Banners


Create your own banner at mybannermaker.com!

terça-feira, maio 29, 2018

As características dos verdadeiros pastores segundo a Bíblia Sagrada



Por Valter Desiderio Barreto.

"Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; põe o teu coração sobre o gado". Pv 27.23


A cura do cego, descrita no capítulo 9.22 de João, serve como pano de fundo ao discurso de Jesus registrado aqui.

Os líde­res religiosos já haviam determinado que qualquer pessoa que confessasse ser Jesus o Messias fosse excomungada, expulsa da sinagoga.

Quando o cego curado persis­tiu na sua lealdade a Jesus, "expulsaram-no" (9.34). Existi­am vários graus de excomunhão; a forma mais severa, cha­mada querem, fazia com que o excomungado fosse contado como virtualmente morto: não tinha licença de estudar com outras pessoas, e ninguém devia lhe oferecer convívio - nem sequer indicar-lhe a direção a seguir quando viajava.

Embo­ra lhe fosse permitido comprar os mantimentos para a sobre­vivência, proibia-se que outras pessoas comessem ou bebes­sem com ele.

O cego curado fizera a escolha certa, embora possa ter sentido pesar por ser rejeitado pelos líderes religi­osos, repudiado por todos que o viam passando pela rua e sem o direito ao convívio com homens bons, o que o aju­daria em sua nova vida.


O Mestre, no entanto, não o deixou desamparado.



Quan­do os falsos pastores o colocaram fora do aprisco deles, Jesus, o Bom Pastor, procurou-o para abrigá-lo no seu aprisco.



Fechou-se a porta da sinagoga; abriu-se a porta do reino dos céus.



É em face a tal situação que Jesus declara: "Eu sou a porta das ovelhas... Eu sou o bom Pastor".



O próprio Messias, o Pastor de Israel, ofereceu acesso à se­gurança e ao gozo espiritual, cancelando a sentença in­justa dos falsos dominadores do rebanho, que nenhuma autoridade tinham para admitir ou demitir pessoas na vida espiritual e na verdadeira comunhão.



Jesus é a suprema autoridade em assuntos espirituais, e quem nEle crê está livre da tirania de falsos líderes religiosos.



Jesus, revelando tais verdades, aplica a si mesmo duas expressões figuradas: Ele é a porta do aprisco das ovelhas e o Pastor das ovelhas.



Trataremos das duas figuras indivi­dualmente.



A Porta do Aprisco das Ovelhas



A porta ao ministério, "Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não entra pela porta do curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador.

Aquele, porém, que entra pela porta é o pastor das ove­lhas. 

A “este o porteiro abre”. 

Jesus sempre usava como ilustrações assuntos que seus ouvintes pudessem enten­der.


A ilustração. A cena pertence à vida diária da Pa­lestina. 


  A noite, as ovelhas são levadas para o aprisco, um abrigo com altos muros e portão bem protegido com ferro­lhos, onde descansam sob a vigilância de um porteiro. 


  De manhã, cada pastor chega e é admitido pelo porteiro mediante um sinal combinado; então, cada um chama suas pró­prias ovelhas. 


  As ovelhas seguem-no ao reconhecer a sua voz; não reconhecem a voz de um estranho, e o próprio porteiro não admitiria um estranho. 

  Deste modo, qualquer falso pastor, querendo furtar as ovelhas, teria de pular o muro.




A interpretação. O Senhor indica as características da liderança espiritual: há modos lícitos e ilícitos de se obter acesso às pessoas e assumir autoridade sobre elas.



Há o caminho certo, divino, para entrar no ministério cristão, e há o caminho errado e humano

Quem quiser ministrar às almas dos homens deve passar por Cristo, a Porta, sendo vocacionado e enviado por ele, comovido pelo seu espírito de compaixão. É através dele que os pastores assistentes têm acesso ao rebanho.



O ministério de Paulo deu frutos porque ele entrou pela Porta, mediante a chamada de Cris­to; por outro lado, os filhos de Ceva "tentaram invocar o nome de Jesus" sem serem servos de Cristo, e fracassaram (At 19.13-16).



Jesus chama de ladrão e salteador o pastor falso que entra no ministério por motivos egoístas - não para fazer o bem às ovelhas, e sim para tirar vantagens delas, visando seus próprios propósitos (Mt 7.15; At 20.29,30).



O Senhor dá a entender que muitos queriam assumir a condição de pastor diante do rebanho de Deus sem ter vocação na alma.



Eles insistiam nos seus próprios privilégios e direitos, pen­savam que as estreitas tradições que representavam eram os mandamentos de Deus, afligiam as almas famintas e angustiadas com suas próprias interpretações da Palavra de Deus e demonstravam, de modo geral, não possuir acesso algum aos corações humanos.



As palavras de Jesus se re­ferem imediatamente aos líderes religiosos dos seus dias, que excomungaram um pobre cego pela sua corajosa leal­dade àquEle que lhe abrira os olhos, mas suas advertências devem ser aplicadas aos eclesiásticos tirânicos de todos os tempos e lugares, principalmente nos dias de hoje.


Ninguém pode cuidar do seu próximo como verdadeiro pastor se não possuir real simpatia por ele.



"Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e sal­teadores; mas as ovelhas não os ouviram" (v. 8).



Certa­mente não há aqui nenhuma palavra contra os profetas e outros homens de Deus que vieram ao povo antes de Cris­to.



Jesus se refere, em primeiro lugar, aos falsos profetas e falsos messias que arrogavam direitos que pertencem so­mente a Cristo; em segundo lugar, refere-se a líderes reli­giosos sedentos pelo poder, que alegam ter o domínio so­bre as almas humanas que só a Cristo pode pertencer; em terceiro lugar, há alusão aos sacerdotes e fariseus dos seus dias, que usurpavam o direito de expulsar do aprisco os que reconhecessem ser Jesus o Cristo.



Isto foi por causa do seu santo zelo e da sua paixão pelas almas?



Não.



Segundo o próprio Cristo, foi por ciúmes da sua própria autoridade e prestígio (cf. Mt 23.1-33; Jo 11.47-53; 12.10,11).



Quem é representado pela figura do "porteiro"? Talvez seja o Espírito Santo, supervisionando a obra de vocacionar ho­mens para o ministério cristão (cf. Jo 16.14; At 20.28; 13.2).



A porta para a salvação. "Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens" João 14.6.



O cego curado deve ter pensado: "Graças a Deus! Os anciãos da sinagoga nenhum dano me podem fazer; não podem admitir ou excluir ninguém do Reino de Deus. 

Porém este personagem, tão compassivo, tão semelhante a Deus, tão poderoso - Ele é a Porta." 

Note as três bênçãos que decorrem do ato de passar pela Porta para desfrutar da viva comunhão com Cristo:



A segurança. "Salvar-se-á". No contexto da vida na terra, "salvo" significa seguro, são, protegido por Cristo e em Cristo, até que nossa comunhão com Ele, além dos li­mites da morte, se revele na forma de salvação eterna. Pela sua contínua proteção, "o Senhor me livrará de toda a má obra, e guardar-me-á para o seu reino celestial" (2 Tm 4.18).



A liberdade. "Entrar e sair" é frase freqüentemente empregada para expressar o livre uso da moradia por parte de quem habita no seu lar.



O crente que entra em comu­nhão com Deus, recebendo a salvação, não "entra e sai" com respeito àquele relacionamento, e sim, como filho de Deus, desfruta da familiaridade da comunhão com Deus.



O sustento. "Achará pastagens". Acham-se em Cristo todas as coisas de que a alma necessita para seu crescimen­to espiritual.



A idéia de "pastagens" pode ser aplicada tam­bém aos "meios da graça" - a oração, a Palavra, a comu­nhão com o povo de Deus nos cultos públicos.



Cristo, o Pastor das Ovelhas



O relacionamento das almas com Cristo é comparado ao da ovelha com o pastor. Tal ilustração é corriqueira nas Escrituras (Sl 23; 80.1; Is 40.11; Ez 34; Mq 5.4; Zc 13.7; Hb 13.20; 1 Pe 2.25).



A ilustração fala muitas coisas ao nosso coração, especialmente quando levamos em conta certas semelhanças entre as ovelhas e os homens. 

Os homens ten­dem a seguir um líder; facilmente se extraviam (espiritual­mente); precisam de proteção; necessitam de sustento. 

Note­mos o que o Pastor faz em prol das suas ovelhas.



Conduz suas ovelhas. "E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz" (v. 4). Como disse Davi: " Guia-me mansamente a águas tranquilas... guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome" (Sl 23.2,3).



Ele guia e conduz mediante o seu exemplo. Esta a mais sublime forma de liderança (Jo 13.15; 1 Pe 2.21; 1 Jo 2.6).



Diferentemente dos falsos pastores que buscam a popularidade, Ele conduz as ovelhas, vai adiante delas, e não as segue.



O falso pastor dá às ovelhas o que elas que­rem; o verdadeiro pastor dá-lhes aquilo de que necessitam Arão era um verdadeiro sacerdote, mas caiu em grave erro quando seguiu as vontades do povo (Ex 32.1-5).



Conduz, e não impele. Uma das características do Messias é sua ternura e mansidão (Is 40.11; 1 Pe 5.2).



Conhece suas ovelhas. "As ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelos nomes às suas ovelhas... e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas de modo ne­nhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos" (v. 3,4,5). Como disse Davi: "O Senhor é o meu pastor".



As almas sequiosas imediatamente reconhecem seu Pastor (1 Pe 2.25). Certo hindu que confessou a Cristo como Salvador, logo ao ouvir o primeiro sermão, disse que havia quatro anos estava procurando a vida eterna:



"Minha vida estava repleta de imperfeições e pecados. Minha consciên­cia de culpa me sobrecarregava. Durante dias e noites eu derramava lágrimas amargas. Finalmente, numa agonia de desespero, lancei-me ao chão e clamei ao Poder que me deu a existência, pedindo que enviasse alguém para me salvar. Clamei por misericórdia e confessei o meu pecado. Naquele instante, deixei tudo por conta daquele Poder. Muitas vezes tenho imaginado como seria aquEle que o Poder Sublime enviaria a mim. Reconheci-o, portanto, ime­diatamente, ao ouvir o sermão. Faz alguns anos que já estava confiando em Jesus, sem, porém, saber por qual nome deveria chamá-lo".



O homem ouviu a voz do Pastor através do sermão, reconhecendo-o imediatamente.



Ele nos conhece pelo nome (Is 43.1; 45.3; 49.1; Ap 3.5; Ap 2.17). Temístocles gabava-se de conhecer os no­mes dos vinte mil cidadãos de Atenas.



O Pastor Divino conhece os nomes dos seus milhões de ovelhas, bem como cada aspecto de suas personalidades. 

Várias pessoas na Bíblia tiveram a íntima experiência de serem chamadas pelo nome em conversa com o Senhor: Abraão, Moisés, Saulo de Tarso, Ananias (At 9) e Pedro, Maria (Jo 20) e Samuel, entre outras.



As ovelhas o conhecem e o seguem. Viajantes no Oriente Próximo têm comprovado muitas vezes que nenhum disfarce de roupas, voz, gestos, de saber os nomes das ovelhas, faz com que as ovelhas se confundam quanto ao seu verdadeiro pastor.

Naquelas regiões, há profundos la­ços de simpatia, afeição e reconhecimento entre o pastor e suas ovelhas; o pastor reconhece cada uma das ovelhas, que parecem idênticas ao olhar do estranho, e elas, apesar da sua pouca inteligência, reconhecem o pastor.



Ele dá vida às ovelhas. "O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância".



O Senhor ainda tem em mente o falso pastor, o ladrão das almas - o homem que, sem real amor pela causa, se estabelece como líder religioso baseado no seu próprio egoísmo, o homem que não deseja que as ovelhas tenham livre acesso ao Reino dos Céus (Mateus 23.13).



No sentido mais amplo, a palavra "ladrão" pode repre­sentar Satanás, o inimigo das nossas almas, que quer nos despojar da nossa paz e alegria, e dar o golpe derradeiro em nossa vida espiritual.



Em contraste com a obra dos falsos pastores, Jesus declara: "Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância". Jesus oferece a plenitude da vida.



O melhor comentário acerca destas palavras encontra-se no Salmo 23, o Salmo do Bom Pastor. Não fomos vocacionados para viver uma vida de fraqueza e incapacidade; e sim para que te­nhamos a vida abundante, a vida vitoriosa. Muitas pessoas simplesmente existem; Cristo quer que vivam.



O Pastor morre pelas ovelhas. "Eu sou o bom Pas­tor; o bom Pastor dá a vida pelas ovelhas." Jesus assim se destaca do mercenário (v. 12), que pensa ser o pastorado uma profissão, como a de porqueiro, vinhateiro, pedreiro, advogado, médico ou negociante.



O mercenário não se preocupa com as ovelhas; procura apenas salário.



Sua disposição não é ver o quanto pode dar de si às ovelhas, e sim o quanto pode arrancar delas.



E natural que fuja quando se aproxima o perigo, porque o motivo dominante no seu trabalho é a autopreservação.



Em contraste com tal atitude, o objetivo do verdadeiro pastor é procurar para suas ovelhas uma vida mais abun­dante.



Na Palestina, a devoção dos pastores às suas ovelhas muitas vezes tem levado alguns deles a morrer na luta contra feras ou salteadores.



O Senhor Jesus considera a raça humana necessitada como rebanho seu (Mt 9.36), fazendo pelas suas ovelhas o supremo sacrifício.



Não somente morreu em prol de­las, como também ressuscitou para lhes dar a vida (Hb 13.20) - voltou para o Céu com a intenção de levá-las consigo.



Removeu a peçonha da taça da morte, para transformá-la em simples soporífico visando o despertar saudável, de modo que seus seguidores possam dizer, como Davi: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo".



Ensinamentos Práticos:



1.   "Eu sou a porta″. O cego curado foi expulso da igre­ja oficial, mas sua excomunhão o promoveu, porque pas­sou da sinagoga para o Salvador.



Podiam excluí-lo de uma instituição, mas não do Céu. "Eu sou a porta", disse Jesus.



Muitas pessoas piedosas e tementes a Deus têm sido exclu­ídas das instituições denominadas “igrejas” durante a história da cristandade, e isto não é de se estranhar, porque o próprio Senhor tem sido exclu­ído de tantas delas!



Veja Apocalipse 3.20. Certas igrejas, como a de Laodicéia, que deixam Cristo fora da porta, são mais clubes religiosos do que congregações que comportam as igrejas de Cristo, e há mais vantagem espiritual em ficar fora delas.



Ao longo dos séculos, a instituição religiosa denominada igreja que se tornou mundana tem excomun­gado e destruído a muitos, denunciando-os como "hereges", por terem deixado a consciência, iluminada pela Palavra de Deus, ser o árbitro das suas vidas.



Líderes eclesiásticos, pensando possuir as "chaves do reino do Céu", imaginam que podem excluir pessoas do céu.



Não podem, no entanto, separar de Cristo estas nobres almas, nem afastá-las daque­le que é "santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre" (Ap 3.7).



O Senhor Jesus se opõe a qualquer forma de exclusão injusta: repreendeu os discípulos quando queriam afastar as crianças dos seus ternos cuidados e quando queriam ex­cluir um obreiro desconhecido do privilégio do serviço (Lucas 9.49,50).



Profissionalismo religioso. Por que os fariseus exco­mungaram o cego curado por sua lealdade a Cristo?



Seja qual tenha sido a explicação deles, Jesus mostrou, no seu discurso, que o motivo real foi o profissionalismo.



Os líde­res religiosos haviam caído no erro que prende os potenta­dos eclesiásticos, a saber, que o povo existe em prol deles, e não eles para servir ao povo.

Quando, portanto, o cego curado não se dobrou diante das vontades deles, quando não aceitou suas opiniões, quando refutou os seus argu­mentos, então deram vazão à sua ira, com ultrajes e exclu­são de privilégios religiosos.



O profissionalismo surge quando o pastor usa sua posi­ção e as pessoas como trampolim para sua autopromoção, realização profissional em posição e salário.



Passa a ser o "mercenário" que vive às custas das pessoas, e não em prol delas.



Não entra no ministério através da porta que é Cris­to; força caminhos por meios humanos.



O obreiro cristão é dominado pelos únicos motivos aceitáveis: amor a Cristo e paixão pelas almas.



Ovelhas doentes são logradas. Pastores no Oriente dizem que em caso de doença as ovelhas podem ser induzidas a seguir um falso pastor.



O mesmo se pode dizer da vida espiritual.



Embora seja possível crentes sin­ceros serem levados a seguir um falso mestre disfarçado em manto de piedade e fidelidade à sã doutrina, geral­mente quando as esses servos do Senhor ficam longe da comunhão com Deus e espiritualmente frias, que se tornam presas fáceis de falsas seitas e invencionices religiosas ( 1 Timóteo 1.5,6; 2 Timóteo 3.5,6). 

Paulo deseja ardentemente que cada crente seja edificado: "Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfei­to, à medida da estatura completa de Cristo. 

Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente" (Ef 4.13,14).



As ovelhas ouvem a sua voz. Estas palavras suge­rem o teste do discipulado; a palavra "ouvir" significa ter atenção e obediência.



Se somos ovelhas de Cristo, Igrejas vivas, obedecemos e seguimos a Ele, e não a homens.



Se somos ovelhas de Cristo, o Pastor nos procurará e chamará mesmo quando andamos desgarrados e desobedientes.



Às vezes Ele nos acha em situações vergonhosas: dias passados sem ora­ção, com coração endurecido, pensamentos cínicos, pe­cando por comissão ou por omissão.



Quantas vezes a sua voz já nos despertou para uma renovação espiritual, em vida e obediência!



Comunhão e serviço. "Entrará, e sairá". Há dois lados na vida espiritual.


Para termos um ministério bem equilibrado, precisamos "entrar" em momentos de pro­funda comunhão com Deus e "sair" para nossa obra cristã entre nossos semelhantes.



Existe a tendência aos extre­mos: alguns "entram", mas não "saem" em serviço ati­vo; outros sempre estão "saindo" em atividades enérgi­cas, mas não "entram" para receberem a renovação das forças e inspiração.



O Senhor Jesus é nosso exemplo quanto a isto: antes do raiar do sol, estava a sós, em comunhão com Deus; durante as horas úteis do restante do dia, servia aos homens.



A vida mais abundante. Como crentes, possuímos a vida; será, porém, que já possuímos toda a sua plenitude e abundância?



Temos a verdadeira alegria de viver?



Estamos tendo sucesso em nos sobrepujar às provações?



Estamos servindo ao Senhor segundo o nosso próprio e fraco modo, ou na força do seu poder?



Cristo nos oferece a vida mais abundante. Podemos assumir os deveres da nossa vocação em Cristo, sabendo que Ele não nos lançará em rosto as nossas fraquezas, porque prometeu: "Recebereis poder".


Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”. ATOS 1: 8.


Nenhum comentário:

Pastor Davi Passamani abriu novo local de culto em fevereiro após renunciar cargo em igreja depois de investigações de crimes sexuais Polícia Civil disse que prisão preventiva foi necessária porque pastor cometeu crimes usando cargo religioso.

Advogado alegou que prisão do pastor faz parte de ‘conspirações para destruir sua imagem’. Por Thauany Melo, g1 Goiás 07/04/2024 04h00.    P...