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quinta-feira, agosto 07, 2014

Prova da professora “black bloc” Camila Jourdan, da UERJ, faz proselitismo sob o pretexto de ensinar filosofia


Um aluno de filosofia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) me manda um troço que é mesmo do balacobaco! Trata-se de uma espécie do símbolo do desastre intelectual que acomete os cursos da chamada área de “humanidades” das universidades brasileiras, especialmente das públicas. 

É claro que há pessoas pensando com seriedade nos corpos docente e discente instituições afora. 

É claro que há ilhas de excelência. 

Mas é evidente que essa não é a regra.

Lembram-se de Camila Jourdan, a tal professora de filosofia da UERJ que é, digamos, uma espécie de farol dos black blocs do Rio? 

É uma das que tiveram prisão preventiva decretada e depois revogada. 

Em sua casa, foram encontrados artefatos explosivos. 

Pelo visto, a doutora não acredita que a arma de uma intelectual seja uma… caneta, ou um livro, ou um teclado. 

Estão preparados? 

Vejam a prova que a “doutora” Camila aplicou a seus alunos. 

Volto em seguida.
Prova de lógica
Retomo
Seria apenas folclórico não fosse um procedimento extremamente autoritário. 

Obviamente, a prova da doutora induz os alunos a desfazer supostas falácias lógicas que, na prática, endossam os preconceitos da professora. 

Ou seja: ela quer contestar as falácias com as quais não concorda empregando como instrumento aquelas com as quais concorda. 

Camila não está preparada para ensinar, mas para doutrinar. 

É ridículo! 

É patético!

Esse desastre não é de agora. 

De forma larvar, começou com as Marilenas Chauis lá da década de 80, quando a filosofia era mero pretexto para a pregação política. 

Nesta terça-feira, por exemplo, milhares de alunos, professores e funcionários da USP são reféns de uma suposta greve decretada por uma minoria de extremistas que só se criam no ambiente universitário. 

Com dinheiro público.

Eu olho cheio de vergonha para a “prova” que vai acima. 

O pressuposto do pensamento é ele ser livre. 

Nada impede a doutora Camila de pensar o que lhe der na telha, mas que renuncie, então, ao emprego público no Estado que ela não respeita, diz ser autoritário e expressão da violência de uma classe.

Hoje, meus caros, quase tudo está ao alcance das mãos. 

Pesquisem. 

Não se pratica esse tipo de proselitismo vagabundo em lugar nenhum do mundo. 

A universidade brasileira não é um dos reinos da ineficiência por acaso.

A propósito: quem não concorda com a pregação da “doutora” deve fazer o quê? Pedir uma prova alternativa? 

O mais nefasto nessa história não é Camila ser adepta de uma prática doidivanas, mas, na condição de “mestra”, conspurcar a própria teoria.

É um desastre intelectual, sim, mas também é um desastre moral e ético!

Por Reinaldo Azevedo

A adesão a candidatura do Gesmar 55100 cresce a cada dia



 
É um candidato muito preparado, ótimo gestor e de um QI altíssimo! 
 
Certamente é o representante que a região de carajás precisa, na ALEPA.

Rodolfo Augusto Ramos Gesmar é gestor, provou ser competente, fez em 15 meses oq ninguem resolveu em 25 anos, Tem história política, mora em Parauapebas desde 1983, é com certeza o candidato mais preparado

Deyse Adryane Dutra Que bom seria se todas as cidades, principalmente as que compõe o futuro estado de Carajás, tivesse o conhecimento do profisionalismo deste homem. 
 
Quando uma pessoa pega a incubência de levar àgua aos quatro cantos de Parauapebas. 
 
Sem ser profissional na área, onde a 24 anos se promete viabilizarem a mesma, e nunca saiu da promessa, aí acontece que a vontade do povo se sobressai, e lendo o sr. 
 
Valmir, esse mesmo determina que o Gesmar cumpra o que foi prometido, e assim o fez. 
 
Com qualidade e competência, criou sua equipe dando a estrutura necessária e a conduziu com firmeza e sobre tudo inteligência. . 
 
Homens assim fazem toda diferença, não só na àgua, mais em qualquer setor que venhamos precisar e solicitar da determinação dele. 
 
Existem alguém como ele ! Sim, até que possa existir... 
 
A diferença está como fazer, pois o Gesmar faz com carinho e muita competência, e com certeza, melhores dias estão por vim, estamos todos juntos.. #RumoAVitoria #EuVotoGesmar55100...

Maria Cardoso É o nosso candidato
EU VOTO NO GESMAR PELA CAPACIDADE DEMONSTRADA DURANTE UM ANO E MEIO À FRENTE DO SAAEP, REALIZANDO O SONHO DE TODA UMA POPULAÇÃO DE TER ÁGUA NA TORNEIRA DE SUAS CASAS.

Governo do Estado vai à justiça contra aumento da tarifa de energia no Pará



O Governo do Estado do Pará, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE), protocola nesta quinta-feira (7), uma Ação Civil Pública na Justiça Federal para que o Poder Judiciário intervenha e não permita que seja praticado o aumento da tarifa de energia pelas Centrais Elétricas do Pará (Celpa), conforme autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

A PGE espera que a ação seja julgada já nos próximos dias. No último dia 5 de agosto, o governo federal autorizou o novo reajuste solicitado pela Celpa, de 34,34%, para os consumidores residenciais, e 36,41% para a indústria.


Com a ação, definida pelo governador Simão Jatene após reunião com a equipe técnica do governo ainda na noite de quarta-feira (6), o Estado busca motivar que o poder judiciário não permita o reajustes acima da inflação registrada no período, que em 2013 ficou em 5,91% e que, no acumulado deste ano foi de 4,17%. 

O texto da ação da PGE lista alguns motivos alegados pela Aneel e Celpa para promover o reajuste, como uma situação conjuntural no setor elétrico, em função do baixo volume de chuvas que teria obrigado o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a recorrer a usinas térmicas para garantir o suprimento de energia em todo o país, ainda que a custos mais elevados.

Na ação, a Procuradoria levanta alguns pontos que teriam influenciado diretamente na decisão da Aneel em autorizar o aumento da tarifa solicitado pela Celpa, como a política energética definida pelo governo federal através da MP 579, convertida na Lei nº 12.783/2013. 

Na proposta, o Governo Federal tratou de possíveis reduções dos encargos setoriais, entre outros aspectos, e buscava a adesão das empresas geradoras de energia elétrica ao novo modelo, traçado pela MP 579, com a renovação das concessões. 

Porém, apenas a Eletrobrás optou pela renovação. 

Já as demais empresas decidiram manter os contratos antigos.

Com isso, segundo a PGE, o Governo Federal precisou revisar para baixo suas estimativas de redução tarifária de 57 R$/MWh para 42 R$/MWh. 

Ainda assim, o governo federal manteve a redução de 20% prometida ao consumidor final, através de subsídio do Tesouro Nacional, ainda que os custos fossem maiores que os previstos.

“Diante dessa situação emergencial, criada por uma estratégia equivocada, o Governo Federal procurou reequilibrar economicamente as distribuidoras através de um empréstimo sem juros de R$ 10 bilhões, a ser pago em cinco anos, a partir de 2014, por aumento nas tarifas. 

Posteriormente, o primeiro pagamento foi adiado para 2015. 

No entanto, os preços no mercado de energia em 2014 foram superiores aos de 2013, ocasionando novo desequilíbrio financeiro, ainda maior”, destaca Caio Trindade, Procurador Geral do Estado.

Segundo Caio Trindade, a intenção do reajuste foi levada adiante sem transparência ou mesmo participação da sociedade, representando “ofensa aos princípios da modicidade e da informação, além de ‘abusar do direito’ ao atingir todos os consumidores paraenses, o que legitimou e motivou a apresentação da Ação Civil Pública”. 

Para o governo do Estado, conforme argumenta a PGE, o consumidor paraense, na verdade, estaria sendo obrigado “a pagar os custos da irresponsável política de energia elétrica levada a cabo pelo Governo Federal através da Aneel”, diz a PGE.

O texto da ação ainda enfatiza que “essa conjuntura, verdadeira justificativa para o aumento abusivo autorizado pela Aneel, é imputável exclusivamente ao Governo Federal, que atuou de maneira negligente e omissa. 

Os custos de uma política tarifária artificialmente mantida, somados ao total descaso com uma conjuntura que já se avizinhava, levaram ao reajuste autorizado pela agência reguladora”, afirma Caio Trindade.

Na ação, o Governo do Estado pede que a Justiça Federal determine à Celpa que não promova ou venha a praticar o reajuste autorizado pela Aneel, sob pena de multa diária no valor de R$ 1 milhão. 

A ação ainda solicita que o reajuste se detenha apenas ao patamar estipulado pelo índice de inflação registrado no período.


 Fonte: Agência Pará.

É "estarrecedora" a incompetência da Dilma!



Achei "estarrecedora" a resposta dada pela presidente Dilma sobre questionamento de um assessor da Secretaria Geral da Presidência na formulação das perguntas aos diretores da Petrobras, na CPI da Petrobras do Senado Federal.

Dilma disse textualmente: Acho "estarrecedor" ser necessário uma pessoa não ligada à Petrobras, que é um setor oligopólio, formular peguntas sobre a Companhia".  

Devo corrigir à presidente Dilma em três pontos. 
 
O primeiro ponto é uma correção sobre a afirmação dela. 
 
A Petrobras exerce o "monopólio" na área de petróleo, conforme prevê a Constituição da República, ao invés de ela dar a entender que a Petrobras participa do setor "oligopolizado".  

O segundo ponto é sobre as perguntas a serem formulados pelos parlamentares na CPI da Petrobras. 
 
O que está em pauta não é propriamente sobre assunto do gás e óleo, como presidente Dilma, quis fazer entender na resposta, mas sim sobre o "volume financeiro" da operação de compra da refinaria Pasadena.  
 
Lembrando também à presidente Dilma de que o TCU junto com o MPF levantou "volume financeiro" super-faturado que fora desembolsado pela Petrobras na compra da referida refinaria.

O terceiro ponto é a interferência direta da presidente Dilma, claro, através de seus assessores e líderes no Senado Federal para interferir na condução da CPI da Petrobras.
 
Basta ouvir as declarações do assessor da Secretaria Geral da Presidência como também os discursos do líder no Senado, o senador Humberto Costa.  
 
Só mesmo "otário" não percebe que a presidente Dilma interfere diretamente na investigação sobre a compra "super-faturada" da refinaria Pasadena.

É "estarrecedor" também, uma presidente da República tentar influir nas decisões técnicas do TCU e do MPF pelo bloqueio de bens dos diretores da Petrobras envolvidos na compra "super-faturada" da refinaria Pasadena.  
 
A presidente Dilma, "negocia" o "não bloqueio" de bens da atual presidente da Petrobras, Graça Foster.  
 
Uai, qual é a graça que tem a Graça Foster a não ser por detalhe de ser companheira da luta armada no regime militar de 1964? 
 
Quer dizer que sendo presidente pode pratica "lobby" para evitar pior para sua companheira?  

No fundo, no fundo, a presidente Dilma quer evitar que o assunto compra "super-faturada" da refinaria de Pasadena não alcance ela.  
 
Dilma presidente, já disse em declarações anteriores que assinou documentos autorizando a compra da refinaria "super-faturada" da Pasadena, "sem ler".  
 
Em outra declaração ela disse que assinou o documento autorizando a compra "super-faturada" sem ter conhecimento do detalhe importante da operação.  

Enfim, sobre a presidente Dilma, quanto ao episódio da compra "super-faturada" da refinaria de Pasadena concluo que ela se enquadra numa das seguintes situações:
a)  Dilma é incompetente para exercer função de presidente da República. 
 
Assina documentos sem ler.
 
b) Dilma está envolvido até o pescoço com a compra "super-faturada" da refinaria Pasadena. Está com medo.
 
c) Dilma está à serviço da quadrilha do Lula. 
 
Ela é poste dele.
 
d) Dilma deve ser afastado do cargo de presidente do País, pela ladroagem e incompetência.
 
e) Todas opções anteriores.

O mais recente episódio da interferência explícita da Dilma presidente na CPI da Petrobras no Senado Federal, mostra que o Brasil é uma "ré-pública" de banana
 
Desculpe usar da sinceridade!  
 
Vou ter que acostumar a comer muitas bananas!  

Quem quer banana? Quem quer?

 
 
 
Ossami Sakamori
 


do dia 07 de agosto de 2014.

Pastor Davi Passamani abriu novo local de culto em fevereiro após renunciar cargo em igreja depois de investigações de crimes sexuais Polícia Civil disse que prisão preventiva foi necessária porque pastor cometeu crimes usando cargo religioso.

Advogado alegou que prisão do pastor faz parte de ‘conspirações para destruir sua imagem’. Por Thauany Melo, g1 Goiás 07/04/2024 04h00.    P...