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segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Moro é alvo de protestos em universidade de Nova York; manifestantes são vaiados


O juiz Sérgio Moro, responsável pela maior parte dos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, foi alvo de um protesto nesta segunda-feira (6) antes de fazer uma palestra na Universidade Columbia, em Nova York. 

Ao se preparar para iniciar a fala, Moro recebeu aplausos do público. 

Depois que a plateia silenciou, à espera do início da palestra, manifestantes estenderam uma faixa e gritaram palavras de ordem contra o juiz. 

Em seguida, o público passou a vaiar os manifestantes – seis deles foram retirados do recinto. 

Alguns manifestantes com cartazes contra Moro permaneceram, mas em silêncio. 

Na palestra, Moro contestou a tese de que a Operação Lava Jato é uma forma de criminalizar a política. 

"Ninguém está sendo processado ou condenado com base em suas opiniões políticas. 

São casos envolvendo propinas. 

Então, não é similar ao macarthismo, é complemente diferente", disse, ao responder a uma das perguntas da plateia. 

Em sua fala, ele ponderou que, como o caso envolve propina a políticos, "inevitavelmente" haverá consequências políticas. 

"Mas isso acontece fora do tribunal e o juiz não tem controle sobre isso", ressalvou Moro. 

"Alguns políticos também dizem que a Operação Lava Jato representa a criminalização da política. 

Mas para sermos honestos, a culpa não pode ser apontada para o processo judicial, mas para os políticos que cometeram os crimes. 

O processo judicial é somente uma consequência. O Judiciário não pode ficar cego diante desses crimes", completou em seguida. 

Moro também disse que os juízes estão "apenas fazendo seu trabalho", "processando os casos baseados em provas" e que as ações estão sendo conduzidas conforme o "devido processo legal", com respeito aos direitos da defesa.

Relatoria no STF

Durante o debate, Moro também elogiou o ministro Luis Edson Fachin, novo relator da Lava Jato no STF, como um “grande jurista”. 

“Ele tomou importante decisões, que mostraram que age como um ministro independente”, disse o juiz federal. 

Sobre a morte de Teori Zavascki, afirmou que foi um “trágico revés” para a Lava Jato. 

“Isso foi muito triste, não apenas por causa da tragédia por uma vida humana, mas porque ele era um juiz muito hábil e teve atos de grande independência em suas decisões”, disse. 


COMENTÁRIO: 

Os que vaiaram o Moro deve ter sido enviado daqui do Brasil pelos "Delinquentes de luxo" da Lava Jato. 


Valter Desiderio Barreto


Barretos, São Paulo, 06 de fevereiro de 2017, às 16: 45.

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