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quinta-feira, dezembro 29, 2016

Alckmin diz que denúncia que levou à prisão de agressor de ambulante receberá recompensa


Segundo o governador, fato de comunicação ter sido feita por e-mail não impedirá prêmio de R$ 50 mil.

 

Alckmin em entrega de unidades habitacionais nesta quinta (Foto: Newton Menezes/Futura Pressa/Estadão Conteúdo) 
 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (29) que a recompensa de R$ 50 mil oferecida a quem ajudasse a prender Alípio dos Santos, um dos responsáveis pelo espancamento e pela morte do ambulante Luiz Carlos Ruas no Metrô, no domingo (25), será paga independentemente da forma como foi feita a denúncia. 

Alípio foi preso na quarta-feira (28), na Zona Leste. 

A resolução que instituiu a recompensa previu que a denúncia deveria ocorrer pelo site Webdenúncia, que gera um protocolo e uma senha que depois são usadas para o pagamento. 

Segundo a polícia, porém, foi enviado apenas um e-mail sobre o paradeiro de Alípio dos Santos. 

A Secretaria da Segurança Pública informou que iria analisar se as informações passadas se enquadram nas regras do programa de recompensas. 

O governador, porém, disse nesta quinta que “não importa o meio”, mas a validade da informação.

“Houve uma resolução da secretaria dizendo que se a informação fosse para prender daria a recompensa. Será dada. 

A secretaria só precisa verificar se foi realmente essa informação que levou à prisão”, afirmou Alckmin após participar da entrega de imóveis populares da primeira PPP (parceria Público Privada) de Habitação no país, um projeto realizado em parceria com a Prefeitura de São Paulo. 

Na quarta (28), o delegado titular da Delpom (Delegacia de Polícia Metropolitana), Rogério Marques, disse que só chegou até o criminoso com a indicação de uma denúncia feita por e-mail.

O governador lamentou a morte do ambulante e se solidarizou com a família. 

“Quero aqui me solidarizar com a família da vítima, do Índio, esse assassinato cruel e brutal, os dois criminosos já estão presos e se realmente a informação foi a que levou à prisão, ele [denunciante] receberá a recompensa”, ressaltou. 

Indagado se a segurança do Metrô falhou por não estar presente na estação D.Pedro II no momento da agressão, Alckmin preferiu não opinar. 

“Eu não consigo dar uma resposta precisa agora, nós temos mais de mil seguranças no Metrô. 

É um caso inimaginável, você ter criminosos baterem até matar um trabalhador, é um absurdo”, declarou.

Alípio Rogério dos Santos, segundo suspeito de matar o ambulante, chega à delecia do Metrô (Foto: Tatiana Santiago) 
 

O delegado Rogério Marques, que investiga o crime, recebeu cerca de 35 denúncias após a divulgação do caso. 

"Nós fomos em todas as 35. Uma a gente sabia que iria dar certo. 

E uma deu", disse o delegado. 

Alípio foi encontrado em uma Cohab de Itaquera, na Zona Leste da capital paulista. 

A Polícia Civil informou que os agressores foram indiciados por homicídio qualificado. 

A Justiça decretou a prisão temporária de 30 dias para os autores. 

O inquérito continua em andamento e, ao final, será solicitada a conversão das prisões em preventivas. 


Esses dois monstros tem que morrer na cadeia !

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