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sexta-feira, dezembro 15, 2017

TV portuguesa detalha abusos e maus-tratos aos 'netos' de Edir Macedo




TV portuguesa detalha abusos e maus-tratos aos 'netos' de Edir Macedo

O quarto episódio da série portuguesa explicou como o lar coordenado pela IURD procedeu, ilegalmente, para levar os irmãos para os EUA, onde morava a filha de Edir Macedo, Viviane Freitas

Notícias ao Minuto Brasil
Há 3 Horas por Notícias Ao Minuto.
Mundo 'segredo dos deuses'.
Em seu quarto episódio exibido nesta quinta-feira (14), a série de TV Portuguesa "O Segredo dos Deuses", exibida pela TVI, destrinchou os abusos cometidos às crianças adotadas pela filha do Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), Edir Macedo e os trâmites usados para 'devolver' os irmãos ao orfanato.
Imagem relacionada
De acordo com a reportagem investigativa, sem exames médicos, o lar da Obra Social da IURD desacredita a mãe biológica dos irmãos Luís, Vera e Fábio. 

No relatório fica claro que 'Maria', nome fictício, era soropositiva e usuária de drogas e que as crianças viviam num casa sem condições, onde ficavam sozinhos.

As informações eram mentira, já que 'Maria' não era soropositiva e nem deixava as crianças sozinhas. 

Outras pessoas moravam naquela casa, e tomavam conta dos irmãos quando a mãe ia trabalhar.

Numa certa altura, o Lar coordenado pela IURD chega a dizer que as crianças também eram soropositivas e que “negativaram”, o que é ainda medicamente impossível. 

Nem 'Maria' nem os filhos eram portadores do vírus HIV, mas, ainda assim, a obrigaram a assinar um documento que ela pensava se tratar de algo de cunho médico, quando eram os papeis nos quais ela abria mão da guarda dos filhos.

A Segurança Social do bairro da Amadora, em Lisboa, encaminha as crianças para a obra social da IURD, onde de lá, elas só sairiam diretamente para a casa do bispo Edir Macedo. 

Quando deixou de conseguir ver os filhos, foi duas vezes à polícia local, que não resolveu o caso. Ela, ainda assim, procurou os filhos, desesperadamente, em diversas Igrejas Universal de Lisboa.

Maus-tratos da filha de Edir Macedo.

Por sua vez, Viviane e seu esposo, Júlio Freitas, demonstravam, em atos e palavras, cada vez mais atitudes agressivas com os irmãos Vera e Luis, que já moravam com eles nos Estados Unidos. 

Os maus-tratos eram tantos que 'Ana', a babá das crianças, pediu para voltar a morar em Lisboa.

Ela uma vez me chamou e eu fui a casa dela.  O bumbum da Vera [estava] todo escuro, inchado, tivemos que pôr o bumbum dela em água quente.  A Viviane bateu nela com um sapato.  O bispo Júlio [esposo de Viviane] chegava a casa todos os dias à meia noite.  O menino já estava dormindo, ele pegava no cinto e batia no menino.  Porque a Viviane fazia queixas.  Ele chegava e, com o menino dormindo, 'pumba'!", disse Ana. 
Porém os irmãos ficam apenas três anos com a filha de Macedo e seu marido, pois Viviane se cansa e quer devolver ao orfanato. 

Num dos 'altares' da Universal do Reino de Deus, o casal acusa a justiça portuguesa pela retirada da criança "do seio daquela família".

Contudo, para realizar tal ato, 'Alice Andrade', que tinha a guarda oficial das crianças, precisou juntar os irmãos, o terceiro que foi levado para o Brasil, sob os 'cuidados' de outro bispo da IURD, Romualdo.

Outra criança, com nome fictício de 'Rita', que morou no lar da IURD, confessou que as crianças abrigadas no orfanato eram usadas quase como num 'jardim zoológico'.

Os bispos e pastores iam lá.  Se nos achassem engraçados, até nos levavam de fim de semana ou nas férias...  Se gostassem até ficavam conosco.  Houve algumas crianças adotadas, outras vieram devolvidas...  Nós éramos um jardim zoológico.  Iam lá e escolhiam o seu animal favorito para passar uns tempos em casa.", confessou Rita. 
O lar IURD.

De acordo com a reportagem da série, o lar custava cerca de 20 mil euros por mês à IURD. 

Por isso, era preciso justificar o dinheiro. 

Todos os domingos, as crianças eram expostas no altar do Cinema Império, em Lisboa, e usadas para emocionar os fiéis.

Leia também: Caso IURD: como a filha de Edir Macedo enganou a Justiça de Portugal

Criança de 9 anos tem cabelo crespo cortado à força por tias e primas e mãe procura a polícia em Mogi

Segundo criança, parentes diziam que ela tinha cabelo podre e que iriam resolver. Menina sente dores por causa de puxões, diz mãe.


Por Fernanda Lourenço, G1 Mogi das Cruzes e Suzano
À esquerda, menina antes de ter o cabelo cortado; à direita, depois do corte. Segundo família, parentes obrigaram criança a cortar o cabelo (Foto: Arquivo Pessoal)

À esquerda, menina antes de ter o cabelo cortado; à direita, depois do corte. Segundo família, parentes obrigaram criança a cortar o cabelo (Foto: Arquivo Pessoal).
 
Uma menina de 9 anos e sua família procuraram a polícia para denunciar que duas tias dela e duas primas a obrigaram a cortar o cabelo no último fim de semana. 
 
As agressoras teriam chamado o cabelo da criança de "podre". 
 
A agressão aconteceu durante uma visita à casa da avó materna, em Mogi das Cruzes, no último fim de semana. 
 
Quando os pais chegaram para buscá-la encontraram a situação. 
 
"Estavam duas irmãs minhas, uma sobrinha e a mulher do meu sobrinho pegando o cabelo e repicando. 
 
Falando que era podre, que ia apodrecer. 
 
Ela sentia dor, porque estavam puxando. 
 
Uma estava com a tesoura e as outras puxando com pentes-finos ", contou a mãe, que prefere não se identificar. 
 
A criança tinha sido deixada no sábado (9) para dormir na casa da avó. 
 
"Meu esposo ficou nervoso e queria brigar com elas. 
 
Vontade não faltava. 
 
Como minha mãe e meu pai são idosos, peguei minha filha e fui embora. 
 
Depois fomos na delegacia de Suzano e falaram para ir a Mogi. 
 
Fui em Brás Cubas e pedi para fazer o boletim de ocorrência. 
 
Até o homem da delegacia ficou revoltado", disse. 
 
A menina afirmou para a polícia que todas riam e a ofendiam. 
 
Elas teriam dito: "Sua mãe não cuida do seu cabelo. 
 
Você tem o cabelo podre e nós vamos arrumá-lo". 
 
A menina afirma que ninguém perguntou se ela queria cortar o cabelo.
"Não perguntaram se podia.
Falaram que a minha mãe não cuidava do cabelo e que era podre.
Eu fiquei muito triste, mas fiquei quietinha", contou ao G1.
A mãe ficou revoltada com a situação. 
 
"Ela falou assim que não sabe por que elas fizeram isso com ela. 
 
Ela fala, 'mãe, por que elas fizeram isso comigo? 
 
Eu não fiz nada para elas'. 
 
Eu disse que também não sei o porquê."
 
Segundo a mãe, a criança tem reclamado de dores na cabeça. 
 
"Ela não deixa nem colocar a mão. 
 
Ela diz que se passar a mão dói. 
 
Tem uma parte maior, uma parte bem curta. 
 
Estava tão bonito o cabelo dela." 
 
O caso foi registrado como lesão corporal e injúria racial. 
 
Segundo a mãe, a menina deve ser submetida a exame de corpo de delito nesta sexta-feira (15). 
 
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo disse que a "Polícia Civil de Mogi das Cruzes informa que os pais da criança compareceram ao 2º DP do município nesta terça-feira (12) e foi elaborado um boletim de ocorrência de injúria e lesão corporal. 
 
Foi requisitado exame de corpo de delito à vítima e os pais foram orientados quanto ao prazo de seis meses para representar criminalmente contra as autoras."

quinta-feira, dezembro 14, 2017

Professora de universidade da BA coloca camisinha em pênis de plástico com a boca durante aula e causa polêmica; vídeo

Caso ocorreu no campus de Jequié da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Instituição disse que está apurando a situação.


Por G1 BA
Vídeo foi compartilhado com críticas em redes sociais (Foto: Reprodução/ Facebook)
Vídeo foi compartilhado com críticas em redes sociais (Foto: Reprodução/ Facebook).
 
Um vídeo em que uma professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) ensina a alunos do campus de Jequié como colocar camisinha em um pênis de plástico, usando a boca, tem causado polêmica nas redes sociais. 
 
A assessoria da Uesb disse que o assunto ainda está sendo apurado pela universidade. 
 
A instituição deve se manifestar por meio de nota no site oficial. 
 
Não há informações sobre a data em que a aula aconteceu. 
 
"Eu vou fazer a demonstração para vocês", diz a professora, antes de colocar a camisinha. 
 
Ela então fica de joelhos e coloca o preservativo em um pênis de plástico, que está sendo segurado por um dos alunos, na altura da cintura. 
 
A estudante de enfermagem da Uesb em Jequié, Nathielle Brasileiro, compartilhou um desabafo no Facebook, em 6 de dezembro, defendendo a professora. 
 
Em um trecho da postagem, ela diz: "Quem a conhece sabe que aquele jeito dela é a que torna uma pessoa ímpar e não é a toa que é sempre homenageada e muito querida por todos. 
 
Ela é uma professora incrível, que passa uma riqueza de conhecimentos e é exemplo pra muita gente. 
 
Uma enfermeira competente, inteligente, humanizadora e muito feliz no que faz. 
 
Muito bem resolvida e tenho certeza que não tá nem ai pra esses absurdos que está [sic] rolando. 
 
Um ser humano engraçado, divertido e que faz todo mundo rir, MAS SEM DEIXAR DE CUMPRIR SEU PAPEL PROFISSIONAL!". 
 
Ao G1, Nathielle disse que a professora tem um jeito descontraído de ensinar. 
 
“É uma didática sem tabu. 
 
O problema desse vídeo ter viralizado é o tabu que isso envolve. 
 
A forma que ela fez não está mostrando como se faz sexo oral, mas é uma maneira de incentivar o uso do preservativo. 
 
O manual do Ministério da Saúde oferece técnicas para que seja confortável para quem quer usar e ali era uma forma. 
 
Ela nunca deixou de ser profissional e quem conhece ela sabe o quanto humanizadora ela é”, avalia a aluna.
Aluna fez postagem em rede social em que defende a professora: 'Uma enfermeira competente, inteligente, humanizadora e muito feliz no que faz
 
Aluna fez postagem em rede social em que defende a professora: 'Uma enfermeira competente, inteligente, humanizadora e muito feliz no que faz" (Foto: Reprodução/Facebook.

Justiça torna réus acusados de desviar verbas da Lei Rouanet

Entre os denunciados está a família Bellini, que usou os recursos para pagar a festa de casamento de um dos filhos em Florianópolis, Santa Catarina.


Por Walace Lara, TV Globo
Justiça aceita denúncia contra 29 pessoas acusadas de desvio de verbas da Lei Rouanet
Justiça aceita denúncia contra 29 pessoas acusadas de desvio de verbas da Lei Rouanet.
 
A Justiça Federal tornou réus 29 dos 32 denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF).

Por fraude na Lei Rouanet. 

Produtores culturais e organizadores de eventos captavam dinheiro de empresas pela lei para organizarem eventos culturais, produzirem livros e shows. 

A verba, no entanto, era destinada para festas particulares. 

Segundo a denúncia, os desvios de recursos chegam a R$ 21 milhões. 
 
Entre os denunciados está a família Bellini, que usou os recursos para pagar a festa de casamento de um dos filhos em um hotel de luxo de Jurerê Internacional, em Florianópolis, Santa Catarina. 
 
Antonio Carlos Bellini Amorim é apontado pelo MPF como o chefe da organização criminosa que desviava recursos públicos em benefício próprio. 

Na denúncia apresentada pelo MPF, a super recepção na luxuosa praia catarinense foi só uma das diversas fraudes praticadas entre 1998 e 2016 pelo grupo Bellini.
Cantor Leo Rodriguez se apresentou em casamento bancado por desvios da Lei Rouanet (Foto: Hermann Motta/Arquivo pessoal)


 
Cantor Leo Rodriguez se apresentou em casamento bancado por desvios da Lei Rouanet (Foto: Hermann Motta/Arquivo pessoal).
 
Além disso, a juíza federal Flavia Serizawa e Silva atendeu a um pedido de medida cautelar contra as empresas que usaram os recursos. 

Algumas chegaram a pagar festas de fim de ano para os funcionários e estão impedidas de usarem os recursos culturais até que a ação penal seja julgada. 
 
"Não se está diante de mero crime tributário, pois não se obtinha somente o não pagamento de tributos. 

Além da dedução tributária, as empresas recebiam as contrapartidas ilícitas, que eram justamente os shows, eventos e livros previstos contratualmente. 

Dessa forma a dedução do tributo era o próprio 'modus operandi' do esquema de desvios de recursos da Lei Rouanet, o meio fraudulento para conseguir as contrapartidas ilícitas", diz trecho da decisão. 
 
"Assim, conclui-se que os fatos não se esgotavam no não pagamento de tributos mediante fraude, mas iam além, na medida em que as empresas patrocinadoras, além de não pagar tributos, recebiam as contrapartidas ilícitas", completa. 
 
A TV Globo procurou os advogados da família Bellini.

Contrapartidas de empresas.

Segundo o Ministério Público Federal, eram oferecidas contrapartidas para empresas que concordavam em participar do esquema. 

Algumas empresas só repassavam o dinheiro para o grupo responsável pelas fraudes se obtivessem vantagens, como o custeio das festas de fim de ano. 
 
A procuradora Karen Kahn afirma que o grupo de Bellini fazia projetos e apresentava ao Ministério da Cultura (MinC). 

Depois, com a aprovação da proposta, captava recursos pela Lei Rouanet de empresas interessadas nos incentivos fiscais e deduções de impostos para quem participa, mas esse dinheiro era desviado. 
 
Dois filhos de Antonio Carlos Bellini Amorim participavam do esquema. 

Um deles, o noivo Felipe Amorim, assumiu a gestão do grupo por um tempo. 

O outro filho, Bruno Amorim, era coordenador de realização de projeto. 

A mulher dele, Tânia Guertas, controlava o trâmite dos projetos. 
 
Todos foram denunciados por organização criminosa. 

Para o Ministério Público Federal fica claro que todos sabiam que estavam fazendo algo ilícito.

Conversas por telefone.

Em uma conversa telefônica, gravada com autorização da Justiça, Bellini combina com a mulher, Tânia, como justificar o recurso que deveria ter sido usado na produção de livros.

Bellini pergunta: "Já doou tudo, está em dia todos os livros?" 
 
Tânia responde: "Não. 

Tem que doar livro que não tem, entendeu?"
 
Em outra ligação, Bruno (enteado de Tânia Guertas) conversa com a mãe – que não foi denunciada. 

Ele admite: "Porque o que eu faço, na verdade, não é 100% correto, entendeu? 

É tipo... eu cumpro a lei, mas não poderia tá fazendo o que eu faço";

A mãe pergunta: "Por que?"

E Bruno responde: "Porque não, mãe. 

Sei lá, é complicado".

A mãe tenta entender: "Não é Lei Rouanet".

E Bruno responde: "Não, é Lei Rouanet, mas não é 100%."

A mãe insiste: "Mas, filho, se não é 100%..."

E Bruno justifica: "Todo mundo faz, todo mundo faz".

A mãe, preocupada pergunta: "É, filho, mas isso implica em quê?".

E Bruno tranquiliza: "Não, não implica em nada, mãe. 

Eu tô dando, tipo, as contrapartidas sociais, plano do projeto...".

Organização criminosa e associação criminosa.

Bellini, a mulher e os dois filhos foram denunciados por organização criminosa, já empresários e executivos que participaram do desvio, por associação criminosa. 
 
Por telefone, o advogado que defende Felipe Amorim e Bruno Amorim, Luis Carlos Dias Torres, disse que não é verdade que a festa de casamento de Felipe tenha sido paga com recursos desviados da Lei Rouanet. 

O advogado acrescentou que está analisando os termos da denúncia e que, portanto, não tem condições de se pronunciar sobre ela neste momento. 
 
O Ministério da Cultura afirmou, em nota, que “iniciou investigação interna deste caso em 2011, a partir de denúncia recebida pelo Ministério Público”. 

A pasta acrescentou que “inabilitou as empresas identificadas, que não tiveram mais nenhum projeto admitido”. 
 
“No curso das investigações, os técnicos do MinC descobriram que a organização criminosa desenvolveu novas estratégias: passou a operar com outras empresas, com outro CNPJ. 

À medida em que o MinC identificava novas empresas, as inabilitava e comunicava ao Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União.” 
 
O comunicado do ministério afirma ainda que “não repassa recursos públicos de seu orçamento para realização de projetos culturais via Lei Rouanet”.
Entenda como funciona a Lei Rouanet (Foto: Editoria de Arte/G1) Entenda como funciona a Lei Rouanet (Foto: Editoria de Arte/G1) 
 
Entenda como funciona a Lei Rouanet (Foto: Editoria de Arte/G1.

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