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Aproveitamento do caroço de açaí

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sexta-feira, dezembro 19, 2014

Elton John e David Furnish se casam domingo na Inglaterra

Festa para 50 amigos será em sua casa em Windsor, perto de Londres.
Eles formalizaram união civil na Grã-Bretanha, em 2005.

Da France Presse

O cantor Elton John junto com seu companheiro David Furnish na cerimônia da 'Time' (Foto: Lucas Jackson/Reuters)Elton John e David Furnish na cerimônia da 'Time'
(Foto: Lucas Jackson/Reuters)
O ícone do pop Elton John se casará com seu companheiro de mais de duas décadas, o cineasta canadense David Furnish, no fim de semana, na Inglaterra, informou a imprensa americana nesta quinta-feira (18).
Elton e David dirão o "sim", em uma cerimônia íntima no domingo, 21 de dezembro, em sua casa em Windsor, Berkshire, perto de Londres.
 Segundo o jornal "The Daily Mirror", cerca de 50 amigos e familiares do casal irão à festa, incluindo David e Victoria Beckham.
Um representante do cantor consultado pela AFP não quis comentar a notícia.
No início do ano, Elton John disse que ele e Furnish pretendiam se casar "muito discretamente" na presença de seus dois filhos.
O cantor manifestou seu orgulho de que Inglaterra e Gales tenham começado a permitir os casamentos gays em março, enquanto a Escócia fez o mesmo esta semana.
Os dois formalizaram sua união civil pouco depois de sua adoção na Grã-Bretanha, em 2005
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Mãe se revolta ao saber da morte da filha e ataca suspeito na web: 'Maldito'

Danielle Monteiro era de Santos e morreu no Rio Grande do Norte.

Namorado confessou ter esfaqueado a mulher após uma briga por ciúmes.

Do G1 Santos
Danielle Monteiro era de Santos e foi morta no Rio Grande do Norte (Foto: Arquivo Pessoal)Danielle Monteiro era de Santos e foi morta no Rio Grande do Norte (Foto: Arquivo Pessoal)
A mãe da bancária Danielle Monteiro, de 36 anos, que foi assassinada a facadas pelo namorado nesta quinta-feira (18), expressou sua revolta pela morte da filha e xingou o autor do crime nas redes sociais. 
Segundo a Polícia Civil, o namorado dela, um barman de 34 anos, confessou ter esfaqueado a mulher após uma briga motivada por ciúmes. 
O crime aconteceu na Praia da Pipa, no Rio Grande do Nortemas a jovem era de Santos, no litoral de São Paulo, e será sepultada na cidade de origem.
Com a morte de Danielle, muitos amigos e familiares escreveram na página da jovem em uma rede social algumas palavras de conforto a família, postaram fotos com lembranças que tinham dela e falaram sobre o crime brutal.
Mãe, familiares e amigos atacaram o suspeito pela rede social (Foto: Reprodução/Facebook)Mãe, familiares e amigos atacaram o suspeito
pela rede social (Foto: Reprodução/Facebook)
Já na página do namorado e suspeito de ter cometido o assassinato, os amigos e a mãe da bancária expressaram a revolta pela morte da bancária. '
Maldito desgraçado. 
Você matou a minha filha. 
Quero que você apodreça na cadeia. Seu cão dos infernos. 
Aliás, é para lá que você vai. 
Fracassado. 
Ela tinha muito brilho e você ignorante conseguiu apagar. 
Morra, desgraçado", escreveu a mãe.

Crime.

Danielle mudou-se para o Rio Grande do Norte no fim de 2010 por conta do trabalho. Ela e o namorado brigaram dentro de casa e o crime terminou com a jovem sendo atacada a facadas. 
A bancária ainda chegou a ser socorrida para o Hospital Regional de Tibau do Sul, mas não resistiu aos ferimentos.
O corpo foi levado para a sede do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), em Natal. 
O suspeito foi encaminhado para uma unidade prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
O velório e o enterro de Danielle acontecerão em Santos
A família da vítima, que é toda da Baixada Santista, já foi para o Rio Grande do Norte liberar o corpo. 
Ainda não há horário definido para a cerimônia. 
Danielle tinha dois filhos, um deles com o suspeito.
Faca usada no crime foi encontrada quebrada (Foto: Divulgação/Polícia Civil do RN)Faca usada no crime foi encontrada quebrada (Foto: Divulgação/Polícia Civil do 

Justiça determina quebra de sigilo telefônico de jornal em Rio Preto

Impresso considera decisão uma afronta à liberdade de imprensa. 

Abraji repudia decisão da Justiça, lamenta e condena quebra de sigilo.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba
A Justiça tomou uma decisão contra o jornal impresso Diário da Região, de São José do Rio Preto (SP), que está gerando polêmica na imprensa nacional. 
O juiz federal Dasser Lattiérre Júnior determinou a quebra do sigilo telefônico do jornal e de um jornalista para descobrir as fontes que passaram ao jornal documentos que denunciavam um esquema de corrupção na Delegacia do Trabalho de Rio Preto.
Tudo começou quando a Polícia Federal realizou a operação “Tamburutaca”, em 2011, em que 17 pessoas ligadas à Delegacia do Trabalho de Rio Preto foram presas, entre elas o delegado do trabalho Robério Caffagni. 
O delegado e fiscais do trabalho são acusados de receber propina em troca de anular multas trabalhistas e fiscalizações em grandes empresas da região.
Depois das prisões, a TV TEM e o jornal tiveram acesso, por meio de suas fontes, a trechos do processo e transcrições de escutas telefônicas que comprovariam as denúncias. 
Foi quando a Procuradoria da República mandou a Polícia Federal intimar vários jornalistas, por entender que os documentos não poderiam ter sido revelados à imprensa.
A lei brasileira protege os jornalistas quando o assunto são as fontes da notícia. 
A imprensa tem o direito de proteger a identidade das fontes e, por isso, a equipe da TV TEM e os jornalistas do Diário não apontaram para a Justiça quem teria deixado vazar os documentos. 
O inquérito contra a TV TEM foi arquivado e, agora, a Justiça autorizou a Procuradoria da República a fazer uma varredura nas ligações telefônicas do Diário da Região para chegar ao nome de quem permitiu a liberação dos documentos.  
Fabrício Carareto, editor chefe do jornal Diário da Região, disse que está assustado com a decisão, que considera uma afronta à liberdade da imprensa e disse também que o jornal vai recorrer da decisão. 
A Abraji, Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, repudia a decisão da Justiça, lamenta e condena a quebra de sigilo, entendendo isso como uma coerção ao trabalho investigativo do jornalismo.
TV TEM sempre teve o compromisso de checar incansavelmente a origem das informações e a qualidade das fontes. 
As transcrições das escutas telefônicas mostradas no Tem Notícias são oficiais e até hoje são usadas pelo próprio Ministério Público Federal contra os funcionários da Delegacia do Trabalho, acusados de corrupção.
O que o TEM Notícias fez foi informar sobre as investigações e as denúncias, embasadas em documentos, contra aquelas pessoas. 
O trabalho não prejudicou nenhuma investigação, pelo contrário, deixá-la pública força ainda mais que as autoridades vasculhem com responsabilidade seus próprios colegas, denunciados como corruptos.
Reportagem mostrou denúncia contra a Delegacia do Trabalho de Rio Preto (Foto: Reprodução/ TV TEM)Reportagem mostrou denúncia contra a Delegacia do Trabalho de Rio Preto (Foto: Reprodução/ TV TEM)

Mulher com sinais de embriaguez bate em carros em SP

Seis veículos foram atingidos entre o Centro e a região da Aclimação. 

Polícia encontrou uma garrafa de vodca dentro do carro.

Do G1 São Paulo










Uma mulher de 59 anos, com sinais de embriaguez, bateu em seis carros em três ruas entre o Centro e o bairro da Aclimação, em São Paulo. 
A polícia encontrou uma garrafa de vodca dentro do carro dela, como mostrou o Bom Dia São Paulo.
As batidas foram registradas das 23h de quinta-feira (18) à 0h desta sexta-feira (19). 
Um vídeo, gravado com um celular, mostra a mulher que parecia passar mal.
Um Peugeot foi arrastado, bateu em um carro que estava estacionado e ficou atravessado no meio da Rua Nilo. 
Mais adiante, na Rua Pires da Mota, pelo menos outros dois carros foram atingidos. 
O dono de um carro vinho, que estava estacionado, jantava no momento do acidente e ficou danificado viu o momento em que a polícia abordou a motorista.
Um vídeo gravado com um celular mostra que a motorista se desequilibra e chega a se segurar em policiais para não cair. 
Ela fala com dificuldade e repete a frase: “Eu vou morrer”.

“Não conseguia nem ficar em pé. Uma hora depois ela não conseguia nem se comunicar ainda. 
Não estava falando nada com nada”, afirmou o técnico em eletrônica Gerson Júnior.
O veículo em que ela estava foi perdendo peças por onde passava. 
A polícia ainda não sabe qual foi o trajeto exato que a motorista fez, mas o trajeto entre a primeira e a última rua que ela percorreu tem aproximadamente 1 km. 
Um marca no asfalto pode ser um indício de que ela trafegava com um pneu furado.
Os policiais, que não informaram se ela fez o teste do bafômetro, disse que ela foi levada para um hospital
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10º escritório entra com ação contra Petrobras nos EUA


Advogados acusam empresa de falhar em impedir corrupção.
Superfaturamento de ativos no balanço também motivou ações coletivas.

Do G1, com informações do Valor OnLine
O escritório norte-americano de advocacia Levi & Korsisnky entrou com mais uma ação judicial coletiva contra a Petrobras em Nova York, acusando a companhia de falhar em impedir a corrupção em sua estrutura e ter superfaturado seus ativos no balanço. 
É o décimo processo do tipo contra a estatal nos Estados Unidos.
Agora cabe aos detentores de ADRs, que são recibos de ações negociados no mercado norte-americano, entrarem ou não com a ação contra a empresa com base nos processos já abertos. 
Os investidores que detinham posição entre maio de 2010 e novembro deste ano poderão participar.
Além do Levi & Korsisnky, outros nove escritórios tomaram a mesma decisão: Wolf Popper, Rosen Law Firm, Pomerantz Law Firm, Brower Piven, Khan Swick & Foti (KSF), Glancy Binkow & Goldberg, Bronstein Gewirtz & Grossman, Faruqi & Faruqi e Morgan & Morgan.
No dia 8 de dezembro, a Wolf Popper LLP anunciou que entrou com uma ação coletiva contra a Petrobras em um tribunal no distrito de Nova York, em nome de todos os investidores que compraram ações da empresa entre maio de 2010 e novembro de 2014.
Violação de normas
A acusação foi por violação das normas da Securities and Exchange Commission (SEC) – órgão que regula o mercado de capitais nos Estados Unidos e que, no Brasil, seria correspondente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 
A Petrobras tem ações negociadas nos mercados de Nova York, o que justifica o interesse dos EUA nas denúncias.
Segundo a acusação, a Petrobras divulgou aos investidores informações enganosas, "desvirtuando fatos e não informando a cultura de corrupção na companhia que consistiu em um esquema multibilionário de suborno e lavagem de dinheiro" que acontece na empresa desde 2006.
Em novembro, a SEC já havia solicitado à Petrobras documentos relativos a uma investigação que o próprio órgão dos EUA está fazendo sobre a empresa brasileira.
Em comunicado divulgado na ocasião, a petroleira informou que os documentos seriam enviados "após um trabalho conjunto com o escritório nacional Trench, Rossi e Watanabe Advogados e com o norte-americano Gibson, Dunn & Crutcher, já contratados pela Petrobras para fazer uma investigação interna independente".
No dia 10 de novembro, o jornal britânico "Financial Times" informou que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação criminal contra a Petrobras por conta das denúncias de corrupção na companhia
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Programa expedições tocantins

quinta-feira, dezembro 18, 2014

Justiça aceita denúncia contra Nestor Cerveró, Fernando Baiano e mais dois



Alberto Youssef e executivo da Toyo Setal também são réus no processo.
Juiz federal aceitou todas as denúncias do MPF na 7ª fase da Lava Jato.

Thais Kaniak e Bibiana DionísioDo G1 PR



O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Lava Jato na primeira instância, aceitou nesta quarta-feira (17) a última denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal(MPF) na sétima fase da operação.
Passam a ser réus no processo: Nestor Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobras; Fernando Soares, lobista conhecido como Fernando Baiano, apontado como um dos operadores do esquema de corrupção na estatal; e Júlio Camargo, executivo da Toyo Setal. Além deles, a Justiça também aceitou a denúncia contra o doleiro Alberto Youssef, que já virou réu em outras ações.

Eles são acusados de participação em crimes como corrupção contra o sistema financeiro nacional e lavagem de capital entre 2006 e 2012, conforme a denúncia.
Fernando Baiano e Nestor Cerveró (Foto: Geraldo Bubniak/ AGB/ Estadão Conteúdo e Geraldo Magela/ Agência Senado)Fernando Baiano e Nestor Cerveró (Foto: Geraldo
Bubniak/ AGB/ Estadão Conteúdo e Geraldo Magela/
Agência Senado)



De acordo com o MPF, Fernando Baiano e Nestor Cerveró são suspeitos de receber US$ 40 milhões de propina nos anos de 2006 e 2007 para intermediar a contratação de navios-sonda para a perfuração de águas profundas na África e no México. 

Fernando Baiano era representante de Nestor Cerveró no esquema, ainda segundo a denúncia.

Ao despachar pela aceitação da denúncia, Moro marcou para fevereiro de 2015 a primeira audiência.

Na avaliação do juiz, o MPF reuniu um número significativo de documentos que amparam as afirmações nas denúncias, especialmente o envolvimento direto de Nestor Cerveró nas contratações dos navios-sonda e as dezenas de transações financeiras relatadas pelo criminoso colaborador e que representariam atos de pagamento de propinas e de lavagem de dinheiro.

Entre os documentos, há extratos que demonstram as transações que teriam sido efetuadas para contas beneficiárias indicadas por Fernando Soares. 

"Foram também juntados documentos relativos aos pagamentos efetuados pelas empresas de Júlio Camargo no Brasil", afirma Moro.

Nestor Cerveró e Fernando Baiano respodem por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Além destes crimes, Júlio Camargo responderá por evasão fraudulenta de divisas e fraudes em contratos de câmbio. 

Nesta ação, Youssef responde apenas por lavagem de dinheiro.
Defesa

O advogado Edson Ribeiro, que defende Nestor Cerveró, disse não ter conhecimento da decisão. 


Mesmo assim, voltou a afirmar ao G1 que o cliente não envolvimento algum com Fernando Baiano, nem com o esquema investigado pela Lava Jato. 

Ribeiro ainda disse que vai recorrer aos tribunais superiores, pois entende que, como a sede da Petrobras fica no Rio de Janeiro, o processo deveria estar sob jurisdição da Justiça Federal no Rio de Janeiro.

Mario de Oliveira Filho, advogado do lobista Fernando Baiano, foi procurado pela reportagem, mas não atendeu às ligações. 


O mesmo ocorreu com os advogados que representam o doleiro Alberto Youssef. 

A defesa de Júlio Camargo não foi localizada, e a assessoria de imprensa da Toyo Setal ainda não retornou as ligações.

Alberto Youssef e Fernando Baiano estão presos na carceragem da Polícia Federal (PF) na capital paranaense. 

Youssef foi preso no mês de março, quando a primeira fase da operação foi deflagrada. 

Já Fernando Baiano foi preso em novembro, durante a sétima fase da Lava Jato. 

Além deles, 11 executivos de empreiteiras continuam presos na carceragem da PF.
As denúncias.

Todas as denúncias oferecidas pelo MPF contra 39 investigados na sétima fase da Operação Lava Jato foram aceitas pelo juiz entre sexta-feira (12) e esta quarta. 


Segundo o MPF, 23 dos denunciados são ligados às empreiteiras Camargo Corrêa, Engevix, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, OAS  e UTC.

O Ministério Público Federal dividiu os 39 denunciados em seis diferentes ações. 


Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa e Waldomiro de Oliveira são citados nas cinco denúncias apresentadas na quinta-feira (11). 

Elas foram divididas de acordo com a participação de cada empreiteira no esquema, segundo o MPF.

Enquanto Youssef e Oliveira foram apontados como operadores do dinheiro pago pelas empreiteiras, Paulo Roberto Costa era diretor de Abastecimento da Petrobras – núcleo que foi alvo da primeira leva de denúncias. 

Paulo Roberto Costa e Waldomiro de Oliveira viraram réus em cinco processos. 

Já Alberto Youssef é réu em todos os seis processos originados nesta sétima fase.

Veja os nomes dos 39 réus da sétima fase da Operação Lava Jato:
Alberto Youssef, suspeito de liderar o esquema de corrupção
Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras
Waldomiro de Oliveira, dono da MO Consultoria
Fernando Soares, lobista conhecido como Fernando Baiano, apontado como um dos operadores do esquema de corrupção na Petrobras;
Júlio Camargo, executivo da Toyo Setal
Nestor Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobras
Adarico Negromonte, apontado como emissário de Youssef
Dalton Santos Avancini, presidente da Camargo Corrêa
Eduardo Hermelino, vice-presidente da Camargo Corrêa
Jayme Alves de Oliveira Filho, acusado de atuar com Youssef na lavagem de dinheiro
João Ricardo Auler, presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa
Marcio Andrade Bonilho, sócio e administrador da empresa Sanko-Sider
Ricardo Ribeiro Pessoa, presidente da construtora UTC
Carlos Alberto Pereira da Costa, representante formal da GFD Investimentos, pertencente a Alberto Youssef e réu em outros processos ligados a Lava Jato;
Enivaldo Quadrado, ex-dono da corretora Bônus Banval, que atuava na área financeira da GFD e réu em outros processos ligados a Lava Jato;
- João Procópio de Almeida Prado, apontado como operador das contas de Youssef no exterior;
- Sergio Cunha Mendes, vice-presidente executivo da Mendes Júnior;
- Rogério Cunha de Oliveira, diretor da área de óleo e gás da Mendes Júnior;
- Ângelo Alves Mendes, vice-presidente da Mendes Júnior;
- Alberto Elísio Vilaça Gomes, executivo da Mendes Júnior;
- José Humberto Cruvinel Resende, funcionário da Mendes Júnior;
- Antônio Carlos Fioravante Brasil Pieruccini, advogado que teria recebido propina de Alberto Youssef;
Mario Lúcio de Oliveira, diretor de uma agência de viagens que atuava na empresa GFD, segundo delação de Alberto Youssef;
- João de Teive e Argollo, diretor de Novos Negócios na UTC;
Sandra Raphael Guimarães, funcionária da UTC.
- Gerson de Mello Almada, vice-presidente da empreiteira Engevix
Carlos Eduardo Strauch Albero, diretor da Engevix
- Newton Prado Júnior, diretor da Engevix
- Luiz Roberto Pereira, ex-diretor da Engevix
- João Alberto Lazzari, representante da OAS
Agenor Franklin Magalhães Medeiros, diretor-presidente da área internacional da OAS
Fernando Augusto Stremel Andrade, funcionário da OAS
José Adelmário Pinheiro Filho, presidente da OAS
- José Ricardo Nogueira Breghirolli, apontado como contato de Youssef com a OAS
Mateus Coutinho de Sá Oliveira, funcionário da OAS.
Dário de Queiroz Galvão Filho, executivo da Galvão Engenharia
- Eduardo Queiroz Galvão, executivo da Galvão Engenharia
- Jean Alberto Luscher Castro, diretor presidente da Galvão Engenharia
- Erton Medeiros Fonseca, diretor de negócios da Galvão Engenharia.
Entenda a Lava Jato
A Operação Lava Jato começou investigando um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões. 


A investigação resultou na descoberta de um esquema de desvio de recursos da Petrobras, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

Na primeira fase da operação, deflagrada em março deste ano, foram presos, entre outras pessoas, o doleiro Alberto Youssef, apontado como chefe do esquema, e o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

A sétima fase da operação policial, deflagrada no mês passado, teve como foco executivos e funcionários de nove grandes empreiteiras que mantêm contratos com a Petrobras em um valor total de R$ 59 bilhões.

Parte desses contratos está sob investigação da Receita Federal, do MPF e da Polícia Federal. 

Ao todo, foram expedidos na sétima etapa da operação 85 mandados em municípios do Paraná, de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Pernambuco e do Distrito Federal.

Conforme balanço divulgado pela PF, 25 pessoas foram presas.

Também foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão e foram expedidos nove mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a ir à polícia prestar depoimento), mas os policiais conseguiram cumprir seis.
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VALE ESTE - Arte Lava Jato 7ª fase (Foto: Infográfico elaborado em 15 de novembro de 2014)