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domingo, maio 27, 2018

Crise do pecado reflete nas crises sociais e econômicas do mundo


Por  Valter Desiderio Barreto. 



Leiam com atenção o texto bíblico abaixo, juntamente com a interpretação que se segue, e vejam se não existe uma semelhança do caos social que tem afetado o Brasil e o mundo, com a decadência social, econômica moral, e espiritual do povo de Israel do Antigo Testamento.


Israel e Judá são ameaçados com castigo, por causa da sua impiedade: a ignorância e malícia do povo.


"OUVI a palavra do SENHOR, vós filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra; porque na terra não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus.

Só permanecem o perjurar, o mentir, o matar, o furtar e o adulterar; fazem violência, um ato sanguinário segue imediatamente a outro.

Por isso a terra se lamentará, e qualquer que morar nela desfalecerá, com os animais do campo e com as aves do céu; e até os peixes do mar serão tirados.

Todavia ninguém contenda, ninguém repreenda, porque o teu povo é como os que contendem com o sacerdote.

Por isso tropeçarás de dia, e o profeta contigo tropeçará de noite; e destruirei a tua mãe.

O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos".

Como eles se multiplicaram, assim pecaram contra mim; eu mudarei a sua honra em vergonha.
Comem da oferta pelo pecado do meu povo, e pela transgressão dele têm desejo ardente.

Por isso, como é o povo, assim será o sacerdote; e castigá-lo-ei segundo os seus caminhos, e dar-lhe-ei a recompensa das suas obras.

Comerão, mas não se fartarão; entregar-se-ão à luxúria, mas não se multiplicarão; porque deixaram de atentar ao SENHOR.

A luxúria, e o vinho, e o mosto tiram o coração.
 
O meu povo consulta a sua madeira, e a sua vara lhe responde, porque o espírito da luxúria os engana, e prostituem-se, apartando-se da sujeição do seu Deus.

Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram.

Eu não castigarei vossas filhas, quando se prostituem, nem vossas noras, quando adulteram; porque eles mesmos com as prostitutas se desviam, e com as meretrizes sacrificam; pois o povo que não tem entendimento será transtornado".   OSÉIAS 4: 1 a 14.
Interpretação de Oseias 4

A INFIDELIDADE DE ISRAEL E SUA CAUSA, 4.1-6.3
No esforço de equilibrar a profecia, Oséias abandona a interpretação de sua tragé­dia pessoal a fim de tratar das implicações para Israel. 

Seus discernimentos revelaram um Deus que amava Israel intensa e fortemente, embora visse a natureza fatal da corrupção de seu país. 

Por isso, empregou os mais prementes argumentos con­vincentes para Israel voltar, a fim de ser salvo, ao mesmo tempo em que lhe anunciava sua destruição inevitável.

1. A Controvérsia do Senhor (Os 4.1-19)
Como em Os 2.2, os israelitas são conclamados a participar de uma contenda com o Senhor. Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra, porque não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus na terra.

Três palavras-chave analisam a natureza da condenação de Israel. Não há verda­de (emeth). Visto que não é suficiente saber o que é certo, mas entregar-se ao que é autêntico, o termo “fidelidade” é melhor Esta virtude está freqüentemente associada à benignidade (chesed), a qual, em vários contextos, tem o sentido de amor bondade ou amor de concerto. 

Ambos os termos estão relacionados com o conhecimento, já que são o fruto do conhecimento de Deus (cf. Is 9.9; Jr 22.16). Novamente, o conhecimento de Deus acha-se na comunhão e não na cognição intelectual. É pela verdade e pela benignidade (misericórdia) que é possibili­tado o conhecimento de Deus. 

A ausência de tal conhecimento na terra também indicava ignorância e negligência com a lei. Estas três palavras importantes vão direto ao cerne da mensagem de Oséias. Fidelidade, amor e conhecimento estão no centro da aná­lise da situação difícil de Israel e do ideal de comunhão desejado por Deus (cf. Os 2.19,20; 4.6; 5.4-7; 6.3,6; 10.12; 11.3,4,12b; 12.6).

As acusações de Deus contra o perjurar e o mentir (2) mostram a decadência do ambiente religioso e social de Israel. (O verbo hebraico alah, “jurar”, quando em combi­nação com o termo kichesh, fala de falso juramento.

 Além destas acusações, ha­via o matar, o furtar e o adulterar. “Há arrombamentos” (ARA), ou seja, os israelitas traspassam todos os limites do pecado Homicídios (damin) indicam sangue derramado com violência, um crime capital.' 

Homicídios sobre homicídios — para significar que um assassinato ocasionava a represália até que se transformava em uma doença contagiosa entre o povo de Israel. Pecado gera pecado. Cinco dos Dez Mandamentos foram quebrados na depravação de Israel, isto é (pela ordem de citação), o terceiro, o nono, o sexto, o oitavo e o sétimo.

Por isso, a terra se lamentará (3); uma vez mais o sofrimento da natureza está relacionado com o pecado do homem. Até a criação inanimada sofreu com a depravação moral dos israelitas. 

O lamento da terra, a fraqueza dos animais, aves e peixes eram o resultado natural da seca no reinado do rei Acabe (1 Rs 17.1-7). A sequidão pode ter continuado por muito mais tempo durante a idolatria ininterrupta do povo (Am 1.2; 8.8). A Natureza sofreu porque Israel pecou.

a) A responsabilidade dos sacerdotes (Os 4.4-11). Todavia, ninguém contenda, nem qualquer repreenda; porque o teu povo é como os que contendem com o sacer­dote (4). 


Este versículo, uma cláusula interposta, indica que argumento e reprovação são inúteis por causa da obstinação e pertinácia irremediável das pessoas. Pode ser que um teria gostado de culpar o outro; contudo, o direito de repreensão pertencia ao sacer­dote e até a liderança religiosa era má em suas ações. 

Outra interpretação dá um sen­tido diferente: Não cabe aos seres humanos contender, visto que se trata da controvérsia de Deus. 

O Senhor proibiu o homem de falar em seu nome. Ele sozinho pleiteará sua causa. “Não desperdices teu tempo em recriminações mútuas, pois minha contenção é contigo, ó sacerdote” (ATA).

Os que contendem com o sacerdote (4) — para denotar, talvez, que o povo perde­ra a confiança na liderança religiosa a ponto de discutir com os sacerdotes.

O quadro nos versículos 4 a 10 é uma descrição vívida de um sacerdócio degenerado, que desencadeará julgamento da mão de Deus. Dia e noite não indica julgamentos separados ou especiais, mas que, a qualquer momento, o sacerdote e o profeta cairiam sob as garras do julgamento. 
 
A frase final: E destruirei a tua mãe, anuncia a destrui­ção da nação inteira. O sacerdote e o profeta estão sob condenação especial por não terem compartilhado o conhecimento de Deus com o povo. 

Na realidade, longe de compartilharem, eles tinham rejeitado tal conhecimento e Deus lhes rejeitaria o ofício. “Eu vos rejeito de me serem sacerdotes".

A acusação terrível contra o sacerdócio continua. Os sacerdotes não são dignos do ofício, e sua honra (“glória”, será mudada em vergonha. O pecado do meu povo se refere à oferta pela transgressão: a carne do animal sacrificado, ofere­cido para tirar o pecado. 

Embora fosse legítimo comer a oferta sacrifical, a transgressão dos sacerdotes foi desejar o aumento dos pecados do povo para que tivessem abundância na provisão de carne. “Eles se alimentam dos pecados do meu povo e lambem os lábios com a culpa vindoura”.

Há pouco a escolher entre o sacerdote e o povo. Como é o povo, assim será o sacerdote.

O sacerdócio sofrerá como o povo. Deus castigará os sacerdotes da mesma forma que o povo comum é castigado, e lhes dará a recompensa das suas obras. 

O castigo está simbolizado no versículo 10. Os sacerdotes continuarão nos seus deleites e prostituições com o culto de Baal, mas não ficarão satisfeitos nem desfrutarão a bênção de ter filhos, pois cometem práticas imorais com as prostitutas cultuais. Será assim porque deixaram de olhar para o SENHOR. 

Eles se esqueceram de Deus. É como se o Senhor não entendesse a infidelidade deles, ou talvez compreendesse tudo muito bem: “[A prostituição], o vinho velho e o vinho novo acabam com o coração e a mente e o entendimento espiritual”. Libertinagem e álcool lhes enfraqueceram a sensibilidade.

b) A responsabilidade do povo (Os 4.12-14). Agora o profeta passa a tratar do povo: O meu povo consulta a sua madeira. O povo escolhido de Deus pedia conselho a um pedaço de madeira (prática chamada rabdomancia) e buscava predizer o futuro com uma vara. 

Esta era consequência da falsa adoração que faziam — a idolatria. Também tinham voltado a sacrificar nos cumes dos montes e a queimar incenso debaixo de árvores. Nesta forma de idolatria, suas filhas se prostituíam e até as noras eram culpa­das de adultério.

Eu não castigarei vossas filhas não sugere que elas ficarão impunes mesmo após se prostituírem e adulterarem. 

Significa que, em vez da ação direta de Deus, o pecado será punido com mais pecado. “O adultério espiritual de pais e maridos seria punido pelo adultério carnal de filhas e esposas”. 

'Keil tem opinião diferente, ao sugerir que Deus não puniria as filhas e as noras, porque seus pais “fizeram ainda pior. 'Era tão grande o número de prostituições que toda a punição cessou na desesperança de qual­quer correção'.  

Pois o povo que não tem entendimento será transtor­nado. A nação afundara tanto no pecado que não havia esperança e tinha de perecer. Será transtornado quer dizer será lançado impetuosamente na destruição; “cairá em ruínas”. Pv 10.8,10.

c) Aviso para Judá (4.15-19). Estes versículos são uma advertência para Judá não seguir Israel. Se tu, ó Israel, queres corromper-te, não se faça culpado Judá Gilgal e Bete-Áven (Betel) eram os dois principais santuários que ficavam no sul de Efraim; portanto, de fácil alcance para os filhos de Judá. 

Oséias ironicamente substituiu Betel (casa de Deus) por Bete-Áven (casa de iniqüidade). Judá ficaria escandalizado em fazer peregrinações aos centros de adoração idólatra. 

Não era compatível ir ao local de idolatria, Gilgal, e jurar: Vive o SENHOR. Embora o juramento deste tipo fosse orde­nado em Deuteronômio 6.13 e 10.20, contudo esta contrição tinha sua base no “temor do Senhor” e não na prática de idolatria. Oséias adverte contra a hipocrisia e a pseudo devoção.

A razão para avisar Judá é apresentada em outra descrição de Israel (16-19). O povo é tão intratável quanto uma vaca rebelde “vaca brava”. 

Algumas versões bíblicas colocam corretamente a última metade do versículo 16 na forma de pergunta:
“Será que o SENHOR o apascenta como a um cordeiro em vasta campina?” 

Não! Efraim está entregue aos ídolos; deixa-o . Israel está tão ligado aos ídolos que não há esperança. 

O longo apego ao pecado tornou a reconciliação impossível. Porém, interpretar esta passagem como se Deus fosse abandonar totalmente Israel não é consistente com o último ensino do profeta. 

Em outras partes de seu livro, Oséias fala sobre “o vale de Acor, por porta de esperança” (Os 2.15), e o grande brado de Deus: “Como te deixaria, ó Efraim?” (Os 11.8; cf.
Os 14.4,8). G. Campbell Morgan acredita que o versículo 17 era “a palavra do profeta para os leais não terem cumplicidade com os desleais. 

Era a palavra de advertência àqueles que em maior proporção ainda manti­nham uma certa comunhão com Deus, a fim de não porem em perigo a própria seguran­ça, ao entrarem em contato com Efraim” ídolos — “idolatria é a adoração de falsas representações de Deus”.

A sua bebida se foi significa que eles ficaram desamparados por terem bebido. A intoxicação os levou a corrompem-se “eles se entregam à prostituição”, cada vez mais. Os príncipes (os protetores do povo) chegaram a ponto de amar a vergonha. “Amam a vergonha mais que a glória”.

A conclusão no versículo 19 é inexorável. Um vento os envolveu nas suas asas (19). O vento é a invasão assíria que Oséias vê no horizonte. A destruição de Israel é certa. Sua vergonha se arrojará repentinamente sobre o reino como uma tempestade. Nem mesmo seus sacrifícios livrarão os israelitas.

G. Campbell Morgan sugere que três verdades chamam nossa atenção no capítulo 4: 1) A coisa proibida: a idolatria, 12; 2) A condição descrita: Efraim está entregue aos ídolos, 17; 3) O aviso proferido a Judá: Deixa-o, 17.


O que estamos vivendo nos nossos dias atuais, tem uma grande semelhança com o que aconteceu nos tempos do profeta Oséias em relação àquele povo conhecido como o povo de Deus. 

Não tem sido diferente o comportamento dos sacerdotes, e profetas de hoje, em relação ao compromisso de suas funções diante da humanidade.

A maioria dos pastores (sacerdotes) bispos, bispas, apóstolos, pastoras dos nosso dias, tem desviados as pessoas que desejam servir a Deus, ensinando coisas que o Senhor Deus não ensina nas Escrituras Sagradas, principalmente nos livros do Novo Testamento, conhecido como Evangelho ensinado por Jesus Cristo e seus apóstolos.  

Estão ensinado as pessoas a praticarem os mesmos rituais do passado que foram abolidos por Jesus Cristo na cruz do calvário, mentem para as pessoas quando constroem, ou alugam imóveis colocando títulos de denominações definidas como "Igrejas", levam as pessoas a idolatrarem tais templos, sendo que Jesus Cristo edificou a sua Igreja foi sobre pessoas convertidas e regeneradas pelo poder do Espírito Santo, cobram o dízimo dos adeptos de suas religiões alegando que é um mandamento de Deus, sendo que essa prática era somente dos Judeus do passado, e que no Novo Testamento não se fala mais na "obrigatoriedade" de se "pagar" o dízimo. 

Na verdade, os líderes religiosos tanto católicos como evangélicos, transformaram a cobrança do dízimo aos seus adeptos na "Galinha dos ovos de Ouro".

Estou citando aqui apenas alguns exemplos das mentiras que os SACERDOTES e PROFETAS que se identificam como EVANGÉLICOS nos nossos dias, tem ensinado a multidões de pessoas, induzindo-as a desobediência ao Deus Criador do universo, e toda a humanidade tem sofrido as consequência desse comportamento da maioria dos líderes religiosos desse tempo hodierno.  

Quero finalizar esse meu texto, afirmando que assim como o povo Judeu foi escolhido por Deus como nação, para servir de modelo de obediência aos seus mandamentos para as demais nações do mundo e fracassou, assim também está acontecendo com o povo de hoje que se diz EVANGÉLICO, que a cada dia tem se corrompido com as coisas do mundo, e se distanciando completamente dos verdadeiros ensinos da Bíblia Sagrada, dificultando assim, a conversão de pessoas ao Senhor e Salvador Jesus Cristo, que é a única condição de garantirmos a nossa entrada no reino de Deus quando partirmos deste mundo. 

A crise do mundo não é social, econômica, cultural, e muito menos educacional, a crise do mundo é totalmente de caráter espiritual, conforme podemos confirmar em II Crônicas 7: 14.

"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra".

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