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terça-feira, agosto 09, 2016

Vereadores de Parauapebas afastados pela Justiça voltam a cumprir seus mandatos




A sessão ordinária da Câmara Municipal de Parauapebas nesta terça-feira, contou com a presença dos três vereadores que haviam sido afastado na Operação Filisteu realizada pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado - Gaeco, do Ministério Público do Estado em Parauapebas, sudeste do Pará, no dia 26 de maio de 2015 que desmontou um esquema multimilionário contra o erário.

São eles: Devanir Martins, José Arenes e a "Representante de Deus", Luzinete Rosa Batista, que foi flagrada comprando voto para sua eleição de Deputada Estadual em 2014, e nem se quer recebeu uma advertência por falta de decoro parlamentar daquela "Casa de Leis" que ela representa, mas com certeza ela será punida pelos eleitores no dia 02 de outubro do ano em curso. 

Relembre o caso.

Flagrada compra de voto em Parauapebas

Crime: Ação põe sob suspeita José Priante, do PMDB, e Luzinete Batista, do PV em Parauapebas.

Em 06 de outubro, 2014 - 
Dinheiro estava em envelopes com panfletos dos candidatos do PMDB e do PVDinheiro estava em envelopes com panfletos dos candidatos do PMDB e do PV

Operação da Justiça Eleitoral desbaratou um esquema de crime eleitoral no município de Parauapebas, região de Carajás, ontem, que resultou na apreensão de R$ 43.900 em dinheiro, além de comprovantes de abastecimento de combustível patrocinados por dois candidatos, avaliados no montante de pelo menos R$ 100 mil. 

Uma mulher foi detida e liberada após prestar depoimento e pagar fiança. 

A operação foi realizada pelo promotor de Justiça eleitoral Eduardo Falesi, acompanhado da juíza Adelina Moreira e do delegado Marcelo Delgado, titular da Superintendência Regional da Polícia Civil, além de outros delegados e de policiais civis e militares. 

Outras seis pessoas foram detidas por crimes de boca de urna na cidade.

As autoridades localizaram o dinheiro no Hotel Madeira, junto com o hóspede identificado pelo prenome Alex. 

Ele fugiu às pressas, abandonando o dinheiro espalhado no quarto. O promotor disse que ele é morador de Parauapebas e se hospedou no hotel na véspera da eleição. 

O dinheiro estava separado em envelopes, contendo cada um entre R$ 300 e R$ 400, além de grande quantidade de santinhos da vereadora Luzinete Rosa Batista (PV), mais conhecida como Irmã Luzinete do PV, que concorreu a deputada estadual, e uma pequena quantidade de santinhos do deputado federal José Priante (PMDB), candidato à reeleição. 

No local também estavam menos de 20 camisetas de cor verde que, conforme explicou o promotor, a partir da denúncia recebida, seriam usadas para identificar as pessoas que iriam distribuir o dinheiro.

Também no quarto do hotel foram localizados blocos de requisição de abastecimento de combustível no posto RM, supostamente patrocinado pela vereadora. 

“Os blocos traziam duas vias, uma que era destacada e entregue à pessoa que ia abastacer e a cópia preenchida com papel carbono que ficava no bloco para controle”, explicou. 

No posto, que estava fechado, mas foi arrombado com ordem judicial, a Justiça localizou as requisições de abastecimentos realizados no montante inicialmente estimado entre R$ 20 e 30 mil. 

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O ex-vereador Odilon Rocha de Sanção só não reassumiu a sua vaga de vereador hoje, porque o mesmo renunciara o seu mandato, dado a repercussão de declaração célebre sobre o ínfimo salário de vereador que é pago na Câmara Municipal de Parauapebas de 10 mil reais que não dá para viver. 
 









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