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Aproveitamento do caroço de açaí

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terça-feira, agosto 11, 2020

SALÃO DE CABELEIREIRO PONTO ALTO DA BELEZA EM BARRETOS, SÃO PAULO.

Pastores criticam jejum convocado por Bolsonaro contra a covid-19

Pastores criticam jejum convocado por Bolsonaro contra a covid-19
Pastores criticam jejum convocado por Bolsonaro contra a covid
 
 
Reprodução
Márcia Bencke, Furtado e Marçal: falta cuidar dos mais vulneráveis na crise que o país enfrenta

 

Presidente disse que, como “católico”, pretende propor um dia de abstinência para “gente ficar livre desse mal o mais rápido possível”.

 

São Paulo – Sem respostas efetivas que atenuem o sofrimento da população diante da pandemia de coronavírus, cada vez mais isolado dentro do próprio governo e desconectado com a comunidade internacional, o presidente Jair Bolsonaro voltou a se ancorar no discurso religioso, numa forma de manter o apoio que possui de parte dos evangélicos.

 

Na última quinta (2), enquanto atendia apoiadores no cercadinho, na porta do Palácio da Alvorada, ouviu de um grupo de pastores a sugestão para que proclamasse “um jejum para toda a nação”. 

 

O pedido foi feito pelo pastor Willian Ferreira, da Igreja Assembleia de Deus Ministério Cruzada de Fogo, de Monte Sião (MG), que ainda pediu a criação de linhas de créditos às pequenas igrejas em dificuldade financeira. 

 

Como resposta, Bolsonaro anunciou que este domingo (5) seria o dia de jejum. 

 

Mais tarde, durante entrevista para a rádio Jovem Pan, Bolsonaro reiterou a ideia e disse que foi procurado por “evangélicos e católicos”, e “para a gente ficar livre desse mal o mais rápido possível”, pretende pedir um jejum para todo o povo brasileiro. 

 

“Sou católico e minha esposa, evangélica. 

 

É um pedido dessas pessoas. 

 

Estou pedindo um dia de jejum para quem tem fé. 

 

Então, a gente vai, brevemente, com os pastores, padres e religiosos anunciar. 

 

Pedir um dia de jejum para todo o povo brasileiro, em nome, obviamente, de que o Brasil fique livre desse mal o mais rápido possível”, afirmou.

 

Como resposta imediata, pastores passaram a divulgar um cartaz, nas redes sociais, com os dizeres: “Santa convocação do nosso presidente Jair Messias Bolsonaro para um jejum nacional”. 

 

A peça estipula amanhã (5) como o dia escolhido para o movimento. 

 

Além disso, já há registro de ao menos uma cidade que decretou um dia de jejum, como o caso de Alterosa (MG).

 

O jejum é uma prática comum, especialmente, entre católicos carismáticos e evangélicos. 

 

Ele consiste em se abster da alimentação, por um período, para dedicar-se à oração e reflexão espiritual.  

 

Para o missionário e teólogo Caio Marçal, coordenador da Rede Fale, um movimento evangélico que tem como lema “Levante sua voz contra a injustiça!”, Bolsonaro não sabe o significado da disciplina espiritual do jejum. 

 

“Para o profeta Isaías, jejum que não observa o direito dos empregados e não rompe com o jugo da desigualdade, não agrada a Deus”, diz, citando o conhecido texto bíblico de Isaías 58:7 (“O jejum que me agrada é que vocês repartam a sua comida com os famintos, recebam em casa os pobres que estão desabrigados, que deem roupas aos que não tem e nunca deixem de socorrer os seus parentes”).

 

Ele explica que “não vale de nada ‘jejuar’ se o governo atual opta em dobrar seus joelhos ao ‘Deus Mercado’”. 

 

E conclui. 

 

“O Deus da vida espera de nós que cuidemos dos mais vulneráveis. 

 

Porém, a agenda de Guedes e Bolsonaro está empenhada em proteger os poderosos, ao invés dos mais necessitados. 

 

É uma vergonha socorrer banqueiros enquanto o povo passa por dificuldades nesses tempos de covid-19.

 

Reação negativa.

 

Pastores midiáticos como Silas Malafaia e o deputado Marco Feliciano tem divulgado o movimento da “Santa Convocação”. 

 

Porém, algumas igrejas já anunciaram que não devem promover a ação. 

 

“A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil não vai aderir oficialmente à convocação do Presidente da República para um dia de jejum. 

 

Porém, não impedirá que Igrejas e membros que queiram atender tal convocação”, explicou o Reverendo João Luiz Furtado, presidente da Assembleia Geral da IPIB. 

 

Segundo ele, já existe um movimento nacional de oração que pretende dedicar a semana de 12 a 19 para esse fim. 

 

Pastores que apoiaram o governo também criticaram uma possível convocação. 

 

Foi o caso do teólogo e pastor Guilherme de Carvalho, da Igreja Esperança, em Belo Horizonte, que até pouco tempo integrava o posto de diretor de Promoção de Educação em Direitos Humanos no ministério da também evangélica Damares Alves.  

 

Através das redes sociais, Carvalho escreveu: “Presidente pode pedir a autoridades religiosas para orar e cooperar com o país. 

 

Mas presidente não convoca autoridades religiosas nem pastores evangélicos. 

 

Ele não tem autoridade para isso. 

 

Temos aqui uma clara violação do princípio da soberania das esferas”. 

 

Para a pastora luterana (IECLB) Romi Márcia Bencke, secretária geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) “a melhor prática de jejum é o cuidado com outro. 

 

Neste finalzinho de quaresma, precisamos abrir mão dos individualismos e do desejo de poder. 

 

Jejum não é sacrifício, mas é ação em oração”. 

 

Romi critica ainda a atitude do presidente. 

 

“Em um estado laico, não é papel do presidente da República convocar jejum e oração. 

 

A tarefa do presidente é seguir a Constituição, colocar toda a sua energia para resolver junto com os demais poderes instituídos esta crise gigantesca que está instalada no país”. 

 

COMENTÁRIO:

 

 
"Ele explica que “não vale de nada ‘jejuar’ se o governo atual opta em dobrar seus joelhos ao ‘Deus Mercado". 

 

Vou começar o meu comentário com uma frase de um comentarista da Rádio Jovem Pan que ouvi ontem pela manhã !

 

"Olham demais para as coisas da terra, e só olham para cima quando vai chover". 

 

Corretíssimo esse raciocínio do comentarista da Rádio Jovem Pan !

 

Acrescento mais, Deus não aceita jejum de ímpios e de nenhuma pessoa que é "Membro" de religiões nenhuma aqui deste mundo, seja ela católica ou evangélica !

 

Deus só aceita jejuns dos seus verdadeiros seguidores que se convertem ao Senhor e Salvador Jesus Cristo, nascem de novo da água e do Espírito Santo como Jesus Cristo advertiu a Nicodemos no Evangelho de João, capitulo 3, versículos 3, 4, 5.

"Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.

 

Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? 

 

Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?

 

Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.


O  presidente Jair Messias Bolsonaro precisa de converter ao Senhor e Salvador Jesus Cristo, deixar de ser católica e se tornar crente como orientou Jesus a Tomé no Evangelho de João capítulo 20, versículo 27, para que Deus ouça suas orações e aceite os seus jejuns. 

 

Para concluir, quero dizer que essa atitude desses líderes pastores e "pastoras" evangélicos que representam diversas denominações se misturando com todo o tipo de representantes de religiões que não tem nenhuma compromisso com Deus, não passa de hipocrisia e demagogia para serem "simpáticos" aos homens aqui neste mundo, porque têm medo de serem retaliados e discriminados pelos diversos setores da sociedade.

Os verdadeiros discípulos de Jesus Cristo não aceitam essa mistura denominada religiosa de ECUMENISMO.

 

Estudem as Escrituras Sagradas para aprenderem separar o SAGRADO DO PROFANO.

 

Valter Desiderio Barreto, teólogo, Igreja viva do Senhor e Salvador Jesus Cristo, membro do corpo de Jesus Cristo pela misericórdia e graça de Deus.

 

"Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular". I CORÍNTIOS 12: 27.

 

Barretos, São Paulo, 11 de agosto de 2020.
 

quinta-feira, agosto 06, 2020

Secretário de Transportes de SP e pesquisador da Fiocruz são presos em operação da PF contra irregularidades na Saúde

Investigação aponta esquema entre empresários e agentes públicos para direcionar contratos.


Juiz federal Marcelo Bretas expediu 6 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão.


Por Arthur Guimarães e Marco Antônio Martins, TV Globo


Operação Lava-Jato prende Secretário de Transportes de SP e pesquisador da Fiocruz

Operação Lava-Jato prende Secretário de Transportes de SP e pesquisador da Fiocruz.


A força tarefa da Lava Jato prendeu, nesta quinta-feira (6), Alexandre Baldy, secretário estadual de Transportes Metropolitanos de SP, por suspeita de fraudes em contratos da área de saúde nos períodos em que ele foi deputado federal e ministro (leia mais abaixo).


Ao menos outras duas pessoas foram presas na operação: o pesquisador da Fiocruz Guilherme Franco Netto e o ex-presidente da Junta Comercial de Goiás (Juceg) Rafael Lousa.


Foram expedidos mais três mandados de prisão, mas o nome dos alvos não foi divulgado.


As prisões fazem parte da Operação Dardanários, contra desvios na área da saúde envolvendo órgãos federais.


A PF afirma que identificou "conluio entre empresários e agentes públicos, que tinham por finalidade contratações dirigidas".


Resumo:


Alexandre Baldy, que foi deputado federal por Goiás e ministro das Cidades no governo do ex-presidente Michel Temer, é apontado por atos suspeitos antes de assumir a pasta no governo de São Paulo.
  • Segundo a investigação, Baldy usou da influência dos dois cargos para intermediar contratos, sobre os quais ganharia um percentual.
  • A TV Globo apurou que, entre os contratos investigados, estão o de organizações sociais (OSs) com o Hospital de Urgência da Região Sudoeste Dr. Albanir Faleiros Machado (Hurso), em Goiás; com a Junta Comercial Goiana e com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa/Fiocruz).
  • Baldy ainda teria oferecido vantagem a um colaborador para não entregar o esquema.
  • As prisões do secretário na cidade de São Paulo, do pesquisador em Petrópolis (RJ) e do ex-presidente da Juceg em Goiânia são temporárias. O prazo é de cinco dias, mas pode ser prorrogado.


A assessoria de Baldy negou que ele tenha participado das irregularidades e que a prisão foi "desnecessária". A Secretaria de Transportes Metropolitanos (STM) divulgou nota em que ressalta que "a operação não tem relação com a atual gestão do Governo de São Paulo". O advogado de Rafael Lousa, Tadeu Batos informou que o cliente "não tem nenhum envolvimento com qualquer irregularidade em relação à contratação". (Leia mais ao final da reportagem)

R$ 90 mil apreendidos em cofres

Alexandre Baldy, secretário estadual de Transportes Metropolitanos de São Paulo,  em imagem do período em que era ministro de Temer  — Foto: Neto Talmeli/Prefeitura de Uberaba

Alexandre Baldy, secretário estadual de Transportes Metropolitanos de São Paulo, em imagem do período em que era ministro de Temer — Foto: Neto Talmeli/Prefeitura de Uberaba.


Até a última atualização desta reportagem, a PF não havia esclarecido qual o período exato em que as irregularidades teriam sido cometidas nem qual era a participação do pesquisador da Fiocruz ou do ex-presidente da Juceg.


Em endereço ligado a Baldy em Brasília, foram apreendidos R$ 90 mil em dois cofres.


Já no apartamento dele em Goiânia, a PF apreendeu um cofre, que não chegou a ser aberto, e um tablet.



Baldy é, atualmente, responsável pelo metrô paulistano e pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.


Ele foi preso em casa, no bairro dos Jardins, mas, até por volta de 10h, a PF e a assessoria do secretário disseram que Baldy ainda estava na residência.

Em Ponto: PF apreende R$ 50 mil em cédulas na casa de Baldy em Brasília

Em Ponto: PF apreende R$ 50 mil em cédulas na casa de Baldy em Brasília.


Portador delatou o esquema.


As investigações contaram com a delação premiada de uma pessoa ligada à Pró-Saúde.


A entidade, na ocasião, administrava o Hurso, em Goiás, e teria valores a receber -- não se sabe de quem.


A TV Globo apurou que Baldy teria recebido propina da Pró-Saúde para ajudar na liberação desse montante.


A propina, paga em espécie, teria saído do caixa 2 da entidade, que tinha à época como principal fonte os contratos do RJ.


A pessoa que levou o dinheiro firmou acordo de delação e entregou os registros dos encontros.


Os pagamentos estão registrados em planilha entregue por outro colaborador.


O que dizem os envolvidos e citados na reportagem.


  • A assessoria de Alexandre Baldy informou por meio de nota que ele tem a sua vida pautada pelo trabalho, pela correção e pela retidão. Segundo a nota, foi desnecessário e exagerado determinar uma prisão por "fatos ocorridos em 2013" e que ele "sequer participou". Além disso, a defesa informou que deve tomar providências para a revogação da prisão.
  • A Secretaria de Transportes Metropolitanos informou que "colaborou junto à PF enquanto estiveram no prédio". "Após as buscas, nenhum documento ou equipamento foi levado pela Polícia Federal", informou a nota da pasta do governo de São Paulo.
  • O governador de São Paulo, João Doria, disse que as acusações contra Alexandre Baldy não têm relação com a atual gestão dele na Secretaria de Transportes Metropolitanos e que tem convicção de que Baldy saberá esclarecer os acontecimentos e colaborar com a Justiça.
  • O advogado de Rafael Lousa, Tadeu Batos informou que o cliente "não tem nenhum envolvimento com qualquer irregularidade em relação à contratação". "Ele fez todos os esclarecimentos e respondeu a todas as perguntas, apresentou as senhas dos celulares, não deixou nada em dúvida em relação à sua atuação como presidente da Junta Comercial, esclarecendo todos os pontos apresentados pelo delegado", complementou.
  • A direção do Instituto Brasileiro de Gestão Hospitalar (IBGH), responsável atualmente pela administração do Hurso, informou por meio de nota que "na época da investigação do esquema, a organização Social responsável era a Pró-Saúde".
  • A Pró-Saúde informou que, "desde 2017, tem colaborado de forma irrestrita com as investigações e vem adotando ações para o fortalecimento de sua integridade institucional".
  • A Juceg afirmou, por meio de nota, que tratam-se de contratos firmados em gestões anteriores, datados do anos de 2013. A entidade "esclarece ainda que não foi alvo de nenhum mandado por parte da PF e tampouco por parte do MPF na data de hoje e que há, em vigência, desde 2019, quando a nova gestão do governo de Goiás assumiu, 25 contratos atuais com empresas, nenhuma delas citadas na operação".

  • A Juceg complementou que a sua atual gestão "não coaduna com direcionamento de contratos ou qualquer outra atividade ilícita"
  • A reportagem entrou em contato com a Fiocruz, mas não havia obtido resposta até por volta de 12h30.
Alexandre Baldy é preso pela PF

Alexandre Baldy é preso pela PF.

Dinheiro apreendido na casa de um dos alvos da Operação Dardanários — Foto: Reprodução/TV Globo

Dinheiro apreendido na casa de um dos alvos da Operação Dardanários — Foto: Reprodução/TV. Globo.


Seis mandados de prisão e 11 de busca e apreensão.


O juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do RJ, expediu seis mandados de prisão e 11 de busca e apreensão em Petrópolis (RJ), São Paulo, São José do Rio Preto (SP), Goiânia e Brasília.


A operação desta quinta é um desdobramento das investigações realizadas no âmbito das operações Fatura Exposta, Calicute e SOS.


Os suspeitos responderão pelos crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.


Segundo a PF, dardanários são "agentes 'de negócios', atravessadores que intermediavam as contratações dirigidas".

Junto há 42 anos, casal morre de Covid-19 com diferença de 14 horas no DF

Francisca Vieira Lima faleceu nesta quarta-feira (5) e José Ariston Nogueira de Lima, na terça-feira (4). Eles foram casados por 42 anos.


Por Afonso Ferreira, G1 DF.

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, na praia, durante viagem — Foto: Arquivo pessoal

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, na praia, durante viagem — Foto: Arquivo pessoal.


Vítima da Covid-19, um casal morador do Gama, no Distrito Federal morreu com apenas 14 horas de diferença.


Casados há 42 anos, Francisca Vieira Lima , de 64 anos, e José Ariston Nogueira de Lima, de 69 anos, estão entre as 1.605 mortes registradas na capital até a noite de quarta-feira (5).




De acordo com uma das filhas do casal, José Ariston faleceu por volta de 18h30 de terça-feira (4), já Francisca Vieira, morreu às 8h de quarta.


Ao G1, a bancária Patrícia Vieira Lima, de 38 anos, contou que os pais deixaram um ensinamento: "o amor vai muito além da vida", aponta.


"Eu e minhas irmãs entendemos como cumprimento de uma missão e que eles só podem ser almas gêmeas."
 

História de amor.

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal.


Segundo a bancária, a história de amor dos pais começou em 1978, em Fortaleza, quando José se apaixonou por uma foto de Francisca.


"Ele foi buscar o aluguel para o tio dele, na casa da minha vó, e viu a foto dela", explica.


Patrícia contou à reportagem que o casal estava em Brasília desde 1979.


Francisca e José tiveram três filhas e gostavam de viajar juntos.


"Eles eram os pais mais cuidadosos, amorosos e dedicados do mundo."
 

Despedida.

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal.


Devido ao risco de transmissão, a pandemia provocou alterações no protocolo dos sepultamentos.


Segundo orientação da Secretaria de Saúde, em casos de morte pelo novo coronavírus, não pode haver velório, apenas o sepultamento.




Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima foram enterrados juntos, na tarde desta quarta-feira (5), no cemitério do Gama.


A família acompanhou o sepultamento a distância.


Ainda muito abalada, a filha do casal reafirma a necessidade de ter todos os cuidados diante do coronavírus.


"Mesmo que você seja jovem e saudável, pode acabar transmitindo o vírus para um idoso que convive ou que tem contato com você.


Eles são sempre o elo mais fraco", afirmou Patrícia.


"Enquanto há tempo, cuide e preserve a vida das pessoas que você ama."
 

Veja outras fotos de Francisca e José

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal.

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal.

Teste da vacina contra a Covid-19 começa hoje no DF

Teste da vacina contra a Covid-19 começa hoje no DF.

quarta-feira, agosto 05, 2020

MPF pede que pastor pague R$ 300 mil por prometer falsa cura da covid-19


Do UOL, em São Paulo

O pastor Valdemiro Santiago em vídeo no YouTube - Reprodução/ YouTube

O MPF (Ministério Público Federal) ajuizou uma ação civil público pedindo que o pastor Valdemiro Santiago e a Igreja Mundial do Poder de Deus paguem pelo menos R$ 300 mil de indenização por terem divulgado uma cura falsa da covid-19.


Em seu canal no YouTube, o pastor evangélico vendeu sementes de feijão e afirmou que, se fossem cultivadas, elas curariam o novo coronavírus.
Aaron Tura - O MPF (Ministério Público Federal) ajuizou... | Facebook

Valdemiro chegou a citar o caso de um fiel cuja recuperação plena da doença usando os feijões estaria comprovada por um atestado médico.


Os vídeos foram publicados em maio.


Pelas sementes eram cobrado valores de até R$ 1000 cada.


A informação sobre o tratamento foi desmentida pelo Ministério da Saúde, que também é alvo da ação do MPF por ter removido de site a mensagem de alerta contra os anúncios enganosos de Valdemiro.


Segundo o órgão, a publicação, feita após pedido do MPF, ficou no ar por pouco tempo e foi removida "sem explicações".


Na ação, o MPF pede que a Google Brasil, responsável pelo YouTube, seja obrigada a preservar a íntegra dos vídeos (já removidos da plataforma a pedido do MPF)


e forneça os dados cadastrais do usuário que os publicou para que sejam usados na instrução processual.


O órgão pede ainda que a Justiça Federal conceda uma liminar obrigando o Ministério da Saúde a republicar a mensagem sobre a falsidade das informações anunciadas pelo pastor e a identificação de quem teria autorizado a retirada da informação do site.


Não há cura ou mesmo vacina para a covid-19 confirmada até o momento pela OMS (Organização Mundial da Saúde).


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também afirma que não há remédio aprovado para a doença no momento, e que propagandear falsas curas pode ser passível de punição.


O UOL tentou contato com o pastor e a igreja, mas não teve as ligações atendidas.


COMENTÁRIO:


300 mil reais é muito pouco para punir esse charlatão, embusteiro, e falso profeta que há anos vive tirando dinheiro dos incautos que não conhecem as Escrituras Sagradas.


A justiça tem é que fechar todas as suas "Arapucas", e "Ratoeiras" com o nome de "IGREJA MUNDIAL DO PODER DE DEUS" cuja finalidade é extorquir pessoas que iludidas com suas promessas de cura e de enriquecimento, entregam suas economias para esse mercenário e lobo voraz, que não tem vergonha de enganar milhares de pessoas leigas e ingênuas com suas falsas promessas usando o nome de Deus em vão !


Valter Desiderio Barreto.


Barretos, São Paulo, 05 de agosto de 2020.

MPF pede que pastor pague R$ 300 mil por prometer falsa cura da covid-19 O pastor Valdemiro Santiago em vídeo no YouTube - Reprodução/ YouTube O pastor Valdemiro Santiago em vídeo no YouTube Imagem: Reprodução/ YouTube Do UOL, em São Paulo 04/08/2020 11h30Atualizada em 04/08/2020 12h50 Erramos: este conteúdo foi alterado O MPF (Ministério Público Federal) ajuizou uma ação civil público pedindo que o pastor Valdemiro Santiago e a Igreja Mundial do Poder de Deus paguem pelo menos R$ 300 mil de indenização por terem divulgado uma cura falsa da covid-19. Em seu canal no YouTube, o pastor evangélico vendeu sementes de feijão e afirmou que, se fossem cultivadas, elas curar... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/08/04/mpf-aciona-valdemiro-santiago-por-propaganda-de-falsa-cura-da-covid-19.htm?cmpid=copiaecola
MPF pede que pastor pague R$ 300 mil por prometer falsa cura da covid-19 O pastor Valdemiro Santiago em vídeo no YouTube - Reprodução/ YouTube O pastor Valdemiro Santiago em vídeo no YouTube Imagem: Reprodução/ YouTube Do UOL, em São Paulo 04/08/2020 11h30Atualizada em 04/08/2020 12h50 Erramos: este conteúdo foi alterado O MPF (Ministério Público Federal) ajuizou uma ação civil público pedindo que o pastor Valdemiro Santiago e a Igreja Mundial do Poder de Deus paguem pelo menos R$ 300 mil de indenização por terem divulgado uma cura falsa da covid-19. Em seu canal no YouTube, o pastor evangélico vendeu sementes de feijão e afirmou que, se fossem cultivadas, elas curar... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/08/04/mpf-aciona-valdemiro-santiago-por-propaganda-de-falsa-cura-da-covid-19.htm?cmpid=copiaecola
MPF pede que pastor pague R$ 300 mil por prometer falsa cura da covid-19 O pastor Valdemiro Santiago em vídeo no YouTube - Reprodução/ YouTube O pastor Valdemiro Santiago em vídeo no YouTube Imagem: Reprodução/ YouTube Do UOL, em São Paulo 04/08/2020 11h30Atualizada em 04/08/2020 12h50 Erramos: este conteúdo foi alterado O MPF (Ministério Público Federal) ajuizou uma ação civil público pedindo que o pastor Valdemiro Santiago e a Igreja Mundial do Poder de Deus paguem pelo menos R$ 300 mil de indenização por terem divulgado uma cura falsa da covid-19. Em seu canal no YouTube, o pastor evangélico vendeu sementes de feijão e afirmou que, se fossem cultivadas, elas curar... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/08/04/mpf-aciona-valdemiro-santiago-por-propaganda-de-falsa-cura-da-covid-19.htm?cmpid=copiaecola

Fotos mostram confusão entre cantor Jefferson Moraes e vizinhos após discussão por causa de festas em condomínio de Goiânia

Petição que resultou em proibição da Justiça relata xingamentos e várias autuações contra o cantor por extrapolar no som alto. Assessoria diz que sertanejo fez apenas uma live solidária e que, com decisão, não se apresentará mais no condomínio.

Na primeira foto, cantor e amigos na porta da família; na outra, PM no local conversando com os moradores — Foto: Reprodução

Por Sílio Túlio, G1 GO

Na primeira foto, cantor e amigos na porta da família; na outra, PM no local conversando com os moradores — Foto: Reprodução.


A defesa dos vizinhos que entraram na Justiça contra o cantor Jefferson Moraes devido ao barulho provocado por festas realizadas por ele revelou detalhes sobre a situação que gerou o processo.


Na petição, além de relatos de xingamentos, ofensas e autuações em decorrência de som alto, constam imagens de uma confusão entre os envolvidos, em um condomínio fechado de Goiânia.


O problema motivou uma ação na Justiça, que resultou em uma liminar da juíza Alessandra Gontijo do Amaral.


A sentença proíbe o cantor de realizar eventos e shows na residência onde mora.


A assessoria do artista disse que ele fez apenas uma live beneficente, mas que, como "moradores do condomínio preferem que elas não sejam realizadas", ele irá acatar a decisão e fará suas próximas lives fora do condomínio.


Embora questionada, a assessoria disse que não ia se posicionar sobre os relatos de xingamentos e ofensas.


As imagens que constam na petição mostram um grupo, composto por Jefferson e outras pessoas, na porta da casa dos vizinhos.


Outro registro contém os vizinhos conversando com policiais militares na porta da residência.


O grupo já não está mais no local.


A situação ocorreu no dia 9 de maio. De acordo com o advogado dos vizinhos, José Mendonça Carvalho Neto, o dono da residência comemorava seu aniversário e, num "costume pernambucano e familiar", estourou três bombinhas de São João em seu quintal.


Relata a defesa da família que o cantor alegou que os vizinhos jogaram bombas em seu quintal.


Por isso, o artista e alguns amigos teriam ido ao local tirar satisfações.


No documento elaborado pelo advogado, consta que o grupo começou a bater nos vidros laterais da janelas e a xingar os moradores.


Houve uma conversa entre os envolvidos.


A PM foi acionada, mas chegou depois que o grupo já havia deixado o local.


No entanto, um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra o artista foi registrado por ameaça.

Jefferson Moraes está envolvido em polêmica por causa de show em condomínio fechado  — Foto: Érico Andrade / G1

Jefferson Moraes está envolvido em polêmica por causa de show em condomínio fechado — Foto: Érico Andrade / G1.


Som alto e festas.


A pendência entre Jefferson e os vizinhos, porém, começou antes.


Eles narram que o artista alugou uma casa no condomínio há nove meses e que, devido à pandemia, o sertanejo passou a realizar, praticamente todos os dias, "festas de arromba, regadas a muita bebida alcoólica e som alto", o que incomodou os vizinhos.


Tanto que, na petição, constam sete autuações e três multas em desfavor do cantor por barulho acima do permitido no condomínio.


Mesmo assim, ele realizou uma live no dia 30 de abril, sendo uma das ocasiões em que foi multado.


Os advogados da família afirmam que em determinado momento da apresentação, o artista ofendeu os vizinhos - de forma generalizada - com um xingamento.


Nota da assessoria de Jefferson Morais.

O cantor Jefferson Moraes realizou uma única live em sua casa, respeitando as orientações da OMS -

Organização Mundial da Saúde - como o uso de máscaras e mantendo o distanciamento social entre todos os que trabalharam.

O intuito da live foi arrecadar cestas básicas para instituições de caridades tão afetadas com pandemia da Covid -19.

No entanto, moradores do condomínio onde ele reside, preferem que não sejam realizadas lives beneficentes.

Atendendo a esta determinação Jefferson Moraes acatará a decisão mas continuará fazendo seu trabalho para ajudar os mais atingidos pela crise econômica, e suas próximas lives acontecerão fora do condômino, como a próxima na quinta- feira (6/8) em Belo Horizonte.


COMENTÁRIO:


Esses "artistas" que não agregam nada de bom para a sociedade, não tem o bom senso que o período que o Brasil e o mundo estão vivendo em consequência ao Covid -19, não é o momento pra está se fazendo festa nem em condomínio e nem em lugar nenhum, ainda mais quando os mesmos são advertidos de estarem incomodando vizinhos que não compactuam e nem compartilham com essas apresentações artística como aconteceu com esse "Astro" sem brilho, que não respeita o direito das pessoas não comungarem e nem compartilharem neste momento crítico em que muitas famílias estão chorando a perda de entes queridos para esse vírus letal em toda parte do mundo, preferindo o silêncio e a reflexão sobre a brevidade da vida que se esvai de cada um de nós no momento que menos esperamos.


Valter Desiderio Barreto.


Barretos, São Paulo, 05 de agosto de 2020.