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quinta-feira, setembro 18, 2014

Igreja sem sal. Fé desnutrida.

 
“Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar?

Para nada mais presta senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens.”
(Mateus 5:13)
am
O Sermão da Montanha é uma das propagações teológicas mais fenomenais de toda história. 

Não só por ter sido proferida pelo Mestre dos mestres, mas por seu conteúdo absolutamente fantástico, perfeito e completo, quando se tem por referencial a conduta cristã e toda sua conjuntura.

As aplicações são várias e uma em especial nos chama muita atenção: o sal, sua originalidade e sua utilidade.

O caráter único do sal

Que se apresente qualquer outro elemento natural ou manufaturado capaz de desempenhar as mesmas funções do sal. 

Elementos conservantes ou condimentos capazes de promover sabor até podem ser achados em nosso meio, porém nada com poder e eficácia equivalentes ao sal, o qual pode ser facilmente identificado e diferençado em relação a tudo quanto a ele se proponha assemelhar. Ser “sal”, portanto, é ser único, diferente. 

Um cristão que possui caráter, atitudes, palavras ou mesmo aparência que o assemelhe às pessoas do mundo, jamais poderá ser considerado um sal.

Quem é o sal da Terra?

Jesus afirmou: “Vós sois o sal da Terra”. 

Obviamente suas palavras foram dirigidas de forma objetiva e contundente aos seus discípulos e todos aqueles cujo coração se voltava de maneira obediente à Sua Palavra. 

Portanto, todos os que são nascidos em Cristo, são o sal da terra.

As diferenças internas do sal

O homem impõe padrões de qualidade ao sal quando este é analisado na condição de produto industrializado. 

Esses padrões são definidos conforme o seu teor de pureza. 

Lamentavelmente assim também ocorre no meio cristão. 

Temos sal de todos os tipos e prazos de validade. 

Alguns atuam por determinado tempo de forma eficaz,outros mesmo atuando não estão qualificados para corresponderem ao que deles se espera. 

Fatores que determinam a qualidade do sal cristão

Sendo o sal um elemento original, deduzimos que o cristão deva ser igualmente um ser separado de todas as influências que possam comprometer a pureza e essência de seu compromisso com Deus.

Quando puro, o sal conserva e dá sabor de forma profundamente eficaz. 

Quando misturado a impurezas, o sal não só deixa de cumprir suas finalidades, como também pode agravar e adiantar o processo de deterioração daquilo que ele deveria manter.

Por que a Igreja moderna já não interfere positivamente no mundo em que vive?

A igreja moderna passa por uma crise de identidade teológica, sociológica e moral. 

Os frutos decorrentes dessa crise são tão evidentes quanto seu próprio estado de estagnação missionária. 

A face flagrante dessa crise se apresenta numa compostura híbrida que confunde o olhar de todo aquele que pretende identificar a imagem cristã, tal como nos é apresentada nos padrões bíblicos.

Em tempos modernos, pouca ou nenhuma é a diferença entre cristãos e não cristãos. 

Isso se revela nos campos da comunicação, da suposta evangelização, da pregação pública, das estratégias de crescimento, do testemunho individual e da musicalidade eclesiástica – sendo essa última já completamente absorvida pelo mercado fonográfico, como sendo tão somente um estilo a mais para ser consumido pelo gosto pessoal.

Não havendo a evidência que diferencia luz e trevas, consequentemente não haverá também a atuação contundente do sal.

Muito além da abordagem moral

Bem diferente do que pensam algumas correntes atuais, essa não é uma questão de opinião.  

A geração cristã formada na última década tem sido vítima de um déficit teológico gritante e na ilusória satisfação de sua mal nutrida alimentação bíblica, passa a conceber pontos de vista contrários à sua realidade como sendo uma forma de inimizade ao próprio evangelho. 

Isso, porém, não procede e cabe à liderança de real poder e conhecimento, ministrar um retorno ao primeiro amor, onde o compromisso com Cristo Jesus passe por uma predominante decisão de santificação, rompimento com a aparência do mal, retorno à verdade bíblica conservadora e o bem estar diante de uma concepção de vida que sirva de exemplo para o mundo e não de cópia flagrante do mesmo.

O sal precisa conservar e dá sabor, mas se ele estiver em pé de igualdade com outros elementos inferiores, naturalmente não terá meios de viabilizar sua missão original. 

A utilidade do sal              

Para que serve um sal insípido? Foi a pergunta feita por Jesus.

Para que serve um cristão que não ganha almas? 

Para que serve uma igreja que não promove o impacto da salvação em sua comunidade? 

Para que serve uma canção cristã que proporciona as mesmas emoções e reações geradas pelas melodias seculares? 

Para que serve uma fé que não transforma o meio? 

Para que serve um rótulo denominacional que apenas serve de entulho religioso e nada faz pela redenção de seu campo de atuação? 

Para que serve um filho de Deus que vive sob as mesmas condições de um ímpio sem Deus? 

Para que serve um apanhado de rituais, programações, eventos, espetáculos e obras humanas que não revogam a atuação galopante do mal sobre a face da Terra? 

Para que serve uma palavra positiva que não altera na prática a ordem negativa das coisas? 

Para que serve, enfim, um sal insípido?

Jesus responde: “Para nada mais presta senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens.”

O sal pisoteado

E é justamente isso que temos visto. 

Um sal pisoteado pelo mundo. 

Uma igreja sem crédito, envolta em denúncias de crimes financeiros, de especulações desmoralizantes ou de uma imagem associada à pobreza de lucidez e coerência.  

Não é dessa igreja que o mundo precisa. 

Os arsenais de loucura, de fundamentalismo, de sincretismo e de descompromisso com o testemunho não são úteis e sim danosos ao papel e à imagem da igreja.

Qual é a sua escolha?

Se você pretende e se enxerga como sal, então me diga: que tipo de sal você é?

Um sal com prazo de validade? 

Um sal com padrão de qualidade inferior? 

Um sal insípido, que não atua na história de sua gente? 

Que não arranca almas do inferno? 

Que não exemplifica em seu próprio testemunho o novo nascimento cristão?

Ou será que você é um sal de alto teor de qualidade cristã? 

Ou seja, sal munido de autoridade, portador de vida que não pode ser convencida de pecado, que se orgulha (mas não se envaidece) da sua singularidade espiritual, fazendo uso humilde e bíblico dessa condição para fornecer notáveis exemplos ao mundo e fazendo dessa circunstância uma fabulosa plataforma de evangelização.

Jesus está em busca desse sal para a sua Igreja. 

Fiéis, ativistas religiosos, membros ou agremiados estão em toda forma de associação humana, mas a Igreja do Senhor é lugar de almas renascidas, de homens e mulheres diferentes (lugar de Sal) -  e não um clube a mais, que vive, prega e pratica as mesmas coisas que se dão fora de seus portões!

Youssef é condenado a quatro anos de prisão pelo caso Banestado

Doleiro preso pela Operação Lava Jato foi condenado por corrupção ativa.

Caso aconteceu em 1998, e foi suspenso após delação; defesa vai recorrer.

Samuel NunesDo G1 PR
 O doleiro Alberto Youssef, que foi apontado como chefe do esquema desmantelado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), em março deste ano, foi condenado nesta quinta-feira (17), em outro processo referente a uma fraude no antigo Banco do Estado do Paraná (Banestado). 
Conforme a sentença, proferida pelo juiz federal Sérgio Moro, o doleiro deverá permanecer preso por quatro anos e quatro meses em regime fechado. 
Ainda cabe recurso.
O caso aconteceu em 1998, mas foi arquivado, pois à época Youssef havia feito um acordo de delação premiada com a Justiça. 
Porém, como a Operação Lava Jato apontou a participação do doleiro em uma nova prática criminosa, o processo do Banestado foi reaberto e ele acabou condenado.
De acordo com o Ministério Público Federal, Youssef ajudou uma empresa de veículos a conseguir um financiamento de US$ 1,5 milhão junto ao Banestado. 
Para isso, ele pagou US$ 131 mil ao operador internacional do banco, em troca da liberação do empréstimo.
O doleiro foi acusado pelo MPF pelos crimes de corrupção ativa e de gestão fraudulenta de instituição financeira. 
Conforme a sentença, Youssef foi absolvido do crime de gestão fraudulenta, mas condenado pela corrupção ativa.
O advogado de Alberto Youssef, Antônio Figueiredo Basto, disse que pretende recorrer da decisão. 
Para ele, o cliente foi vítima da direção do Banestado, que teria exigido a quantia em troca do empréstimo. 
O advogado falou que o doleiro fez o pagamento conforme lhe foi indicado para levantar a quantia junto ao banco.
Segunda condenação
Segundo a Justiça Federal, esta é a segunda condenação de Youssef em relação ao caso Banestado. 
Em 2004, ele foi condenado a sete anos de prisão em regime semiaberto, por crime contra a ordem tributária, evasão de divisas e formação de quadrilha.
Com a delação, o doleiro chegou a cumprir um ano de prisão em regime fechado e depois progrediu de regime. 
O acordo firmado com a Justiça previa a suspensão de todos os demais processos envolvendo o caso Banestado, desde que ele não voltasse a praticar crimes.
Ao ser indiciado na Operação Lava Jato, a Justiça considerou que Youssef quebrou o acordo firmado em 2004. 
Por isso, as acusações ações contra ele voltaram a ser analisadas e resultaram nesta condenação.
Operação Lava Jato

Em março deste ano, a Polícia Federal apontou a existência de um esquema de desvio e lavagem de dinheiro, que pode ter movimentado cerca de R$ 10 bilhões ilegalmente. 
Conforme a denúncia, Alberto Youssef chefiava o esquema de envio de dinheiro para fora do país. 
As operações eram feitas com o uso de empresas fantasmas, conforme a PF.
Entre os demais acusados também está o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que responde por uma suposta fraude dentro da estatal. 
Costa aparece nas investigações como responsável por intermediar contratos superfaturados junto a Petrobras. 
Os valores cobrados em excesso da empresa seriam usados para financiar a base aliada do governo federal.
Sobre Youssef recaem ainda outras acusações, além da lavagem de dinheiro e de fraude. 
O doleiro é acusado também de envolvimento com o tráfico de drogas em um dos processos abertos pelo MPF. 
De acordo com os procuradores, ele ajudou a enviar dinheiro do tráfico para o exterior, repatriando a quantia posteriormente.

Lula requenta o truque de 2006

O jornalista Elio Gaspari Foto: O Globo
Elio Gaspari


Elio Gaspari: Lula requenta truque (Elio Gaspari: Lula requenta truque (Roney Domingos/G1))


Nosso Guia quer confundir a Petrobras com a gestão do comissariado petista com que aparelhou a empresa

Lula fez uma involuntária defesa do voto útil, aquele que vai para qualquer lugar, desde que o PT vá embora. 

Foi para a frente do prédio da Petrobras e disse o seguinte:

“Já houve três pedidos de CPI só na Petrobras. 

Eu tenho a impressão de que essas pessoas pedem CPI para, depois, os empresários correrem atrás delas e achacarem esses empresários para ganhar dinheiro

(...) Se alguém roubou, esse alguém tem mais é que ser investigado, ser julgado. 

Se for culpado, tem que ir para a cadeia.”

A Petrobras petista apareceu em várias CPIs. 

A primeira, de 2005, foi a do mensalão. Duas outras foram específicas e, com a ajuda do comissariado, deram em nada. 

Se Nosso Guia acha (e tem motivos para isso) que, incentivando-as, há “pessoas” achacando empresários que correm “atrás delas”, não se conhece uma só fala de petista denunciando achacados ou achacadores. 

O relator da comissão que está funcionando é o petista Marco Maia.

O primeiro comissário apanhado em malfeitorias relacionadas com a Petrobras foi o secretário-geral do PT, Silvio Pereira. 

“Silvinho” fez um acordo com Ministério Público e trocou o risco de uma condenação por 750 horas de trabalho comunitário. 

Ele ganhara um reles Land Rover de um fornecedor da Petrobras. 

Nem Lula nem o PT condenaram-no publicamente. 

Se o tivessem feito, teriam emitido um sinal. 

Afinal, dissera o seguinte: “Há cem Marcos Valérios por trás do Marcos Valério.” Ele está na cadeia. 

Salvo a bancada da Papuda, os demais estão soltos.

Em 2009, quando foi instalada a primeira CPI para tratar exclusivamente da Petrobras, o comissariado disse que a iniciativa tentava tisnar a imagem da empresa. 

Resultou que ela tisnou a imagem do instituto da CPI e os petrocomissários continuaram nos seus afazeres. 

Paulo Roberto Costa estava na diretoria da Petrobras desde 2004. 

Em oito anos, amealhou pelo menos US$ 23 milhões.

A CPI de hoje é abrilhantada também pelos petistas Humberto Costa, José Pimentel e Sibá Machado. 

Nenhum deles, nem Marco Maia, deve vestir a carapuça da fala de Lula, mas jamais apontaram um achacador. 

“Paulinho” foi preso em abril pela Polícia Federal e em seu escritório foram recolhidas abundantes provas de seus malfeitos. 

Ele prestou um depoimento à CPI em junho e o senador Humberto Costa considerou-o “satisfatório”. 

“Paulinho” disse o seguinte: “A Petrobras não é uma empresa bandida nem tem bandidos em seus quadros.” 

Tinha pelo menos um, hoje confesso: ele próprio.

Nessa comissão, como na anterior, a bancada governista não se deu conta do risco que corria. 

Descobriu-o há poucas semanas, quando “Paulinho” começou a colaborar com a Viúva. 

De saída, devolverá os US$ 23 milhões guardados em sua conta suíça, revelação ocorrida no dia seguinte ao seu depoimento. 

Nessa faxina não houve a colaboração do PT.

Durante a campanha eleitoral de 2006, o comissariado encurralou o tucanato, acusando-o de ter tentado privatizar a Petrobras. 

Era mentira, mas deu certo. 

Passados oito anos, Lula requentou o truque, mas há uma diferença: uma pessoa de boa-fé podia acreditar que os tucanos quisessem privatizar a Petrobras, mas fica-lhe difícil achar que falar em petrorroubalheiras possa prejudicar a empresa.



Elio Gaspari é jornalista

Suspeito de matar assaltantes será indiciado por homicídio, diz polícia

Caso aconteceu em Cascavel em uma tentativa de assalto na terça (16).

De acordo com a polícia, homem tem 76 anos e foi preso em flagrante.

Do G1 PR
Donos do bar reagiram e atiraram contra o casal que tentava assaltar o bar em Cascavel (Foto: Reprodução RPC TV)Donos do bar reagiram a tentativa de assalto e mataram os
dois assaltantes. (Foto: Reprodução RPC TV)
O dono de um bar, suspeito de  matar um casal de assaltantes na tarde de terça-feira (16), em Cascavel, no oeste do Paraná, será indiciado por homicídio doloso, ou seja, com intenção de matar, conforme informou a Polícia Civil nesta quarta-feira (17).
Segundo a Polícia Civil, o homem de 76 anos foi preso em flagrante, e a Justiça deve decidir ser a ação foi em legítima defesa ou não. “
O inquérito já foi concluído e enviado ao fórum hoje [quarta-feira], já que a prisão foi feita em flagrante. 
Agora o juiz vai decidir se absolve”, disse o superintendente da delegacia de homicídios de Cascavel, Euclair Roberto Kaiser
De acordo com a Polícia Militar (PM), um casal armado entrou no bar e anunciou o assalto na terça-feira. 
O proprietário do bar e o filho de 48 anos, que também é dono do estabelecimento, reagiram. 
Eles bateram nos dois assaltantes, pegaram a arma e atiraram contra eles, ainda conforme a PM. 
Os ladrões morreram no local.
Na confusão, o homem de 48 anos foi baleado na perna e está internado no Hospital Universitário (HU). 
Ele também será detido quando receber alta médica porque, conforme a Polícia Civil, já que ele é suspeito de ajudar o pai a matar os assaltantes.
“Ele está hospitalizado sob escolta policial e, assim que tiver alta, ele vem para a delegacia. 
Se não tiver nenhuma medida cautelar até lá, ele deve ser preso”, afirmou o superintendente. 
O hospital informou que o estado de saúde dele não é grave.
Os corpos do casal de assaltantes foram encaminhados para o Instituto Médico-Legal (IML) de Cascavel, porém, ainda não foram identificados, segundo o IML

Pastor Davi Passamani abriu novo local de culto em fevereiro após renunciar cargo em igreja depois de investigações de crimes sexuais Polícia Civil disse que prisão preventiva foi necessária porque pastor cometeu crimes usando cargo religioso.

Advogado alegou que prisão do pastor faz parte de ‘conspirações para destruir sua imagem’. Por Thauany Melo, g1 Goiás 07/04/2024 04h00.    P...