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quarta-feira, maio 28, 2014

Brasileira é presa suspeita de enviar ao Japão corpo de amiga pelo correio


Brasileira de 29 anos foi detida na China.
Ela pode ser extraditada para o Japão.

 

Da EFE
Foto sem data definida mostra a vítima, a enfermeira Rika Okada, de 29 anos (Foto: Jiji Press/AFP) 
Foto sem data definida mostra a vítima, a enfermeira Rika Okada, de 29 anos.
(Foto: Jiji Press / Via AFP Photo)
 
 
Uma brasileira de 29 anos foi detida na China, suspeita de ter enviado pelo correio no Japão o cadáver de sua amiga dentro de um pacote, informou nesta quarta-feira (28) a polícia da cidade de Osaka, onde a vítima morava.

A brasileira - cujo nome não foi divulgado - de ascendência japonesa foi colega de colégio da vítima segundo a imprensa japonesa, tinha se apresentado na véspera ao consulado japonês de Xangai, onde as autoridades a entregaram à polícia chinesa.

Os policiais de Osaka (no oeste do país) devem solicitar ao país vizinho a extradição da brasileira para o Japão.

Na terça (27) , a polícia japonesa divulgou ter encontrado o corpo de Rika Okada, uma enfermeira de 29 anos que estava desaparecida desde 21 de março, em um depósito de Hachioji, na região metropolitana de Tóquio.
Local onde o corpo da enfermeira Rika Okada, de 29 anos, foi localizado após ter sido entregue pelo correio no Japão (Foto: Jiji Press/AFP)Local onde o corpo da enfermeira Rika Okada, de 29 anos, foi localizado após ter sido entregue pelo correio no Japão. (Foto: Jiji Press / AFP Photo)
 
 
O corpo tinha uma dúzia de ferimentos de arma branca, estava dentro de uma gaveta que tinha escrita a palavra "ningyo" (bonecas em japonês) e foi enviado pelo correio no nome da própria vítima e de seu endereço em Osaka.

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As autoridades também informaram que o depósito de guarda-móveis tinha sido alugado usando o cartão de crédito de Okada e que ele estava no mesmo condomínio em que a mulher detida mora.

Ela saiu de Tóquio com destino a Xangai em um voo comercial em 3 de maio usando o passaporte da vítima.

Logo antes de seu desaparecimento, Okada publicou em seu perfil no Facebook que se encontraria com uma velha amiga, a quem não via há uma década

terça-feira, maio 27, 2014

Protesto contra a Copa termina em confronto com a polícia no DF


Índios que ocuparam marquise do Congresso se juntaram à manifestação.
Policial militar foi atingido por uma flecha disparada por um dos indígenas.

 

Ricardo Moreira, Lucas Nanini e Raquel Morais Do G1 DF
Indígena mira flecha antes de acertar perna de policial durante protesto em Brasília (Foto: Reprodução/TV Globo)Indígena mira flecha antes de acertar perna de policial durante protesto em Brasília (Foto: Reprodução/TV Globo)
 


A 16 dias da abertura da Copa do Mundo, um protesto contra o mundial da Fifa terminou em confronto com a polícia militar do Distrito Federal nesta terça-feira (27) e gerou um congestionamento que praticamente parou o trânsito na área central de Brasília. 

Segundo a PM, cerca de 2,5 mil pessoas participaram da manifestação, entre as quais um grupo de 300 índíos que desembarcou na capital federal para protestar contra mudanças nas regras de demarcação de terras indígenas.

Indígena atira flecha contra policial durante protesto em Brasília nesta terça-feira (27). (Foto: Lunae Parracho/Reuters) 
Durante o conflito, índios cercaram PMs a cavalo. (Foto: Lunae Parracho/Reuters)
 
 
Em meio ao protesto, um policial militar do pelotão de cavalaria foi atingido por uma flecha disparada por um indígena.  

O policial ferido foi submetido a uma cirurgia para retirar o artefato da perna, informou a PM.

Imagem capta momento em que flecha atirada por indígena atinge perna de policial durante protesto em Brasília (Foto: Reprodução/TV Globo) 
Imagem capta momento em que flecha atirada por indígena atinge a perna de um policial do pelotão de cavalaria do DF (Foto: Reprodução/TV Globo)
 
 
O índio que disparou a flecha não foi preso, mas apreendido pelo fato de a legislação considerá-lo inimputável. 

A assessoria da Polícia Militar informou que ele vai assinar um termo de compromisso na delegacia e será liberado. 

A Funai deverá cuidar dos trâmites legais de responsabilização, segundo a PM.

De acordo com o Conselho Indigenista de Missionários, dois índios também ficaram feridos com bombas de gás lacrimogêneo disparadas pelo Batalhão de Choque.

Alvo dos manifestantes, o Estádio Nacional Mané Garrincha completou um ano no dia 18 de maio. 

A arena substituiu o antigo Mané Garrincha e vai receber sete partidas do Mundial, entre as quais um jogo da Seleção. 

As obras da arena, que custaram cerca de R$ 1,2 bilhão aos cofres do governo do Distrito Federal, estão sendo questionadas pelo Tribunal de Contas do DF por suspeitas de superfaturamento.

Marcha e conflito

O protesto contra a Copa em Brasília teve início por volta das 17h, quando integrantes de movimentos sociais se concentraram na rodoviária do Plano Piloto para criticar os gastos públicos na Copa e reclamar de problemas nas áreas de habitação, saúde e educação


Na rodoviária, este grupo se juntou a familiares do auxiliar de serviços gerais Antônio de Araújo, que, há um ano, sumiu após uma abordagem policial na cidade satélite de Planaltina e aos indígenas que mais cedo haviam ocupado a marquise do Congresso Nacional.

Após a concentração, os manifestantes saíram em marcha pelo Eixo Monumental, uma das principais vias de Brasília, em direção ao Estádio Nacional Mané Garrincha. 

De acordo com a Polícia Militar, os manifestantes aproveitaram madeiras e pedras de restos de obras na Feira da Torre de TV, um dos pontos turísticos de Brasília que fica próximo ao estádio, para tentar agredir os policiais.

Na tentativa de evitar que o grupo se aproximasse da arena que será palco de sete jogos da Copa, os 900 policiais mobilizados para o protesto passaram a disparar bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes.

O protesto ocorreu durante visitação pública à Taça da Copa do Mundo, que encerra, em Brasília, um tour pelas cidades-sedes do evento da Fifa. 

O ex-jogador e tetracampeão mundial Bebeto participou da exposição no estacionamento do estádio Mané Garrincha.

Alegando falta de segurança, a organização do evento fechou o acesso do público assim que os manifestantes começaram a entrar em confronto com a PM.

Responsável pela exposição no estádio, a Coca-Cola lamentou que o protesto tenha impedido que centenas de pessoas conseguissem visitar a taça da Copa do Mundo nesta terça-feira. 

Por meio de nota oficial, a empresa classificou as manifestações como parte do "processo democrático" e afirmou que a visitação desta quarta (28), que começa às 9h, está mantido.

Brasileira é suspeita em caso de corpo enviado pelo correio no Japão



Corpo de enfermeira desaparecida há dois meses foi encontrado em garagem após ser despachado de Osaka para Tóquio.Japonesa desapareceu há dois meses e seu corpo foi encontrado com várias perfurações (Foto: Reprodução TV japonesa/BBC)

Japonesa desapareceu há dois meses e seu corpo foi encontrado com várias perfurações (Foto: Reprodução TV japonesa/BBC)
A polícia japonesa investiga o caso de uma enfermeira cujo cadáver foi enviado de Osaka para Tóquio por um serviço de entrega expressa. 

O corpo de Rika Okada, de 29 anos, percorreu cerca de 400 quilômetros e foi descoberto em uma caixa de papelão de 2 metros. 

No formulário de entrega, o conteúdo da encomenda foi descrito como sendo uma "boneca".

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A caixa estava dentro de um contêiner alugado – espaço muito usado por japoneses como garagem ou depósito – na cidade de Hachioji, subúrbio da capital japonesa.

Mas a "encomenda" foi entregue primeiro em um apartamento, alugado em nome de uma brasileira, cuja identidade não foi divulgada pela polícia.

Os investigadores suspeitam que a brasileira e uma mulher chinesa possam estar envolvidas em um possível assassinato de Rika. 

As duas viajaram no início do mês para Xangai, na China, e não voltaram mais ao Japão.

A brasileira se entregou nesta terça-feira (27) ao Consulado Geral do Japão em Xangai. 

A polícia japonesa havia solicitado sua extradição porque ela teria viajado com um passaporte japonês falso, informou a emissora Fuji TV. 

Além do documento, a polícia suspeita que a brasileira tenha usado os cartões de crédito de Rika. 

O valor total dos gastos passa de US$ 10 mil (mais de R$ 22 mil).

A empresa transportadora disse que o pacote foi enviado de Osaka em nome de Rika. 

Segundo a polícia, o depósito onde estava o corpo foi alugado também em nome da japonesa morta e pago com o cartão de crédito dela.

Os investigadores descobriram mais de uma dezena de perfurações no corpo da vítima, possivelmente feitas com uma faca, mas não encontraram ferimentos defensivos nos braços, segundo a imprensa local.

Caso complicado

O caso teve início com o desaparecimento da enfermeira, há dois meses. 


No dia 21 de março, ela não apareceu mais ao hospital onde trabalhava. 

A mãe da vítima também não conseguiu mais entrar em contato com sua filha, mas só resolveu procurá-la agora. 

Quando foi ao apartamento onde Rika morava sozinha, em Osaka, a mulher encontrou manchas de sangue.

Pouco antes do desaparecimento, a japonesa havia escrito em sua página no Facebook que estava indo se encontrar com uma amiga que não via há muitos anos.

A brasileira e a japonesa teriam estudado juntas em um colégio de Osaka. 

Pelo teor da mensagem postada na rede social, Rika estava ansiosa e contente pelo reencontro.

Segundo o jornal "Sankei", o pai da brasileira disse que a filha saiu de casa depois de uma briga, há três anos, e nunca mais entrou em contato com a família. 

"Eu nem sabia que ela estava morando em Tóquio", declarou ao periódico.
O corpo da enfermeira foi encontrado em um contêiner de aluguel, usado como depósito (Foto: Reprodução TV japonesa/BBC)Corpo de enfermeira foi achado em contêiner de aluguel usado como depósito (Foto: Reprodução TV japonesa/BBC)

ARTE NA PISTA

No mês da comemoração dos 26 anos de emancipação política e administrativa do município de Parauapebas, o governo Valmir Queiroz Mariano, presenteou a cidade com exposição de fotos do cotidiano da cidade, feitas pelos fotógrafos Anderson Souza, Irisvelton Silva e Filipe Borges, espalhadas ao longo da estrada que liga Parauapebas a Marabá. 

Iniciativa inédita em uma administração que sempre procura valorizar a arte em todas as suas vertentes, como é o caso da "fotografia arte", como podemos contemplar através das fotos a seguir.  

Parabéns ao prefeito Valmir Queiroz Mariano pela iniciativa de permitir a população parauapebense ter acesso a essas belas peças de artes fotográficas, registrando cenas do cotidiano do município mais rico em potencial do Brasil !








Treze creches vão beneficiar crianças da faixa etária de 4 meses a 3 anos de idade





As famílias de crianças na faixa etária de 4 meses a 3 anos de idade poderão contar com o serviço de creches públicas em Parauapebas, a partir deste ano. 

Ao todo, 13 unidades serão entregues para a comunidade no biênio 2014/2015 para atender a esse público, podendo estender-se também para crianças de 4 a 5 anos (pré-escola).


A inauguração da primeira creche está prevista para ocorrer em agosto deste ano, no Bairro Casas Populares II. 

A segunda, localizada no Bairro Jardim Canadá, já teve a obra iniciada. 

Essas duas unidades e as outras nove que serão construídas na cidade são frutos de parceria celebrada entre os governos municipal e federal.


Por meio da parceria, a Prefeitura de Parauapebas se responsabiliza pela doação da área em que serão construídas as creches, seguindo os padrões e critérios do Ministério da Educação (MEC), e pela mobília e manutenção da unidade de ensino. 

Já o governo federal, por meio do programa Proinfância, constrói a obra civil.


De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), das nove creches que ainda serão construídas, cinco já estão com as áreas prontas e com o contrato da obra assinado. 

Elas serão construídas nos seguintes bairros: Cidade Jardim, Minérios, Guanandi, Beira Rio II e Moradias Melhores (Casas Populares). 

As obras devem iniciar em agosto deste ano. 

As obras das outras quatro creches aguardam fechamento do termo de compromisso entre as partes.


As áreas em que serão construídas as unidades de ensino infantil passaram por um processo de avaliação junto à esfera federal, que exigia principalmente legalização da área e o tamanho adequado.


Totalizando as 13 unidades, a Semed deve entregar reformadas, até o final de 2014, duas creches que foram doadas pela empresa Vale, localizadas nos bairros Guanabara e Liberdade.
 

PROGRAMA PROINFÂNCIA


O governo federal criou o Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), por considerar que a construção de creches e de pré-escolas, bem como a aquisição de equipamentos para a rede física escolar desse nível educacional, é indispensável à melhoria da qualidade da educação.


As unidades construídas no âmbito do Proinfância são dotadas de ambientes essenciais para a aprendizagem das crianças, como salas de aula, sala de informática, bibliotecas, sanitários, fraldários, recreio coberto, parque, refeitório, entre outros ambientes que permitam a realização de atividades pedagógicas, recreativas, esportivas e de alimentação, além das administrativas e de serviço.




Fotos: Anderson Souza Karine Gomes

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Prefeitura inaugura 1º Centro de Inclusão Produtiva na cidade


A Prefeitura de Parauapebas inaugurou na última sexta-feira (23) o 1º Centro de Inclusão Produtiva, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas).

O Centro tem como finalidade fomentar ações e programas de inclusão produtiva, através da Diretoria de Trabalho, Emprego, Renda e Cidadania (Dterc), com intuito de favorecer a inserção no mercado de trabalho, seja por meio do emprego formal, do empreendedorismo ou de empreendimentos da economia solidária.

A inauguração contou com as presenças da secretária municipal de Assistência Social, Leudicy Leão; do presidente da Câmara Municipal, vereador Josineto Feitosa; secretário de Cultura, Fernando Veras; diretora do Dterc, Suely Guilherme; além de representantes da Secretaria de Obras e do Gabinete do Prefeito.

Na ocasião, foi inaugurado o auditório da repartição pública com nome da irmã Adélia Maria Rosato Dalla Nora, uma homenagem à missionária que há mais de 30 anos atua na região, preocupada com a vida do povo, especialmente da mulher-mãe.

Localizado Rua 4, nº 106, Bairro Primavera, o 1º Centro de Inclusão Produtiva conta com a seguinte estrutura física: recepção, quatro salas administrativas, três salas de aulas, cozinha industrial, auditório, duas salas de oficinas temáticas (artesanato e cabeleireiros), banheiros masculino e feminino, inclusive para pessoa com deficiência física.

O Centro promoverá iniciativas de oferta de qualificação sócio-profissional e intermediação de mão de obra que visem a colocação dos beneficiários em postos de emprego com carteira de trabalho e previdência assinada, de apoio a micro-empreendedores e a cooperativas de economia solidária. Para tanto, o órgão conta com a seguinte estrutura organizacional:

Coordenadoria de Inclusão Produtiva

Tem como objetivo buscar, além da produção, a ampliação da capacidade de autogestão econômica e social das comunidades, por meio da vivência e troca de experiências sobre formas coletivas de organização da produção, da promoção de arranjos produtivos viáveis e sustentáveis, reconhecendo o papel de protagonista ativo das comunidades na promoção do seu próprio desenvolvimento. 

Portanto, deve ter a perspectiva do fortalecimento das formas organizativas, da sustentabilidade e da segurança da autonomia, prevista na PNAS (Política Nacional de Assistência Social) e da articulação com as políticas setoriais que têm competência específica no processo de desenvolvimento local e econômico.

Gerência de Economia Solidária e Empreendedorismo

Objetiva estimular a ampliação e o fortalecimento dos pequenos negócios e apoiar o micro-empreendedor individual (MEI), com prioridade para aqueles que são beneficiários do Bolsa Família. São desenvolvidas ações para trazer o MEI para a formalidade e prestar assistência técnica a esses empreendedores, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). 

A inclusão produtiva urbana articula, ainda, com os bancos públicos iniciativas que visam a ampliar o microcrédito produtivo e orientado, com a redução da taxa de juros, aumento da oferta de linhas de crédito e ampliação do apoio técnico.

Gerência de Qualificação Profissional

Tem como objetivo coordenar as ações de qualificação profissional existentes no âmbito da Semas, dando suporte técnico ao Programa Acessuas Trabalho (cursos ofertados pelo sistema S através do Pronatec-MDS); cursos ofertados por instituições não governamentais e outros conforme demanda.  

A gerência conta também com uma equipe técnica que coordena as orientações profissionais e vocacionais dos alunos inseridos em nossas qualificações.

Com esse conjunto de iniciativas, o 1º Centro de Inclusão Produtiva converte-se em uma estratégia de superação da extrema pobreza baseada em políticas de geração de renda e inserção no mercado de trabalho.


Fotos: Luciana Queiroz, Deicharles Damascena e Jhony Murilo  | Semas

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Bom dia, meus amigos!

Valmir Queiroz Mariano - Prefeito de Parauapebas - Pará. 





























 
Compartilho com vocês mais uma grande conquista do nosso governo. Quando eu recebi o município não tínhamos creches públicas para atender as nossas crianças. 



E todos nós sabemos que isso é muito importante para centenas de famílias de nossa cidade, por isso estamos trabalhando para entregarmos, até 2015, 13 creches que vão beneficiar crianças de 4 meses a 3 anos de idade. 

Das 13 unidades, 2 foram doadas pela Vale e as outras 11 creches são fruto de parceira entre o município e o Governo Federal. 

Justiça recebe denúncia contra cinco militares pela morte de Rubens Paiva


Réus vão responder por homicídio e ocultação de cadáver do ex-deputado.
Em março, coronel revelou torturas na ditadura à Comissão da Verdade.
Do G1 Rio
 
Militar da reserva desmente a versão oficial para o desaparecimento do deputado cassado Rubens Paiva durante a ditadura (Foto: rede globo)MPF encontrou novas provas e denunciou cinco militares reformados no caso (Foto: TV Globo)

A Justiça Federal do Rio de Janeiro recebeu nesta segunda-feira (26) a denúncia feita pelo Ministério Público Federal do Rio (MPF-RJ) contra cinco militares reformados do Exército pelo homicídio e ocultação de cadáver do ex-deputado Rubens Paiva durante a ditadura militar. 

Os réus também são acusados de associação criminosa e três deles ainda responderão por fraude processual. 

Os militares ainda podem recorrer da decisão de acordo com o MPF.

De acordo com as investigações do MPF-RJ, a tortura e o assassinato de Rubens Paiva aconteceram dentro do Destacamento de Operações de Informações (DOI). 


O ex-comandante do DOI, general José Antônio Nogueira Belham, e o ex-integrante do Centro de Informações do Exército no Rio (CIE), Rubens Paim Sampaio, foram denunciados por homicídio triplamente qualificado. 

Segundo a promotoria, eles podem pegar até 37 anos e meio de prisão.

O coronel reformado Raymundo Ronaldo Campos e os militares Jurandyr Ochsendorf e Souza e Jacy Ochsendorf e Souza são acusados de ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa armada. 


Se somadas as penas previstas para os três crimes, os acusados podem pegar mais de 10 anos de prisão, segundo o MPF.

Na denúncia, o Ministério Público Federal pediu ainda que os militares tenham suas aposentadorias cassadas e que os órgãos militares retirem medalhas e condecorações obtidas por eles ao longo de suas carreiras.

Na decisão, o juiz federal Caio Márcio Gutterres Taranto ressaltou que “a qualidade de crimes contra a humanidade do objeto da ação penal obsta a incidência da prescrição”. 


“O homicídio qualificado pela prática de tortura, a ocultação do cadáver (após tortura), a fraude processual para a impunidade (da prática de tortura) e a formação de quadrilha armada (que incluía tortura em suas práticas) foram cometidos por agentes do Estado como forma de perseguição política”, assinalou.

O advogado Rodrigo Roca, que representa o general José Antônio Nogueira Belham e os coronéis Raymundo Ronaldo Campos e Rubens Paim Sampaio, disse que o Ministério Público Federal está buscando, em princípios do direito internacional, uma justificativa para sustentar suas demandas. 


Mas o direito penal brasileiro tem regras claras e aplicáveis ao caso Rubens Paiva. 

Para ele, as leis que devem ser aplicadas são as nacionais.

Roca disse ainda que vai impetrar um habeas corpus para o trancamento da ação e vai ajuizar uma reclamação no STF para preservar a autoridade de suas decisões sobre a aplicação da lei da anistia em crimes daquela época.

Novas provas


O MPF-RJ elaborou a denúncia após obter novas provas do caso no sítio do coronel reformado do Exército Paulo Malhães no dia 24 de abril. 


Ele morreu em casa nesse dia, depois que a casa foi invadida por três homens armados. 

Um mês antes de morrer, Paulo Malhães, de 76 anos, revelou à Comissão da Verdade que o corpo do ex-deputado Rubens Paiva, morto em 1971 durante a ditadura militar, foi jogado em um rio de Itaipava, na Região Serrana do Rio.


Ele falou também de outras pessoas torturadas no local que ficou conhecido como "Casa da Morte", em Petrópolis, na Região Serrana. 

Malhães coordenou o Centro de Informações do Exército no Rio (CIE) durante a ditadura militar.

Após mandado de busca e apreensão na casa de Malhães, o MPF-RJ apreendeu documentos que comprovavam a participação dos cinco militares denunciados nos crimes. 


Durante as investigações, o coronel Raymundo Ronaldo Campos também confessou que a "fuga" de Rubens Paiva foi uma "encenação cinematográfica". 

O Ministério Público Federal afirma que tem a confissão gravada.

Em declarações publicadas no jornal "O Globo", em março, o coronel Paulo Malhães também já havia revelado o destino dado ao corpo do ex-deputado Rubens Paiva. 

Ele foi torturado e morto em dependências militares no Rio. Segundo Paulo Malhães, os restos mortais foram enterrados numa praia e, mais tarde, desenterrados e jogados ao mar.

O coronel Paulo Malhães confirmou parte dessa história à Comissão da Verdade

De acordo com o depoimento à comissão, o coronel confirmou ser ele o responsável pelo desaparecimento de Rubens Paiva. 

No entanto, segundo a Comissão da Verdade, o coronel apresentou uma versão diferente e disse que o corpo do ex-deputado teve o mesmo destino de outras vítimas da ditadura: um rio em Itaipava.

Ainda segundo a comissão, as informações eram compartilhadas nas Forças Armadas

“Havia conexão entre as três forças sempre, entre as polícias militar, civil e sempre o comandante do Exército, ministro e o ditador no caso. 

A gente não pode chamar nenhum deles de presidente. 

Sabiam de tudo e sempre davam as ordens”, afirmou.

O advogado José Luiz Franco Júnior, que defende o general José Antônio Belham, afirmou que o militar estava de férias na época do desaparecimento de Rubens Paiva e que uma ação penal não é cabível porque o fato ocorreu no período coberto pela lei da anistia. 


O advogado dos coronéis Raymundo Campos e Rubens Paim Sampaio declarou que as leis que devem ser aplicadas nesse caso são as nacionais.

O Ministério Público considerou que os crimes não prescreveram e nem podem ser incluídos na lei de anistia porque são crimes contra a humanidade. 

O procurador da república Sérgio Suiama  disse que baseou a denúncia na decisão de uma corte internacional.

Morte de Malhães


O coronel reformado Paulo Malhães foi morto dentro de casa, no bairro Ipiranga, na área rural de Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, no dia 24 de abril, pouco mais de um mês após revelar à Comissão da Verdade que o corpo de Rubens Paiva foi jogado em um rio. 


Segundo a Divisão de Homicídios da Baixada, a casa do coronel de 76 anos foi invadida por volta das 13h do dia 24. 

Segundo sua mulher, Cristina Batista Malhães, ela e o caseiro teriam sido feitos reféns até as 22h.

De acordo com depoimento prestado pela viúva do coronel, pelo menos três homens – um deles com o rosto coberto – invadiram o sítio de Malhães. 


Os criminosos fugiram levando armas que o oficial colecionava e dois computadores.

Rogério Pires, caseiro do coronel reformado Paulo Malhães, foi preso cinco dias depois da invasão pela Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) por suspeita de participação no crime que causou a morte do militar. 


Pires teria facilitado a ação dos bandidos que invadiram o sítio de Malhães. 

De acordo com a DHBF, o homem confessou o crime e foi preso por latrocínio (roubo seguido de morte) após prestar depoimento.


COMENTÁRIO:

Nem eu e nem a maioria dos brasileiros tem dúvidas de que a morte deste coronel reformado Paulo Malhães, foi simplesmente uma "QUEIMA DE ARQUIVOS", por ele ter começado a abrir a "caixa preta" dos crimes praticados pelos seus colegas de farda, no período do regime militar no Brasil. 

O Ministério Público Federal pode investigar a fundo que tem muita coisa por trás da morte deste coronel reformado.

No município de Parauapebas, estado do Pará, o ex-vereador JOÃO PRUDÊNCIO DE BRITO foi assassinado em 19 de setembro de 1991, tendo como autores intelectuais deste bárbaro assassinato, o então prefeito  Faisal Faris Mahmud Salmen Hussain, e todos os vereadores que fizeram parte da primeira legislatura do município, após a sua emancipação em 10 de maio de 1988. 

E a estratégia para encobrirem o crime,  foi acusar a ex-esposa do vereador de ter encomendado a sua morte para deixar transparecer que havia sido crime passional, o que levou-a a ficar presa por nove meses de forma totalmente arbitrária.  

Os métodos utilizados por mafiosos do crime organizado para encobrirem motivos de assassinatos sempre são parecidos. 

Já que o crime do Rubens Paiva não prescreveu, faço um apelo ao MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, ao MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, ao CONSELHO MUNDIAL DOS DIREITOS HUMANOS e ao SENADO FEDERAL, que apurem esse crime bárbaro, contra um também político, no exercício do seu mandato de vereador, que por ter sido o Presidente de uma CPI que apurava os crimes praticados contra o erário municipal, pelo então ALCAIDE DE SOQUEIRA em conluio com os EDIS da primeira legislatura, foi assassinado. 



Valter Desiderio Barreto - Jornalista.

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