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domingo, julho 13, 2014

Seca histórica no rio Tietê muda a paisagem de Salto, em SP

Cachoeira desaparece e surpreende turistas. Estiagem transforma trecho do Tietê em riacho praticamente de esgoto.













A falta de chuva no estado de São Paulo provocou uma seca histórica no rio Tietê - e mudou drasticamente a paisagem de muitas cidades, como Salto, no interior.


A reação dos turistas é de espanto. "Eu vim ver a cachoeira. Realmente, ela não está aqui, viu? Desapareceu", diz Marcio Conrado. 

É difícil acreditar, mas existia uma grande cachoeira que não costumava secar nem no período da estiagem.

 Neste trecho, o rio Tietê já baixou mais de oito metros. Mas é do alto que se tem um impacto melhor da seca no rio. Agora, em vez da água, são as pedras que dominam a paisagem.

O leito do rio em Salto ficou praticamente todo à mostra. Pedras que não eram vistas há mais de 70 anos. Situação bem diferente da registrada no mês de março, quando o rio ainda estava cheio. 

Mas com a estiagem dos últimos meses, o grande Tietê virou um riacho praticamente de esgoto. 
     
"Aqui sobra menos de 10% do volume natural. Os municípios têm uma coleta ineficiente, um
tratamento de esgoto baixíssimo.

E, hoje, a gente tem praticamente esgoto correndo na calha do rio, com o leito do rio praticamente seco", explicou Malu Ribeiro, da SOS Mata Atlântica.
A seca revelou também a sujeira do maior rio paulista. Resíduos de todo o tipo: capacetes, calçados, milhares de garrafas pet. 

Para os moradores, tristeza. 

“Salto é uma cidade turística. 

Agora, além dessa espuma, tem este odor que exala deste material poluente e espanta as pessoas que gostariam de visitar a cidade", comentou o ambientalista Francisco Moschini.



sábado, julho 12, 2014

Rocha que lembra taça da Copa do Mundo atrai turistas na Tailândia

Formação rochosa fica no Parque Nacional Pa Hin Ngam.
Turistas fizeram fila para tirar foto com 'taça de pedra'.

Do G1, em São Paulo
 
Visitantes do Parque Nacional Pa Hin Ngam, na província de Chaiyaphum, na Tailândia  fizeram fila neste sábado (12) para tirar fotos com uma formação rochosa no local, que lembra o formato da taça da Copa do Mundo.

A final do Mundial será realizada neste domingo (13), e Alemanha e Argentina disputam o título no estadio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Visitantes sobem em formação rochosa que lembra formato da taça da Copa do Mundo em parque na Tailândia (Foto: AP)Visitantes sobem em formação rochosa que lembra formato da taça da Copa do Mundo em parque na Tailândia (Foto: AP)
 
Rocha com formato curioso fica no parque nacional Pa Hin Ngam, em Chaiyaphum, na Tailândia (Foto: AP)'Taça de pedra' fica no parque nacional Pa Hin Ngam, em Chaiyaphum, na Tailândia (Foto: AP)

Comerciante deixa de usar água em casa para atender clientes em bar


Racionamento já causa transtornos em bairros de Sorocaba.
Moradores reclamam que horário informado não está sendo cumprido.

Adriane Souza Do G1 Sorocaba e Jundiaí
Rodízio de água em bairros das regiões do Éden e Cajuru, em Sorocaba (Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1)Dono do bar deixou de usar água em casa para atender clientes no comércio (Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1)
 
Os moradores dos quase 30 bairros que passam pelo racionamento de água em Sorocaba estão enfrentando sérios problemas. Segundo eles, o horário de abastecimento informado pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) não está sendo cumprido e, com isso, pessoas como o comerciante José Francisco Bernardo, estão tendo dificuldades para armazenar água. 

“Não tem horário, deixei a caixa d' água enchendo a madrugada inteira”, diz.
Dono de um bar conhecido no bairro Cajuru, José contou ao G1 que deixou de fazer várias atividades em casa para receber os clientes que assistirão à partida entre Brasil e Alemanha, na tarde desta terça-feira (8).

 “Deixamos louça e roupa sem lavar em casa para deixar a caixa d' água cheia e abastecer o bar. 

Se não fosse assim, corro o risco de perder os clientes”, complementa José, que tem dois reservatórios que armazenam mais de 500 litros água e que foram completamente cheios na madrugada.

Apesar do tambor estar cheio de água, a aposentada Elvira Soares da Silva, usa várias táticas para economizar.

 “Hoje, tive água até as 10h, mas amanhã não sei como vai ser. Por isso, deixei o tambor cheio e lavei toda minha roupa pela manhã”, conta a dona de casa, se lamentando por ter que lavar tudo com as próprias mãos, aos 69 anos de idade, apesar de ter máquina de lavar. 

“Tem que rezar para Deus mandar chuva para nós, pois não vejo outra saída”, complementa. Sua família inteira está tomando banho de caneca e acumulando louça para lavar quando a água aparecer.

Rodízio de água em bairros das regiões do Éden e Cajuru, em Sorocaba (Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1)Na loja do comerciante Adolfo da Silva, só sobraram 3 caixas d'água que estavam com defeito (Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1)
 
A palavra acúmulo também faz parte da rotina da família do aposentado Djalma Rodrigues dos Santos. Com oito pessoas dependentes da sua caixa d'água – incluindo um bebê e dois idosos acamados – a esposa do aposentado acumula as roupas para lavá-las uma única vez na semana.

 “Logo meus sogros ficarão sem roupa de cama e não teremos água nem para beber”, diz. 

Para ele, a culpa de toda esta situação é da falta de planejamento do Saae.

“O Saae nunca investiu de verdade no nosso bairro, que cresceu muito e depende de um abastecimento limitado”, avalia o aposentado.

Lucro repentino
 
O anúncio do racionamento fez com que um comércio do Éden vendesse todo o estoque de caixas d'água em apenas dois dias.


 “Foi um aumento de 300%, nunca vi nada parecido nos 25 anos desta loja. 

A insegurança das pessoas é muito grande, sem saber o que vai acontecer realmente”, ressalta o comerciante Adolfo Bernardo da Silva.

Rodízio de água em bairros das regiões do Éden e Cajuru, em Sorocaba (Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1) 
Elvira estende roupas que lavou sem máquina
(Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1)
 
Rodízio de água em bairros das regiões do Éden e Cajuru, em Sorocaba (Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1)José mostra caixa de água: abastecerá o bar no
 jogo do Brasil (Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1)
 
Rodízio de água em bairros das regiões do Éden e Cajuru, em Sorocaba (Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1) 
Maria carrega baldes com água que guardou da
máquina de lavar (Foto: Eduardo Ribeiro Jr./G1)
 
A cabeleireira Solange Furukawa mora junto com a mãe, a aposentada Maria do Carmo Inácio, e costuma guardar a água da lavagem das roupas para economizar.

 “É muito comum economizar água na nossa casa, mas o quintal é lavado sempre, por causa dos cachorros."

Na avaliação de muitos moradores, a situação só irá piorar se não houver economia por parte da população.

Outro lado
 
Por meio de nota, o Saae explica que está "afinando" o sistema de rodízio de distribuição de água, para que o abastecimento nos horários divulgados sejam cumpridos.


 “O corpo técnico e operacional está se desdobrando e fazendo o possível para cumprir os horários estipulados, para que a população possa se preparar. 

É justamente nessa ‘afinação’ do rodízio que a autarquia está trabalhando neste momento”, destaca o trecho da nota.

Os moradores dos bairros que fazem parte do racionamento que necessitarem de caminhões-pipa devem fazer a solicitação nos telefones 0800-7701195 e (15) 3224.5800. 

“O Saae enfatiza mais um vez que a colaboração de todos será fundamental para que esse sistema de rodízio não se prolongue e, para isso, lembra que o uso racional da água, com a máxima economia, deve ser observado por toda a população dessa região da cidade”, conclui.

Rodízio
 
No último dia 2 o Saae começou uma obra emergencial para captar água de represas particulares para ajudar a reestabelecer o nível da Represa do Ferraz, que abastece os bairros da zona industrial da cidade, mas a medida não foi suficiente para manter o fornecimento daquela região 24 horas por dia.


A nova medida estabelece um rodízio no abastecimento em todos os bairros pertencentes às regiões do Cajuru e Aparecidinha, no período das 6h às 18h.

Na região do Cajuru, ficarão sem água nesse período o Jardim Village Cajuru, Villa Borghesi, Jardim Nilton Torres, Três Marias, Terras de Arieta, Jardim Maria dos Prazeres, Vila dos Dálmatas, Jardim dos Reis, Vila Verona e Jardim Rubi, enquanto que na região de Aparecidinha terão o fornecimento de água tratada interrompido o Jardim das Flores, Jardim Josane, Vila Amato, Jardim Topázio, Jardim Ouro Branco e Jardim Nova Aparecida.

Estiagem na região
 
A falta de chuvas tem afetado milhares de pessoas diariamente na região oeste do Estado. 


Em Itu, os moradores convivem com racionamento desde 5 de fevereiro. 

A medida afetava, a princípio, apenas os bairros mais altos da cidade, em dias alternados. 

Mas, com o prolongamento da seca e a diminuição do nível dos reservatórios que abastecem a cidade, a empresa Águas de Itu estendeu o racionamento a todos os bairros. 

Mais de 100 mil moradores são afetados diretamente pela falta d'água.

Em Salto, a estiagem prolongada alterou a paisagem da cidade. 

O nível do rio Tietê está tão baixo que centenas de pedras que estavam submersas há mais de 70 anos agora estão expostas. 

Onde havia uma grande queda d’água há apenas quatro meses, agora há apenas um pequeno riacho. 

"Quando comparo com minha infância, dá pra ver que a situação está feia", diz Camilo Ziviani, morador local.

Estiagem em Salto (Foto: Reprodução/TV TEM)Estiagem revelou pedras escondidas há mais de 70 anos em Salto (Foto: Reprodução/TV TEM)
 

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