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sexta-feira, setembro 12, 2014

Estragos provocados pela mineração em Minas Gerais



Sob uma frágil fiscalização, as consequências das ações promovidas por algumas empresas
mineradoras atuantes em Minas Gerais são irreversíveis e podem alterar, além das paisagens,
o curso e a contaminação das águas, além de poluir indiscriminadamente diversas localidades.

 
Por Pepe Chaves*
De Belo Horizonte-MG
 
Perigo e depredação ao lado de parque municipal: uma mineradora perfurou cratera artificial e atingiu o lençol freático.

Enquanto a água jorra enchendo essa cratera, nascentes da região estão sujeitas a secar nos próximos anos. 

O problema vem sendo ignorado e ninguém foi punido pelo crime ambiental na Serra do Curral, em Belo Horizonte.

 
Riquezas que destroem riquezas
 
Nos últimos séculos, paisagens de Minas Gerais vêm sendo alteradas drasticamente por conta da extração mineral. 

Com o substancial progresso obtido no maquinário para extração nessas últimas décadas, este processo que promove a degradação ambiental acelerou numa velocidade impressionante.
 
Se por um lado, em algumas pequenas localidades mineiras a chegada de empresas multinacionais para a exploração mineral é comemorada por gerar empregos e trazer progressos econômicos, por outro, os estragos deixados nas paisagens e, em alguns casos, nos cursos d'água, são evidentes e irreversíveis em alguns casos.
 
Por ser um estado da federação repleto de jazidas minerais das mais variadas estirpes, como o próprio nome indica, Minas Gerais, se tornou uma verdadeira mineração a céu aberto. 

Infelizmente isso ocorre, salvo em raros casos, que merecem a devida atenção de autoridades competentes a coibir excessos e crimes ambientais. 

Seja na região central (Grande BH), no Centro-Oeste do Estado, no Triângulo Mineiro ou no Vale do Aço, a indústria da extração mineral somada a de processamento de base (alto-fornos e fundições), além de depredar a paisagem natural, polui e extingue importantes mananciais aquíferos.
 
Tais impactos não promovem somente a degradação paisagística, senão uma queda na qualidade de vida das populações, além de considerável aumento de problemas diversos relacionados à saúde pública. 

Além disso, na maioria dos casos, devido aos processos de extração mineral, toda a fauna e flora de uma região acaba por ser afetada. 

A devastação de serras, matas e nascentes para fins exploratórios, acaba extinguindo espécies vegetais e animais endêmicas, que deveriam ser protegidas e preservadas.
 

 
A cratera das Mangabeiras vista de cima; dependências do parque municipal estão no canto superior esquerdo.
 
Aberração das Mangabeiras
 
Poucos desconhecem, mas na própria periferia de Belo Horizonte, a terceira capital do país, está uma das maiores aberrações ambientais, legada pela exploração mineral indiscriminada e sem o menor controle das autoridades ambientais. 

Fosse ela divulgada, decerto, competiria turisticamente (e ao avesso) com uma das maiores atrações da capital mineira, situada ao seu lado: o belo Parque das Mangabeiras, projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx.
 
Na região centro-sul de Belo Horizonte, bem ao lado do Parque Municipal das Mangabeiras, encravado na histórica Serra do Curral, uma enorme cratera foi aberta por uma mineradora [veja imagens acima] criando uma latente ferida ambiental. 

O trabalho de exploração no local que ficou conhecido como “Mina de Águas Claras” teve início há décadas, pela mineradora MBR, que posteriormente teve todo o seu seu patrimônio incorporado pela Vale.
 
Naquela mina, hoje desativada, de tão profunda, a escavação extravasou e alcançou o lençol freático, fazendo com que este vazasse inconsequentemente à superfície. 

 A imensa cratera que se vê, agora está enchendo de água e não se pode prever quando este processo deverá cessar. 

De acordo com especialistas ambientais consultados por nossa reportagem, esse fato poderá influenciar todo o lençol freático de uma extensa região ao redor da perfuração, podendo secar nascentes, à medida em que a água brota cada vez mais nessa imensa cratera artificial.
 
Em recente visita ao Parque Municipal das Mangabeiras, procurei obter informações sobre esse crime ambiental. 

Consegui falar com um antigo funcionário municipal lotado no Parque das Mangabeiras. 

Ele contou que é proibido se aproximar do "buracão" que, segundo informou, é considerado o lago mais profundo do mundo, com quase 200 metros de profundidade.
 
Esse estrago na “Mina de Águas Claras” pode ser visto em detalhes incríveis, através do aplicativo Google Earth

Inclusive, através do modo street do aplicativo, pode-se 'mergulhar' dentro do lago ou 'escalar' virtualmente os seus paredões artificiais [Busque no aplicativo: "Belo Horizonte, Parque das Mangabeiras"]. 

Apesar disso, o funcionário do parque nos contou que a empresa administradora do terreno mantém vigilantes no local e não permite a aproximação de ninguém, tampouco a tomada de imagens

Por segurança, ele nos desaconselhou uma visita às proximidades da cratera ou a sair dos limites do parque por aquela direção.
 
FEAM - Fundação Estadual do Meio Ambiente

Quanto à competência da Feam, órgão da Secretária de Estado do Meio Ambiente, no que concerne às questões do Meio Ambiente em Minas Gerais, é descrito no portal da entidade que, "A Feam tem por finalidade executar, no âmbito do Estado de Minas Gerais, a política de proteção, conservação e melhoria da qualidade ambiental no que concerne à prevenção, à correção da poluição ou da degradação ambiental provocada pelas atividades industriais, mineradoras e de infra-estrutura, bem como promover e realizar estudos e pesquisas sobre a poluição e qualidade do ar, da água e do solo. É responsável pela Agenda Marrom".

Contudo, fizemos uma busca no portal da Feam por "Serra do Curral" e nenhum tópico foi apresentado acerca desse destacado monumento natural de Belo Horizonte.
 
Silêncio de mineiro
 
Apesar da gravidade desse crime ambiental, até então, ninguém foi responsabilizado, seja pela Feam (Fundação Estadual do Meio Ambiente) ou qualquer outro órgão de fiscalização ambiental a nível municipal, estadual, ou federal. 

Enquanto esta ferida acesa parece velada junto às autoridades ambientais mineiras, ironicamente, ao lado desse verdadeiro “furúnculo ambiental” se situa um parque ecológico municipal de incomensurável beleza natural, contrastando, sobremaneira, com o estrago produzido no terreno vizinho.
 
Curioso é que a capital mineira, mesmo possuindo inúmeras publicações (inclusive, algumas especializadas em Ecologia e Meio Ambiente), além de jornais diários, rádios, internet e redes de tevê, se silencia diante esse imenso absurdo varrido para debaixo do vultuoso tapete das Mangabeiras. 

Até mesmo por envolver empresas e pessoas poderosas, raros foram aqueles que denunciaram publicamente os problemas da Serra do Curral. 

A imprensa mineira parece fingir que tal problema não existe ou teme abordá-lo e atiçar a ira dos mineradores que, por sinal, são também alguns dos principais anunciantes ou patrocinadores de destacados veículos da comunicação belorizontina. 

E, por incrível que pareça, estarmos aqui falando deste assunto, nesse minifúndio virtual, é o mesmo que aumentar o faturamento desses "calados" veículos de comunicação.
 
A cratera vista ao longe, mostrando a serra do Curral e o bairro das Mangabeiras.


 
A MMX de Eike e os TACs em Minas Gerais
 
Mas, se a imprensa de Belo Horizonte se cala diante um crime ambiental de tal envergadura - e não sabemos ao certo porque -, por outro lado, a imprensa paulista fez recentemente, uma grave denúncia sobre a atuação indiscriminada de mineradoras em Minas Gerais.
 
De acordo com publicação do jornal paulistano Folha de S. Paulo, em junho de 2011, a “MMX Mineração, empresa do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, é acusada pela mineradora Emicon, de Minas Gerais, de causar danos ambientais em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Emicon, os danos poderiam prejudicar o abastecimento de água na capital mineira. A MMX afirma que as denúncias ‘causam perplexidade’, pois os problemas ambientais na região são de ‘inteira e exclusiva’ responsabilidade da Emicon, que explorou minério de ferro no local antes da mineradora de Eike Batista”.
 
Ainda de acordo com a Folha, “A Emicon foi proibida de explorar a área por conta de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado em 2007 com o Ministério Público do Estado, que moveu uma ação contra a empresa por danos ambientais. 

A Emicon também foi obrigada a pagar quase R$ 7 milhões de indenização pelos danos e tem de manter outros R$ 21 milhões depositados como garantia de que o prejuízo será reparado. 

O TAC previu ainda que a MMX - que havia adquirido 10 milhões de toneladas de finos de minério da Emicon - deveria fazer reparos ambientais na área. 

Os finos são rejeitos que ganham valor econômico após beneficiamento. Para a retirada desse material, a MMX opera na área da Emicon desde 2008. A MMX tem também o direito de usar uma ‘barragem de rejeito’, onde são lançados os resíduos da operação”.
 
Na cidade de Itaúna, no centro Oeste do Estado, faz poucos anos, um grupo de empresas poluidoras do meio ambiente também firmou um TAC – através do empenho da então promotora Fernanda Honigmann Rodrigues - com o Ministério Público local, ficando acordado a criação de um parque ambiental recentemente entregue à população e que agora deverá ser gerido pelo município.
 
Saúde pública é ignorada
 
Se em algumas localidades as intervenções do Ministério Público vêm minimizar ou até mesmo, compensar os danos ambientais causados, noutras, a extração mineral é feita sob critérios precários e sem nenhuma fiscalização.
 
Na maioria das vezes, as mineradoras funcionam a céu aberto, mormente, na periferia de alguns municípios que abrigam suas unidades. Sem o menor critério para a extração, a mineração a céu aberto despende por ano, muitas toneladas de partículas finas, em alguns casos, de alto teor radioativo, que se mantém suspensas por muitos anos, reduzindo consideravelmente a qualidade do ar nessas regiões.
 
Populações de cidades como Araxá, no Triângulo Mineiro (mina de nióbio) e Itatiaiuçu, na Grande BH (mina de minério de ferro), comem poeira literalmente, ao respirar, por anos a fio, rejeitos e excessos das minerações misturados ao ar, após serem emanados sobre áreas urbanas. 

Nessas localidades os problemas respiratórios são bastante acentuados e, curiosamente, em Araxá, de acordo com informações locais, a incidência de câncer se mostra bem acima da média estadual.
 
Além de campanhas publicitárias e programas para capacitação de pessoal para os seus próprios quadros, poucas dessas empresas se preocupam, de fato, com o impacto ambiental e os danos causados à saúde pública, atrás do rastro de suas explorações. 

Com isso, políticas e medidas racionais que deveriam ser aplicadas, bem como a realização de estudos e previsões acerca dos impactos ambientais das mineradoras, quais deveriam passar por acompanhamento de órgãos governamentais, têm pouquíssimo ou nenhum efeito prático.
 
Aumento na demanda de ferro
 
Com o aumento da demanda chinesa e dos países orientais, a extração de minério de ferro em Minas Gerais para exportação segue em ritmo acelerado e jamais visto nos últimos anos. 

Após a compra de pequenas mineradoras por grandes corporações exportadoras de minerais, investimentos pesados estão sendo cada vez mais empregados na extração.
 
Contudo, o vultuoso incremento no faturamento dessas empresas, proporcionado em grande parte por conta do aumento das exportações na balança comercial brasileira, não compensou, sequer, uma pequena parte das avarias ambientais e inúmeros danos de toda ordem, causados na periferia de algumas cidades mineiras. 

É evidente que a falta de política e critérios para a prática de uma mineração racional tem afetado de maneira obtusa a qualidade de vida de muitas populações interioranas de Minas Gerais, como continuaremos a ver na segunda parte deste trabalho.
 
* Pepe Chaves é editor do diário digital Via Fanzine e dos portais UFOVIA, ASTROVIA e Rede VF.
 

Blog do Valter deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Gaspar Ordemiro Carvalho (Panela Cheia). deixou um...":


Meu querido amigo Gaspar Ordemiro Carvalho (Panela Cheia), sempre generoso nas palavras a meu respeito
Eu é que agradeço a sua participação no nosso evento do último dia 06, sábado.

Foram as pessoas generosas e especiais como você presentes ao evento, que garantiram o sucesso do mesmo, que teve como único objetivo, resgatar a verdade sobre a história de luta e dedicação desta educadora por excelência, ESTELA NOEMY BORGES, que os "donos" de Parauapebas tentaram apagar ao longo desses anos.

Hoje o mundo inteiro já está sabendo através do nosso blog, que e fundadora da educação de Parauapebas foi essa mulher guerreira e altruísta, que chegou neste município no começo de  1982, e plantou a semente do saber que germinou tanto, que hoje já temos escolas de ensino fundamental, nível médio, e até universidades.

Esperei todo esse tempo para ver se alguém deste município ligado a educação reconhecesse a importância da professora ESTELA NOEMY BORGES na educação do município, como ninguém se manifestou nessa questão, e um que se manifestou através de um jornal de sua propriedade sem nenhuma importância para a cidade, teve a cara de pau e o cinismo de publicar uma matéria falando que a Escola Eurides Santana foi inaugurada por uma senhora que morou neste município por alguns anos e depois foi embora da cidade.

Não colou essa mentira deslavada porque aonde eu estou, a mentira não prevalece.

Imediatamente fiz a matéria com a verdadeira fundadora da Escola Eurides Santana e pioneira da educação de Parauapebas, e publiquei no nosso quinzenário "BOCA NO TROMBONE DO ESTADO DO PARÁ".

Infelizmente em Parauapebas tem um grupelho de pessoas que tentam construir uma falsa história do município, excluindo pessoas que contribuíram para o desenvolvimento do mesmo dentro de suas possibilidades e habilidades profissionais, para construir uma história fictícia que só os membros desse "grupelho" apareçam como os verdadeiros "heróis" da fundação da cidade.


Sua ideia de solicitar da Câmara de Vereadores de Parauapebas através do seu presidente Josinetto Feitosa De Oliveira que destine a essa educadora que investiu sua vida na educação do município, e que como "presente" de grego ela recebe uma aposentadoria por invalidez por ter sido afetada por uma enfermidade proveniente do seu desgaste físico e mental como também o estresse da própria atividade educacional, merece um título de honra expedido por algum órgão público que reconheça a sua grande contribuição neste segmento profissional responsável pela condução do ser humano no caminho do saber intelectual que é a educação. 

Esperamos que os senhores vereadores sejam solidários a essa sua sugestão assim como foram na hora de concederem títulos honrosos que embora merecidamente, que não contribuiu para o município de Parauapebas neste quesito que a nossa heroína e guerreira solitária ESTELA NOEMY BORGES contribuiu.

Essa sua atitude solidária voltada para o reconhecimento da importância das pessoas que são uteis para a comunidade parauapebense amigo Gaspar, é que lhe faz essa pessoa especial perante a sociedade do nosso município.

Sou muito grato por ter você como meu amigo mais do que especial porque você sempre acreditou nas minhas boas intenções e sempre contribui nos eventos que realizo neste município visando a projeção e o enaltecimento do mesmo a nível estadual e até mesmo mundial através do nosso blog.

Só tenho a te agradecer pela sua indispensável amizade e da sua família.

Nesta oportunidade também quero registrar a participação do nosso prefeito VALMIR QUEIROZ MARIANO neste evento, que através da Secretaria Municipal de Cultura, na pessoa do seu abnegado Secretário FERNANDO VERAS, que já está mostrando a que veio, nos cedeu o espaço do CDC para a realização do evento, assim como também o prefeito bancou as passagens aéreas dos vencedores do "Prêmio Nacional de Literatura "EDUCADORA ESTELA NOEMY BORGES", residentes em Belém e no Rio de Janeiro.

No próximo ano se Deus nos permitir, iremos lançar o Concurso Nacional de Redação, em Barretos, São Paulo, para professores do Brasil inteiro, cuja recompensa principal para os vencedores será o "PRÊMIO ESTELA NOEMY BORGES".

Um grande abraço amigo Gaspar !

Você é um verdadeiro amigo que respeita e considera seus verdadeiros amigos.

OS PTralhas NÃO TÊM O MÍNIMO DE VERGONHA NA CARA. MARINA NÃO RECEBE DOAÇÃO DE CORRUPTORES. FORA DILMA E LEVA O PT CONTIGO.

Advogado Robson Cunha










Construtoras envolvidas em escândalo da Petrobras doam R$ 36 mi à campanha de Dilma

SÃO PAULO - Três construtoras envolvidas em escândalo de corrupção da Petrobras (PETR3; PETR4) doaram R$ 36 milhões à campanha de Dilma Rousseff à reeleição, segundo informações divulgadas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). 

As doações foram feitas pela OAS, Andrade Gutierrez e UTC, citadas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa como algumas das empreiteiras que teriam fechado contrato com a estatal mediante pagamento de propina a políticos.

As companhias aparecem entre as 20 maiores doadoras da campanha da petista, de acordo com os dados da segunda parcial de prestação de contas da campanha.

Entre as três, a construtora OAS fez as maiores doações, de R$ 20 milhões entre os dias 15 e 25 de agosto. 

A Andrade Gutierrez fez uma doação no valor de R$ 10 milhões, enquanto a UTC fez três transferências, totalizando R$ 6 milhões.

Em valores menores, a OAS também aparece como uma das doadoras da campanha de Aécio Neves (PSDB). A construtora doou R$ 2 milhões para o peessedebista nos dias 30 de julho e 4 de agosto.


COLABORAÇÃO DO MEU AMIGO ROBSON CUNHA - ADVOGADO E FUNCIONÁRIO PÚBLICO MUNICIPAL.

Comandante da UPP Nova Brasília morre após tiroteio no Rio


Ele foi baleado no peito, passou por cirurgia, mas não resistiu.
Troca de tiros entre policiais e bandidos começou às 14h30.

 

Do G1 Rio
Comandante da UPP Nova Brasília morreu após tiroteio  (Foto: Divulgação/Polícia Militar) 
Comandante da UPP Nova Brasília morreu após tiroteio (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
 
 
O comandante da UPP Nova Brasília, capitão Uanderson Manoel da Silva, 34 anos, morreu no início da noite desta quinta-feira (11), após ser alvejado com um tiro no peito. 

Segundo a polícia, o oficial participou de uma troca de tiros com suspeitos de pertencer ao tráfico de drogas no Conjunto de Favelas do Alemão, Zona Norte do Rio. 

O comandante chegou a passar por uma cirurgia no tórax, mas morreu por volta das 19h30. 

De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora, ele chegou a ser levado para a Unidade de Pronto Atendimento do Alemão e encaminhado para o Hospital Getúlio Vargas. 

O tiroteio ocorreu por volta das 17h30. 

Segundo a PM, o capitão Uanderson estava há 11 anos na Polícia Militar. Ele trabalhou no 14º BPM (Bangu), 15º BPM (Caxias) e 41º BPM (Irajá). 

O oficial comandava a UPP Nova Brasília há 3 meses. 

O PM era casado e tinha uma filha. Ainda não há informações sobre o enterro do policial.

Às 19h42, segundo a polícia, homens do Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope), permaneciam na região buscando os criminosos que mataram o oficial.

Mais cedo, um tiroteiro assustou os moradores da comunidade. Por volta das 14h30, policiais do Grupamento Tático de Polícia de Proximidade (GTPP) da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, no Complexo do Alemão, estavam em patrulhamento pela localidade conhecida como Campo do Seu Zé quando encontraram com homens armados que atiraram contra os agentes, segundo a polícia. 

Os PMs revidaram e os bandidos fugiram deixando para trás 58 papelotes de cocaína, 10 pedras de crack e duas motos.

Pouco depois, ainda segundo a polícia, militares da UPP Fazendinha encontraram Raian Dias da Rocha, de 20 anos, que foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento com ferimentos causados por disparos de arma de fogo. Raian foi transferido para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. O caso foi registrado na 45ª DP (Alemão).

'Tentativas como essa não nos intimidam'
Em nota, o governador Luiz Fernando Pezão lamentou a morte do comandante “que morreu trabalhando em defesa da paz dos moradores do Alemão” e destacou “não vamos permitir que bandidos tirem covardemente a vida dos nossos policiais”.


O governador reiterou que o estado não vai retroceder na política de pacificação e enfatizou o processo de instalação de UPPs no Conjunto de Favelas da Maré. 

“Amanhã (sexta-feira), vamos formalizar a permanência do Exército na Maré para darmos continuidade ao processo de pacificação na comunidade com a futura instalação de UPPs. 

As unidades têm sofrido ataques de marginais que tentam a todo custo desmoralizar o programa. 

Tentativas como essa não nos intimidam”, afirmou.

Inauguração
A UPP Nova Brasília, que fica no Conjunto de Favelas do Alemão, foi inaugurada em abril de 2012 juntamente com a UPP Fazendinha. 


Quando foi aberta a  UPP Nova Brasília contava com 340 policiais para atender 25 mil pessoas a partir da estação Itararé do teleférico. 

A unidade é responsável pela segurança das localidades Ipê Itararé, Mourão Filho, Largo Gamboa, Cabão, Joaquim de Queiroz, Loteamento, Prédios, Aterro I e Aterro II.

Entregas restritas
Como mostrou o G1 no dia 31, o medo da violência está levando varejistas a restringir entregas no Complexo do Alemão, apesar da região abrigar bases de uma Unidade de Polícia Pacificadora. 


Na ocasião, duas das maiores redes varejistas confirmaram ao G1 que as entregas em determinados locais da região estão restritas em função da criminalidade e destacaram que a lista de endereços considerados perigosos é flutuante, ou seja, varia conforme o registro de atos violentos.

Nova Brasília e Fazendinha foram as primeiras comunidades a receber UPP no Conjunto de Favelas do Alemão (Foto: Editoria de Arte / G1)
 

quinta-feira, setembro 11, 2014

Prefeito Valmir Mariano é homenageado pela OAB Pará




Nesta quarta-feira (10), o prefeito de Parauapebas, Valmir Queiroz Mariano, compareceu ao auditório do Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia em Belém, durante a abertura da IV Conferência dos Advogados do Estado do Pará, à convite do presidente da OAB-PA, Jarbas Vasconcelos, para receber o prêmio Ordem do Mérito Advocatício.


A honraria é concedida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a personalidades que tenham se destacado por suas atividades e contribuições em defesa da advocacia, da justiça, dos direitos humanos, do estado democrático de direito da Ordem dos Advogados do Brasil, especialmente no Pará.

Ao ser perguntado sobre a premiação que recebera da OAB, Valmir Mariano, agradeceu a honraria e exaltou o prestígio da instituição. 

“É gratificante o reconhecimento para nós que somos do interior do estado e vindo de uma entidade com tanta respeitabilidade como a OAB então é uma satisfação enorme. 

Sem dúvida, um dos maiores prêmios que já recebi” reconheceu.

A Conferência

A cada três anos a Ordem dos Advogados do Brasil realiza, por força regimentar, um grande encontro com todos os advogados, bacharéis, estagiários inscritos em seus quadros e acadêmicos de direito para discutir teses e diretrizes de atuação para os três anos seguintes.

Na Conferência dos Advogados do Estado do Pará, que este ano acontece de 10 a 12 deste mês, são trocadas experiências jurídicas e acontecem palestras, mini cursos, workshops, oficinas, bem como temas relevantes para os advogados e, consequentemente, para a cidadania e para toda a sociedade são discutidos.

















Anderson George

Prefeitura Municipal de Parauapebas | Assessoria de Comunicação Social
Núcleo de Imprensa | imprensa@parauapebas.pa.gov.br
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Pastor Davi Passamani abriu novo local de culto em fevereiro após renunciar cargo em igreja depois de investigações de crimes sexuais Polícia Civil disse que prisão preventiva foi necessária porque pastor cometeu crimes usando cargo religioso.

Advogado alegou que prisão do pastor faz parte de ‘conspirações para destruir sua imagem’. Por Thauany Melo, g1 Goiás 07/04/2024 04h00.    P...