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Aproveitamento do caroço de açaí

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sexta-feira, novembro 17, 2017

‘Nossa velocidade é metade do que poderia’, diz juiz Marcelo Bretas



O juiz Marcelo Bretas em entrevista exclusiva ao GLOBO: surpresa com a capilaridade do esquema de corrupção no Rio Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo
RIO — Em entrevista exclusiva, concedida antes da operação Cadeia Velha, o juiz à frente da Lava-Jato no Rio, Marcelo Bretas, afirma que a corrupção no estado se assemelha a uma ‘metástase’. 

E, um ano depois da prisão do ex-governador Sérgio Cabral, diz que a Justiça se modernizou para impedir o ‘triunfo das nulidades’.

Há um ano, o senhor prendeu o Sérgio Cabral, que foi o homem mais poderoso do estado. Que balanço o senhor faz desse período?

Para mim, não existe homem mais importante. Não tenho essa preocupação. 

Minha preocupação é se é crime e se aquele ato investigado está na minha competência. 

Estamos aprendendo a fazer uma nova Justiça, que é rápida, se dedica e vai a fundo na investigação, doa a quem doer. 

A preocupação é ser rápido e sempre respeitar os direitos (dos réus). 

Temos pouca ou nenhuma reclamação de violações de direito.
Ficou surpreso com o tamanho do esquema de corrupção no Rio?

Posso falar sobre o processo da Operação Calicute, que já foi julgado. 

O que me assustou, naquele caso, foi a extensão e a capilaridade. 

Parece que tem mais gente envolvida do que não envolvida. É uma metástase. 

A cada hora surgia um personagem novo.
Não demorou muito para o esquema de corrupção ser descoberto?

A percepção é de que os órgãos de controle não estavam exercendo suas funções. Já disse isso (na decisão sobre a prisão de Cabral) e repito. 

Tanto é assim, que depois foi iniciada uma investigação, ainda em curso no Superior Tribunal de Justiça, sobre integrantes do Tribunal de Contas do Estado.

Como avalia o comportamento de Cabral ao longo das audiências? Ele disse que o senhor estava buscando promoção pessoal às custas dele...

Não posso questionar, porque o advogado tem total liberdade de orientá-lo. 

Já tivemos momentos mais tensos e menos tensos. Não mudo de acordo com o réu. 

Tenho a noção de que o réu está passando por um drama pessoal e procuro respeitar.

Há notícias de que ele tem regalias na prisão...
Muito é dito, mas pouco é trazido à Justiça. 

Quando foi trazido, eu decidi (quando transferiu Cabral a Curitiba). 

Tenho a responsabilidade de decidir, mas, infelizmente, as questões não têm sido trazidas para serem avaliadas. 

Isso é uma atribuição do Ministério Público Federal e Estadual.

O senhor aceitou o pedido de desculpas do ex-governador?

Entendi que as desculpas aconteceram pelo ambiente gerado. 

Se há, ou se houver, investigações por movimentos irregulares (elaboração de dossiês contra o juiz e procuradores), ela seguirá independentemente de qualquer pedido de desculpas.

O senhor realmente viu uma ameaça nas declarações de Cabral?

"Mais importante do que decisão contrária de instância superior, é ter a tranquilidade de que se trata de uma decisão técnica e imparcial".

- Marcelo BretasJuiz à frente da Lava-Jato no Rio
Mais importante do que ter recebido como ameaça, foi a informação de que ele (Cabral) estava recebendo dados (na cadeia). 

Além de falar que minha família trabalha com bijuterias, o que é público, ele disse que era a maior do estado, o que não é público. 

Tive a impressão de que foi uma mensagem subliminar. Ele fala: “Foi a informação que me chegou”. 

Tive uma primeira impressão de que poderia estar passando uma mensagem de intimidação com informações que não eram públicas. 

Não vi propriamente uma ameaça, mas uma forma de intimidação, porque ele mencionou uma informação que não é de domínio público. 

Se tem uma coisa que não admito, é alguma forma de me intimidar a não fazer meu trabalho. 

Quem está a muitos quilômetros de distância e vai só ver o vídeo da audiência pode não ter condições de avaliar se foi uma forma de intimidação (referência ao ministro Gilmar Mendes, do STF, que suspendeu a transferência de Cabral a um presídio federal).

Há uma investigação sobre a montagem de um dossiê, pelo Cabral, com informações do senhor e da sua família.

Não quero falar sobre isso. Se é que há, não está e nem estará sob minha responsabilidade.
Está preocupado com a segurança?

Eu cuido, porque tenho que ser responsável, mas não temo e não vivo com medo. 

Tenho recebido todo o apoio do Tribunal (Regional Federal da 2ª Região) e do Conselho da Justiça Federal. 

Conversei com a ministra Laurita Vaz (presidente do STJ) e com o corregedor do Conselho da Justiça Federal, ministro Raul Araújo. 

Não tenho que viver com medo. Tenho que fazer meu trabalho, mas deixei de recusar medidas de segurança.

O senhor acredita que um empresário dá dinheiro a um gestor público sem que haja uma combinação clara de contrapartida? 

Cabral e Sérgio Côrtes reconhecem que receberam dinheiro, mas negam relação com vantagens em contratos.

Posso falar da Calicute, o que decidi lá. Naquela ocasião, não concordei com essa tese (dos réus; Côrtes não era réu naquela ação). 

Consignei, na sentença da Calicute, que se tratava de um simples jogo de palavras. 

Ali, eu não acreditei, disse que o argumento era fantasioso, mas não posso falar sobre casos em andamento.

Para quando vê o fim da Lava-Jato?

Não vejo fim para hoje. 

A Lava-Jato é mais do que um conjunto de operações. 

É uma nova cultura de combate à corrupção. 

A Lava-Jato é eterna, não eu, não o (Sergio) Moro.

A Lava-Jato no Rio poderia estar andando mais rápido?
Estamos há meses aguardando providências a cargo de instâncias superiores. 

Então, nossa velocidade aqui é metade do que poderia estar sendo.

Alguns advogados dizem que existe o Direito Penal dos códigos e o Direito Penal da Lava-Jato...
Existe o Direito Penal antigo e o moderno. 

No processo antigo, se o juiz espirrasse em cima do processo, anulava tudo e soltava todo mundo. 

Eventualmente, alguns advogados poderiam cobrar milhões por uma causa e distribuir presentes e agrados a não sei quem. 

Agora, a gente tem o Direito Penal verdadeiro. 

Rui Barbosa já lamentava há cem anos o triunfo das nulidades.

Quando houve a mudança?

Foi a atuação do Supremo na ação penal 470 (mensalão). Acompanhei aquelas sessões e gostei muito do que vi. Eram juízes julgando pessoas, e não vi favorecimento (em função da influência dos réus).

As delações ajudaram esse Direito Penal moderno?

Já existia a possibilidade de o réu ser recompensado se ajudasse nas investigações, mas a lei das delações premiadas permitiu uma negociação mais aberta. 

Aumentou o poder de barganha do Ministério Público, o que tem colaborado para a descoberta de esquemas ilícitos e agentes corruptos.


A Polícia Federal pode firmar delação premiada?

Pode fazer, porque a lei permite, mas o que a gente tem que discutir é a utilidade disso. 

A Polícia Federal poderia fazer uma colaboração, levar ao Ministério Público e obrigá-lo a entregar à Justiça para homologação? Não. E o titular da ação penal é o Ministério Público. Se ele não quiser aceitar (a colaboração), não há quem possa obrigá-lo.

O que pode melhorar na negociação das delações?
Vejo muito rigor do Ministério Público Federal para não acontecer o que ocorreu em casos recentes (episódio da JBS). 

Esse controle tem que ser feito, e o juiz pode fazer. O Ministério Público pode muito, mas não pode tudo. Não pode deixar fora (da investigação) crimes que foram relatados, por exemplo.

Como vê a possibilidade de restrições às delações premiadas, defendidas inclusive em projetos de lei?
Restringir delação é um absurdo. 

Para quem está colaborando, é um direito de defesa. 

Não se pode restringir esse direito a pretexto de proteger investigados.

Já há forte reação da classe política contra a Lava-Jato.

Tem e sempre terá . O empresário que se corrompe, que tem uma unidade produtiva, sabe que pode se reerguer. 

Mas o político corrupto não tem vida própria, é um parasita. 

Se tirar o poder dele, vai morrer de fome. 

Grande parte dos colaboradores, normalmente, são empresários. 

Quem está lutando contra, normalmente, é agente público envolvido com corrupção.
O ministro Luís Roberto Barroso já falou em “operação abafa”.

Confio na percepção dele e concordo plenamente. Exemplos disso são as tais leis aprovadas na madrugada. 

Desconfio que, na véspera dos feriados de fim de ano, haja tentativa de aprovar mais leis que dificultem as investigações.

Vários investigados presos pelo senhor foram soltos pelo ministro Gilmar Mendes. Como vê a reversão das decisões?

Sou proibido de fazer qualquer comentário sobre decisões de tribunais superiores. 

Para mim, mais importante do que receber decisão contrária de instância superior, é ter a tranquilidade de que se trata de uma decisão puramente técnica e imparcial.

Admira algum ministro do STF?

Devo respeito e obediência a todos, mas devo registrar uma admiração pessoal pelo decano, ministro Celso de Mello, que desde estudante foi minha referência em Direito Constitucional. 

Assim como pela presidente, Cármen Lúcia, e pelos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Edson Fachin e também Alexandre de Moraes, a quem sempre vi como excelente professor de Direito Constitucional.

O que achou da decisão do STF de permitir às casas legislativas a palavra final sobre medidas cautelares impostas a parlamentares?

Não posso comentar decisões do STF, mas faço uma análise política do dia a dia das investigações criminais. A impressão que tenho é que essa situação, aliada ao foro privilegiado, poderia criar categorias de pessoas imunes ao Direito Penal.

Há a possibilidade de o STF proibir novamente a prisão após decisão em segunda instância.

Respeito qualquer decisão, porque o Supremo é digno de todo meu respeito e obediência. A prisão após condenação em segunda instância foi um golpe muito grande na corrupção. 

Quando o Tribunal (segunda instância) confirma a sentença condenatória, os recursos disponíveis à defesa já não têm efeito suspensivo, então a decisão tem que ser aplicada. 

Apenas questões de direito, não de fato, serão discutidas no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Qualquer coisa diferente pode dar a impressão de uma desconfiança exagerada sobre a qualidade do trabalho das instâncias inferiores.

O que acha do foro privilegiado?
Não faço crítica a nenhum tribunal, mas o local adequado para julgar fatos criminosos são juízos de primeira instância. 

Os tribunais não têm estrutura e especialização para tocar esse tipo de investigação.
O senhor deu as penas mais altas da Lava-Jato, ao Cabral e ao almirante Othon...

Tem que ler a fundamentação das penas. Procurei colocar no papel a importância das pessoas e a gravidade do que elas fizeram. Esses dois casos, para mim, são de extrema gravidade. 

A quem muito é dado, muito é exigido. Já sentenciei alguém que foi juiz (Fávio Roberto de Souza, flagrado usando um carro de Eike Batista) e disse na sentença que o via como hipócrita.

O senhor se considera rigoroso?

Recentemente, absolvi a esposa de um acusado. Apliquei redução de pena aos corréus que colaboraram (com as investigações). Gasto um bom tempo fazendo a dosimetria das penas exatamente para identificar a participação de cada acusado.

As investigações da Lava-Jato chegaram ao Legislativo e ao Executivo, mas não ao Judiciário. Como vê isso?
Se for juiz, quem julga é o tribunal, e se for desembargador, é o STJ. 

Não tenho atribuição para isso. 

Mas, para eliminar qualquer dúvidas, as investigações não podem parar, atingindo a quem tiver que atingir.
Como imagina o futuro?

Minha preocupação nem é o presente, que já cansa muito. 

Quem está envolvido e sente a aprovação da sociedade tem o desejo de responder a isso com o trabalho. 

O que me preocupa é depois, mas meu futuro está nas mãos de Deus.

Vislumbra virar desembargador ou ministro?

Gosto muito do meu trabalho. 

Estou feliz onde estou. 

Gostaria de permanecer aqui.

Já sondaram o senhor para entrar na política?
Nunca.
Tem vontade?
Zero. Jamais. 

Não é minha vocação, nunca foi. 

Mas democracia não se faz sem políticos. 

Cada um tem o seu papel. 

O problema é o ato de corrupção.

Qual é a expectativa do senhor para as eleições de 2018?
Que haja boas escolhas. 

A Lava-Jato terá dado uma grande contribuição se tiver ajudado na escolha de bons políticos.

O senhor já pensou em desistir?

Ainda não pensei, mas é um ritmo muito intenso. 

É difícil e cansa bastante.

O senhor fez alguma autocrítica sobre esse período de atuação na Lava-Jato?

Fiz tudo que achava correto. 

O que, ao longo do tempo, fui mudando é que vim restringindo ao máximo o uso de condução coercitiva. Não vejo tanta necessidade, mas não descarto usar, dependendo do caso.

A igreja que está em sua casa

Valter Desiderio Barreto Ministro do Evangelho



Seja Célula, Grupo Pequeno, Grupo de Comunhão ou Grupo de Crescimento, não importa que palavras sejam utilizadas para os identificar, trata-se do Corpo de Cristo vivo reunido nas casas para servir e glorificar ao Senhor.

Durante os três primeiros séculos da era cristã, a Igreja não tinha templos. 

Foi neste período que ela experimentou o maior crescimento de sua história. 

Os cristãos se reuniam basicamente nos lares.

O apóstolo Paulo revela sua imensa gratidão a um casal que conheceu em Corinto: Áquila e Priscila. (Atos 18:2-3). 

Após aproximar-se deles e identificar-se com o ofício de fazer tendas,passou a trabalhar e morar na residência destes. 

Abaixo, elencaremos algumas verdades que podemos aprender com o exemplo deste casal.

1- Hospitalidade:“No Senhor, muito vos saúdam Áquila e Priscila e, bem assim, a Igreja que está na casa deles.” I Coríntios 16:19
Áquila e Priscilla certamente demonstravam alegria em receber os irmãos e acolhê-los em sua casa. 

O ambiente do lar é por si só aconchegante e nos convida a uma conversa, a um lanche especial, a ter momentos para sorrirmos, chorarmos e orarmos juntos. 

O espírito da família cristã, nos moldes da Igreja primitiva, manifesta-se neste tipo de hospitalidade. 

Sermos anfitriões de um Pequeno Grupo significa dar a nós mesmos e aos nossos familiares a oportunidade de exercitar esta hospitalidade.

2- Cooperadores em Cristo Jesus: “Saudai Priscila e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus.” (Romanos 16:3).

“Ouvindo-o, porém, Priscila e Áquila, tomaram-no consigo (Apolo) e, com exatidão lhe expuseram o caminho de Deus.” (Atos 18:26)

A palavra cooperador significa aquele que está junto auxiliando quem tem maior responsabilidade na realização da obra. 

Quando Paulo saiu de Corinto, levou consigo Áquila e Priscila e deixou-os em Éfeso. 

Lá, eles novamente abriram a casa para receber a Igreja do Senhor. 

Foi quando conheceram Apolo. 

“Apolo era instruído no caminho do Senhor; e sendo fervoroso de espírito, falava e ensinava a respeito de Jesus, conhecendo apenas o batismo de João”(Atos 18:25).

Foi este casal que lhe explicou acerca do arrependimento através da Cruz de Cristo. 

Quando dedicamos tempo para ensinar sobre quem é o Senhor Jesus, sobre o Plano de Salvação do Eterno, além de compartilharmos como Ele transforma nosso interior pela ação do Espírito Santo, tornamo-nos cooperadores em Cristo Jesus. 

Como foi importante para o apóstolo saber que podia contar com estes irmãos na hospitalidade e no serviço ao Senhor.

3- Coração abnegado: “Tende cuidado, porém, de guardar com diligência o mandamento e a lei que Moisés, servo do Senhor, vos ordenou: que ameis o Senhor, vosso Deus, andeis em todos os seus caminhos, guardeis os seus mandamentos, e vos achegueis a Ele, e o sirvais de todo o vosso coração e de toda a vossa alma”. Josué 22:5

 O desprendimento deste casal ao abrir sua casa para reuniões e cultos revela um único e sublime interesse: Servir ao Senhor.  

O próprio Jesus afirmou acerca de si mesmo que o Filho do Homem, não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos (Mateus 20:28). 

Receber o Corpo de Cristo em nossa casa para juntos orarmos, cearmos, aprendermos mais da Palavra do Senhor, exaltarmos Seu Santo Nome e compartilharmos nossas lutas e vitórias sempre será motivo de alegria ao coração do Eterno. 

Quem já viveu ou vive esta experiência sabe o quanto nossa família é abençoada ao abençoar outros.

UM CONVITE À REFLEXÃO:

• Como podemos exercitar esta hospitalidade cristã?

Onde necessitamos investir para servir ao Senhor com excelência e nos tornarmos cooperadores em Cristo Jesus?

O que estamos esperando para abrir o nosso coração com desprendimento e recebermos um Pequeno Grupo de irmãos em nosso lar?

“Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o Seu Nome, pois servistes e ainda servis aos santos”. Hebreus 6:10


Valter Desiderio Barreto, Igreja viva do Senhor e Salvador Jesus Cristo, Ministro do Evangelho desde 20 de agosto de 1978.

Ministério Eclesiástico Virtual: Ministro do Evangelho Valter Desiderio Barreto

O casal Valter e Gina Barreto são Igrejas vivas do Senhor e Salvador Jesus Cristo.
"Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor". JOÃO 10: 16.
 
 
"Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. 
 
 
Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.
 
 
E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele". I CORÍNTIOS 9: 22 e 23.
 
 
Com essas duas referências bíblicas acima, justifico a minha decisão de me tornar um "Pastor virtual", criando o GRUPO MINISTRO DO EVANGELHO VALTER DESIDERIO BARRETO, na página do Facebook, para transmitir o Evangelho de Jesus Cristo a muitas pessoas que frequentam as redes sociais, e que ainda não foram alcançadas pela mensagem salvadora do Evangelho que é o poder de Deus para a salvação de todos àqueles que Nele crê. 
 
 
Este nosso ministério não tem nenhuma pretensão de criar mais uma religião ou denominação para concorrer ou competir com as inúmeras que já existem no Brasil e no mundo, competindo entre si com seus suntuosos templos que denominam de "Igrejas", para vê quem consegue mais convencer pessoas para se tornarem adeptas de seus grupos religiosos. 
 
 
Ao contrário dessa prática milenar de homens e mulheres fazerem proselitismo usando a Bíblia Sagrada com interesses pessoais, criando segmentos religiosos com doutrinas e dogmas completamente fora dos contextos bíblicos, que na maioria das vezes manipulam e alienam pessoas com "lavagem cerebral", distanciando as mesmas com suas doutrinas particulares e equivocadas da verdadeira doutrina de Jesus Cristo, nossa intenção é exatamente levar a Palavra de Deus de forma despretensiosa ao maior número de pessoas possível onde quer que elas se encontrem, sem exigir ou cobrar delas a obrigatoriedade de tornarem-se minhas "seguidoras", mas seguidoras exclusivamente de Jesus Cristo através de mudança de comportamento, ações, e atitudes por influência do Espírito Santo em suas vidas, assumindo a identidade de verdadeira "Igreja viva do Senhor e Salvador Jesus Cristo", como Ele mesmo no ensina através das Escrituras Sagradas no Evangelho de Mateus, capítulo 16, versos 18 e 19.
 
 
"Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus". MATEUS 16: 18 e 19.
 
 
Jesus Cristo edificou a sua Igreja foi em seres humanos e não em templos, casas, prédios construídos por mãos de homens aqui na terra.
 
 
A verdadeira Igreja do Senhor e Salvador Jesus Cristo, são todas as pessoas que se convertem a Ele, e passa pelo processo de regeneração, nascendo de novo da Água e do Espírito Santo, tornando-se nova criatura.
 
 
Jesus instrui Nicodemos acerca do novo nascimento.
 
 
"E HAVIA entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus.
 
 
Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.
 
 
Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
 
 
Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? 
 
 
Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?
 
 
Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus". JOÃO 3: 1 a 5.
 
 
QUEM SE CONVERTE AO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO SE TRANSFORMA EM NOVA CRIATURA.
 
 
"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo". II CORÍNTIOS 5: 17.
 
 
QUEM SE CONVERTE A JESUS CRISTO SE TORNA TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO. 
 
 
"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?".  I CORÍNTIOS 6: 19.
 
 
A IGREJA VIVA DE DEUS É O SEU EDIFÍCIO.

"Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus". I CORÍNTIOS 3: 9.
 
 
AS VERDADEIRAS IGREJAS DO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO SE REÚNEM É NAS CASAS DOS IRMÃOS.
 
 
"Saudai também a igreja que está em sua casa". ROMANOS 16: 5.
 
 
"E à nossa amada Áfia, e a Arquipo, nosso camarada, e à igreja que está em tua casa": FILEMOM 1: 2.
 
 
"As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Áqüila e Priscila, com a igreja que está em sua casa". I CORÍNTIOS 16: 19.
 
 
Que Deus possa abençoar a todos que acabaram de ler esta mensagem e que Ele mesmo através do Espírito Santo possa abrir a mente de cada um para entender e discernir o que leu.
 
 
Valter Desiderio Barreto, Igreja viva do Senhor e Salvador Jesus Cristo, Ministro do Evangelho desde 20 de agosto de 1978.
 
 
O que é proselitismo:
 
O proselitismo é o intento, zelo, diligência, empenho ativista de converter uma ou várias pessoas a uma determinada causa, ideia ou religião (proselitismo religioso).

Deputado Gesmar Costa aprova pedido de empréstimo em sessão extraordinária para modernização da estrutura administrativa da Secretaria de Fazenda do Estado.

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Nesta terça feira (14), a ALEPA realizou uma sessão extraordinária para aprovar o empréstimo de 115 milhões de reais para aparelhamento e modernização da estrutura administrativa da Secretaria de Fazenda em todo o Estado.

Aprovei o pedido por acreditar que a modernização é boa para o Pará e ajudará a fazer com que o Estado possa fiscalizar e arrecadar mais e melhor, aumentando sua eficiência.

Veja parte da entrevista para a emissora RBA TV.

quinta-feira, novembro 16, 2017

Polícia Civil prende ex-mulher e mãe de filha do traficante Nem em São João de Meriti

Segundo a polícia, Simone faz parte de uma quadrilha e iria visitar Nem na penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia. Parte do dinheiro fruto de ação criminosa seria usada para custear a viagem.


Por G1 Rio
 Simone Lira Clemente da Silva, ex-mulher de Nem, é presa em São João de Meriti (Foto: Divulgação)
Simone Lira Clemente da Silva, ex-mulher de Nem, é presa em São João de Meriti (Foto: Divulgação).
 
Policiais civis da 39ª DP, em ação determinada pelo Delegado Titular Henrique Damasceno e coordenada pelo Delegado Assistente Vinícius Miranda, prenderam nesta quinta-feira (16) Simone Lira Clemente da Silva, ex-mulher e mãe de filha do traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem, da Rocinha. 
 
Simone estava em uma agência da Caixa Econômica Federal, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, quando foi presa em flagrante. 
 
Policiais foram ao local com a finalidade de identificar e prender uma quadrilha de criminosos que praticam diversos crimes na circunscrição. 
 
No local, identificaram Simone como uma das integrantes da quadrilha que tentava fraudar a agência com cheques adulterados.
No momento da abordagem dos policiais, ex-mulher de Nem estava com R$15.200 em dinheiro, referentes a recebimentos de títulos adulterados da instituição financeira (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
No momento da abordagem dos policiais, ex-mulher de Nem estava com R$15.200 em dinheiro, referentes a recebimentos de títulos adulterados da instituição financeira (Foto: Divulgação/Polícia Civil).
 
No momento da abordagem dos policiais, Simone estava com R$15.200 em dinheiro, referentes a recebimentos de títulos adulterados da instituição financeira. 
 
Ela é ex-mulher do traficante Nem, com quem tem uma filha. 
 
Segundo a polícia, Simone iria visitar Nem na penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, e parte da quantia conseguida na ação criminosa seria utilizada para custear a viagem.
Anotações de Simone encontradas por policiais (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Anotações de Simone encontradas por policiais (Foto: Divulgação/Polícia Civil).
 

Danúbia Rangel, atual mulher do traficante, foi presa em outubro

'Primeira-dama do tráfico' foi condenada a 28 anos de prisão uma semana após ser solta por juiz, e estava foragida desde março de 2016.  
 
A prisão de Danúbia Rangel aconteceu no Dendê, na Ilha do Governador, no dia 10 de outubro.
Danubia Rangel, mulher do traficante Nem (Foto: Reprodução/TV Globo)
Danubia Rangel, mulher do traficante Nem (Foto: Reprodução/TV Globo).
 
Danúbia estava na casa de uma amiga, na Rua Carlos Magno, um dos acessos ao Morro do Dendê. 
 
Segundo agentes que efetuaram a prisão, Danúbia não quis dar muitas declarações. 
 
Disse apenas que que tem poucas informações do marido, já que não podia visitá-lo por estar foragida, e que não sabe praticamente nada da guerra da Rocinha. 
 
A prisão foi feita por agentes da 39ª DP (Pavuna) e da 52ª DP (Nova Iguaçu), na Ilha do Governador. 
 
No fim de tarde do dia 10 de outubro, a "primeira-dama do tráfico" foi levada para a Cidade da Polícia.
Danúbia de Souza Rangel, mulher do traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem da Rocinha, é presa no Rio de Janeiro (Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil)

Danúbia de Souza Rangel, mulher do traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem da Rocinha, é presa no Rio de Janeiro (Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil.