Segunda-Feira, 28/01/2019, 08:29:42 - Atualizado em 28/01/2019, 08:29:42
A delegada Vanessa Lee informou que Kelly
Cristina da Silva Alves e Henry Rodrigues de Souza davam golpes em
pessoas idosas (Foto: Polícia Civil/Divulgação).
A Polícia Civil do Pará
prendeu, no sábado (26), em Castanhal, nordeste paraense, Kelly Cristina
da Silva Alves, considerada uma das maiores estelionatárias em atuação
no Pará e em outros estados brasileiros.
Ela foi presa junto com o companheiro Henry Rodrigues de Souza, por envolvimento em uma associação criminosa responsável em dar golpes em pessoas idosas nessa cidade.
As informações são da assessoria de comunicação da Polícia Civil.
Ela foi presa junto com o companheiro Henry Rodrigues de Souza, por envolvimento em uma associação criminosa responsável em dar golpes em pessoas idosas nessa cidade.
As informações são da assessoria de comunicação da Polícia Civil.
As prisões resultaram de denúncias que
culminaram em investigações realizadas por policiais civis da Divisão da
Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos (DPRCT) e do Núcleo de
Apoio à Investigação (NAI), de Castanhal, durante a operação denominada
“Xeque-Mate”.
Os policiais civis prenderam o casal em flagrante por estelionato e por uso de documento falso e ainda cumpriram mandados de prisão existentes contra os acusados.
Os policiais civis prenderam o casal em flagrante por estelionato e por uso de documento falso e ainda cumpriram mandados de prisão existentes contra os acusados.
De acordo com a delegada Vanessa Lee,
titular da DPRCT, o golpe ocorria após os acusados se aproximarem de
idosos, passando-se, na maioria das vezes, por funcionários de
instituições bancárias, das quais as vítimas eram clientes.
“Os autores se dirigiam até as residências
das vítimas para pegarem os respectivos cartões bancários e, de posse de
informações privilegiadas obtidas junto às instituições financeiras,
conseguiam realizar diversas compras, transferências e saques com os
valores existentes nas contas”, explica a delegada.
Pelas investigações, detalha a policial civil, estima-se que o número de vítimas possa passar de 50 pessoas e que o valor movimentado durante o período investigado (cerca de um ano) é superior a R$ 500 mil.
Pelas investigações, detalha a policial civil, estima-se que o número de vítimas possa passar de 50 pessoas e que o valor movimentado durante o período investigado (cerca de um ano) é superior a R$ 500 mil.
Com o dinheiro obtido por meio dos golpes,
ressalta a delegada, os presos ostentavam uma vida financeira boa.
Para tanto, eles “lavavam” o dinheiro obtido de forma ilegal em um salão de beleza, localizado em Castanhal, para tentar encobrir a real origem dos ganhos.
O companheiro de Kelly é filho de um traficante internacional de drogas, conhecido como “Peruano”, que já foi preso pela Polícia Federal.
Para tanto, eles “lavavam” o dinheiro obtido de forma ilegal em um salão de beleza, localizado em Castanhal, para tentar encobrir a real origem dos ganhos.
O companheiro de Kelly é filho de um traficante internacional de drogas, conhecido como “Peruano”, que já foi preso pela Polícia Federal.
Ele, assim como o pai, possui forte
envolvimento com o tráfico de drogas.
Conforme a policial civil, as investigações seguirão para tentar identificar outras pessoas que fazem parte da associação criminosa, que conta com pessoas de fora do Estado do Pará.
“Orientamos às pessoas que foram vítimas deles e que os reconheçam a procurarem a DPRCT para a formalização dos procedimentos cabíveis e receberem as orientações”, explica.
GOLPISTA DE LONGA DATA.
Conforme a policial civil, as investigações seguirão para tentar identificar outras pessoas que fazem parte da associação criminosa, que conta com pessoas de fora do Estado do Pará.
“Orientamos às pessoas que foram vítimas deles e que os reconheçam a procurarem a DPRCT para a formalização dos procedimentos cabíveis e receberem as orientações”, explica.
GOLPISTA DE LONGA DATA.
Paraense, Kelly Cristina da Silva Alves é
conhecida pelo histórico de golpes aplicados no Pará e no Brasil afora
desde o início da década de 2000.
Contra ela, ressalta a delegada Vanessa Lee, existem dezenas de processos judiciais em tramitação no Poder Judiciário, em sua grande maioria, por crime de estelionato.
A maioria das vítimas dela são pessoas idosas.
Ela já tem diversas passagens pela Polícia Civil e pela Polícia Federal do Pará e em outros Estados brasileiros, como no Rio de Janeiro e no Ceará.
Contra ela, ressalta a delegada Vanessa Lee, existem dezenas de processos judiciais em tramitação no Poder Judiciário, em sua grande maioria, por crime de estelionato.
A maioria das vítimas dela são pessoas idosas.
Ela já tem diversas passagens pela Polícia Civil e pela Polícia Federal do Pará e em outros Estados brasileiros, como no Rio de Janeiro e no Ceará.
(Diário do Pará)
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