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quarta-feira, agosto 31, 2016

Coordenadoria da Ouvidoria do IBAMA responde a denúncia contra a Mineradora Vale protocolada por Valter Desiderio Barreto no Ministério do Meio Ambiente em Brasília.

Sala da Ouvidoria do Ministério do Meio Ambiente em Brasília.

Em atendimento a nossa denúncia contra a mineradora Vale protocolada no Ministério do Meio Ambiente em Brasília, sobre os diversos crimes ambientais que ela vem cometendo no município de Parauapebas, cujas consequências é a iminente destruição do rio Parauapebas, no dia 14 de abril do ano em curso, acabo de receber o comunicado abaixo da Coordenação da Ouvidoria do IBAMA, sobre as providências que já estão sendo tomadas.


Prezado senhor, 

Ao cumprimentá-l0, temos a informar que recebemos retorno da sua manifestação protocolada junto ao Ibama sob o n° 4254/2016, onde diz:

"Informamos que a providência quanto a Ocorrência nº. 04254/2016, foi encaminhada à SEMAS - SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE/PA, através do OF: 02018.002277/2016-89 GABIN/PA/IBAMA de 13 de maio de 2016, conforme determina a LEI Complementar 140, de 08 de dezembro de 2011.                                                     
Nos colocamos à disposição para demais esclarecimentos.

Atenciosamente,

Coordenação da Ouvidoria do IBAMA.


Está faltando agora, o Ministério da Justiça se pronunciar em relação a denúncia que protocolei no setor de atendimento ao cidadão na Secretaria dos Direitos Humanos, sobre o descaso das autoridades paraenses em apurar a origem da "Lista de Marcados para Morrer", que circulou em Parauapebas com vários nomes incluídos, inclusive o meu, para serem assassinados, sendo que duas pessoas que constam seus nomes na referida lista, foram vítimas de atentados conforme foi bastante divulgado na imprensa do Estado do Pará, uma dessas vítimas sobreviveu, o jornalista conhecido por "Popó", e a outra, o advogado Jakcson de Souza, que infelizmente foi a óbito, depois de ter sido alvejado a queima roupa na capital amazonense em frente à casa de uma suposta "amiga", que o convidara para participar do seu aniversário, e cuja conclusão da investigação da autoria deste assassinato pela polícia civil amazonense, culminou na prisão de dois supostos assassinos por “latrocínios”(roubo seguido de morte), sendo que nada foi levado da vítima,  já que a mesma portava uma pasta com um tablet, IPhone, dois mil reais em espécie, e até mesmo o seu celular não foi levado pelos autores do crime, o que nos deixa bastante intrigado com o desfecho dessa investigação que não corresponde à realidade dos fatos. 

A versão dada pela polícia civil amazonense, deveria no mínimo ser de “tentativa de roubo com morte da vítima.

E o mais grave dessa história toda, é que as autoridades responsáveis pela investigação do crime do advogado Jackson, assim também como o então presidente da OAB do estado do Pará, Jarbas Vasconcelos, blindaram a mulher que se dizia ser apenas uma “amiga” da vítima fatal que fora alvejado a queima roupa, com uma escopeta de fabricação caseira, na sua porta, impedindo que sua imagem e o seu nome fossem divulgados em todas as matérias que foram publicadas nos jornais do Pará e do Amazonas, falando sobre esse bárbaro crime, e inclusive não permitiram que o sigilo telefônico do advogado assassinado fosse divulgado na imprensa, como sempre acontece com casos semelhantes, onde existe um telefone na cena do crime, que contribui para as autoridades policiais desvendarem com mais celeridade a origem desses tipos de crimes, rastreando os últimos contatos que a vítima teve com alguém.  

O que na realidade a sociedade não estava sabendo o que rolava por trás dos bastidores, entre os colegas de profissão da vítima, que a tal “amiga” anfitriã do seu “convidado” morto na porta de sua residência, era a sua própria amante que convivia com ele em Parauapebas e depois se mudou para a capital amazonense.

Junto a denúncia que protocolei na Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça no dia 15 de abril do ano em curso, pedindo providências para a apuração de todos esses fatos aqui narrados, e até solicitando proteção a minha integridade física por constar nesta lista de “Marcados para morrer”, anexei robustas provas comprovando minhas denúncias com inúmeros recortes de jornais do Amazonas, e do Estado do Pará, como também outros tipos de provas, que me reservo no direito de guardar sigilo, até que os representantes do Ministério da Justiça em Brasília se manifestem.

Só espero que daqui até que providências sejam tomadas, eu já não esteja debaixo do chão.


Valter Desidério Barreto.


Estou aqui na sala reservada da Secretaria dos Direitos Humanos para ser ouvido pelo representante do Ministério da Justiça no dia 15 de abril de 2016.








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