Banners


Create your own banner at mybannermaker.com!

Aproveitamento do caroço de açaí

< / a >

domingo, janeiro 22, 2017

Deputado Gesmar Costa visita Itupiranga




Nestas quarta e quinta feira estive em Itupiranga. 

Na noite de quarta reuni com lideranças políticas locais, dentre elas, o ex prefeito Adécimo Gomes, o candidato a prefeito na última edição, Eider Gomes, e o ex diretor do Detran, Negão da Leolar.

Na quinta feira reuni com meu amigo, prefeito, José Milesi que já nos apresentou alguma demandas. 

Milesi nos solicitou, através de ofício, a cobertura de quatro quadras de esporte; intermediação, junto ao governo do Estado para construção de uma Unidade Integrada Pró Paz e cinco quilômetros de pavimentação e drenagem.

Durante nossa conversa garanti que vou me empenhar para conseguir os pleitos, que, sei, são de extrema importância para população de Itupiranga.

Junto com meu amigo, vereador Izaias, presidente da câmara, visitei a prefeitura, algumas secretarias, a câmara municipal e a colônia de pescadores.

Numa rápida entrevista na rádio Jovem FM, mais uma vez, ressaltei que meu mandato está a disposição do município que, agora tem, de fato, um representante da Assembleia Legislativa.







Esse é o Deputado que o Pará e seu povo merecem !

Valter Desiderio Barreto.

Barretos, São Paulo, 22 de janeiro de 2017, às 12: 40.

Ipê tem 100 espécies e é a árvore ornamental mais plantada no Brasil


Globo Rural comemora a edição de número 1900 com especial sobre o ipê. Conheça aspectos ambientais e socioeconômicos relacionados à planta.

Nélson Araújo Extrema, SP

Esta é a edição de número 1900 do Globo Rural. 

Em muitos programas centenários, o programa prestou uma homenagem ao ser vivo mais imponente, mais impressionante do planeta: a árvore.

No programa número cem, a escolhida foi a araucária, depois veio o jequitibá, o pequizeiro, o Jacarandá, o pau-brasil. 

Neste domingo (22), o Globo Rural mostra uma árvore cheia de cores e admirada em todo o Brasil: o ipê. 

O ipê é a árvore ornamental mais plantada no país e surgiu pouco depois dos dinossauros, quando na Terra se desenvolveram as plantas com flores.

Numerosa é a família do ipê. 

A Dra. Lúcia Lohman é uma das autoridades mundiais em ipê.

Professora de biologia da USP, a Universidade de São Paulo, já participou de várias expedições para estudar a árvore, que arrebata tantos admiradores. 

Até escala troncos a fim de coletar amostras.

“O ipê tem flores na cor branca, amarela, rosa, roxo, e temos inclusive o ipê verde, que tem uma flor esverdeada”, conta Lúcia.


O ipê faz parte das “bignoniaceae”, o grupo de plantas que tem a flor em forma de funil, uma cornetinha, como o jacarandá, a flor de São João, a cuia, parentes do ipê.

Já até propuseram que o ipê seja a flor nacional, sendo que o pau-brasil é a árvore nacional. 


O projeto que trata do assunto se arrasta há décadas, em Brasília. 

O ipê já flor símbolo nacional em El Salvador, Equador, Venezuela e Paraguai. 

Ele tinge a paisagem do México até a Patagônia

Ao todo, são cem espécies esparramadas pelas Américas.

No litoral sul de São Paulo e Paraná cresce o ipê conhecido como pau de viola, de onde vem o som do fandango, um ritmo caiçara. 

A madeira é usada em lápis, um tamanco, uma colher de pau, brinquedos, feitos com a madeira largamente aproveitada em caixotaria, por isso conhecida também como caxeta.

Segundo Lúcia, entre a maioria dos ipês, predomina as flores em cacho chegando a formar uma graciosa bolinha. 

As flores externas se abrem primeiro. 

Depois, os botões de dentro, cada um a seu tempo. 

A guia de néctar tem umas estrias pavimentadas com pelinhos. 

É uma pista que orienta e facilita o pouso do inseto polinizador. 

Depois de polinizado, o cacho de flores vira um cacho de frutos. 

Vagens de variados formatos de tamanhos.

“O objetivo das sementes é levar novos indivíduos à novas distâncias”, explica Lúcia.


A delicada e levíssima membrana, tipo papel de seda, envolve a semente, serve de asa. 

O ipê-mãe conta com o vento para semear seus filhotes. 

“O fato de o ipê sobreviver a condições de frio, seca e também o fato de o ipê apresentar raízes muito profundas, permitem que eles extraíam água mesmo em condições de seca extrema. 

Favorece que as espécies tenham ampla distribuição ocorrendo em biomas variados”, fala Lúcia.

A caxeta, o pau-viola, por exemplo, sobrevivem em áreas alagadiças. No município de Cananeia, o Globo Rural acompanhou o ribeirinho Reinaldo Oliveira, o primeiro e único proprietário rural, até o momento, que conseguiu aprovação de plano de manejo, no litoral sul de São Paulo.
















































sábado, janeiro 21, 2017

PF APURA: AVIÃO QUE CAIU COM TEORI FOI "VASCULHADO" ANTES DA QUEDA

Revelações sobre o caso Teori: Aeronáutica impediu primeiras tentativas de resgatar avião com Teori

jornalista André Barcinski



 
O jornalista André Barcinski, da editoria de Cultura da Folha, relata em seu blog os bastidores do acidente aéreo que vitimou o ministro Teori Zavascki e mais quatro pessoas, com detalhes sobre a tentativa de resgate feita pelo Corpo de Bombeiros e Defesa Civil de Paraty (RJ). 
 
Segundo o repórter, com ajuda de moradores locais, os bombeiros tentaram erguer a aeronave de pequeno porte para salvar a vida de uma das mulheres que estavam a bordo. 
 
Após 40 minutos do acidente, ela ainda gritava por ajuda, mas não resistiu. 

Segundo Barcinski, uma segunda tentativa de tirar o avião da água foi frustrada por ordem da aeronáutica, que avisou que ninguém deveria tocar nos destroços até a chegada da perícia. “(…) a aeronave foi novamente colocada no local em que caiu. 

O pescador tinha provas: um vídeo feito com o celular.”

Outro relato curioso feito por um morador dá conta de que o avião teria “soltado uma fumaça branca da asa esquerda antes de perder o controle, fazer uma acentuada curva para a direita, e cair no mar.”

Na sexta (20), um dia após o acidente, a aeronáutica chegou a explicar ao vivo, em emissoras de TV, que qual seria o método de resgate da aeronave da água. 

Ele disse que o procedimento não seria difícil, apenas muito lento porque era necessário evitar novos impactos com a água e mais danos ao equipamento. 

No mesmo dia, porém, as autoridades informaram que desistiram de retirar o avião do mar.

Às 13h50 da tarde de quinta-feira, quando o avião transportando o ministro Teori Zavascki e mais quatro pessoas caiu no mar próximo à cidade de Paraty, chovia torrencialmente.

Por volta de 15h, a chuva parou, e resolvi fazer um passeio de barco com a família. 

Fomos para uma praia a cerca de dois quilômetros da Ilha Rasa, local da tragédia. 

Quando retornamos, por volta de 17h, havia um monte de ligações e mensagens da “Folha de S. Paulo” no meu celular. 

O editor informou o ocorrido. 

Saí correndo de casa e fui ao local em um pequeno barco de pesca.

Nas proximidades da Ilha Rasa havia oito barcos da Marinha, Defesa Civil e Polícia Militar, além de quatro ou cinco barquinhos de pescadores e um barco maior, verde, que um pescador disse pertencer “a um dos mortos” (possivelmente o empresário Carlos Alberto Filgueiras). 

Dava para ver parte da fuselagem do avião para fora da água, suspensa por grandes tanques de plástico.

O clima era tenso. 

Tentei falar com dois ou três oficiais, mas todos disseram que não podiam comentar. 

Ninguém confirmava o número de mortos.

Sem me identificar como jornalista, parei meu barco junto a dois barquinhos de pescadores, ancorados ao lado do barco verde. 

Na popa deste barco, um mergulhador do Corpo de Bombeiros, usando sabonete e um balde, tentava tirar o querosene que lhe cobria o corpo e havia jorrado do avião.

Logo depois chegou um barco da Polícia Militar e parou junto a nós. 

Certamente sem imaginar que eu era jornalista, os ocupantes começaram a conversar sobre o acidente. 

Descobri que os mortos eram cinco (e não quatro, como diziam as primeiras informações) e que todos ainda estavam dentro do avião.

Entrevistei um pescador de 23 anos chamado Wallace. 

Ele relatou que um dos passageiros, uma mulher, estaria viva quando o socorro chegou: “Ela tava viva bem depois do acidente”. 

Achei a história pouco provável, até que ouvi um oficial dizendo para outro: “Dava pra ver a mulher pedindo socorro dentro do avião”. 

Perguntei ao oficial quanto tempo depois do acidente isso teria acontecido, e ele respondeu: “Pelo menos quarenta minutos”. 

A passageira, infelizmente, não conseguiu resistir e teria morrido afogada antes que pudesse ser retirada do avião.

Wallace contou que, cerca de duas horas depois do acidente (atenção: DUAS HORAS depois, quando já não havia possibilidade de sobreviventes, e bem depois dos primeiros socorros prestados por mergulhadores), dois barcos de pesca chegaram a içar metade do avião para fora da água. 

Segundo Wallace, uma ordem veio para que o avião não fosse tocado até que chegasse a perícia da Aeronáutica, e a aeronave foi novamente colocada no local em que caiu. 

O pescador tinha provas: um vídeo feito com o celular.

Saí do local do acidente por volta de 20h30. 

Passei no Corpo de Bombeiros de Paraty, onde não obtive nada além do protocolar “Não podemos dizer nada, por favor ligue para a assessoria de imprensa”. 

Depois fui para a portaria de uma marina na entrada da cidade, onde ficava o QG dos grupos de resgate. 

Saí de lá às 3 da manhã, depois que três corpos – incluindo o do ministro Teori Zavascki – foram levados de rabecão para o IML de Angra dos Reis. 

A informação era de que os trabalhos de resgate dos outros dois corpos começariam às 7 da manhã do dia seguinte.

SEXTA, 20

Às 6h30, o fotógrafo Ricardo Borges, da “Folha”, e eu já estávamos no mar, a cerca de 300 metros do local do acidente, esperando a equipe de resgate. 

Em um dia normal, àquela hora, a Baía de Paraty estaria cheia de barcos de pesca, mas naquela manhã estava vazia. 

Logo descobrimos a razão: barcos da Marinha expulsavam qualquer um que tentasse se aproximar. 

A área onde teríamos permissão para ficar era tão longe do local do acidente que seria impossível ver ou fotografar qualquer coisa.

Fui para o cais de Paraty procurar algum barqueiro que tivesse visto o acidente. 

Não foi difícil. 

Falei com Célio de Araújo, 50, um barqueiro conhecido por “Pelé” (“Sou branco, mas jogava bola bem e me deram esse apelido”), que disse ter presenciado tudo. 

Segundo ele, o avião teria soltado uma fumaça branca da asa esquerda antes de perder o controle, fazer uma acentuada curva para a direita, e cair no mar. 

Foi Araújo que ligou para o Corpo de Bombeiros de Paraty avisando da queda do avião.

Trágico também foi o relato de Ademilson de Alcantara Mariano, 34, conhecido por Mino. 

Ele estava com um grupo de 20 turistas nas proximidades do local, quando recebeu um telefonema do cunhado, também barqueiro, avisando sobre o acidente. 

Mino contou o ocorrido aos turistas, que concordaram em ir ao local ajudar no que pudessem.

Segundo Mino, eles chegaram à Ilha Rasa por volta de 14h, dez minutos depois do acidente. 

Junto com eles chegou uma lancha da Capitania dos Portos, mas nela não havia mergulhadores. 

Os homens da Capitania se limitaram a recolher os pedaços do avião que boiavam no mar, incluindo, segundo Mino, uma roda.
O barqueiro Ademilson de Alcantara Mariano, o Mino, com o pé de cabra usado para tentar socorrer a passageira do avião
O barqueiro Ademilson de Alcantara Mariano, o Mino, com o pé de cabra usado para tentar socorrer a passageira do avião.


Ainda segundo Mino, barcos dos Bombeiros e da Defesa Civil chegaram ao local entre 14h25 e 14h30, ou seja, 35 a 40 minutos depois do acidente. 

Ninguém tinha dúvida de que todos os passageiros do avião estavam mortos: “O avião parecia uma folha de papel, todo rasgado e amassado. 

Era impossível alguém ter sobrevivido”. 

Foi aí que o barco da Defesa Civil se aproximou do avião, e um oficial viu uma mão batendo no vidro do avião. 

“Ele gritou: Rápido! 

Tem alguém vivo aqui!”.

Os Bombeiros e a Defesa Civil pediram ajuda a Mino para usar seu barco, uma traineira chamada Caribe, com capacidade de 25 pessoas, para levantar o avião. 

Um mergulhador dos bombeiros passou uma corda por baixo do avião e dois grupos de pessoas, cada um de um lado da proa do barco de Mino, puxaram o avião para cima. 

Conta Mino:

“Dava para ver a mão de alguém batendo no vidro. 

Depois ouvimos os gritos, era uma voz de mulher: 

‘Pelo amor de Deus, me tira daqui, não aguento mais!’. 

Os Bombeiros e a Defesa Civil usaram uma marreta para tentar quebrar o vidro, mas não conseguiram, aquilo nem trincou. 

Aí um bombeiro pegou um pé de cabra no meu barco e conseguiu abrir um buraco pequeno na fuselagem, para passar um tubo de oxigênio. 

Assim que ele abriu o buraco, deu para ver um dedo saindo de dentro. 

Foi uma coisa terrível, um desespero. 

O bombeiro enfiou a mangueira de oxigênio pelo buraco e bateu no avião para ver se a mulher estava viva. 

Mas não ouvimos mais nada.”

A notícia divulgada na quinta, de que a mulher teria sobrevivido por 40 minutos depois do acidente, estava errada. 

Segundo Mino, somando o tempo que os Bombeiros e a Defesa Civil chegaram e o tempo que eles passaram tentando abrir o buraco no avião, passaram-se cerca de 70 minutos.

P.S.: Lendo os comentários, percebi que não havia deixado claro, na primeira versão de meu texto, um fato importante: o avião foi içado duas vezes. 

A primeira, durante a tentativa de salvamento da passageira, e a segunda, por dois barcos pesqueiros, içamento este interrompido por ordens da Aeronáutica. 

Nesse segundo içamento já não havia possibilidade de sobreviventes. 

Peço desculpas pela confusão.

COMENTÁRIO:

A Polícia Federal precisa apurar esses depoimentos dados pelos personagens dessa matéria, para que não paire nenhuma dúvida na cabeça dos brasileiros sobre as reais causas deste acidente que ceifou a vida do Ministro do STF Teori, e mais quatro passageiros da aeronave sinistrada. 

Acidentes aéreos acontecem quase toda semana com aeronaves do tipo que caiu em Paraty.

Mas há muita coincidência com a que transportou o Ministro do STF para Paraty, já que o mesmo estava a frente da relatoria dos processos que envolvem só gente grande na maior operação de combate ao crime organizado do Brasil, cujos réus são políticos e empresários famosos.

O piloto da aeronave era muito experiente, e há 20 anos voava de São Paulo à Paraty, conhecia todas as intempéries daquela região, e sabia muito bem como proceder para não ser vítima de tais fenômenos como foi divulgado na grande mídia de forma exaustiva pelos seus colegas de profissão e até mesmo especialistas em acidentes aéreos. 

Não será mais racional acreditar que alguma peça essencial aos instrumentos que operam os movimentos de uma aeronave tenha apresentado alguma avaria que foi a principal responsável pela queda da mesma ?

Com a palavra os senhores especialistas.



Valter Desiderio Barreto
    

Barraca sem vendedor comercializa produtos à base da confiança em MG

Comércio fica na beira de uma estrada na zona rural de Delfim Moreira.
Ideia partiu de engenheiro aposentado que hoje trabalha no campo.

 

Do G1 Sul de Minas

Um agricultor apostou no comércio à base da confiança ao montar uma barraquinha na zona rural de Delfim Moreira (MG) para vender doces, refrigerantes e, principalmente, frutas, verduras e legumes orgânicos. 

Placas indicam que a ideia é pegar o produto desejado e pagar na base da honestidade, já que não há ninguém tomando conta do local.

Até uma caixinha foi deixada na barraca para que o cliente possa pegar o troco, se for o caso. 


A novidade vem atraindo a atenção de quem passa pela estrada onde está a barraquinha.

“Eu achei estranho, porque é esquisito fazer um comércio na beira da estrada e deixar [sozinho]”, disse o agricultor Andrei José da Silva.

Barraca em Delfim Moreira (MG) tem até uma caixinha para a pessoa pegar o troco (Foto: Reprodução EPTV/Erlei Peixoto)Barraca em Delfim Moreira (MG) tem até uma caixinha para a pessoa pegar o troco (Foto: Reprodução EPTV/Erlei Peixoto)
 
 
“Achei isso uma coisa fascinante. 

Seria muito legal se essa moda pegasse”, contou o empresário Alfredo Cantelmo.

O curioso é que em uma da placas afixadas pela barraca há uma que informa: “Aqui realmente ninguém está sendo filmado”.

“A gente nem acreditou quando a gente passou ontem aqui e viu. 


Voltamos hoje para constatar e comprar mais, porque no mundo que a gente vive hoje é, realmente, interessante”, contou a pedagoga Sílvia Helena Curi Silva, que passou com o marido pelo local.
Plaquinhas anunciam que comércio é feito na base da confiança em Delfim Moreira (MG) (Foto: Reprodução EPTV/Erlei Peixoto) 
Plaquinhas anunciam que comércio é feito na base da confiança em Delfim Moreira (MG) (Foto: Reprodução (EPTV/Erlei Peixoto)
 
 
A ideia é de um engenheiro aposentado que passa grande parte do dia em um terreno na roça, bem de frente para a Serra da Mantiqueira. 

“A barraca fica sem ninguém lá, porque nesse momento que não tem ninguém lá, eu tenho que estar produzindo para vender”, explicou o, agora, agricultor, José Cláudio da Silva.

“Seo” Zé Cláudio, como é conhecido na região, se considera um sonhador e disse que como já tinha ouvido falar de ideias parecidas em outros países, resolveu arriscar. 


“Estou vendo com bons olhos. 

Acredito e tenho certeza que esse é um dos caminhos para que a gente reverta a imagem de que o brasileiro é desonesto”, afirmou.

A mulher de “seo” Zé Cláudio só ficou sabendo da ideia quando já estava tudo pronto, mas não acreditou muito no projeto do marido. 


“Eu falei: não vai rolar, não vai rolar!”, disse Maria De Fátima Pereira da Silva.

Mas parece que tem dado certo. 


Pelo menos, todo fim de tarde o dinheiro está lá na caixinha. 

“Espero que apareça mais ‘Cláudio’ para que montar outras lojas como esta”, revelou o agricultor.
Barraca sem vendedor atrai a atenção dos clientes em Delfim Moreira (MG) (Foto: Reprodução EPTV/Erlei Peixoto)Barraca sem vendedor atrai a atenção dos clientes em Delfim Moreira (MG) (Foto: Reprodução EPTV/Erlei Peixoto)

CONCLUSÃO MAIS DO QUE EQUIVOCADA ESSA DO SÉRGIO MORO NÃO PODER ASSUMIR O CARGO DE MINISTRO.




JÁ IMAGINARAM SE TODOS OS ADVOGADOS VENCESSEM AS CAUSAS DE SEUS CLIENTES ?

JÁ IMAGINARAM SE TODOS OS JUÍZES FOSSEM UNÂNIMES EM SUAS SENTENÇAS ?

NEM SEMPRE É ISSO QUE ACONTECE, NEM MESMO ENTRE DESEMBARGADORES E MINISTROS DE TRIBUNAIS DE JUSTIÇA, CADA UM TOMA SUAS DECISÕES DE ACORDO COM A INTERPRETAÇÃO PESSOAL DO QUE CONSTA NA LEI DO NOSSO PAÍS.

É O MESMO QUE ESTÁ ACONTECENDO AGORA COM ESSA DIVERGÊNCIA SE O SERGIO MORO PODE OU NÃO PODE SER MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

NA MINHA MODESTA OPINIÃO DE UM LEIGO EM ASSUNTOS JURÍDICOS DIANTE DE TANTOS "EXPERT" NESTA ÁREA QUE ESTÃO SE MANIFESTANDO PUBLICAMENTE A FAVOR E CONTRA A POSSIBILIDADE DESSE HERÓI NACIONAL JUIZ FEDERAL SERGIO MORO SE TORNAR MINISTRO DO STF, NÃO TENHO NENHUMA DÚVIDA QUE NÃO EXISTE NENHUM IMPEDIMENTO PARA QUE ELE SE TORNE MINISTRO DA SUPREMA CORTE DE JUSTIÇA DO NOSSO PAÍS.

PARA DIRIMIR ESSA DÚVIDA BASTA OBSERVAR O PRINCÍPIO JURÍDICO DA SUSPEIÇÃO QUE É UNIVERSAL:

Significado de Suspeição:

"Situação, mencionada em lei, que impede juízes, promotores, advogados, ou qualquer outro auxiliar da justiça, de funcionar em determinado processo, no caso de haver dúvida quanto à imparcialidade e independência com que devem atuar".

Exemplo do uso da palavra Suspeição:

"Juiz vai julgar uma causa, só que uma das partes é seu irmão, a imparcialidade do processo fica comprometida, ocorre então a suspeição do processo, tendo que ser dirigido para um juiz substituto".

Esse princípio deve ser aplicado na situação do futuro Ministro do STF Sergio Moro.
Processos da Lava Jato que passaram pelas suas mãos, ele não terá acesso.

Simples de resolver esse imbróglio jurídico não é mesmo ?

O SERGIO MORO NÃO SERÁ MINISTRO DA LAVA JATO, ELE SERÁ MINISTRO DOS MILHARES DOS PROCESSOS QUE SE ENCONTRAM NOS ARQUIVOS DO STF.

NÃO DEVEMOS ESQUECER, QUE O JUIZ SERGIO MORO TEM O MESMO PERFIL DO MINISTRO TEORI ZAVASCKI, O QUE SERIA MUITO IMPORTANTE PARA O BEM DA NOSSA NAÇÃO E DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO.


Valter Desiderio Barreto


Barretos, São Paulo, 21 de janeiro de 2017.

sexta-feira, janeiro 20, 2017

A prioridade é defender a Lava-Jato



Editorial O Globo

Somadas, todas as manobras e mesmo medidas legais contra a Lava-Jato não resultam no impacto e no risco potencial para a operação decorrentes da morte do ministro do Supremo Teori Zavascki, em acidente aéreo ontem em Paraty.

Relator da Lava-Jato na Corte, destinatário de todas as acusações envolvendo pessoas com foro especial, Teori, para agravar o quadro, morre no momento em que entrava na fase final de análise dos cerca de 800 depoimentos prestados por 77 executivos da Odebrecht, inclusive Marcelo Odebrecht, preso em Curitiba, no maior e mais importante acordo de delação premiada feito na operação.

Por ser a maior empreiteira envolvida no esquema de corrupção, com ramificações no exterior, esses testemunhos são vitais para esclarecer o esquema e sua vinculação com petistas e peemedebistas, principalmente, e também com possíveis estilhaços sobre o oposicionista PSDB, o PP e outros partidos. 

O caso interessa inclusive a países latino-americanos em que a Odebrecht recebeu ajuda de Lula para ganhar concorrências, também lubrificadas por propinas.

Acusações de corrupção contra Lula devem ganhar forma com essas delações. 

O mesmo ocorre na questão do financiamento ilegal das campanhas políticas de Dilma Rousseff. 

É por tudo isso — e mais o que se perde sem a capacidade do ministro de tomar decisões sempre sustentadas em cortantes argumentos técnicos, num processo de profundas implicações político-eleitorais como este — que a Lava-Jato se torna a grande perdedora com a morte de Teori Zavascki.

É prioritário, portanto, na substituição de Teori na relatoria do caso, que a mesma linha de trabalho do ministro seja preservada. 

Por isso, de imediato, precisa ser afastada pela presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, e seus pares a possibilidade de o novo relator ser escolhido por sorteio. 

Não se pode jogar na roleta da sorte ou do azar assunto tão importante, com sérias implicações para o país.