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quinta-feira, setembro 22, 2016

Pastor morre após levar oito pauladas na cabeça e ser asfixiado pela mulher

Ela teria esperado vítima dormir para cometer crime, ocorrido em Brasília.
Mulher diz que ele abusou de filhos; para polícia, por ciúme, ela 'imaginou'. 

 

Do G1 DF

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu nesta quarta-feira (21) uma mulher de 44 anos suspeita de matar o marido, pastor da Igreja Pentecostal Renascer, por ciúme da relação dele com os filhos. 

Ela teria esperado a vítima dormir para agir. 

O homem levou oito pauladas na cabeça e três facadas. 

Depois, quando já estava agonizando, teve a cabeça envolvida em uma sacola.
Eva Oliveira Barbosa, presa em Brasília nesta quarta-feira (21) suspeita de matar o marido; foto de arquivo do pastor Damião Nascimento, assassinado com pauladas na cabeça, facadas e asfixia (Foto: Polícia Civil/Divulgação)Eva Oliveira Barbosa, presa em Brasília nesta quarta-feira (21) suspeita de matar o marido; foto de arquivo do pastor Damião Nascimento, assassinado com pauladas na cabeça, facadas e asfixia (Foto: Polícia Civil/Divulgação)


O crime aconteceu em Ceilândia Norte. 

De acordo com a polícia, a mulher confessou o assassinato e alegou suspeitar que o marido tivesse abusado sexualmente dos filhos – uma garota de 20 anos e um menino de 16. 

Ambos negaram terem sido estuprados pelo pai.

As agressões aconteceram na noite de terça, mas só foram descobertas no dia posterior, depois de um dos filhos do casal encontrar o corpo do pai e chamar a polícia. 

O casal tinha 30 anos de relacionamento. 

A vítima foi identificada como Damião Diniz do Nascimento e tinha 46 anos.

A mulher, Eva Oliveira Barbosa, vai responder por homicídio qualificado por motivo fútil, com emprego de asfixia e de emboscada para impedir a defesa da vítima. 

Somadas, as penas dos crimes pode chegar a 30 anos de prisão.

A corporação informou que não considera a possibilidade de os filhos do casal terem sido abusados, por não haver como abrir investigação quando as supostas vítimas negam o crime. 

Para a polícia, por causa do ciúme, a mulher “imaginou” os abusos

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