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Aproveitamento do caroço de açaí

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domingo, agosto 25, 2019

Parentes afirmam à polícia que Flordelis teve acesso ao celular do marido após pastor ser morto


g1.globo.com

 

Deputada federal sempre sustentou que o aparelho do pastor Anderson do Carmo desapareceu sem que ela tivesse contato com o celular.

Flordelis teve acesso ao celular do marido após assassinato, dizem testemunhas
Flordelis teve acesso ao celular do marido após assassinato, dizem testemunhas.

Ao menos três depoimentos diferentes ligam a deputada federal Flordelis (PSD) ao aparelho celular do pastor Anderson do Carmo, assassinado no dia 16 de junho, com vários tiros, na garagem da casa da família, em Pendotiba, Niterói, Região Metropolitana do Rio.

A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, responsável pelas investigações, nunca teve acesso ao celular do pastor.


A deputada sempre sustentou que o aparelho do marido desapareceu depois do crime, e que ela não teve contato com o celular.

Michele, uma das irmãs de Anderson, disse para a polícia que no dia do crime estava no quarto de Floredelis e observou quando a namorada de Daniel, único filho biológico do casal, entregou para a deputada um celular pequeno e cinza.

Segundo o depoimento, Michelle tem absoluta certeza que esse seria o telefone do pastor.
Deputada Flordelis participa do velório do marido — Foto: Reprodução/TV Globo
Deputada Flordelis participa do velório do marido — Foto: Reprodução/TV Globo
Daniel confirmou para a polícia a versão de Michele. 


O rapaz disse ainda que viu o celular na cena do crime, junto com a carteira de Anderson e o controle remoto do portão da garagem. 

O filho de Anderson contou que pegou o telefone no chão para ligar para a família de sua namorada, Emanuela. 


Segundo o seu depoimento, Daniel estava com o aparelho quando foi para o hospital para onde o pai foi levado. 

Ele teria entregado o celular para Emanuela assim que os dois voltaram para a casa. 


Em seguida, ela repassou o aparelho para a pastora Gleice, uma amiga da família. 


Segundo Daniel, depois disso ele não viu mais o telefone do pai. 

Já de acordo com o depoimento do vereador de São Gonçalo Wagner Andrade Pimenta, conhecido como Misael, outo filho adotivo de Flordelis e Anderson, a deputada federal pegou o telefone do marido no mesmo dia de seu enterro. 

Misael contou que no dia do assassinato, por volta das 19h30, ele estava na igreja Ministério Flordelis, em São Gonçalo, quando foi procurado pelo motorista da mãe, Márcio da Costa Paulo, conhecido como Buba. 


O motorista disse que estava com o telefone de Anderson do Carmo. 

No dia seguinte, logo depois do enterro, por volta de 12h30, Misael perguntou a Buba sobre o telefone.


A resposta do motorista foi que Flordelis tinha acabado de pedir o celular e ele teria entregado.
Assessor de Flordelis disse que deputada está muito abalada com a morte do marido. Na imagem, Flordelis e o pastor Anderson Carmo em momento romãntico — Foto: Reprodução
Na imagem, Flordelis e o pastor Anderson Carmo em momento romãntico — Foto: Reprodução.


Assessor de Flordelis disse que deputada está muito abalada com a morte do marido. 


Em outra parte do depoimento de Misael, o filho da deputada do PSD diz acreditar que Flordelis foi a mentora intelectual da morte do marido, o pastor Anderson. 

A assessoria de imprensa de Flordelis negou que a deputada tenha sido mentora da morte do marido, como afirmou Misael. 


Segundo a deputada, a postura de Misael, que é vereador em São Gonçalo, é resultado de uma disputa política que teve início ainda em 2018. 

Segundo Flordelis, Misael não gostou de não ser o escolhido da família para disputar a prefeitura do município em 2020. 

MORTE DO PASTOR ANDERSON, MARIDO DE FLORDELIS

 

 

COMENTÁRIO:

 

"Assessor de Flordelis disse que deputada está muito abalada com a morte do marido". 

 

Assessor ganha é para defender seus patrões !

 

Essa mulher dissimulada e farsante, já era para está na cadeia !

 

Valter Desiderio Barreto.

 

Barretos, São Paulo, 25 de agosto de 2019.

Sem nunca ter visitado o Brasil, chef abre food truck de pão de queijo em ilha remota na Austrália


g1.globo.com

Resultado de imagem para Sem nunca ter visitado o Brasil, chef abre food truck de pão de queijo em ilha remota na Austrália
O australiano Paul Foreman diz que “o amor à primeira vista não acontece apenas entre duas pessoas quando elas se encontram” quando tenta explicar o que sentiu ao experimentar pão de queijo pela primeira vez, há cinco anos. 


Em entrevista ao G1, ele conta que estava com amigos em um restaurante brasileiro, em Sydney, e entre corações de galinha, lulas e espetinhos de churrasco, foi surpreendido – e fisgado – por uma entrada diferente: “bolinhas, do tamanho de uma moeda de 50 centavos, com uma fina casca crocante envolvendo um recheio cremoso com gosto de queijo”.
Paul Foreman ao lado de uma fornada de pães de queijo em seu food truck em Hobart — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman
Paul Foreman ao lado de uma fornada de pães de queijo em seu food truck em Hobart — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman.

Começou ali sua história de amor com o petisco que hoje faz e vende em um food truck, chamado Black Box Kitchen – ‘Home of Pao de Queijo’ (sem o acento mesmo), e também fornece para eventos e festas em Hobart, capital da Tasmânia. 

Paul diz que no próprio restaurante onde provou os pães de queijo procurou o chef para saber do que se tratava. 


De volta a Hobart, pesquisou receitas e ingredientes e, após muitas tentativas – “e muitos erros”, admite –, depois de um ano, conseguiu finalmente produzir algo que acredita ser “um produto maravilhoso”.
O food truck de Paul Foreman em Hobart, na Tasmânia — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman
O food truck de Paul Foreman em Hobart, na Tasmânia — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman.

“E comprei um trailer só com a intenção de vender pão de queijo. 


Eu fiquei impressionado a esse ponto!”, faz questão de ressaltar. 

Ele também fez diversas experiências com ingredientes locais, usando soro de leite de cabra, queijo de cabra tongola (um queijo australiano), cheddar de Pyengana e queijo feito com leite de Ashgrove (Pyengana e Ashgrove são regiões da Austrália).
Um dos tipos de pão de queijo recheado servido por Paul Foreman em seu food truck em Hobart, na Tasmânia — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman
Um dos tipos de pão de queijo recheado servido por Paul Foreman em seu food truck em Hobart, na Tasmânia — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman.

Essas versões, explica, são um pouco diferentes da tradicional, inclusive em sua consistência, e ele faz os pães em um tamanho maior.


“O que eu realmente gosto nessas versões é que posso rechear o pão de queijo com qualquer coisa que minha imaginação inventar. 


Confit de pato, carne de porco, quibe, queijo derretido, chilli etc.”, diz. 

Muitos brasileiros que passam por Hobart visitam seu food truck e aprovam seu pão de queijo, embora ele assuma sempre ficar um pouco ansioso pela opinião deles. 


Já os australianos e estrangeiros de outros países ainda estranham um pouco o petisco à primeira vista e tentam entender do que se trata.
Placa exibe opções de pães de queijo servidas por Paul Foreman em seu food truck — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman
Placa exibe opções de pães de queijo servidas por Paul Foreman em seu food truck — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman.

“A maneira que encontrei de descrever para eles é uma espécie de mistura entre profiterole e Yorkshire pudding”, diz Paul, embora nenhum dos dois tenha muito a ver com o salgado brasileiro em si. 


A pequena bomba francesa e o acompanhamento britânico acabam servindo mais pela comparação em sua aparência.
Alunos da John Paul II Catholic School, em Hobart, posam com Paul Foreman após provarem pão de queijo pela primeira vez, em 19 de agosto — Foto: Paul Foreman
Alunos da John Paul II Catholic School, em Hobart, posam com Paul Foreman após provarem pão de queijo pela primeira vez, em 19 de agosto — Foto: Paul Foreman.

Na última segunda-feira (19), Paul conquistou um novo grupo com seus pães de queijo. 


“Em agosto, em toda a Austrália, chefs visitam escolas primárias para apresentar aos alunos diferentes sabores, texturas e ingredientes. 


Nós chamamos isso de ‘Uma Semana de Sabores’”, explica. 

Desta vez, ele levou sua receita até a John Paul ll Catholic School, e serviu pãezinhos recém-assados a alunos de 10 anos. 


“Adoro fazer isso, e como vocês podem ver, eles adoraram o pão de queijo”, garante, enviando imagens feitas no local (veja vídeo acima).
Pães de queijo feitos por Paul Foreman em Hobart, Tasmânia — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman
Pães de queijo feitos por Paul Foreman em Hobart, Tasmânia — Foto: Reprodução/Facebook/Paul Foreman.

Apesar de ser tão fã da iguaria tipicamente brasileira, Paul nunca visitou o Brasil. 


Ele pretende vir ao país no segundo semestre de 2020 e, a partir de sugestões, diz que “Minas Gerais está agora no topo da minha lista”. 

Além de provar o pão de queijo em seu local de origem, o australiano diz que tem curiosidade de conhecer o país por causa de tanta propaganda. 


“Os brasileiros maravilhosos que nós conhecemos (e que sempre me deixam um pouco nervosos quando aparecem para comer!) são extremamente amistosos e adoram falar do seu país”, explica.

Onde fica a Tasmânia — Foto: Wagner Magalhães/G1
Onde fica a Tasmânia — Foto: Wagner Magalhães/G1.

sábado, agosto 24, 2019

Da 'carta branca' ao 'quem manda sou eu': o que mudou na relação de Bolsonaro e Moro


g1.globo.com
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O presidente Jair Bolsonaro reafirmou neste sábado (24) o que tem dito nos últimos dias sobre o ministro da Justiça, Sergio Moro


Bolsonaro voltou a dizer que ele é o presidente e que ele pode vetar "qualquer coisa" que Moro fizer. 

As declarações de Bolsonaro contrariam o que o presidente garantiu no ano passado quando comunicou a escolha de Sergio Moro para o ministério. 


Ainda em 2018, Bolsonaro disse que o futuro ministro teria "carta branca" para nomear e conduzir ações de combate ao crime organizado e à corrupção.
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Procurado, Sergio Moro disse em nota que "o compromisso com o presidente Jair Bolsonaro de enfrentamento à corrupção e ao crime organizado permanece igual ao assumido no 01/11/2018 sem qualquer alteração". 

Na manhã deste sábado, Bolsonaro foi questionado sobre o cumprimento de uma promessa feita quando convidou o então juiz Sergio Moro para assumir o Ministério da Justiça, em novembro do ano passado. 


Na ocasião, o recém-eleito Jair Bolsonaro disse que Moro teria "liberdade total" para comandar o ministério no combate à corrupção e ao crime organizado. 


Neste sábado, disse novamente que Moro precisa se submeter a ele. 

"Ele ainda tem carta branca?", indaga um jornalista a Bolsonaro.

"Olha, [tem] carta branca, e eu tenho poder de veto em qualquer coisa, senão, eu não sou presidente. 


Todos os ministros têm essa ingerência minha e eu fui eleito para mudar. 


Ponto final", respondeu o presidente. 

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A "carta branca", autonomia para tocar o ministério, foi o argumento usado por Bolsonaro em novembro do ano passado para convencer o então juiz Sergio Moro a deixar 22 anos de carreira na magistratura. 

"Conversamos por uns 40 minutos. 


Ele expôs, logicamente, o que ele pretende fazer caso seja ministro. 


Eu concordei com 100% do que ele propôs, não é? 


Ele queria uma liberdade total para combater a corrupção e o crime organizado e um ministério com poderes para tal. 

Eu até adiantei: quem sabe uma fração do Coaf dentro do Ministério da Justiça? 


A questão da segurança ir para a Justiça nós já tínhamos decidido, bem como as nomeações. 


Ele tem ampla liberdade para realmente exercer o teu trabalho lá", disse o presidente no ano passado. 

No dia 4 de dezembro do ano passado, ainda durante a montagem do novo governo, o então presidente eleito Jair Bolsonaro garantiu autonomia a Moro para escolher inclusive o segundo e o terceiro escalões do Ministério da Justiça. 

"O ministro Moro, como os outros, tem total liberdade pra escolher todo o seu primeiro, segundo, terceiro escalão", declarou Bolsonaro à época. 

Assim, Sergio Moro indicou Maurício Valeixo, com quem trabalhou durante a Operação Lava Jato, diretor-geral da Polícia Federal. 


Juntos, os dois passaram a escolher os superintendentes da PF. 


Mas o que era "liberdade total" virou interferência sistemática. 


No último dia 16, sem o conhecimento da cúpula da Polícia Federal, Bolsonaro anunciou a troca do superintendente do Rio de Janeiro.


"O que eu fiquei sabendo: se ele resolveu mudar, vai ter que falar comigo. 


Quem manda sou eu. 


Deixar bem claro. 


Eu dou liberdade para os ministros todos. 


Mas quem manda sou eu", disse Bolsonaro. 

Diante da reação negativa na Polícia Federal, com ameaça até de entrega de cargos, o presidente recuou momentaneamente. 


Mas, na última quinta-feira, Bolsonaro foi além e ameaçou trocar o diretor da Polícia Federal. 

"Ele pode, o Valeixo pode querer sair hoje, não depende da vontade dele. 


E outra: ele é subordinado a mim, não ao ministro, deixar bem claro isso aí. 


Eu é que indico, está na lei, o diretor-geral. 


Agora, uma onda terrível sobre superintendência, 11 foram trocados, ninguém falou nada. 


Quando eu sugiro um cara de um estado para ir para lá, 'está interferindo'. 


Espera aí. 


Se eu não posso trocar um superintendente, eu vou trocar o diretor-geral, não se discute isso aí", afirmou o presidente. 

Nesta sexta (23), a Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal divulgou uma carta em defesa da autonomia da instituição.

Os delegados afirmam que o presidente tem prerrogativa de indicar o diretor da PF e que respeitam a autoridade dele, mas "a Polícia Federal não deve ficar sujeita a declarações polêmicas em meio a demonstrações de força que possam suscitar instabilidades em um órgão de imensa relevância, cujos integrantes são técnicos, sérios, responsáveis, e conhecedores de sua missão institucional". 

A carta dos delegados é uma reação contra o que consideram "pressões e tentativas de intervenção" na Polícia Federal. 

O presidente passou por cima da autoridade do ministro Sergio Moro em outras ocasiões. 


Bolsonaro ignorou sugestões feitas pelo ministro da Justiça para o decreto das armas e revogou a indicação de uma suplente para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. 

Bolsonaro interferiu até no Coaf, transferido para o Banco Central. 


O episódio levou à queda de um dos principais aliados de Moro na Lava Jato, o auditor Roberto Leonel, demitido da presidência do conselho, que passou a se chamar Unidade de Inteligência Financeira.

O jornal "O Globo" destaca que "o abalo da relação entre os dois começou a crescer há quase um mês, quando Moro foi ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, pedir que ele fizesse uma revisão da decisão em que restringiu o compartilhamento de relatórios do antigo Coaf com os ministérios públicos e a Polícia Federal. 


O movimento do ministro irritou o presidente Jair Bolsonaro."


A decisão liminar dada por Toffoli atendeu a um pedido da defesa do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente. 


O plenário do STF ainda vai analisar a liminar. 

Um relatório do Coaf apontou movimentações atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. 


A defesa argumentou que dados dessas movimentações foram repassados ao Ministério Público sem a autorização judicial. 

O que dizem os aliados de Bolsonaro.

 

O líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir, disse que Moro tem total apoio do partido para trabalhar com independência o Ministério da Justiça. 


E afirmou que o partido trabalhará pela autonomia da Polícia Federal. 

"O PSL mantém o seu integral apoio ao doutor Sergio Moro, é um dos principais ministros nossos, é o que tem maior credibilidade, e todas ações do nosso presidente e do doutor Sergio Moro têm apoio do PSL. [...] 


O PSL vai se manifestar pela autonomia e independência da Polícia Federal. 


Nós queremos fortalecer os órgãos de investigação", afirmou. 

O líder do PSL no Senado, Major Olímpio, disse que as ações de Moro estão em sintonia com o presidente e negou que haja uma crise com o ministro da Justiça. 

"O ministro Sergio Moro é fundamental dentro do projeto do governo Bolsonaro. 


Eu não tenho a menor dúvida que querem diminuir a imagem do ministro Sergio Moro, a sua credibilidade para o mundo e o Brasil, não é só para o governo Bolsonaro, aqueles que querem justamente anular a condenações, processos, querem acabar com lava jato [...] 


E não vão conseguir fazer isso, não vão desarmonizar o governo Bolsonaro, o presidente Bolsonaro com o Sergio Moro", afirmou.

A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselman (PSL-SP), disse que Moro é essencial para o governo e afirmou que não há recuo do presidente no combate à corrupção. 

"Não há possibilidade até porque o governo não é feito de uma pessoa só. 


Tem o presidente da República, tem um Congresso com uma base aliada e há ministros trabalhando nisso, então, não há possibilidade de o presidente interferir no combate à corrupção", disse. 


COMENTÁRIO: 


Todo mundo sabe que assessores de 1º Escalão de gestores públicos como presidentes da República, prefeitos e governadores, são meros coadjuvantes deles, e que só agem e realizam alguma coisa no governo, sob o comando do gestor, e se os mesmos não estão correspondendo com os interesses dos tais gestores, são exonerados.


A imprensa tendenciosa brasileira está querendo jogar o ministro Sérgio Moro contra o presidente Jair Messias Bolsonaro, com o objetivo de provocar intriga entre ambos, para que o Moro não seja indicado pelo Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal. 


Valter Desiderio Barreto.


Barretos, São Paulo, 24 de agosto de 2019. 

Bolívia inicia uso de avião SuperTanker para combater incêndio florestal


g1.globo.com

 

Primeiro objetivo, de isolar importante usina termoelétrica de incêndio, foi 'relativamente bem-sucedido', segundo autoridade. Maior avião tanque do mundo iniciou operações nesta sexta-feira (23) e deve permanecer dez dias no país.

Avião tanque Supertanker é visto em ação de combate a incêndio perto de Robore, na região de Santa Cruz, na Bolívia, na sexta-feira (23) — Foto: STR/AFP
Avião tanque Supertanker é visto em ação de combate a incêndio perto de Robore, na região de Santa Cruz, na Bolívia, na sexta-feira (23) — Foto: STR/AFP.

O primeiro objetivo do avião tanque SuperTanker - o maior do mundo - que começou a operar nesta sexta-feira (23) na região de Taperas (leste da Bolívia), de isolar uma importante usina termoelétrica de um voraz incêndio, foi "relativamente bem-sucedido", disse uma fonte oficial.
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Juan Ramón Quintana, ministro da Presidência local, qualificou de "relativamente bem-sucedida" a operação da primeira descarga de 75 mil litros de água que o SuperTanker efetuou sobre uma ampla zona da Chiquitanía boliviana, no sudeste perto da fronteira com Brasil e Paraguai. 

O primeiro objetivo foi isolar do fogo a usina termoelétrica Ipiás, que usa gás natural como combustível e está localizada entre os povoados de San José de Chiquitos e Roboré. 


Essa instalação, que abastece boa parte da Chiquitanía, sofreu há uma semana cortes de energia, alguns deles programados, para atender a contingência. 

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Antes da descarga, Quintana havia declarado que na região onde fica a termoelétrica "existem três focos de calor" e que o avião iniciaria "sua primeira operação sobre esta área de Ipiás que se encontra a três ou quatro quilômetros em área semi-montanhosa". 

Daniel Castro, porta-voz da Cooperativa Rural de Eletrificação (CRE), proprietária da usina de Ipiás, disse à AFP que "o pior já passou" e que a situação mais crítica foi vivida no fim de semana, com a queima de postes de luz e um apagão prolongado no domingo.
Imagem divulgada pela presidência boliviana do avião Supertanker após sua chegada ao aeroporto de Viruviru, em Santa Cruz de la Sierra, na madrugada de sexta-feira (23 — Foto: HO/Bolivian Presidency/AFP
Imagem divulgada pela presidência boliviana do avião Supertanker após sua chegada ao aeroporto de Viruviru, em Santa Cruz de la Sierra, na madrugada de sexta-feira (23 — Foto: HO/Bolivian Presidency/AFP.

Após chegar, na madrugada de sexta, o avião cisterna começou a operar na Chiquitanía para combater um voraz incêndio que já devastou mais de 744 mil hectares de floresta no país.
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O governo prevê que o SuperTanker permanecerá cerca de 10 dias no país, segundo a evolução dos incêndios. 

No entanto, o presidente Evo Morales disse em uma cerimônia pública que instruiu "ao ministro da Defensa a fazer cotações para comprarmos um avião SuperTanker e não ter de alugá-lo".
 Avião tanque Supertanker é visto em ação de combate a incêndio perto de Robore, na região de Santa Cruz, na Bolívia, na sexta-feira (23) — Foto: STR/AFP

Avião tanque Supertanker é visto em ação de combate a incêndio perto de Robore, na região de Santa Cruz, na Bolívia, na sexta-feira (23) — Foto: STR/AFP.

O fogo destruiu florestas, cultivos e pastagens em Santa Cruz, devido à queima de campos agrícolas, uma prática ancestral chamada "chaqueo" na região, segundo a qual a cinza melhora a qualidade da terra para semear. 

O governo da Bolívia fez um apelo na quinta-feira para que Brasil e Paraguai adotem ações na zona compartilhada pelos três países, sobre a Hidrovia Paraná-Paraguai. 

Bolívia e Paraguai concordaram em desenvolver um "trabalho conjunto dos dois países, tanto no território boliviano como no território paraguaio", afirmou o ministro boliviano do Meio Ambiente, Carlos Ortuño.