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Aproveitamento do caroço de açaí

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quarta-feira, abril 23, 2014

SAAEP seleciona três nomes mais votado através de jurados, para público escolher nome de sua ou seu MASCOTE.

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas- SAAEP, cumpriu hoje pela manha, mais uma etapa da campanha que vem sendo desenvolvida desde o início do governo do prefeito Valmir Mariano Queiroz, sobre a conscientização da população parauapebense do desperdício de água tratada no município, que vem ocorrendo ao longo dos anos, através das educadoras educacional do Departamento de Meio Ambiente deste órgão, que depois de terem visitado 44 escolas da rede pública municipal de ensino convocando alunos de 1º ao 4º Ciclo para participarem do concurso cultural da escolha do nome oficial da "Mascote" como símbolo desta autarquia, foram selecionados 32 nomes criados por alunos de 17 escolas das 44 visitadas, e que hoje ficaram reduzidos a 03, depois que o corpo de jurados composto por 07 pessoas representando diversos setores da Prefeitura Municipal de Parauapebas e o SAAEP, escolheram por meio de votos, de acordo o regulamento pré-estabelecido pela comissão do referido concurso, e que agora na sua etapa final, os três nomes escolhido pelos jurados, um será escolhido por maioria de votos pelo público que tem acesso ao site do SAAEP e demais veículos de comunicação do município à partir de amanhã, cujo resultado da escolha será no próximo dia 28 do mês em curso, e a premiação do vencedor do nome escolhido, será no dia do aniversário de Parauapebas, 10 de maio. 

O aluno vencedor ganhará um Tablet, sua professora também ganhará um Tablet, e a escola ganhará como brinde DOIS MIL REAIS em livros literários.  

Os três nomes selecionados pelos jurados foram: 

GUAEP
AQUALINO
AGUALINA









Membros do corpo de jurados

Somente três representantes da imprensa de Parauapebas compareceram a este evento. Francesco, Frank Junior, e Valter Barreto.





Gesmar, ex-gestor do SAAEP sempre risonho, Gracyethy B. Souza, Gina Mikawa, Jacilene e Izabel.


Gina Mikawa, Izabel, Gesmar, Vilma e Jacilene. O quinteto que promoveu a revolução no Departamento de Meio Ambiente do SAAEP. 

Prefeito de Parauapebas Valmir Mariano Queiroz visita obras

Olá! 

Estive visitando as obras da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e da duplicação da PA-160 

que trarão muitos benefícios para a nossa comunidade! 

Vamos em frente!































COMENTÁRIO:


Dá-lhe neles Prefeito Valmir ! 

Ensina aos quatro incompetentes "dublês" de gestores que lhe antecederam nos 25 anos de emancipação política e administrativa de Parauapebas como é que se cuida de um município ! 

Seu nome jamais será apagado dos anais da história dos grandes administradores públicos, como um dos mais competente prefeito que o Pará, porque não dizer o Brasil, já conheceu. 

Embora exista no seu governo alguns elementos que impedem a minha aproximação de sua pessoa, eu não deixarei de enaltecer-lhe publicamente pelo que você tem realizado neste município, que sofreu durante 25 anos nas mãos dos quatro aprendizes de administradores que nunca tiveram competência para administrar seus negócios, como teriam capacidade de administrar uma prefeitura como a de Parauapebas ou outras ? 

Eles todos precisam aprender com você a arte de administrar bem aquilo que não pertence a eles. Tenho dito. 


Valter Desiderio Barreto - Jornalista.

Suzane von Richthofen não pode sair de regime fechado, diz novo exame

Laudo recomenda que jovem não vá para o regime semiaberto em SP.
Condenada por matar pais quer sair de dia e dormir à noite na prisão.

 

Kleber Tomaz Do G1 São Paulo
Suzane Richtofen teve pedido de transferência negado (Foto: Reprodução/TV Globo) 
Suzane Richtofen tenta sair do regime fechado para ir ao semiaberto (Foto / Arquivo: Reprodução/TV Globo)
 
 
Novo exame criminológico encomendado pela Justiça de São Paulo concluiu neste mês que Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão por mandar matar os pais em 2002 na capital, ainda não está apta a progredir do regime fechado para o semiaberto, como quer a sua defesa. 

A informação foi apurada pelo G1.

A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) confirmou  nesta quarta-feira (23) que o laudo criminológico acabou anexado ao pedido de progressão de regime e foi encaminhado ao Fórum de Taubaté, no interior do estado. 


Lá, a juiza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da 1ª Vara das Execuções criminais irá analisá-los. 

A magistrada decidirá se a presa continuará detida 24 horas por dia em Tremembé ou poderá sair de lá para trabalhar pela manhã, voltando à noite para dormir. 

Até esta manhã, ela não havia recebido os documentos. 

TJ não informou o resultado do teste.

De acordo com a apuração da equipe de reportagem, o exame criminológico mostrou que Suzane não se arrependeu totalmente do crime que cometeu, nem tem planos para o futuro ou sequer fez curso profissionalizante na cadeia. 

O documento é assinado pelo psiquiatra forense Guido Palomba.
Apesar de Suzane ter bom comportamento na prisão, o especialista alegou que ela deixou de preencher outros requisitos necessários e fundamentais para ter direito à progressão. 

Procurado pela equipe de reportagem, Palomba não quis comentar o assunto alegando que o caso está sob segredo judicial.

O pedido de progressão de regime foi feito pela defesa de Suzane à Justiça. 

Seus advogados, Denivaldo Barni e Denivaldo Barni Júnior, enalteceram, por exemplo, o bom comportamento da cliente e pareceres psicológicos favoráveis, produzidos nos últimos anos.
O habeas corpus que pede a progressão de regime foi analisado em fevereiro deste ano pelo desembargador José Damião Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). 

Como os documentos psicológicos sobre Suzane não possuíam uma análise psiquiátrica, o magistrado então determinou a realização de exame criminológico complementar.  

E que o resultado fosse encaminhado a Taubaté.

Instituído pela Lei de Execução Penal de 1984, o exame criminológico pode ser feito por psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais do sistema prisional a pedido da Justiça. 

O objetivo é avaliar se o preso tem condições ou não de receber a progressão de regime.

Cogan indicou Palomba para submeter Suzane ao novo exame. 

O psiquiatra chegou a procurar a presa na penitenciária feminina de Tremembé para entrevista-la, mas ela se negou a falar. 

Diante disso, o especialista realizou então um exame indireto. 

Ele analisou documentos relacionados a sentenciada para auxiliar o embasamento de seu laudo.

Ele concluiu que Suzane teve respostas negativas às questões relacionadas à ‘arrependimento e remorso’, ‘planos para o futuro’ e ‘profissionalização dentro do sistema carcerário’. 

A presa teve ponto positivo, no entanto, no bom comportamento. Mas na opinião do psiquiatra, isso não foi determinante já que se trata de uma obrigação para quem está encarcerado.

A paciente suporta constrangimento ilegal em razão do excesso de prazo para o julgamento do pedido de progressão, afrontando o princípio da celeridade processual e razoabilidade"
Defesa de Suzane Richthofen.
 
Nos documentos verificados para elaboração do parecer psiquiátrico, Suzane teria dito que se arrependia parcialmente pelo assassinato dos pais, não tinha planos para o futuro e nem havia buscado uma profissão dentro da prisão.

Desde 2009, os defensores de Suzane tentam na Justiça a progressão para ela, mas sempre tiveram solicitações negadas por diversos tribunais.

Por meio de nota, o TJ informou que “foi determinado exame psiquiátrico --  este, especificamente, pois ficou faltando no exame criminológico realizado na sentenciada. 

Com a vinda do laudo, o processo provavelmente estará pronto para decisão do pedido de progressão de regime”.

Questionada pela equipe de reportagem, a assessoria do Ministério Público também confirmou a realização do exame criminológico. 

Um promotor irá se manifestar sobre o pedido de progressão, sugerindo à Justiça se Suzane deverá continuar em regime fechado ou ganhar o semiaberto.

Suzane von Richthofen (Foto: Reprodução/TV Globo)Suzane com roupa de presidiária em Tremembé (Foto/Arquivo: Reprodução/TV Globo)
 
 
 
Defesa

Em seu pedido de progressão de regime ao TJ, a defesa de Suzane alegou que “a paciente suporta constrangimento ilegal em razão do excesso de prazo para o julgamento do pedido de progressão, afrontando o princípio da celeridade processual e razoabilidade”.  


Segundo o advogado, há registros de "ótima conduta carcerária" por parte de Suzane.

De acordo com a defesa, os pedidos de progressão foram feitos em março, maio e junho de 2013, quando “foi determinada a realização de exame criminológico, o qual apresentou parecer favorável à progressão.”

Apesar disso, os advogados informaram que em outubro de 2013 “foi determinada a realização do teste de Rorschach, cujo laudo foi apresentado em dezembro de 2013, sendo reiterado o pedido de progressão, estando os autos conclusos desde 22 de janeiro”.

Os defensores “sustentam, ainda, que a paciente reúne os requisitos subjetivos, eis que exerce atividades laborativas, tendo recebido voto de elogio por sua dedicação e presteza.”

Além do pedido de progressão de regime, os advogados Denivaldo Barni e Denivaldo Barni Júnior, defensores de Suzane, pediram segredo de Justiça do caso.  

O desembargador Cogan decretou então o segredo de justiça “em razão da profundidade da análise da paciente.”

Os irmãos Cristian (esq.) e Daniel Cravinhos, em foto de 23 de janeiro de 2006 (Foto: Vidal Cavalcante/Estadão Conteúdo) 
Os irmãos Cristian (esq.) e Daniel Cravinhos, em foto de 23 de janeiro de 2006 (Foto/Arquivo: Vidal Cavalcante/Estadão Conteúdo)
 
 
 
Procurado pelo G1, Denivaldo Barni Júnior informou que estava impossibilitado de comentar o assunto por volta das 11h desta quarta-feira. 

Pediu para a reportagem procurá-lo mais tarde.

Caso Richthofen

Em 2006, Suzane foi condenada a 39 anos de reclusão em presídio de segurança máxima em regime fechado por participar do assassinato dos seus pais. 


Atualmente, com 30 anos de idade, confessou participação no assassinato dos pais em 31 de outubro de 2002. 

O casal Manfred e Marísia Von Richthofen foi morto pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos na mansão onde moravam, na capital paulista.

Na época, Daniel namorava a filha das vítimas. 

Suzane teria planejado o crime porque não tinha um bom relacionamento com os pais e queria dividir o dinheiro da herança da família com os Cravinhos.

Os irmãos também foram presos e condenados ao regime fechado, mas o deixaram em fevereiro de 2013, quando foram para o semiaberto.

terça-feira, abril 22, 2014

Casal completa 40 anos juntos após se conhecer por anúncio em jornal



Ermano e Marilene namoraram por correspondência durante três anos. Relacionamento é marcado por vários fatos diferentes e curiosos.



Jéssica Bitencourt
Do G1 Santos





Casal completará 40 anos de união após se conhecer por anúncio de jornal (Foto: Arquivo Pessoal / Fabiana Ferreira)
Casal completará 40 anos de união no mês de dezembro (Foto: Arquivo Pessoal / Fabiana Ferreira)

Um despretensioso anúncio no 

jornal e três anos de namoro por correspondência. 


Desta forma, começou a história de amor entre um aposentado de São Vicente, no litoral de São Paulo, e uma dona de casa de Lins, no interior do Estado. 


O casal, que superou a distância escrevendo cartas de amor, completará bodas de rubi neste ano.
Juntos há 39 anos, Ermano Silva e Marilene Ferreira Silva começaram a se relacionar de uma maneira nada convencional no ano de 1969. 


Cansada de namoros que não davam certo, a dona de casa foi convencida por uma amiga a publicar um anúncio em um jornal da época para encontrar pretendentes. 


“Uma amiga estava se correspondendo com rapazes por carta e disse que funcionava. 


Então, eu resolvi tentar”, conta Marilene, que mandou uma carta com suas características para o extinto Jornal Última Hora.
O anúncio foi publicado no veículo, em um espaço dedicado aos homens e mulheres que buscavam um novo amor. 


Dias depois, a dona de casa recebeu várias cartas. 


“O Última Hora tinha circulação nacional, então eram rapazes de vários estados me mandando cartas. 


Selecionei algumas e respondi”, diz Marilene. 


Ela lembra que o pai fazia piada da situação. 


“Ele falava: 'Ô fia, agora sai casamento' e dava risada”, brinca.
A dona de casa se correspondeu com os pretendentes escolhidos por algumas semanas, até que Ermano se destacou. 


“Eu resolvi que estava na hora de escolher um só, e foi ele”, relata Marilene. 


Mas, para Ermano, a escolha foi motivada pela forma como ele escrevia. 


“Eu começava as frases com as letras do nome dela. 


Era um poeta”, descreve o aposentado. 


O amor pela garota do interior era tanto que ele ia até o correio e brigava com os funcionários quando eles diziam que não havia nenhuma carta.

Uma das cartas que Ermano mandou para Marilene (Foto: Arquivo Pessoal / Fabiana Ferreira)
Uma das cartas que Ermano mandou para Marilene (Foto: Arquivo Pessoal / Fabiana Ferreira)

De acordo com o casal, foram quatro meses só mandando cartas e até fotografias. 


Ermano revela que usou um truque para saber se a foto enviada pela dona de casa era verdadeira. 


“Em uma das cartas, eu disse que tinha perdido a foto, e esperei para ver se ela mandava outra”, lembra. 


O aposentado também teve medo que Marilene desistisse do romance após receber sua foto.


“Pensei que ela fosse me achar feio”, admite.
Quando os dois resolveram se encontrar pessoalmente, foi outra confusão. 


Ermano era funcionário público, e em um fim de semana pegou um ônibus para Lins contra a vontade do pai, que temia que o filho se perdesse em uma cidade onde não conhecia ninguém. 


Porém, uma tempestade atrasou o percurso, e o ônibus que deveria chegar ao município às 16h só encostou na rodoviária às 21h. 


“Eu desci e peguei um táxi, mas o motorista desconhecia o endereço dela. 


Foi uma aventura”, recorda. 
Enquanto isso, Marilene chorava, certa de que o rapaz não viria mais.
Ela afirma que ficou surpresa quando a mãe avisou que um fusca azul (cor dos táxis na época) havia estacionado na porta de sua casa. 


“Todo mundo pulou da cama quando ele chegou. 


Meus pais ficaram impressionados”, assegura a dona de casa. 


Ermano passou quatro dias em Lins e o namoro foi oficializado.
Ermano e Marilene se cararam em dezembro de 1974 (Foto: Arquivo Pessoal / Fabiana Ferreira)
Ermano e Marilene se casaram em dezembro de 1974 (Foto: Arquivo Pessoal / Fabiana Ferreira)

União
Por três anos, o aposentado viajou para a cidade da namorada uma vez por mês, e o namoro seguia por correspondência. 


As cartas só cessaram quando o casal noivou e, em seguida, Marilene se mudou para a capital paulista. 


Então, o casal passou a se ver todos os fins de semana. 


Os preparativos para o casamento ficaram por conta das cinco irmãs do noivo. 


“Eu mobiliei o apartamento sozinho, mas elas arrumaram e fiz uma surpresa para a Lena”, conta o aposentado.
O casamento foi realizado em 28 de dezembro de 1974, em uma igreja paulistana. 


Ermano e Marilene vieram, em seguida, morar em São Vicente por causa do emprego do aposentado. 


Após três anos de união, ela engravidou da única filha do casal, Fabiana. 


“O único período complicado foi quando chegamos. 


Eu demorei para me adaptar. 


Não conhecia ninguém e sentia falta de casa”, diz Marilene. 


Segundo ela, foi uma fase passageira.
O casal fez 25 anos de casados em 1999 e, por isso, a filha preparou uma festa para renovar os votos dos pais. 


Este ano, eles completam 40 anos de casados, mais apaixonados do que nunca. 


“Para mim, foi destino. 


Foi como tinha que ser”, declara Ermano sobre a história de amor dos dois.
Correspondências expressavam a saudade do casal (Foto: Arquivo Pessoal / Fabiana Ferreira)
Correspondências expressavam a saudade do casal (Foto: Arquivo Pessoal / Fabiana Ferreira)

PARA O POVO BRASILEIRO REFLETIR COM MUITA CAUTELA. COMO DIRIA O FILÓSOFO FAUSTÃO: "URNA NÃO É PENICO".


A entrevista de José Sérgio Gabrielli ao Estado de Domingo, 20, na qual ele afirma que a presidente "Dilma não pode fugir à responsabilidade" pela decisão da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, reforçou a necessidade de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o negócio, avaliaram líderes da oposição, entre eles o senador tucano Aécio Neves (MG), pré-candidato a presidente da República. 

Esta será uma semana decisiva para a criação da CPI, pois a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), deverá decidir se o Congresso fará uma CPI restrita à estatal, como querem os oposicionistas, ou se abrangente, para investigar também o pagamento de propina para facilitação de obras no metrô e nos trens de São Paulo, e sobre a construção do Porto de Suape, em Pernambuco.

Gabrielli era o presidente da Petrobras à época da compra da refinaria de Pasadena e Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, era a presidente do Conselho de Administração da empresa. 

Na entrevista ao Estado, Gabrielli disse ser o "responsável" pela operação de compra, já que era o presidente da estatal, mas dividiu o ônus com Dilma. 

Gabrielli reforçou a afirmação de que o resumo executivo em que o conselho baseou sua decisão sobre a compra foi "omisso", mas acrescentou que isso não foi relevante para a decisão. 

Dilma havia afirmado a mesma coisa quando justificou seu voto pela compra da refinaria. 

O resumo executivo foi feito pelo então diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró.

Do lado da presidente Dilma Rousseff, as informações foram de que ela não reagiu à entrevista de Gabrielli. 

De acordo com auxiliares próximos a ela, Dilma Rousseff viu na entrevista do ex-presidente da Petrobras a clara linha de defesa de Gabrielli, uma vez que a compra da refinaria de Pasadena está sob investigação da Polícia Federal, do Ministério Público e do Tribunal de Contas da União (TCU). 

Gabrielli estaria, na visão de Dilma, definindo as linhas do que pretende dizer quando for procurado, com a tentativa de divisão de responsabilidade por todos os setores.

Para Aécio, a entrevista do ex-presidente da Petrobras reforçou a necessidade de uma CPI.

"O objetivo dela (a CPI) é exatamente determinar, sem qualquer pré-julgamento, qual é a responsabilidade de cada um nesse caso da refinaria de Pasadena e em outros episódios envolvendo a Petrobras. 

A CPI não é uma demanda das oposições, como querem fazer crer alguns governistas, mas sim da sociedade brasileira", disse Aécio ao Estado.

Líder do PSB na Câmara, o deputado Beto Albuquerque (RS) afirmou que, além de mostrar a necessidade de se fazer a CPI para investigar a operação de compra de Pasadena, que custou cerca de U$ 1,25 bilhão, ficou claro que Gabrielli "deu um puxão de orelhas" em Dilma, ao chamá-la à responsabilidade.

"Quando o Gabrielli assume a responsabilidade pela compra de Pasadena, por ser o presidente da companhia, na época, ele está sendo honesto. 

Não tem como negar que é mesmo o responsável. 

E não há como negar que Dilma, então presidente do Conselho de Administração, tem responsabilidade igual. 

Um era o presidente da Petrobras, outra a presidente do conselho. 

Assumiam decisões juntos. 

O Gabrielli botou a bola na marca do pênalti."

Já o líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), disse que Gabrielli foi muito claro na entrevista. "Ele disse, sem rodeios: ''somos todos responsáveis''. 

Não adianta achar que uns vão tirar a sardinha do fogo com a mão do gato. 

Está muito claro que a então ministra Dilma Rousseff era responsável pela decisão da compra da refinaria. 

Ela era presidente do Conselho de Administração, que aprovou a compra", disse Nunes Ferreira.

Fonte: Página do Facebook do advogado
Robson Cunha Do Nascimento

segunda-feira, abril 21, 2014

Série 26 anos de Parauapebas - Ex-secretários de Educação



Da esquerda para direita - Coronel Hernani, Leila Lobato, Osmar, Rinio Simões, Francisângela Resende, Raimundo Neto, Francisca Ciza e Juliana Santos.
 


Um comentário:


Daí só escapa o Coronel Hernani Guimarães Teixeira. 

O maior intelectual que a Secretaria Municipal de Educação de Parauapebas já teve até o presente momento ! 

Esse sim, sabia o que significava o verdadeiro fundamento da Educação como instituição de ensino em todos os seus níveis.

Foi meu chefe na então Companhia Vale do Rio Doce, no Departamento da Assessoria de Serviço de Informações - ASI.


Fonte: Blog do Alderi
 

Valter Desiderio Barreto.

Polícia pede quebra de sigilo bancário de pai e madrasta de Bernardo

Em depoimento, suspeita de matar menino disse ter sido paga por madrasta.
Objetivo é buscar transação suspeita feita por Leandro e Graciele Boldrini.

 

Do G1 RS


A Polícia Civil pediu a quebra do sigilo bancário do pai e da madrasta de Bernardo Boldrini, de 11 anos, encontrado morto no Norte do Rio Grande do Sul, como mostra reportagem do RBS Notícias (confira no vídeo)

O médico Leandro Boldrini e sua mulher, a enfermeira Graciele Ugolini Boldrini, estão presos por suspeita do assassinato, bem como a assistente social Edelvania Wirgsnovickz, amiga do casal.

De acordo com a Polícia Civil, o garoto foi morto no dia 4 de abril com uma injeção letal, o que ainda deverá ser confirmado pela perícia. 

O corpo foi encontrado 10 dias depois enterrado em um matagal em Frederico Westphalen. 

A criança morava com o pai, a madrasta, Graciele Ugolini Boldrini, e a irmã de um ano de idade, filha do casal, em Três Passos, no Noroeste gaúcho.  

Os suspeitos estão em local não revelado pela polícia por medida de segurança.

Bernardo fez a primeira comunhão em dezembro de 2013 (Foto: Reprodução/RBS TV) 
Bernardo fez a primeira comunhão em dezembro
de 2013 (Foto: Reprodução/RBS TV)
 
 
O objetivo da quebra do sigilo é apurar uma informação dada em depoimento por Edelvania. 

Ela afirmou ter recebido de Graciele R$ 6 mil, como adiantamento de um total de R$ 20 mil, para colaborar com o crime. 

A polícia tentará identificar alguma transação suspeita e, se for o caso, descobrir a origem do dinheiro destinado à amiga do casal.

Graciele disse também que a madrasta aplicou a injeção letal na veia do braço esquerdo do menino e jogou soda no corpo, com o objetivo de acelerar a decomposição. 

Ainda de acordo com o depoimento, as duas enterraram o menino sem saber se ele estava morto.

Escola prepara volta às aulas

Na escola onde o menino estudava, professores e alunos se preparam para retornar às aulas depois de três dias de luto. 


A psicóloga Fabiane Angelo, que trabalhou no atendimento a sobreviventes e familiares de vítimas do incêndio na boate Kiss, presta auxílio psicológico em Três Passos, e ajudará na volta às atividades na escola.

"A gente vai poder falar sobre o que aconteceu, sobre o que as pessoas estão sentindo, sobre como eles pensam em se preparar para receber os alunos. 

Essa é a ideia nesse primeiro momento”, diz a psicóloga Fabiane Angelo, que foi ao local na manhã desta segunda-feira (21) para conversar com professores e com direção da instituição.

Entenda o caso

saiba mais

Segundo a família, Bernardo havia sido visto pela última vez quando ia dormir na casa de um amigo, que ficava a duas quadras de distância da residência da família. 

No domingo (6), o pai do menino disse que foi até a casa do amigo, mas foi comunicado que o filho não estava lá e nem havia chegado nos dias anteriores.

Depois de o pai registrar o desaparecimento do menino, a polícia começou a investigar o caso até encontrar o corpo, na segunda-feira (14). 

De acordo com a delegada Caroline Virginia Bamberg, a investigação dirá se a vítima foi dopada antes de ser morta.

De acordo com a polícia, no início da tarde do dia 4 de abril a madrasta foi multada por excesso de velocidade. 

A infração foi registrada na ERS-472, em um trecho entre os municípios de Tenente Portela e Palmitinho. 

A mulher trafegava a 117 km/h e seguia em direção a Frederico Westphalen

O Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) disse que ela estava acompanhada do menino. 

A madrasta informou que ia a Frederico Westphalen comprar um televisor.

"O menino estava no banco de trás do carro e não parecia ameaçado ou assustado. 

Já a mulher estava calma, muito calma, mesmo depois de ser multada", relatou o sargento Carlos Vanderlei da Veiga, do CRBM. 

A madrasta informou que ia a Frederico Westphalen comprar um televisor.

A delegada diz que a polícia tem certeza do envolvimento do pai, da madrasta e da amiga da mulher no sumiço do menino. 

"Precisamos identificar o que cada um fez para a condenação", afirmou Caroline.

Cartazes escola Três Pasos Bernardo Boldrini (Foto: Jonas Campos/RBS TV)Cartazes pedindo retorno de Bernardo ainda estão na parede da escola (Foto: Jonas Campos/RBS TV)