Buscas seguem pelo 7º dia em Brumadinho
Militares israelenses deixam os trabalhos de resgate nesta quinta-feira.
Até agora, 99 corpos foram encontrados e 259 pessoas seguem desaparecidas. Tragédia foi provocada pelo rompimento de barragem da Vale em Minas Gerais.
Por G1
Foram retomadas na madrugada desta quinta-feira (31) as buscas por vítimas do rompimento de uma barragem da mineradora Vale em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).
Até o fim da tarde de quarta, 99 corpos foram resgatados e 259 pessoas continuavam desaparecidas, segundo a Defesa Civil.
Até o fim da tarde de quarta, 99 corpos foram resgatados e 259 pessoas continuavam desaparecidas, segundo a Defesa Civil.
Dos 99 mortos confirmados até agora, 57 foram identificados.
O número de pessoas desalojadas subiu de 135 para 175, segundo o governo de Minas Gerais.
O número de pessoas desalojadas subiu de 135 para 175, segundo o governo de Minas Gerais.
Nesta manhã, o governo de Minas Gerais informou que a água do Rio Paraopeba, atingida pelos rejeitos, oferece risco à saúde, e orientou a população a manter uma distância de 100 metros da margem.
A nota não detalha qual é o risco.
A nota não detalha qual é o risco.
As buscas serão concentradas no refeitório da Vale e na área da
pousada, segundo informações do Corpo de Bombeiros.
Nesta fase das buscas um balão é usado para ajudar a monitorar a área atingida pela lama.
Nesta fase das buscas um balão é usado para ajudar a monitorar a área atingida pela lama.
Números da tragédia.
- 99 mortos confirmados – 57 identificados (veja a lista)
- 259 desaparecidos (veja a lista)
- 192 resgatados (veja a lista)
- 393 localizados
ACOMPANHE ATUALIZAÇÕES NA COBERTURA AO VIVO
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/q/r/tqkQaBTBKHRuXlwutYwA/foto5.jpg)
Local da tragédia é visto do GloboCop na manhã desta quinta — Foto: Reprodução.
A barragem de rejeitos, que ficava na mina do Córrego do Feijão, em
Brumadinho, se rompeu na sexta-feira (25).
O mar de lama varreu a comunidade local e parte do centro administrativo e do refeitório da Vale.
Entre as vítimas, estão pessoas que moravam no entorno e funcionários da mineradora.
A vegetação e rios foram atingidos.
O mar de lama varreu a comunidade local e parte do centro administrativo e do refeitório da Vale.
Entre as vítimas, estão pessoas que moravam no entorno e funcionários da mineradora.
A vegetação e rios foram atingidos.
Nesta quinta-feira, os israelenses que reforçavam o trabalho dos bombeiros brasileiros deixaram os trabalhos de resgate.
O grupo chegou no domingo (27), com 16 toneladas de equipamentos. Reforços de outros estados devem chegar para ajudar nas buscas.
Israelenses foram homenageados na manhã desta quinta-feira (31) em Brumadinho — Foto: David Atar, embaixada de Israel.
Também nesta quinta, técnicos da Vale devem terminar a barreira de contenção no rio Paraopeba para evitar o avanço da lama.
As famílias de vítimas da tragédia vão receber R$ 100 mil da Vale,
independentemente de eventuais indenizações.
O dinheiro deve estar disponível nos próximos três dias.
As famílias que têm direito à doação devem ir a um dos postos de atendimento criados pela Vale, a Estação de Conhecimento e o Centro Comunitário de Feijão, a partir das 14h desta quinta.
O dinheiro deve estar disponível nos próximos três dias.
As famílias que têm direito à doação devem ir a um dos postos de atendimento criados pela Vale, a Estação de Conhecimento e o Centro Comunitário de Feijão, a partir das 14h desta quinta.
Raio-X da cidade de Brumadinho — Foto: Karina Almeida/G1.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/c/m/ZRnimOSBGAvPa6EEcNkg/raio-x-v3.jpg)
Detalhes sobre as barragens da Vale no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG) — Foto: Juliane Souza/G1.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/R/H/yzkjYDRiGzqiBMe9k1Sg/incidente-brumadinho-caminho-da-lama-3.jpg)
Caminho da lama: veja por onde passaram os rejeitos da barragem rompida
em Brumadinho (MG) — Foto: Betta Jaworski e Alexandre Mauro/G1.
Como funcionam as barragens de mineração — Foto: Karina Almeida e Alexandre Mauro/G1.
Nenhum comentário:
Postar um comentário