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quinta-feira, outubro 27, 2016

Parauapebas: Aladim e Ali Babá


Quinta-feira, 1 de novembro de 2012



Todos os prefeitos de Parauapebas cometeram o mesmo erro na condução de sua política junto aos governos do Estado e da União: o do AFASTAMENTO. 

Tem prevalecido na cabeça de alguns "lunáticos" que Parauapebas não precisa relacionar-se com os aqueles entes, uma idéia muita estranha e absurda, própria de político mal intencionado ou de "cabeça oca".

Verdade que Parauapebas tem um grande aporte a título de CFEM (royalties), mas esses recursos não são suficientes para enfrentar os impactos sociais que a atividade mineradora, geradora dessa receita, impõe ao nosso município.

Essa postura de distanciar nosso município do Estado e da União, que Darci e Bel bem professaram, além de "criminosa", pois visa unicamente afastar a atuação de órgãos federais e estaduais na fiscalização dos recursos aqui aplicados, é completamente nociva ao interesse público, vista que priva o cidadão de Parauapebas de importantes recursos e programas que o Estado e União podem desenvolver no município, como por exemplo no saneamento básico e no fornecimento de água tratada. 

Podemos afirmar, somente no governo DARCI, o município de Parauapebas perdeu algo em torno de 600 milhões de reais em investimentos que os governos federal e estadual podiam ter realizado em nossa cidade.

Em Marabá e Redenção, municípios com poder de contrapartida inferior ao de Parauapebas, esses governos tiveram um incremento orçamentário, em transferências voluntárias do Estado e da União, de cerca de 1/3 da sua receita própria, incluindo aqui as transferências constitucionais obrigatórias, ou seja, se Parauapebas tem um orçamento anual da ordem de R$ 1 bilhão, incluindo as receitas próprias e as transferências constitucionais obrigatórias, ela poderia acrescentar a este montante algo em torno de R$ 330 milhões, boa parte disso para investimentos em áreas prioritárias, como saneamento básico, água e esgoto, mobilidade urbana, saúde e educação.

Nas principais cidades do país, no debate eleitoral, um dos aspectos mais avaliado pelo eleitor é a capacidade que o candidato teria de relacionar-se com o governador ou com o presidente, ou seja, o nível interlocução que o município terá com os demais entes da federação e, por vezes, até com organismos internacionais, como o Banco Mundial, financiador que é de projetos importantes. Essa capacidade é fundamental para qualquer prefeito, ou seja, sua possibilidade de CAPTAÇÃO DE RECURSOS, pois ninguém com o mínimo de lucidez e senso de realidade desconhece as limitações orçamentárias dos municípios brasileiros, mesmo aqueles bem aquinhoados com recursos de "royalties".

Para recordar, até a presente data, o único investimento que a cidade viu em saneamento básico foi com o ex-prefeito CHICO DAS CORTINAS, conseguido junto ao Banco Mundial e com apoio da VALE. De lá pra cá, Bel e Darci nada fizeram, eles preferiram o isolamento de Parauapebas, decorrência disso é que até hoje a cidade sofre com a completa ausência de saneamento básico e com a falta d'água.

Mas em Parauapebas, pasmem,  tem "lunático" que pensa diferente, ou seja, o rapaz é um gênio, no caso concreto, só pode ser o gênio da lâmpada, aquele que só funciona no esfregão.

Parauapebas não quer Aladim (com seu gênio) e muito menos Ali Babá (com seus ladrões). 

Espera-se que os eleitos em 2012 tenham essa clareza.

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