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quarta-feira, março 04, 2015

Vídeo mostra aluno agredindo diretora em escola de Belo Horizonte

Em imagens, adolescente usa tripé de ferro para bater em educadora.
Jovem foi detido e mulher teve ferimento na cabeça.


Do G1 MG com informações do MGTV






A diretora da Escola Estadual Bolívar de Freitas em Belo Horizonte foi agredida nesta quarta-feira (4) por um aluno de 15 anos. 

Ele invadiu a secretaria e atingiu a cabeça da educadora com um tripé de ferro. 

O MGTV teve acesso ao vídeo que mostra o momento da agressão.

A escola fica no bairro Jardim Guanabara, região Norte da capital. 
A agressão foi na secretaria, no início da manhã. 

As imagens mostram que a diretora estava em uma ligação telefônica quando foi surpreendida. 

Ela não viu quando o aluno entrou e bateu com o objeto de metal na cabeça dela.

Depois da agressão, o rapaz não correu, ficou no canto da sala, um homem foi até ele pra evitar uma nova agressão. 

Funcionários que não quiseram se identificar disseram que esta não foi a primeira vez que o jovem agrediu alguém.

O adolescente já teria se envolvido em confusão no ano passado e ontem teria agredido uma professora em sala de aula. 

Por causa disso, a diretora pediu que a mãe dele fosse à escola nesta quarta-feira. 

Esta teria sido a motivação da violência. 

Pais e alunos estão preocupados.

A diretora teve um corte na cabeça. 

Ela foi levada para o hospital e o jovem para uma delegacia. 

Os dois foram ouvidos no Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente. 

De lá o jovem foi encaminhado ao juizado de menores, onde será ouvido, novamente, em uma audiência ainda nesta quarta-feira.

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação informou que representantes da Superintendência Regional de ensino vão se reunir nesta quinta-feira com a direção da escola e os pais do aluno pra definir as medidas disciplinares que serão tomadas.

A diretora passa bem, mas ainda será submetida a novos exames.

Mãe confessa que usou vassoura e cinto para agredir filho por 5 horas


Menino de 5 anos sofreu traumatismo craniano e morreu. 
Mulher participou de reconstituição nesta quarta em Cristais Paulista (SP).


Do G1 Ribeirão Preto.
A mãe de Adriano Henrique Jardim Ramos, menino de 5 anos que morreu após ser espancado em casa em Cristais Paulista (SP), confessou que, em um período de cinco horas, usou cabo de vassoura, cinto e chinelos para bater no filho, de acordo com informações da Polícia Civil.

Suspeita das agressões, Jane Aparecida Jardim, de 27 anos, mudou parte da versão inicial durante a reconstituição do crime, realizada nesta quarta-feira (4). 

Ela chegou a dizer que não tinha afeto pelo menino, de acordo com o delegado responsável pelo caso, Djalma Donizete Batista.

Segundo ele, a mulher confirmou que o menino defecou na própria roupa durante as agressões – antes, ela havia dito que esse foi o motivo do espancamento.

"Ela confirmou com riqueza de detalhes os atos que praticou, inclusive que as marcas que a criança tinha no tórax e no rosto foram em decorrência de mordidas", disse o delegado.

O menino foi internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Franca em 26 de fevereiro. 

Ele teve morte cerebral na noite do dia seguinte, mas a informação só foi confirmada no domingo (1º).

Durante reconstituição, Jane mostrou como agrediu o menino dentro de casa (Foto: Stella Reis/EPTV)Durante reconstituição, Jane mostrou como agrediu o filho dentro de casa (Foto: Stella Reis/EPTV)


Reconstituição:

Segundo o delegado, Jane contou que as agressões começaram na sala e terminaram no quarto. 


“Isso teria começado por volta das 8h e cessado por volta das 13h. 

Ela confessou que usou a vassoura, que inclusive quebrou em dois pedaços, no abdômen e no joelho da criança. 

Em determinado ponto das agressões, ele defecou”, explicou o delegado.

Batista afirmou não ter dúvidas em relação aos acontecimentos e que o inquérito deve ser concluído até sexta-feira (6).

O perito Edmilson Martins, que coordenou a reconstituição, disse que não houve contradições entre o depoimento de Jane e os indícios encontrados na cena do crime. “

A importância da reconstituição é confirmar fisicamente no ambiente o que ela disse em depoimento”, disse.
'Não tinha amor pelo filho'
Questionada sobre as razões que a levaram a agredir o filho, Jane apenas disse que está arrependida. 

Contudo, em novo depoimento à Polícia Civil e ao Ministério Público, ela afirmou que não tinha ligação sentimental com a criança.

“Percebemos que ela emite emoções a partir do momento em que fala dela própria. 

Em relação à criança, ela não esboça nenhuma reação. 

Segundo ela mesma, Jane não tinha sentimento por essa criança, porque não chegou a conviver com ela. 

Ela não tinha amor pelo filho", afirmou o delegado.

Adriano morava com o pai e um irmão mais velho em Campinas, também em São Paulo, e há seis meses estava vivendo com a mãe. 
Adriano Henrique Jardim Ramos, 5 anos (Foto: Reprodução/EPTV)Adriano Henrique Jardim Ramos, 5 anos, teve traumatismo craniano e morreu (Foto: Reprodução/EPTV)
O caso.


Jane Aparecida Jardim foi presa em 26 de fevereiro suspeita de espancar o filho Adriano Henrique Jardim Ramos. 


Em depoimento, a mulher confessou que agrediu o menino com um cinto e que depois pegou o garoto pelo pescoço e braços e o jogou na cama, quando a criança bateu a cabeça na lateral do móvel.

O menino foi levado para o pronto-socorro de Cristais Paulista e transferido para a Santa Casa de Franca.

Segundo a assessoria de imprensa do hospital, Adriano foi atendido com traumatismo craniano e internado na UTI em estado grave. 

Após a internação, o hospital comunicou a delegacia de Franca, para investigar o caso.

Ele não resistiu aos ferimentos e teve morte cerebral na noite da última sexta-feira.

A família de Adriano decidiu pela doação dos órgãos do menino. 
O corpo foi liberado na noite de domingo e seguiu para Campinas , onde vive o pai biológico da criança. 

O velório e o enterro aconteceram na manhã de segunda-feira (2) no município.

Jane foi presa em flagrante no dia da agressão e levada para a Cadeia Pública Feminina de Franca e depois transferida para a Penitenciária Feminina de Tremembé (SP).

Com a morte do menino, o indiciamento da mãe foi alterado de tentativa de homicídio qualificado para homicídio doloso qualificado – quanto há intenção de matar e por motivo fútil.
Menino de 5 anos foi agredido pela mãe em Cristais Paulista, SP (Foto: Reprodução/EPTV)A mãe confessou que agrediu Adriano com cabo de vassoura, cinto e até mordidas (Foto: Reprodução/EPTV)

Lista de 54 nomes enviada ao STF por procurador tem cerca de 45 políticos


Rodrigo Janot pediu ao Supremo 28 inquéritos para investigar 54 apessoas. 
Entre os nomes, estão os dos presidentes de Câmara e Senado, apurou JN.

Do G1, com informações do JN

Cerca de 45 políticos de vários partidos são alvos dos pedidos de abertura de investigação feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), informou nesta quarta-feira (4) o Jornal Nacional.
Entre as suspeitas sobre esses políticos, há crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, investigados na Operação Lava Jato, que apura pagamentos de propina e desvio de dinheiro daPetrobras.
O Jornal Nacional apurou que dois dos nomes são os dos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). 

Ambos dizem não ter conhecimento de que estejam entre os alvos dos pedidos de investigação (veja no vídeo ao final desta reportagem).
lista foi entregue nesta terça (4) ao ministro Teori Zavascki, relator das apurações da Operação Lava Jato no STF. 
Foram apresentados 28 pedidos de abertura de inquérito referentes a 54 pessoas, dentre as quais autoridades e suspeitos sem foro privilegiado. 
Entre as suspeitas relatadas, há crimes como corrupção e lavagem de dinheiro.
Janot também protocolou sete pedidos de arquivamento. 
O trabalho de análise dos documentos já começou no gabinete de Zavascki. 
O ministro e a equipes estão analisando cinco caixas de documentos enviados por Janot.

A expectativa é de que a análise seja concluída até o fim de semana e, logo em seguida, sejam conhecidos oficialmente os nomes e as suspeitas sobre cada um dos políticos.
De acordo com o critério definido pelo procurador-geral, para serem investigados, os políticos precisam ter sido citados nas delações premiadas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, e do doleiro Alberto Yousseff como beneficiados pelo esquema de corrupção na Petrobras.
Nos casos em que não há indícios de crime, Janot pediu o arquivamento. 
Se os pedidos forem aceitos e os inquéritos abertos pelo STF, os procuradores e a Polícia Federal poderão iniciar uma nova etapa nas investigações.
Segundo os investigadores, o trabalho, que está apenas no começo, pode identificar mais nomes de políticos suspeitos de terem se beneficiado do esquema de corrupção na Petrobras.

No Ministério Público Federal, o trabalho agora é preparar os pedidos que serão encaminhados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). 
Pelo menos um deles deve ser para investigar um governador citado nas delações.

Arte Lava Jato próximos passos (Foto: Arte/G1)

 

terça-feira, março 03, 2015

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "PROCURA-SE GOLPISTA":


Prezados, minha cliente foi vítima dessa estelionatária. 


Hoje existe um inquérito correndo contra ela na 58ªDP de Nova Iguaçu, sob o n.º 058.05964/2012.

Quem foi vítima dessa mulher, favor comparecer na referida delegacia para ingressar como vítima também, para ver se conseguimos pelo menos a responsabilidade penal dela. 

Justiça Federal no DF determina deportação de Cesare Battisti


Juíza tomou decisão ao analisar pedido do Ministério Público Federal.
Ela considera que o ex-ativista está em situação irregular no país.

Do G1, em BrasíliaFACEBOOK
Cesare Battisti (Foto: Reprodução/GloboNews)Cesare Battisti foi condenado por homicídio na Itália (Foto: Reprodução/GloboNews)













A juíza federal de Brasília Adverci Rates Mendes de Abreu atendeu ao pedido do Ministério Público Federal e considerou nulo o ato do governo federal que concedeu permanência no Brasil ao ex-ativista italiano Cesare Battisti.
A magistrada determinou que a União inicie o procedimento de deportação para a França ou para o México, países pelos quais ele passou após fugir da Itália e antes de chegar ao Brasil. 
Na avaliação dela, Battisti está no Brasil em condição irregular.
Battisti foi condenado na Itália à prisão perpétua por homicídio quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo. 
Em 2004, fugiu para o Brasil e foi preso em 2007. 
A Itália pediu extradição, e o Supremo concordou, mas destacou que a extradição é competência do presidente da República. 
Em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva considerou Battisti alvo de perseguição e negou a extradição. 
O Supremo voltou a discutir o caso, mas considerou que a decisão do presidente tinha que ser respeitada.
A decisão ainda não foi publicada e cabe recurso à própria juíza, ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal.
A defesa informou que ainda não foi intimada da determinação e que, portanto, não começou a correr o prazo para recurso. 
Os advogados vão questionar à própria magistrada o que chamam de "vício" da decisão por contrariar entendimentos anteriores do presidente da República e do Supremo.
Para o MPF, o governo federal fez uma "desesperada tentativa" de regularizar a situação de Battisti quando o Conselho de Imigração do Ministério do Trabalho e Emprego concedeu ao ex-ativista autorização de permanência no país. 
Para a Procuradoria, o ato de concessão foi ilegal, porque a legislação proíbe concessão de visto a estrangeiro condenado em outro país. Por conta disso, pediu a deportação para países de procedência de Battisti depois que fugiu para Itália para o Brasil – México e França.
No processo, a União argumentou que a Procuradoria tenta rediscutir uma decisão tomada pelo presidente e confirmada pelo Supremo.
Deportação e extradição
Para a juíza, o conselho de imigração contrariou a lei ao conceder a permanência. 
Além disso, ela afirma que não se pode confundir deportação com extradição. A deportação visa enviar o estrangeiro ao seu país de origem ou procedência caso esteja em situação irregular, enquanto a extradição é determinada para permitir o cumprimento de uma pena.
A magistrada afirma que a deportação de Battisti não afrontaria a decisão de Lula e nem a do Supremo.