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terça-feira, maio 13, 2014

Prefeito de Parauapebas Valmir Queiroz Mariano inaugura diversas obras em comemoração aos 26 anos de emancipação do município



Em 10 de maio de 1988, surge o mais novo município do estado do Pará, os quatro gestores que administraram-no, não souberam fazer o dever de casa como administradores.

Durante 25 anos de mandato de seus antecessores, a população parauapebense não passou de cobaias dos "dublês" de prefeitos.

O município foi elevado a categoria de cidade, porém com status de corruptela.

Para sair dessa situação constrangedora em relação aos demais municípios do Brasil, foi preciso a população que já não aguentava mais eleger prefeitos incompetentes e inconsequentes, eleger um engenheiro competente e empresário bem sucedido, para promover uma reviravolta neste município considerado o mais rico em potencial do Brasil, visto que no mesmo, existe a mineradora Vale, que figura no cenário mundial, como a 2º  maior empresa exploradora de minério do mundo.

Valmir Queiroz Mariano está provocando uma grande revolução neste município que no último dia dez do mês em curso com a presença do governador Simão Jatene, inaugurou uma das inúmeras obras a nível de primeiro mundo, que foi o mercado municipal do município.

Em pouco mais de um ano de governo, esse grande empresário e empreendedor, já construiu mais obras do que os seus quatro antecessores que só se preocuparam com seus umbigos. 


No último dia 09 do mês em curso, no distrito do Cedere I, o prefeito Valmir Queiroz, através do SAAEP, inaugurou um sistema de abastecimento de água suficiente para levar água para as torneiras de inúmeras famílias que ali residem, que viviam reclamando aos antigos gestores, por esse direito sagrado de ter água potável em suas torneiras por mais de 16 anos, e que só agora, foram atendidos pelo atual gestor. 

Parabenizamos ao prefeito Valmir Queiroz Mariano e toda a sua equipe de governo que está provando que servidores públicos só conseguem produzir em órgãos públicos, se tiver diante dos mesmos, um administrador competente e que tenha uma sábia voz de comando assim como o competente prefeito Valmir Mariano tem.



Texto e fotos: 
Jornalista Valter Desiderio Barreto.
































Esta é a grande obra do prefeito Valmir Queiroz em benefício da comunidade do Cedere I



























































Essa foi a obra deixada pelas gestões anteriores a do prefeito Valmir Queiroz



Polícia indicia pai, madrasta e amiga por morte de Bernardo Boldrini no RS

Pai e madrasta são apontados como mentores do crime de homicídio.
Menino de 11 anos foi encontrado morto em Frederico Westphalen, RS.

 

Estevão Pires Do G1 RS, em Três Passos

Entrevista coletiva Três Passos, RS, Caso Bernardo (Foto: Estêvão Pires/G1)Entrevista coletiva ocorreu em Três Passos e apresenta inquérito do Caso Bernardo (Foto: Estêvão Pires/G1)
 
 
Os três suspeitos da morte do menino Bernardo Boldrini, o pai Leandro Boldrini, a madrasta Graciele Ugulini e a assistente social Edelvânia Wirganovicz, foram indiciados por homicídio qualificado na tarde desta terça-feira (13). 

Já Evandro Wirganovicz, irmão da assistente social, cujo carro foi visto próximo ao local onde o corpo foi enterrado um dia antes do assassinato, não foi apontado pela polícia como autor do crime. 

Conforme a polícia, seguem as investigações para esclarecimento da sua participação.

 Veja como foi a coletiva.

A investigação apontou que Leandro Boldrini atuou no crime de homicídio e ocultação de cadáver como mentor, juntamente com Graciele. 

Ele também auxiliou na compra do remédio Midazolam em comprimidos, fornecendo a receita azul. 

Leandro e Graciele arquitetaram o plano, assim como a história para que tal crime ficasse impune.

Receita de Leandro Boldrini foi usada para compra de remédio (Foto: Fábio Almeida/RBS TV)Receita de Leandro Boldrini foi usada para compra de remédio (Foto: Fábio Almeida/RBS TV)
 
 
A principal prova é o auto da necropsia, a análise toxicológica, que comprova a presença do medicamento Midazolam no corpo do menino. 

Já as provas documentais, segundo a polícia, comprovam a aquisição de notas fiscais e receituais do remédio, da soda cáustica, além do testemunho da compra das ferramentas. 

Ao todo, foram colhidos mais de 100 depoimentos, que informam a desarmonia familiar e o descaso do pai e da madrasta com Bernardo.


O inquérito apresenta também interceptações telefônicas indicando acerto entre os autores para que Leandro fosse inocentado, já após a prisão. 

Outra prova destacada pelas delegadas responsáveis pelo caso é a gravação de um vídeo que mostra as duas suspeitas retornando de Frederico Westphalen, sem Bernardo, e na sequência o descarte de objetos relacionados ao crime.

Release Caso Bernardo Três Passos, RS (Foto: Estêvão Pires/G1) 
 
Documento aponta indiciamentos do caso
Bernardo (Foto: Estêvão Pires/G1)
 
 
Entre as qualificadoras do homicídio citadas no indiciamento está o fato de que Edelvania recebeu dinheiro para colaborar na empreitada criminosa, bem como teria ajuda financeira para quitar as parcelas do seu apartamento. 

Outra qualificadora, segundo a polícia, é que a motivação que desencadeou a ação criminosa foi a desarmonia de relacionamento familiar estabelecida, ou seja, o fato de Bernardo "atrapalhar" a vida do casal Leandro e Graciele.

O inquérito cita ainda que a dissimulação impossibilitou a defesa da vítima, já que, para convencer Bernardo a acompanhar Graciele, o casal informou que ele buscaria um aquário, com o qual o menino estava muito empolgado. 

Também consta como qualificadora o meio utilizado para cometer o homicídio, com a aplicação de uma injeção letal, sendo dito para a vítima que era para se "benzer".

Através de uma coletiva de imprensa em Três Passos, Região Noroeste do Rio Grande do Sul, Caroline Bamberg Machado, delegada titular do inquérito, Cristiane de Moura e Silva Bauss, delegada regional de Três Passos, Guilherme Wondracek, Chefe de Polícia do estado, Mário Wagner, diretor do departamento de polícia do interior, e Marion Volino, delegado da região, apresentaram a conclusão do inquérito que investiga o assassinato. 

O documento foi finalizado com 11 volumes e mais de duas mil páginas, e levado por agentes da Polícia Civil do município ao Fórum durante a manhã.

Leandro Boldrini, Graciele Ugulini e Edelvania Wirganovicz foram presos na noite de 14 de abril, quando o corpo foi encontrado em uma cova em Frederico Westphalen, no norte do estado, a 80 km de Três Passos. 

Já a prisão de Evandro Wirganovicz ocorreu no último sábado (10), sendo o último fato novo após a investigação. 

O carro dele foi visto próximo ao local onde o corpo foi enterrado um dia antes do assassinato.
Delegada caso Bernardo coletiva (Foto: Reprodução/RBS TV) 
Delegada Cristiane esclareceu inquérito policial do Caso Bernardo (Foto: Reprodução/RBS TV)
 
 
Além dos documentos, foi entregue também à Justiça a bicicleta de Bernardo e uma caixa com pertences, entre eles uma faca. 

Durante as investigações, houve suspeita de que o menino estava com o objeto quando desapareceu, no entanto a bicicleta foi encontrada na escola. 

Com o inquérito em mãos, a Justiça deve dar vistas para o Ministério Público (MP) receber a documentação e, posteriormente, definir se vai oferecer denúncia contra os indiciados.

Por meio da assessoria de imprensa, o MP informou que o órgão deve oferecer denúncias contra os indiciados até sexta-feira (16), antes do prazo legal estabelecido de cinco dias. 

Na ocasião, a promotora Dinamárcia Maciel vai detalhar o caso em uma entrevista coletiva. 

O acompanhamento direto da promotora junto à Polícia Civil agilizou os procedimentos da investigação.

MP dá parecer favorável à prisão preventiva dos três indiciados

O Ministério Público de Três Passos deu parecer favorável à decretação da prisão preventiva de Leandro Boldrini, Graciele Ugulini e Edelvânia Wirganovicz, indiciados pelo homicídio e ocultação do cadáver do menino Bernardo. 


Agora, cabe ao magistrado da comarca do município deferir ou não.

Em seu parecer, a Promotora de Justiça Dinamárcia Maciel numera três fundamentos. 

O primeiro é a garantia da ordem pública. 

O segundo é que a medida é importante para a conveniência da instrução criminal. 

O terceiro argumento é que a prisão preventiva é fundamental para assegurar a aplicação da lei penal.

"Algumas testemunhas inquiridas relataram o medo e o temor que tinham de sofrer represálias por parte do casal Leandro Boldrini e Graciele Ugulini. 

Ambos teriam referido, em alto e bom tom, que poderiam pagar assassinos contratados para dar cabo à vida de quem deles falasse mal, por exemplo", disse a promotora.
O inquérito entregue pela Polícia Civil será analisado pela promotora Dinamárcia Maciel e a expectativa é que as conclusões do Ministério Público sejam apresentadas ainda nesta semana, até sexta-feira (16).

Indiciamentos

O pai, a madrasta e a assistente social foram indiciados pelos crimes de homicídio qualificado, com os qualificadores "mediante paga ou promessa de recompensa, motivo fútil, meio insidioso, dissimulação e recurso que impossibilitou a defesa da vítima", conforme a polícia, e ocultação de cadáver.


Leandro Boldrini: atuou no crime de homicídio e ocultação de cadáver como mentor, juntamente com Graciele. 

Ele também auxiliou na compra do remédio Midazolan em comprimidos, fornecendo a receita azul. 

Leandro e Graciele arquitetaram o plano, assim como a história para que tal crime ficasse impune.

Graciele Ugulini: mentora e executadora do delito de homicídio, bem como da ocultação do cadáver.
Edelvânia Wirganovicz: executora do delito de homicídio e da ocultação do cadáver.
Público entrevista coletiva Três Passos, RS, Caso Bernardo (Foto: Estêvão Pires/G1) 
Público participou de entrevista coletiva em Três
Passos (Foto: Estêvão Pires/G1)
 
 
Contradições reafirmam versão de que casal planejou crime, diz polícia

O menino Bernardo Boldrini foi registrado como desaparecido na polícia de Três Passos no domingo, 6 de abril. Segundo a delegada Cristiane de Moura da Silva Bauss, depois de receber o registro do desaparecimento de Bernardo, chamou a atenção da polícia a ida de Graciele para Frederico Westphalen, além de algumas contradições sobre a visita à cidade, colhidas durante os três depoimentos dos, então, suspeitos.


Durante o depoimento, Graciele contou que deu medicamentos a Bernanrdo. "Ela [Graciele] teria dito que havia dado um comprimidinho para que ele [Bernardo] não passasse mal no caminho e que lá [em Frederico Westphalen], eles iriam para uma benzedeira onde ele ia levar um 'piquezinho'", contou a delegada Cristiane, durante a coletiva.

Nas investigações, uma amiga de Graciele afirmou à polícia que a enfermeira contou que Leandro e ela queriam matar o menino. Segundo o delegado Volino, a mulher teria começado a planejar o assassinato. "Durante as buscas pelo menino, eles [Leandro e Graciele] tentaram passar uma impressão de harmonia entre o casal e que Bernardo era bem tratado em casa", apontou Volino.

Uma amiga de Graciele informou que  foi procurada por ela e relatou que queriam [o casal] matar Bernardo"
Carolina Bamberg, delegada
 
A delegada Caroline apontou mais indícios que apontam que o casal planejou o assassinato. "Temos uma testemunha que é amiga de Graciele, informando que final de janeiro foi procurada por ela que relatou que ela e Leandro queriam matar Bernardo. 

Ela teria dito que ele só não matou o menino porque não tinha um poço", disse Caroline.

"Eles mataram o menino na sexta-feira e disseram que se deram conta somente no domingo. Foram três dias. 

Como essa amiga referiu a ideia da morte do Bernanrdo, se apavorando com a situação de que o pai queria matar o menino, a Graciele não fez nenhuma proposta para ela. Isso foi há quatro meses", completou a mulher.

Outra contradição é o depoimento de três testemunhas diferentes que relataram que Leandro disse que Bernardo não havia levado o telefone celular. "Quando Leandro procurou por Bernardo nas casas e efetuou ligações no domingo à noite, ele disse 'como eu vou achar esse guri se ele não levou o telefone?', sendo que ele disse em depoimento que ligou para o filho", concluiu Caroline.

Para a delegada, o casal nunca se mostrou preocupado com o desaparecimento. "Desde o início, Leandro se mostrava sereno e, em todos os momentos, demonstrava estar tranquilo quanto ao desaparecimento de Bernardo. 

Era essa a impressão que ele nos passava. 

O casal parecia até satisfeito com o sumiço do menino", salientou.

Advogado diz que pai de Bernardo é inocente

O indiciamento do cirurgião Leandro Boldrini por participação como "mentor" do assassinato do filho Bernardo, de 11 anos, irritou o advogado do médico, Jader Marques. 


Logo depois da divulgação do inquérito pela Polícia Civil, Marques disse ter um documento comprovando que seu cliente se surpreendeu ao saber a criança foi morta pela madrasta e "investiu" contra ela, o que, segundo ele, sinaliza a inocência.

O documento referido por Jader é de uma oitiva que, segundo ele, foi realizada no dia 14 de abril, quando o corpo de Bernardo foi encontrado e os três indiciados foram presos. 

Ele garante que, na ocasião, Leandro não sabia que o filho havia sido assassinado.

A delegada Caroline reconhece que a conversa citada pelo advogado aconteceu, mas nega que ele tenha tentado agredir Graciele. "Quando ela admite que matou, ele não faz nenhum movimento brusco", declarou.

Bernardo Boldrini Três Passos (Foto: Reprodução/RBSTV) 
Bernardo Boldrini morava em Três Passo, no RS
(Foto: Reprodução/RBSTV)
 
Entenda

Conforme alegou a família, Bernardo teria sido visto pela última vez às 18h do dia 4 de abril, quando ia dormir na casa de um amigo, que ficava a duas quadras de distância da residência da família. No domingo (6), o pai do menino disse que foi até a casa do amigo, mas foi comunicado que o filho não estava lá e nem havia chegado nos dias anteriores.


No início da tarde do dia 4, a madrasta foi multada por excesso de velocidade. A infração foi registrada na ERS-472, em um trecho entre os municípios de Tenente Portela e Palmitinho. Graciele trafegava a 117 km/h e seguia em direção a Frederico Westphalen. O Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) disse que ela estava acompanhada do menino.

"O menino estava no banco de trás do carro e não parecia ameaçado ou assustado. Já a mulher estava calma, muito calma, mesmo depois de ser multada", relatou o sargento Carlos Vanderlei da Veiga, do CRBM. A madrasta informou que ia a Frederico Westphalen comprar um televisor.

O pai registrou o desaparecimento do menino no dia 6, e a polícia começou a investigar o caso. 

Na segunda-feira (14), o corpo do garoto foi localizado. De acordo com a delegada responsável pela investigação, o menino foi morto por uma injeção letal, o que ainda precisa ser confirmado por perícia. 

A delegada diz que a polícia tem certeza do envolvimento do pai, da madrasta e da amiga da mulher no sumiço do menino, mas resta esclarecer como se deu a participação de cada um.

segunda-feira, maio 12, 2014

Liberdade para amar sem precisar fazer sexo

Assexuais vencem preconceito e desconhecimento e começam a se assumir, mas medo de rejeição ainda os aflige



Coragem para se expor. Cláudia Kawabata é um dos poucos assexuais a se assumir. Após passar por um casamento conturbado e uma série de diagnósticos equivocados, ela hoje é ativista da causa e se considera uma pessoa mais feliz Foto: Marcos Alves / Marcos Alves

Coragem para se expor. 

Cláudia Kawabata é um dos poucos assexuais a se assumir. 

Após passar por um casamento conturbado e uma série de diagnósticos equivocados, ela hoje é ativista da causa e se considera uma pessoa mais feliz Marcos Alves / Marcos Alves
RIO — “Quando penso que alguém gostaria de fazer sexo comigo, tenho vontade de me afastar. 

Satisfaço minha libido sozinha, e não me agrada que outros se envolvam nisso. 

Sinto como se só atrapalhassem. 

Para mim, o prazer não funciona se envolver outras pessoas”. 

Assim, L.Cukier — pseudônimo de uma operadora de caixa de 25 anos — descreve sua relação com o sexo. 

Ela faz parte de um grupo crescente de pessoas que se dizem assexuais e, como a grande maioria, prefere se esconder para evitar o preconceito.

Basicamente, os assexuais se definem pela falta de atração sexual por outros. 

São pessoas em tudo como as outras, exceto pela falta de interesse nesse tipo de relação. 

No entanto, ainda há quem acredite se tratar de um transtorno. 

Isso coloca esse grupo no início de uma jornada enfrentada pelos homossexuais desde o século XIX, mas com uma vantagem: o “DSM”, bíblia do diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais da Associação Americana de Psiquiatria, explicita que não há patologia nesse caso, desde que não haja sofrimento. 

— O único sofrimento é ter que viver em uma sociedade que espera, que exige que eles tenham um parceiro sexual — explica Elisabete Oliveira, especialista em estudos da sexualidade, gênero e diversidade sexual que finaliza uma tese de doutorado sobre o tema na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). 

A principal conclusão da minha pesquisa é que eles sofrem homofobia, mesmo não sendo homossexuais.

Foi o que aconteceu com a estudante Camila Hordones, de 20 anos. 

Mais ou menos aos 12 anos, quando meninas e meninos começaram a expressar sua sexualidade, ela sentiu que tinha algo de diferente. 

Não se enquadrava, não sentia desejo nem atração estética — os assexuais diferem a atração sexual da estética — e, por isso, começou a sofrer bullying.

— Eles diziam que eu era lésbica. 

O processo até eu descobrir o que era foi longo. 

Só quando a minha mãe me contou que tinha um personagem na “Malhação” (novela da TV Globo) foi que eu descobri que não era única, que tinha outras pessoas como eu — conta Camila, que ganhou fama na internet depois de postar vídeos se assumindo e questionando a forma como a sociedade lida com o tema.

Descoberta dolorosa

O sentido de pertencimento dessa comunidade veio somente em 2001, e graças à internet. O termo foi criado junto com a AVEN (Assexual Visibility and Education Network), hoje a maior comunidade assexual do mundo, com 70 mil membros.

Para Cláudia Mayumi Kawabata, orçamentista gráfica de 34 anos, a descoberta foi bem mais dolorosa. 

Ela se casou, teve uma filha, foi acusada pelo marido de traição — como não sentia atração por ele, a explicação lógica era a relação com outro homem — e, depois, foi diagnosticada com depressão.

— Na época não existia o termo assexualidade. 

Procurei ajuda, e me diagnosticaram com depressão pós-parto, bipolaridade e outros distúrbios — lembra Cláudia. — 

Mas eu sabia que era diferente desde os 14 anos. 

Eu me apaixono normalmente, mas não sinto atração sexual nem estética. 

Depois que descobri que era assexual, mudei muito. 

Eu era tímida e muito insegura, hoje consigo interagir com as pessoas. 

Me considero feliz.

Desde 2013, Cláudia é moderadora da comunidade A2, que reúne 880 assexuais no Brasil. 

Ela realizada encontros em São Paulo, onde vive, com um grupo de 35 pessoas. 

Destas, apenas duas se assumiram para familiares e amigos. 

O medo de se expor, segundo Elisabete, é motivado pelo preconceito e a dificuldade em explicar para as pessoas o que significa ser assexual.

Para a psiquiatra e colunista do GLOBO Carmita Abdo, o estranhamento e a repulsa são a manifestação de um inconsciente coletivo.

— A partir do momento em que o seu comportamento não está compatível com a perpetuação da espécie, para a maioria das pessoas fica difícil aceitar de uma forma tranquila. 

A lógica é a mesma do preconceito contra o homossexual. — analisa Carmita. — 

Sexo é bom para 90% da população. 

Os outros 10% estão interessados em outras coisas. 

O que importa é a pessoa ter interesse pela vida.

Não é o que pensa o médico e psicólogo Jorge José Serapião, professor da Faculdade de Medicina da UFRJ.

— É uma patologia. 

A conceituação do assexual é muito difícil de considerar quando temos uma visão da sexualidade que vai além da genitalidade. 

A pessoa pode não querer, mas negar a sexualidade como uma busca do prazer é muito pouco provável — diz Serapião. — 

Como médico, eu entendo alguém que se diz assexual como deprimido ou com o transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (DSH).

Medo da solidão

Assim como Carmita, a psiquiatra e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) Katia Mecler segue a recomendação da edição mais recente do “DSM”, publicada em maio de 2013. 

No entanto, ela acredita que faltam pesquisas para esclarecer melhor a questão.

— É preciso tomar cuidado com o preconceito. Há pouco tempo os gays eram considerados doentes. — alerta Katia. — 

Mas também temos que lembrar que pode se tratar de um problema, que pode ser causado por disfunções hormonais, medicamentos que baixam a libido ou até mesmo por dificuldades no relacionamento.

A tese de Elisabete ainda não está pronta, mas uma das principais percepções é que, para os assexuais românticos — definição para aqueles que estão abertos ao relacionamento amoroso — há o medo de acabar a vida sozinhos.

— Minha mãe é que as vezes me cobra pelas “namoradinhas”, mas como se sentir bem ao lado de alguém que no, final, espera sexo? — questiona o auxiliar administrativo Ariel Franz, de 23 anos, que criou no Facebook a página Assexuais Também Amam.

— Não significa que eu não esteja aberto para uma relação. Se aparecer uma outra pessoa assexual, quem sabe?

Glossário

Assexual: Alguém que não sente atração sexual por outras pessoas.

Demissexual: Aquele que pode sentir atração sexual depois de um vínculo emocional.

Atração: Refere-se a uma força mental ou emocional que atrai as pessoas. 

Assexuais não sentem atração sexual, mas alguns sentem outros tipos de atração, como a estética (pela aparência), a romântica (desejo de estar envolvido emocionalmente com alguém) ou sensual (pelo contato físico mas não sexual, como nas trocas de carinhos).

Arromântico: Aquele que não tem interesse em relações amorosas e que dá mais importância para as amizades.

Heterorromântico: Assexual que se relaciona emocionalmente com pessoas do sexo oposto.

Homorromântico: Assexual que se relaciona emocionalmente com pessoas do mesmo sexo.

Birromântico: Assexual que se relaciona emocionalmente com ambos os sexos.

domingo, maio 11, 2014

Governador Simão Jatene participa de comemoração do aniverário de emancipação política e administrativa de Parauapebas

Os grandes estadistas, nunca se curvam diante das críticas e ataques frívolos por parte daqueles que sempre apostam no "Quanto pior, melhor". 

E foi baseando-se nesse conceito na arte de governar, que o governador SIMÃO JATENE, ignorou todas as críticas que vem recebendo dos seus opositores à partir do momento que assumiu pela segunda vez, o governo do estado, principalmente em relação a sua ausência nesta nossa região, surpreendeu a toda a população de Parauapebas com a sua presença nas comemorações do aniversário de 26 anos de emancipação política e administrativa deste pujante município que aconteceu no dia 10 de maio de 1988. 

Com o governador vieram não só, o vice-governador Helenilson Pontes, como também alguns deputados da base do seu governo. 

Junto ao prefeito VALMIR QUEIROZ MARIANO, e uma quantidade expressiva da população, o governador Jatene, participou da abertura oficial das comemorações alusivas ao aniversário de Parauapebas. 

Em seguida, Jatene, participou de inaugurações de obras realizadas na gestão do alcaide municipal, e visitou outras tantas já inauguradas ao longo dos meses de governo "MÃOS QUE TRABALHAM". 

Quem teve a oportunidade de acompanhar a comitiva do governador Jatene, podia perceber a satisfação e a recepção calorosa que o mesmo recebera de parte da população parauapebense ordeira, educada e hospitaleira. 

Parabenizamos ao governo Valmir Queiroz Mariano e toda sua equipe de trabalho pelo que vem realizando no nosso município em favor dos munícipes, em pouco mais de um ano de governo, principalmente no que se refere ao problema da falta de água nas nossas torneiras que já ultrapassava mais de duas décadas sem solução, e que no seu governo, tendo a frente da autarquia o gestor GESMAR COSTA, em pouco mais de seis meses, solucionou 80% do problema crônico da falta de água tratada para toda a população deste município que acabara de completar seus 26 anos de existência como mais um membro da federação brasileira. 

De todas as obras realizadas pelo governo Valmir Queiroz Mariano, todas importantes sem nenhuma dúvida, reputamos a solução do problema da falta de água nas torneiras dos moradores do município aniversariante a mais importante. 

Porque sem água ninguém vive, água é vida, sem água, nem o planeta terra sobrevive.


Texto e fotos:

Jornalista Valter Desidério Barreto. 




Até o pastor Fenelon Lima Sobrinho não resistiu a tentação de acompanhar a comitiva do governador Jatene.


Prefeito Valmir Queiroz Mariano e o governador Simão Jatene


















Governador do Estado do Pará Simão Jatene e o Jornalista Valter Desiderio Barreto.




Pastor Davi Passamani abriu novo local de culto em fevereiro após renunciar cargo em igreja depois de investigações de crimes sexuais Polícia Civil disse que prisão preventiva foi necessária porque pastor cometeu crimes usando cargo religioso.

Advogado alegou que prisão do pastor faz parte de ‘conspirações para destruir sua imagem’. Por Thauany Melo, g1 Goiás 07/04/2024 04h00.    P...