu o avião, levou um susto e tirou fotos

“Não tinha lençol, não tinha nada. Eu não vi nada de aparelho de UTI”.
No avião, estavam o piloto e o dono da empresa, o médico Wendel Macedo.

“Eu pedi para ele colocar meu filho na maca. Ele falou: ‘não, você coloca ele no seu colo e vai segurando ele até chegar em Goiânia’.

 Ele mandou a gente calar a boca e falou que se a gente abrisse a boca novamente, ele ia voltar e deixar a gente na cidade de volta e a gente ia a pé para Goiânia”, relata o pai de Renato.

Renato morreu de pneumonia, quatro dias depois.

 Os pais dizem que o atendimento precário no avião agravou o estado de saúde da criança. 

“A gente não quer dinheiro, não quer nada. 

A gente só não quer que fique em vão tudo o que a gente passou”, lamenta o pai do menino.

Segundo as investigações, Wendel Macedo não tem autorização para voar como aeromédico. 

Ele foi indiciado pela Polícia Federal por colocar em risco o transporte aéreo. 

A pena é de até 5 anos de cadeia.

Wendel não quis gravar entrevista. Em nota, disse que "a criança faleceu em decorrência do agravamento da doença" e que não fez taxi aéreo.

 Alegou que foi uma ajuda para atender ao "pedido desesperado do pai do menino" e que não cobrou pelo voo e sim "apenas pelo serviço de médico".

Será que ele não fez táxi aéreo mesmo?

 Sem nos identificar como jornalistas, ligamos para Wendel, como se fôssemos contratá-lo.

Repórter: Eu estou precisando urgente de fazer um translado com a minha tia.

 Ela está passando muito mal do coração.

O médico aceita e diz o preço para ir para Goiânia no avião dele: “São R$ 5 mil. 

Ela vai deitadinha. 

Deita a poltrona e dá para ir três pessoas junto”.

Procuramos as autoridades aeronáuticas.

A Força Aérea Brasileira disse, em nota, que existe uma "sistemática" quando um avião pede autorização para voar: começa no "preenchimento do plano de voo e depois no contato por meio de rádio". 

Segundo a FAB, "nesse processo, a informação necessária para a segurança é o número de pessoas a bordo, independentemente da destinação ou do tipo de transporte".

A Secretaria de Aviação Civil disse que "a fiscalização dos táxis aéreos clandestinos cabe à Anac".


A Agência Nacional de Aviação Civil confirmou que todas as aeronaves mostradas nesta reportagem estão irregulares. 

Alegou que tem dificuldade para flagrar táxi aéreo clandestino "porque, muitas vezes, os passageiros não contam para a fiscalização que pagaram pelo voo".

A Anac disse ainda que tem "cerca de mil inspetores para fazer fiscalizações" e que já "foram abertos 239 processos administrativos" contra os aviões piratas.

“Eu espero que a justiça seja feita porque é a única coisa que resta para fazer ainda”, pede a mãe de Renato, Juciele Ferreira de Moura.

Dilma recebe vaias no Maracanã ao entregar taça à Alemanha

Presidente foi hostilizada na final da Copa ao aparecer no telão.
Na abertura, em São Paulo, ela havia sido xingada e vaiada.
 

Do G1 RJ

A presidente Dilma Rousseff entrega a taça da Copa do Mundo ao capitão da seleção da Alemanha, Philipp Lahm (Foto: FABRICE COFFRINI/AFP)
 A presidente Dilma Rousseff entrega a taça da Copa do Mundo ao capitão da seleção da Alemanha, Philipp Lahm, no estádio do Maracanã (Foto: FABRICE COFFRINI/AFP)

A presidente Dilma Rousseff foi hostilizada por parte dos torcedores que lotaram o estádio do Maracanã, no Rio, nos momentos em que apareceu no telão durante a final da Copa do Mundo neste domingo (13).

Quando entregou a taça à seleção da Alemanha, Dilma foi vaiada e alguns torcedores repetiram os xingamentos que ela havia recebido na partida de abertura da Copa, no dia 12 de junho, em São Paulo

Os xingamentos e vaias duraram cerca de 30 segundos e foram abafados em meio à comemoração da torcida alemã.

Os xingamentos no Maracanã foram em escala muito menor que os recebidos por Dilma na Arena Corinthians, na abertura do Mundial (veja reportagem).

 Um dia depois, durante evento em Brasília, Dilma reagiu às ofensas, afirmando que não iria se deixar abater.

Dilma acompanhou o último jogo da Copa na tribuna de honra do Maracanã, ao lado do presidente da Fifa, Joseph Blatter, da chanceler alemã, Angela Merkel, e de outros chefes de Estado. 

Ao lado de Blatter, estava o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que será o anfitrião da próxima edição do Mundial, em 2018. 

Antes de ir à arena carioca, a presidente participou de um almoço com autoridades estrangeiras no Palácio da Guanabara.

Durante bate-papo com internautas na semana passada, Dilma classificou como “ossos do ofício” eventuais vaias que pudessem vir a ocorrer no Maracanã neste domingo.


 
Copa das Confederações
 

No ano passado, Dilma foi vaiada em rápida aparição no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, antes da partida de estreia da Copa das Confederações, entre Brasil e Japão.

Na ocasião, ela foi alvo das vaias no momento em que seu nome foi anunciado pelo sistema de som do estádio. 


Ao lado dela, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, também foi alvo das manifestações da torcida.

Na ocasião, o suíço fez um breve discurso, no qual se disse muito feliz e chamou os torcedores de “amigos do futebol”.


 Quando se referiu a Dilma, o estádio inteiro vaiou, a ponto de Blatter cobrar respeito do público.

 "Amigos do futebol brasileiro, onde estão o respeito e o fair-play, por favor?", disse, em 2013.

 A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Alemanha, Joachim Gauck, comemoram na tribuna de honra do Maracanã o gol que deu o título da Copa do Mundo ao país europeu (Foto: Reprodução /  TV Globo)
 A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Alemanha, Joachim Gauck, comemoram na tribuna de honra do Maracanã o gol que deu o título da Copa do Mundo ao país europeu (Foto: Reprodução / TV Globo)




Adorado por todos, o cavalo é a alma das estepes da Mongólia

Batbold, jóquei de 9 anos, monta um alazão de Choidog, um dos mais importantes treinadores de cavalos da província Tuv (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)

 HAROLDO CASTRO, DE ULAANBAATAR (TEXTO E FOTOS)


Na Mongólia, as crianças aprendem a montar aos quatro anos de idade. 

Dos três milhões de habitantes que vivem no país, quase um milhão são nômades.

Para estes, o cavalo é vital, pois permite vencer as grandes distâncias das estepes. 

É o principal meio de transporte para um povo altivo que ainda troca de morada a cada dois ou três meses.

“Foram os cavalos que moldaram nossa pátria. 

O imperador Gênghis Khan só conquistou meio mundo por que desenvolveu uma cavalaria vigorosa”, diz orgulhosamente Badrakh Choidogiin, acariciando a cabeça de um alazão negro. 

“Por isso, o cavalo é muito respeitado em nossa cultura”.

  Pedacinho do Saara em Merzuga encanta visitantes no Marrocos

Desde minha primeira visita ao país, observei a importância do cavalo entre os mongóis. 

A figura central da bandeira de preces budistas é a do Cavalo de Vento. 

O instrumento musical nacional – o violino Morin Khuur – utiliza fios do rabo do animal para o arco e suas duas cordas, além de trazer uma talha da cabeça de um cavalo no cabo. 

Cada um dos nove estandartes nacionais, venerado durante a festa nacional do Naadam, é confeccionado com nove rabos de cavalos brancos. 

Quase todos os cavalos são ornados com peças de prata.  O “Cavalo de Vento” é a figura central das bandeiras de prece do budismo tibetano (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)


Um músico toca o violino Morin Khuur; fios do rabo de cavalo são usados para as duas cordas. O violino traz uma talha da cabeça equina no cabo  (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)
Um cavalo descansa sua cabeça no dorso de outro animal; as selas mongóis são ricamente decoradas com motivos em prata (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)


Badrakh caminha entre os cavalos, alisando o pescoço de um e penteando a crina de outro.

 Um senhor vestido com uma bata elegante se aproxima.

 É Choidog, pai de Badrakh e de mais outros dez filhos. 

Vive a 25 km de Bayan Onjuul (onde estamos), em sua tenda tradicional, cercado de 300 cavalos, 50 cabeças de gado e 250 carneiros e cabritos. 

A paixão de Choidog é treinar cavalos e ele já ganhou dois primeiros lugares em competições nacionais. 

Para as provas em Bayan Onjuul, na província de Tuv, a 140 km da capital, Choidog trouxe cerca de 40 animais e montou um acampamento com parentes e amigos.
 

Choidog dentro de sua barraca, no acampamento montado para os dias de festa. No poste da tenda, ele expõe uma dezena de medalhas que ganhou como treinador de cavalos (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)


O ritual de cada corrida demora mais de duas horas e as provas são por idade dos cavalos. 

Badrakh avisa que o momento do início da corrida é sempre muito delicado. 

Os cavalos ficam nervosos, tornam-se impacientes e relincham antes da largada.

 E quando um sai, todos vão atrás.

É o que acontece na terceira corrida de Bayan Onjuul. 

Alguns dos pequenos jóqueis não conseguem travar seus animais e um grupo de cavalos indóceis não resiste à vontade de sair em disparada. 

Agora são 20 km sem escalas, os cavalos voando nas estepes.
  O momento do início da corrida é delicado pois quase sempre um grupo “queima” a saída (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)

A terceira corrida aconteceu no final da tarde, com o sol esquentando os tons coloridos das roupas dos jóqueis. Entre 60 a 100 cavalos participam da prova (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)
O alvoroço na chegada também é intenso. 

À medida que um cavalo cruza a linha final, seu treinador e um ajudante correm para o receber. 

A primeira providência é passar uma espátula de bambu rente ao corpo molhado do animal para retirar o suor.

 “É preciso secar o cavalo para que ele não adoeça”, afirma Choidog. 

Os bravos alazões são o foco de todo o mimo.

Mas e as crianças? 

Com suas carinhas sujas de pó e as narinas entupidas de areia, os meninos e meninas que não tiveram a glória de chegar entre os cinco primeiros, são relegados a segundo plano. 

Sem cavalos, eles carregam sua sela e caminham desnorteados. 

Apesar de estarem visivelmente exaustos, pouca atenção lhes é dada. 

O máximo que um ou outro recebe é uma garrafa de refrigerante para matar a sede.

Na hora da entrega do prêmio aos cinco vencedores, um lenço azul é amarrado no pescoço do animal e um cálice com vodca é entregue ao jóquei mirim para molhar seus lábios. 

O resto da bebida é oferecida como agradecimento e jogada ao ar. 

Uma bebida branca entra em cena, é o “airaq”, leite fermentado de égua; não existe ritual na Mongólia sem “airaq”. 

Cada treinador entrega a vasilha na mão de seu jóquei, que bebe um gole. 

Em seguida, o treinador rega a crina, a traseira e a testa do cavalo com o leite de égua. 

Os organizadores da corrida colocam uma medalha no cavalo e entregam outra aos meninos.

Dentre as cinco crianças vencedoras há uma menina. 

Ela segura o bastão com o número 1; tem apenas seis anos e seu nome é Chivaandulam. 

Notei o número de seu jaleco: 108. 

Teria sido uma mera coincidência o fato que 108 é o número mais abençoado no budismo mongol? 

Seu treinador sorri quando indico, de forma inquisitiva, o número do jaleco. 

Ele acaricia a face do cavalo, como se agradecesse o esforço do animal.
. Chivaandulam, de 6 anos, com o jaleco 108 (número sagrado budista), segura o bastão de ganhadora da prova (Foto: Haroldo Castro/ÉPOCA)
 



Pastor Davi Passamani abriu novo local de culto em fevereiro após renunciar cargo em igreja depois de investigações de crimes sexuais Polícia Civil disse que prisão preventiva foi necessária porque pastor cometeu crimes usando cargo religioso.

Advogado alegou que prisão do pastor faz parte de ‘conspirações para destruir sua imagem’. Por Thauany Melo, g1 Goiás 07/04/2024 04h00.    P...